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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Há algo de podre nos reinos de Kent & Menzingen

No dia 1º de novembro recém passado, foi alegremente abençoada uma nova capela da Desistência em Reenascreena, na Irlanda. As fotos e a notícia podem ser lidas em inglês e em espanhol, se não apagarem futuramente...  




Quem abençoou a capela foi o bispo Faure, auxiliado por alguns padres, entre os quais o protegido do bispo Williamson: o pervertido pedófilo confesso Steven Abraham.  



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

EDITORIAL I: A ENTREVISTA DE PILATOS-PFLUGER


Bom, fiquei de comentar a respeito da entrevista do Pe. Niklaus Pfluger e confesso que é preciso ter estômago para lê-la, mais até do que se precisa para ler o que diz Francisco, que é um modernista óbvio. SIM, eu não me acostumo com heresias, blasfêmias, absurdos ou simples asneiras. E nem quero me acostumar, porque quero permanecer CATÓLICA.
Primeiro, uma observação necessária: para os que vivem dizendo que nós da Resistência tocamos sempre na mesma tecla acordo!, acordo!, acordo! como se tivéssemos obsessão pelo tema, já respondo duas coisas: 

1) Não é uma obsessão “nossa”. O “problema” não está em nós que falamos insistentemente nisso, mas em quem insistentemente continua a trair o legado de Monsenhor Lefebvre e a arrastar consigo inúmeras almas, mais ou menos inocentes! A obsessão é de Fellay.  
2) Caro leitor preocupado com meu tempo e minhas intenções, o que me move é a caridade de ajudar aos que estão sendo enganados por Fellay a encontrarem a VERDADE. Quando publico notícias sobre a ex-FSSPX (1), eu não escrevo aos resistentes, mas aos ralliés, voluntários e involuntários, àqueles que, mesmo se abrigando nos priorados e centros de missas “por causa dos sacramentos” (2), percebem que algo não vai bem; àqueles que "não confiam em Fellay, mas obedecem", por uma mal-compreendida concepção da obediência; àqueles que estão atentos” e até juram que “no primeiro sinal de um acordo... a FSSPX gritará, sem perceber que o acordo já foi selado (3); por fim, àqueles que testemunham ações indignas e se calam, porque “não é com eles”. Quem está na Resistência não está contra vontade ou insatisfeito ou desconfiado ou porque não tem para onde ir.  

E me preocupo com estas pobres almas porque ninguém sabe o dia nem a hora, e, depois que o Noivo entrar, a porta será fechada para sempre (4). Que pouco caso fazem das almas que custaram o Sangue de Cristo!!!

Assim, caro leitor preocupado com meu cisco e não com a sua trave, aqui está a resposta. Se não lhe agrada, vá se queixar ao bispo, aquele de Ipatinga mesmo, porque, logo, estarão todos ao abrigo do mesmo aprisco.  

Feita essa necessária aclaração, vamos ao que interessa.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Pilatos & Pfluger: cara de um, fucinho do outro. Ou quando o liberalismo se revela em cada frase!!!

S.E.R. Monsenhor Williamson, em seu 395º comentário, menciona uma entrevista de Pe. Pfluger, em que inventa sobre a Resistência apenas para justificar o próximo passo. Sim, porque a coisa está sendo feitas aos "passos", como no A.A., para - REPITO - cozinhar lentamente o sapo. Tenho para mim, que o sapo já está no papo e caminha alegremente para a Roma Apóstata. Curioso que estas palavras de Mons. Lefebvre, o Pfluger as ouviu pessoalmente, e agora se pergunta: "como pode Roma não ser Católica?"... sic! Por que não perguntou isso a Monsenhor? Que diferença há entre hoje e vinte anos atrás, ou quinhentos anos atrás, se é impossível que Roma seja não católica? Parece que bebe... Só que não bebe, está lucidíssimo e sabe o que faz. Ele... e o chefe dele, o tal Mons. Fellay, que manda seu garoto de recados defendê-lo, depois de dizer, em La Reja, nas últimas ordenação, que o estado de necessidade saiu de moda... I see. O que causa espanto nem é essa combriccola que comanda a ex-FSSPX dizer e fazer tudo isso, mas o silêncio dos padres, religiosos e fiéis que o seguem. E, mais ainda, o silêncio embaraçoso de Mons. Tissier. Vou comentar o texto em outro post. Aguardem! Grifos e linkagem das traduções, nossos. 


O que pensa a Neo-Fraternidade - I



Quando o Padre Pfluger fala, o que ouvimos?
A religião do homem, o Concílio, alto e claro


No final do ano passado, o segundo no comando da Neo-Fraternidade São Pio X, o Padre Niklaus Pfluger, deu uma entrevista a uma revista da Neo-Fraternidade na Alemanha, “Der Gerade Weg”, na qual respondeu a sete perguntas sobre a Igreja, a Tradição, a “Resistência” e a Ex-FSSPX. Dada a importância de seu cargo, sua maneira de pensar não deixa de ser de interesse. Suas principais linhas são apresentadas a seguir, e, depois, sua principal falha.
A Igreja Católica é ampla, muito mais ampla do que o movimento Tradicional. Este movimento começou na década de 1970, como uma compreensível reação dos Católicos desabrigados pela revolução Conciliar, mas nunca podermos tornar a Tradição convincente ou atrativa se permanecermos mentalmente presos nas décadas de 1950 ou 1970. A Tradição Católica é um vasto tesouro, e não pode ser confinada nas condenações rotineiras, nos séculos 19 e 20, ao modernismo, ao liberalismo e à Maçonaria. É verdade que nas décadas de 1970 e 1980, a FSSPX atuou, sim, como um bote salva-vidas para as almas que corriam o risco de se afogar, mas, em 2014, “o nosso tempo é diferente, não podemos permanecer engessados”. A Tradição da Igreja é uma, mas as tradições são muitas, e muito do que é moderno não é imoral.

terça-feira, 5 de março de 2013

FSSPX: Carta a Mons. Fellay por 37 sacerdotes franceses

OPERAÇÃO MEMÓRIA: esta carta é atual, de poucos dias atrás, e é mais um registro para que não se perca a memória dos fatos e não se alegue uma conveniente amnésia. A tradução foi feita do texto em italiano, gentilmente cedido pelo Blog Non Possumus (italiano). A demora em publicar, em relação a outros blogs de língua portuguesa, se deu por causa da revisão e das notas; eu prefiro pesquisar e informar, quando possível, as fontes das referências que são feitas. 

Pois bem, o texto de hoje trata-se da Carta a Mons. Fellay escrita por 37 sacerdotes do Distrito da França. Texto anônimo, mas até agora o Distrito francês não veio a público negá-lo. Um certo superior de um certo distrito “acordista” extra-Europa recebeu este texto no próprio dia 28, e, mesmo assim, ninguém negou coisa alguma. Em sendo assim, as pessoas podem tirar suas próprias conclusões. Não é mencionado o nome do superior do Distrito Francês, mas eu “sinto” que ele não discorda do texto e “sinto” que aparece, aqui e acolá, como este ou aquele indivíduo que é citado. Se não for um dos 37 que (não)assinam a carta, gosto de pensar que a assinaria. Sobre a carta, nas notas fiz alguns comentários que me pareceram necessários, mas o que exsurge – se for verdade, e até agora, repito, ninguém veio a público negá-lo - é um quadro vergonhoso, que de virtudes católicas não tem absolutamente nada. Parece fazerem o estilo “faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço”: mentiras, enganações, ambiguidades, tergiversações, politicagem, perseguições, injúrias... a lista é grande. Seria grande demais mesmo se houvesse apenas um substantivo desses, em se tratando de um “Alter Christe

Os 37 padres são os novos heróis da Tradição, mas precisam levar o heroísmo a um grau maior e se identificarem corajosamente, como fizeram outros antes deles, mesmo sabendo que seriam – e foram – punidos por sua fidelidade à Igreja, a Mons. Lefebvre e à FSSPX. Quiçá, agora, mais alguns silenciosos sintam-se encorajados a tomar posição e honrar a batina que vestem. ESTO VIR!, diria São Pio X.

Uno-me a este coro de mais 37 vozes para dizer, em alto e bom som, que eu também quero que dom Fellay seja santo, junto com seus dois Assistentes.  



 

CARTA A MONS. FELLAY POR 37 SACERDOTES DO DISTRITO DA FRANÇA





A Mons. Fellay.

Excelência:

Como o senhor escreveu recentemente, “os laços que nos unem são essencialmente sobrenaturais”. Entretanto, o senhor tomou o cuidado de nos lembrar, com razão, que as exigências da natureza não devem ser esquecidas também. “A graça não destrói a natureza”. Entre estas exigências, há a veracidade. Ora, nós somos obrigados a constatar que uma parte dos problemas que tivemos que enfrentar nesses últimos meses deriva de uma grave falta desta virtude.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

FSSPX: O VERDADEIRO PROBLEMA!

O VERDADEIRO PROBLEMA


De um religioso que vive no exterior:

“(...) quero fazer um aporte que me parece sumamente valioso: O problema entre Mons. Williamson e os líderes da FSSPX, o cerne do problema gira em torno do livro escrito pelo Padre Álvaro Calderón com a ajuda de Mons. Williamson: ‘Prometeo ― La religión del hombre (Ensayo de una hermenéutica del Concilio Vaticano II)’. Uma verdadeira obra-prima tomista que desmascara todos os documentos do Vat-II e as intenções da nova religião humanística que foi criada. Este é o pomo da discórdia. Quando perguntamos ao Padre Pfluger e ao Padre Nely sobre este livro, os dois responderam a mesma coisa: ‘Este livro é bom, mas não podemos segui-lo, porque se o seguirmos não poderemos conversar com Roma’. Incrível!!! Mas esta foi a resposta que nos deram. Eles não aceitam a doutrina de Mons. Williamson porque se a aceitassem não poderiam discutir com Roma e fazer uma ‘reconciliação’. Este é o cerne do problema, e é por isso que não quiseram traduzir o livro nem para o Francês, nem para o Inglês”.

Recebido por e-mail.

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