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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Editorial e notícias do Sínodo de Destruição da Família: 21/10. A proposta de Kasper derrotada!

Notícias do Sínodo de Destruição da Família: 21/10. A proposta de Kasper derrotada! 


A maioria votou contra a comunhão aos recasados. A mídia está manipulando a informação. Os procedimentos nas conferência de imprensa têm sido em grande parte fraudulentos, é uma dramática demonstração disso a cada momento, quando a maioria se opõe e apresentam os fatos como se a maioria não tivesse se manifestado.

Os alemães dizem que não são subsidiários de Roma, não podem esperar pelo que o "senado romano" lhes diga, não vão fazer nas práticas pastorais o que Roma quer. Eles estão esperando a intervenção final de Francisco. Os progressistas esperam que Francisco arrebate a derrota porque ele deseja tudo o que eles apresentam, pró-gays, recasados, etc.





Recebi por e-mail e quero comentar. 

Kasper é luterano. É a minha opinião. E está fazendo, na prática, no quintal de sua "casa", a Alemanha, debaixo para cima, o que Francisco veio a implantar de cima para baixo. Há décadas que a Alemanha é a "vanguarda" na destruição da Fé Católica: padres casados, padres gays, leigos "padres", mulheres "padres", divórcio e recasamento, e, para completar, a "Igreja Nacional", já experimentada e testada nas Conferências Episcopais, frutos claros e inequívocos do C. Vaticano II.

Isto era para ter sido feito em outubro passado, no primeiro e único (o que eles pensavam) Sínodo Revolucionário da Destruição da Família, embasado naquele formulário - lembram? - enviado a todas as paróquias, para ser respondido por toda a grés católico-modernista. Inclusive, o documento final já estava pronto e foi até tornado público. Mas a Igreja gritou. A parte conservadora da Igreja pós-conciliar gritou. E tiveram que voltar atrás. Temporariamente, pois em seguida já Francisco anunciou que haveria outro Sínodo; para tratar dos mesmos assuntos! 

Essa atitude dos destruidores do Catolicismo me faz lembrar a práxis dos marxistas na política, especificamente na política brasileira, quando vemos apresentar leis antifamília e, portanto, anticristãs. Invariavelmente, nas primeiras vezes, perdem, e perdem estrondosamente, mas eles insistem, reapresentam quantas vezes se faça necessário, mudando aqui ou ali algumas palavras, mas mantendo a ideia central, até que, por fim, conseguem vender o peixe podre deles a congressistas distraídos por outros assuntos ou... ausentes, nas já famosas sessões da madrugada!  

Francisco faz o mesmo. E o faz com maestria. Ainda não tinha começado o Sínodo II quando ele, em entrevistas, já dava por certo que as coisas irão mudar. E, em seguida, começa o sínodo já fazendo um belo de um spoiler, contando o final do filme: vai haver Igrejas Nacionais!!! Um assunto "novo" na mídia e totalmente alheio a um sínodo que se propõe discutir a família.

A quem serve Francisco? Isto está cada vez mais claro. 

Aos católicos esse sínodo não interessa porque não lhes interessa o que os modernistas fazem na Igreja deles (lembrem-se!, há duas Igrejas: uma Santa e eterna e que aparenta estar eclipsada, e outra apóstata e visível! Não percamos o foco!!!) Devemos, sim, rezar pelas almas que não sabem da crise da Igreja e que creem genuinamente que estão na Igreja de Cristo apenas porque estão nos templos que já foram católicos. 

Dos repetidos escândalos e das repetidas blasfêmias e heresias, Francisco terá de prestar conta! E deverá fazê-lo enquanto "Papa", porque ele aceitou esse encargo quando lhe foi perguntado, na ocasião de sua "eleição". Sim, porque, para ele, responder como "Zé das Couve" seria bom demais! (Luc 12,48 in fine.) Nos basta saber que ele não é católico.

Assim, não nos preocupemos com a celeuma: será Francisco Papa? Mas cuidemos, antes, de nossa própria santificação, pois já temos trabalho demais!!!  

Giulia d'Amore 


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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Carta ao Sínodo e a Francisco: UM FORTE APELO AO PAPA E OS BISPOS NO SÍNODO

UM FORTE APELO AO PAPA E OS BISPOS NO SÍNODO



“A missão da Igreja é a de salvar as almas. O mal, neste mundo, provém do pecado, e não da desigualdade de renda nem das mudanças climáticas “. A tradução é nossa [do original, em italiano].

 

dra. Anca-Maria Cernea no Sínodo

A doutora Anca-Maria Cernea, uma médica do Center for Diagnosis and Treatment - Victor Babes (Centro de Diagnóstico e Tratamento - Victor Babes) e Presidente da Associação dos Médicos Católicos de Bucareste (Romênia), apresentou ao sínodo, aos 16 de outubro, o seguinte apelo ao Papa Francisco e aos padres sinodais:

sábado, 8 de agosto de 2015

AINDA SOBRE A COMUNHÃO AOS ADÚLTEROS APROVADA POR FRANCISCO: A OPINIÃO DE UM JESUÍTA

Um trecho do artigo de Sandro Magister, no site italiano L'Espresso. Na sequência do tsunami que Francisco vem provocando sobre a questão de dar a Comunhão a adúlteros, na subespécie de divorciados que voltam a se casar. Os bispos de Portugal já gritaram: "A revolução na Igreja posta em marcha pelo Papa Francisco já está a dividir os bispos portugueses. Na última reunião plenária, em Abril, a discussão acendeu-se e a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) partiu-se ao meio. De um lado, o grupo encabeçado pelo bispo de Leiria-Fátima, António Marto [interessante: um Marto (descendente de Jacinta e Francisco Marto?) e Bispo de FÁTIMA!!!], que defende a abertura da Igreja nos temas da família. Do outro, os que estão com o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, e consideram que não se pode pôr em causa a doutrina" (Cf. "Bispos divididos": http://www.sol.pt/noticia/404932). Mas as críticas vêm também de "fogo amigo", por parte de um jesuíta. Leia a seguir. 

Observação: Para quem ainda não sabe, Joaquim de Fiore (c. 1132 — 1202) abade cisterciense herético, defensor do Milenarismo e do advento da idade do Espírito Santo. O seu pensamento deu origem a diversos movimentos filosóficos, com destaque para os joaquimitas e florenses. Apesar de algumas das doutrinas de Joaquim de Fiore sobre a Santíssima Trindade terem sido condenadas pelo Concílio de Latrão de 1215 (IV Concílio Lateranense), o grosso do seu pensamento não levantou suspeitas de heresia até meados do século. O  tratado intitulado Introductorium in Evangelium Aeternum - obra hoje apenas conhecida pelos extratos feitos em 1255 quando do processo da sua condenação canónica - frei Gerardo de Borgo San Donnino foi solenemente condenado como herético pelo papa Alexandre IV em 1256, incluindo na condenação, para além das obras joaquimitas, o corpo principal da doutrina de Joaquim de Fiore. Na sequência desta condenação, as suas doutrinas foram refutadas pelo grande Doutor da Igreja São Tomás de Aquino na sua Summa Theologica. A condenação de Joaquim, assim como a zelosa e ferrenha repressão exercida por São Boaventura, outro Doutor da Igreja, contra os seus seguidores levou a um marcado apagamento do joaquimismo (cf. Wikipédia). Assim, leiam sob esta perspectiva o que fala, abaixo, um confrade de Francisco, a respeito da preferência doutrinária dele. 

Para registro, em 04 de abril de 2002, o Secretário de Estado Cardeal Sodano, sendo papa João Paulo II, envia uma Carta ao Arcebispo de Cosenza-Bisignano, d. Giuseppe Agostino, por ocasião do VIII centenário da morte  de Joaquim de Fiore, terminando assim: "Considerando os testemunhos de virtude autenticamente cristãos, oferecidos pelo Abade de Fiore, o Sumo Pontífice [João Paulo II] formula bons votos a fim de que esta celebração do VIII Centenário da morte de Joaquim constitua para a Arquidiocese de Cosenza-Bisignano - sua terra natal, que conserva também os seus restos mortais - assim como para o Povo de Deus que vive na Calábria, uma preciosa ocasião de reflexão e de edificação espiritual. Com estes votos, Sua Santidade [João Paulo II] envia uma especial Bênção Apostólica a Vossa Excelência Reverendíssima, aos fiéis da Arquidiocese de Cosenza-Bisignano e a quantos, animados por um sincero desejo de verdade, se aproximarem da figura deste insigne filho da Calábria durante as celebrações jubilares." (Cf. http://www.vatican.va/roman_curia/secretariat_state/documents/rc_seg-st_doc_20020404_sodano-agostino_po.htmlDITO POR UM JESUÍTA, SOBRE FRANCISCO .) O que dizer mais? Um herege que foi condenado como tal pela Igreja é tido por João Paulo II praticamente como um santo, por seus "testemunhos de virtude autenticamente cristãos"!!!
  


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AINDA SOBRE A COMUNHÃO AOS ADÚLTEROS APROVADA POR FRANCISCO: A OPINIÃO DE UM JESUÍTA 



“Pode se dizer qqr coisa sobre os outros discursos papais em Bolívia, mas este de Santa Cruz é Bergoglio em seu estado puro. Contém a sua versão do mundo e do que nele não vai bem. O papa nos diz o que pensa, sem pedir nossa opinião. Porque já tirou as suas conclusões. É o que eu definiria um discurso integralmente apocalíptico e utópico. Descreve seja o quanto terrível é a realidade, seja o quanto idílica pode se tornar. Não tem o mínimo espaço para um comum senso mediano, para a ideia de que o mundo pode ir adiante por si só como tem feito por milênios. É uma exortação mais relacionada ao segundo mandamento (‘ama o teu próximo’) do que ao primeiro mandamento (‘buscai em primeiro lugar o reino de Deus’). É mais próxima a Joaquim de Fiore do que a Agostinho de Hipona.

E continua:

Pelo que me parece, neste particular discurso não encontramos quase mais traço algum da atenção cristã para a virtude pessoal, a salvação, o pecador, o sacrifício, o sofrimento, o arrependimento, a vida eterna, nem para um perene vale de lágrimas. Pecados e males são transformados em questões sociais ou ecológicas que requerem remédios políticos e estruturais.”
  
Padre James V. Schall SJ, Docente de filosofia política na Georgetown University di Washington, in “The Catholic World Report” (24 de julho 2015), in “Francesco e i media. Due casi di studio”, de Sandro Magister, http://magister.blogautore.espresso.repubblica.it/2015/08/06/francesco-e-i-media-due-casi-di-studio.   



sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"



Em 24 de abril de 2014, o Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, se deu ao trabalho de dizer publicamente que Francisco não havia autorizado a comunhão aos divorciados, fato que veio à tona por causa de mais um de seus telefonemas midiáticos, desta feita a uma divorciada em "segunda união". Dizia Pe. Lombardi: os "telefonemas aconteceram no âmbito das relações pessoais pastorais do Papa Francisco. Não se tratando absolutamente de atividade pública do Papa, não são de esperar informações ou comentários por parte da Sala de Imprensa. O que foi difundido a este propósito, saindo do âmbito próprio das relações pessoais e sua amplificação midiática consequente, não tem confirmação e é fonte de mal entendido e confusão. É por isso que se deve evitar deduzir desta circunstância consequências no que diz respeito ao ensinamento da Igreja" (Cf. aqui). Como se o Papa pudesse ter uma opinião particular contrária à Doutrina Católica!!! 

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