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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"



Em 24 de abril de 2014, o Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, se deu ao trabalho de dizer publicamente que Francisco não havia autorizado a comunhão aos divorciados, fato que veio à tona por causa de mais um de seus telefonemas midiáticos, desta feita a uma divorciada em "segunda união". Dizia Pe. Lombardi: os "telefonemas aconteceram no âmbito das relações pessoais pastorais do Papa Francisco. Não se tratando absolutamente de atividade pública do Papa, não são de esperar informações ou comentários por parte da Sala de Imprensa. O que foi difundido a este propósito, saindo do âmbito próprio das relações pessoais e sua amplificação midiática consequente, não tem confirmação e é fonte de mal entendido e confusão. É por isso que se deve evitar deduzir desta circunstância consequências no que diz respeito ao ensinamento da Igreja" (Cf. aqui). Como se o Papa pudesse ter uma opinião particular contrária à Doutrina Católica!!! 

Mas vemos, hoje, que as coisas eram bem assim mesmo! Não mentiu em 2014 Francisco à divorciada, porque é isso mesmo o que ele pensa (e segundo o artigo abaixo praticava desde antes da eleição, lá na Argentina), e hoje o diz publicamente. E, até agora, ainda não veio ninguém do Vaticano a público para desmenti-lo ou "explicar" o que ele "quis" dizer... 

Publico, aqui, uma matéria acerca do assunto, segundo a qual Francisco disse claramente que os divorciados que casam novamente "não estão excomungados" e "fazem parte da Igreja", ou seja têm "direito" à Comunhão (sic)! É de um site TL, pois são os únicos que, pelo que vi até agora, traduziram o artigo italiano, e devo colocar a fonte, mas tomem cuidado com as matérias desse site. Interessante ler a sequência dos títulos de artigos similares, ano a ano, nesse site, cuja imagem colocarei no final.  

Sobre Dom Vincenzo Paglia, é de se dizer que responde, na Itália, por "associazione a delinquere, turbativa d'asta, truffa e riciclaggio", ou seja, conspiração, perturbação de leilão (o crime de "turbativa d’asta" é praticado por quem intervém em um leilão público com presentes, ameaças ou qualquer meio contra outro participante que possa viciar o resultado), fraude e lavagem de dinheiro. Também responde por exercício abusivo do crédito e apropriação indébita. Entre as ações ilícitas de Dom Paglia tem a compra do Castelo de San Girolamo di Narni, que é na realidade um convento com uma igreja ainda funcionando. A compra por meios criminosos se deu com dinheiro da Diocese. Diz o título do artigo de uma das fontes, "Paglia, o bispo que prega a pobreza, mas fatura milhões usando o dinheiro de seus fiéis" (Conf. aqui e aqui).   



Divorciados e o acesso aos sacramentos. O plano secreto do papa


O Papa Francisco aborda o tema da comunhão aos divorciados. O pontífice encarregou Dom Vincenzo Paglia de redigir um texto.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada no jornal La Repubblica, 25-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

De pé, em círculo, como se fosse um encontro de escoteiros. Assim o Papa Francisco recebeu nos últimos dias diversos bispos italianos em visita ad limina. Das suas vozes, um pedido explícito: encontrar novas soluções para os divorciados em segunda união, que, hoje, não são admitidos a receber a Eucaristia.

Francisco escutou em silêncio e, depois, recebendo em audiência no sábado passado Dom Vincenzo Paglia, chefe do "ministério" vaticano que se ocupa da família, dirigiu a ele o pedido dos bispos. Isso significa que, nos próximos meses, o "ministério" da família liderado por Paglia – que já está trabalhando em um texto referente aos "namorados" – deverá trabalhar na redação de um documento para encontrar "novas soluções para os divorciados em segunda união", porque é demais o sofrimento das famílias que perderam a unidade por causa de divórcios ou separações.

O caminho parece ser o da avaliação "caso a caso", no rastro de uma abertura já desejada por Bento XVI em uma conversa com os padres da diocese de Aosta em 2005: muitos daqueles que passaram para uma segunda convivência provavelmente contraíram um primeiro matrimônio eclesiástico "sem fé". Nulo o primeiro casamento, eles podem voltar à prática cristã e ser admitidos à comunhão.

Entre os prelados recebidos pelo papa, também estava Benvenuto Italo Castellani, arcebispo de Lucca, que explica que, com Francisco, discutiu-se "a perspectiva de pôr em estudo, na busca de possíveis novas soluções, a situação do sofrimento das famílias que perderam a unidade, porque os cônjuges são divorciados ou recasados, assim como o esforço por um compromisso renovado da comunidade cristã para a iniciação à vida cristã das jovens gerações, associado ao zelo missionário a ser encontrado por parte dos fiéis leigos, tudo sem cair na tentação de clericalismo que pode afligir tanto os presbíteros quanto os próprios fiéis leigos".

A Igreja está firme em 1994. À época, a Doutrina da Fé, na Carta aos bispos da Igreja católica a respeito da recepção da comunhão eucarística por fiéis divorciados novamente casados, assinada pelo cardeal Joseph Ratzinger, reafirmava o motivo da não admissibilidade para receber a comunhão: "Por fidelidade à palavra de Jesus Cristo, a Igreja sustenta que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro matrimônio foi válido". Além disso, "se os divorciados se casam civilmente, ficam em uma situação objetivamente contrária à lei de Deus".

Agora, alguma coisa pode mudar. Senão nos conteúdos, ao menos na forma. Além disso, é o próprio Francisco que diz no livro Cielo e Terra que "o tema do divórcio é diferente da questão do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja sempre repudiou a lei sobre o divórcio vincular, mas também é verdade que esse caso se fundamenta em antecedentes antropológicos diferentes". Em suma, enquanto sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo a Igreja não transige, sobre o divórcio a abordagem é diferente.

Que novas medidas serão adotadas? É difícil responder. No início de fevereiro, Ratzinger ainda havia dado um sinal de abertura, assim comentado por Paglia: "O papa pediu para estudar, e os estudos continuam ou, melhor, estão até acelerados para ajudar pro veritate a compreender o que aconteceu no momento do matrimônio", ou seja, se foi contraído fielmente à Igreja e é, portanto, anulável.

"Não é bom que se prolonguem demais os processos de nulidade somente por técnicas que poderiam ser abreviadas". Um desejo não por acaso expressado por diversos prelados, também no Sínodo dos Bispos de outubro passado, em que o tema da família explodiu: "Mais de uma centena de intervenções – disse Paglia – mostraram que na sensibilidade dos bispos essa questão está realmente na pauta. Conforta-me ainda mais para acelerar o passo".

Antes o querigma, depois os princípios. Primeiro, em suma, o anúncio de que o cristianismo é acolhida e misericórdia, depois os ditames. Esse parece ser o coração do novo pontificado. O que não significa negar a doutrina, mas sim ter em mente que não pode haver regras sem amor. Bergoglio, quando arcebispo de Buenos Aires, havia escrito um Vademecum para o acesso aos sacramentos, em que ele se mostrava mais condescendente para com a possibilidade de que os divorciados em segunda união se aproximassem da comunhão. E Ratzinger, no Dia Mundial das Famílias em Milão do ano passado, também dissera que "a Igreja ama essas pessoas. A grande tarefa" das comunidades e das paróquias é "fazer realmente todo o possível para que se sintam amadas, aceitas e não se sintam 'fora'".
(Fonte.)
  




É um carnaval de absurdos! O sofrimento humano provocado pelo egoísmo dos próprios seres humanos é superior ao sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo e, mais, à Lei de Deus. Os Mandamentos estão subordinados aos sentimentos! Negam a Doutrina, jurando que não a negam! São os novos fariseus, raça de víboras!  

O divorciado que deu causa ao divórcio e aquele que voltou a se casar NÃO PODEM comungar porque são ADÚLTEROS. Foi Nosso Senhor quem decretou isso: 
"eu vos digo que todo qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada comete adultério" (dico autem vobis quia quicumque dimiserit uxorem suam nisi ob fornicationem et aliam duxerit mœchatur et qui dimissam duxerit mœchatur) (Matheus 19,9). 

"e disse-lhes: Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra ela; e, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, comete adultério" (et dicit illis quicumque dimiserit uxorem suam et aliam duxerit adulterium committit super eam; et si uxor dimiserit virum suum et alii nupserit mœchatur) (Marcos 10,11-12).

O adúltero NÃO PODE comungar, assim como não pode comungar o homicida, o ladrão, o mentiroso, o sodomita, e todo pecador IMPENITENTE, porque desobedecer qualquer um dos dez Mandamento continua sendo PECADO MORTAL. Não importa o que os francisquistas digam!   

E imaginem os senhores que na mesma fila da comunhão esteja a esposa abandonada e o adúltero com a amante (ou outra combinação que se queira). Como pode ser que um Padre dê a Comunhão - o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo - tanto a uma como aos outros? E se eles têm "direito" à Comunhão, com certeza terão "direito" ao Céu... e como será isso? Quem acredita que São Pedro irá deixar passar pela porta esta dupla de adúlteros?  

E se podem comungar, porque não casar? De branco, véu e grinalda, em todas as vezes que se divorciarem e casarem novamente? Com que cara o Padre vai dizer: não pode! Oras, se pode o mais pode o menos! Se pode Comungar, pode casar, porque aquele Sacramento é superior a este.   

E não se deixem levar pela conversa de que esse assunto não tem nada a ver com os sodomitas! É típico dos marxistas negar a priori o que farão a posteriori. Certamente, depois que o Sínodo para a Destruição da Família resultar exitoso, partirão para o Sínodo a favor dos sodomitas, talvez junto também dos não católicos em geral. Porque todos têm "direito" à Comunhão, na visão deles. Não estranhem quando começar a conversa das eleições democráticas para Papa... 

A revolução na Igreja está sendo feita aos poucos. Se for gramscista, então, é por conta-gotas! Eles não querem apenas destruir a Igreja, querem se servir dela para edificar a Nova Igreja Mundial, com os mesmos templos, o mesmo clero, os mesmos fiéis.

Como vemos, essa Igreja visível, modernista, apóstata é também mentirosa. Promete um Céu que não pode dar. Pelo contrário, ardilosamente vende passagens de um trem para o Céu bem sabendo que os incautos irão parar na estação do Inferno.   


Giulia d'Amore


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Vejam a sequência de artigos sobre o tema: as negações e as reviravoltas... Não é de hoje que "eles" tentam mudar a Doutrina da Igreja!  


  
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