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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

NEO-FSSPX: o intérprete oficial de Mons. Lefebvre - o caso Pivert

TRAIDORES: TEXTO NO QUAL A FSSPX FUNDA A PROIBIÇÃO DO LIVRO DO PADRE PIVERT


Jacques-Régis du Cray
O poderoso intérprete-autorizado de Menzingen
Dois minutos de fama
Nós vos informávamos acerca a Carta do Padre Thouvenot aos sacerdotes da França condenando o livro do Padre Pivert, “Monsenhor Lefebvre: Nossas relações com Roma”. Uma extensa crítica do livro acompanhou a referida carta. Esta crítica foi escrita pelo leigo acordista membro do GREC[1] Jacques Régis du Cray, codinome Ennemond ou Côme de Previgny, ao qual as autoridades da Fraternidade deram poder de ser o único interprete dos escritos de Mons. Lefebvre intérprete (ver aqui).

Pois bem, na mencionada crítica, o Sr. intérprete-autorizado diz o seguinte (grifo em vermelho é do original):

“5. A atitude em relação aos meios ‘Ecclesia Dei’ é contraproducente. São incontáveis as vezes em que o Padre Pivert repete o termo ‘rallié’, desde a apresentação do livro[2].

Em suas páginas, se descobrem juízos bastante severos contra essas comunidades, os quais não são colocados em seu devido contexto. Desde as consagrações até a sua morte, Mons. Lefebvre não teve tempo para ver a evolução dessas comunidades[3]. Os únicos exemplos que o incitaram – e que são citados a título de exemplo neste momento – que são particularmente severos são: O Mosteiro Saint-Joseph de Clairval, de Flavigny-sur-Ozerain, que, após aceitar o indulto de 1984, adotou o novo missal; e o seminário Mater Ecclesiae, em Roma, que, logo que implementado, reciclou os egressos de Ecône em favor das reformas. Portanto, não é de se estranhar que Mons. Lefebvre tenha escrito em privado ao Padre Couture dizendo-lhe que as missas do indulto eram ‘pega trouxas’[4].

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