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terça-feira, 15 de julho de 2014

RESISTÊNCIA: Novidades da França

Uma boa notícia da França que interessa a todos da Resistência. Pedimos orações pela reunião que começa hoje e que poderá trazer novidades para todos nós. Rezemos, então!!!  


IMPORTANTES NOVIDADES PARA A RESISTÊNCIA

   
- No Convento dos Dominicanos de Avrillé, França, se concluíram as “Jornadas Jean Vaquié” com a presença de S.E.R. Monsenhor Williamson, os Sacerdotes da Resistência da França e numerosos fiéis. As Jornadas foram realizadas de 12 a 14 de julho.

- A partir de hoje, começou uma importante reunião dos sacerdotes franceses da Resistência na qual se tomarão importantes decisões sobre a organização da Resistência naquele país. A primeira dela é que o Padre De Mérode foi nomeado Coordenador da Resistência francesa. A segunda é que em curto prazo começará a funcionar um seminário na França. Desta reunião participaram também Mons. Williamson e alguns Sacerdotes estrangeiros. 





Compartilhamos algumas fotos:


Mons. Williamson e o Padre De Merode comandando a reunião
Mons. Williamson y el Padre De Merode encabezando la reunión

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

LA RESISTENCIA ES UNA CUESTIÓN DE PRINCIPIOS!

Um texto de fácil compreensão e bem preciso. Aproveitem. 


PADRE JEAN DE MORGON: LA RESISTENCIA ES UNA CUESTIÓN DE PRINCIPIOS.

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El pasado domingo 26 de enero, durante la Misa, el Padre Jean de Morgon (Francia) explicó a los fieles el por qué de la separación de los sacerdotes y los Dominicos de Avrillé de la FSSPX. 

Les ofrecemos un extracto del sermón.



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San Pablo nos dice, en la Epístola a los Gálatas, que  Si alguno os predica diferente evangelio del que habéis recibido, sea anatema. Por lo tanto, no es posible estar en paz con alguien que tiene otra doctrina, otro Evangelio. Permítanme entonces partir de esta palabra de Dios para tratar de aplicarla a la situación actual, de hoy.

Debemos tener la preocupación de predicar la palabra de Dios, la Verdad, y aplicarla al tiempo presente.  Creo que ustedes están al corriente de los acontecimientos que sacuden al mundo de la Tradición. Si no lo están, se los comunico rápidamente. Algunos sacerdotes han dejado la Fraternidad y también comunidades amigas, las cuales han tomado sus distancias de las autoridades de la Fraternidad.

Tengo el permiso de mi superior de predicar hoy sobre este tema, de explicarles por qué esta división. Es muy importante comprender, pues esta división visible, sensible, es resultado de una división mucho más profunda, más grave, sobre la cual quiero hablar.  Es una división de los principios.  Es muy importante comprenderlo, no es una división de personas,  es una cuestión de principios.

A la salida de Misa, ustedes encontrarán fotocopias de un texto que escribí hace algún tiempo. No está firmado pero fui yo quien lo redactó y asumo la responsabilidad.

En la primera parte les quiero demostrar que nosotros debemos ser personas de principios. En la segunda parte, quiero demostrarles que si después de cincuenta años nosotros estamos en la Resistencia, en el combate por la Fe y la Tradición, es porque somos hombres de principios; y en tercer lugar quiero aplicar esto a lo que sucede actualmente,  hay un problema de principios en la Tradición.
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Primer punto: Debemos ser personas de principios.
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

FELLAY: CARTA SOBRE LA PROHIBICIÓN DEL LIBRO DEL P. PIVERT

OPERAÇÃO MEMÓRIA: DOM Fellay disse ou não disse? Disse! E aqui guardamos os textos. Nem se abalem em tentar bloquear ou retirar o Pale Ideas do ar! Temos cópia de tudo e estamos disposto a criar quantos blogs forem necessários para que a candeia não fique debaixo do alqueire!

PASO ATRÁS DE MONS. FELLAY: CARTA SOBRE LA PROHIBICIÓN DEL LIBRO DEL P. PIVERT


Menzingen da un paso atrás en cuanto al documento de 16 páginas ("reseña") que sirvió para fundamentar la prohibición del libro del P. Pivert. 

Mons. Fellay desautoriza en parte dicha reseña y trata de aclarar algunas de sus habituales ambigüedades...


FRATERNIDAD SACERDOTAL SAN PIO X
CARTA INTERNA.




+ Menzingen, 16 de enero de 2014



Estimados Miembros de la Fraternidad Sacerdotal San Pio X:

Nosotros creímos útil, para ilustrar nuestra decisión de prohibir la difusión del libro del Padre Pivert titulado Su Excelencia Monseñor Lefebvre: Nuestras relaciones con Roma, de adjuntar una reseña de dicho libro.

Si bien la mayoría de los miembros comprendió bien nuestra decisión, algunos otros se preocuparon. Con el fin de evitar cualquier confusión, deseo aportar las precisiones y comentarios siguientes:

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

NEO-FSSPX: o intérprete oficial de Mons. Lefebvre - o caso Pivert

TRAIDORES: TEXTO NO QUAL A FSSPX FUNDA A PROIBIÇÃO DO LIVRO DO PADRE PIVERT


Jacques-Régis du Cray
O poderoso intérprete-autorizado de Menzingen
Dois minutos de fama
Nós vos informávamos acerca a Carta do Padre Thouvenot aos sacerdotes da França condenando o livro do Padre Pivert, “Monsenhor Lefebvre: Nossas relações com Roma”. Uma extensa crítica do livro acompanhou a referida carta. Esta crítica foi escrita pelo leigo acordista membro do GREC[1] Jacques Régis du Cray, codinome Ennemond ou Côme de Previgny, ao qual as autoridades da Fraternidade deram poder de ser o único interprete dos escritos de Mons. Lefebvre intérprete (ver aqui).

Pois bem, na mencionada crítica, o Sr. intérprete-autorizado diz o seguinte (grifo em vermelho é do original):

“5. A atitude em relação aos meios ‘Ecclesia Dei’ é contraproducente. São incontáveis as vezes em que o Padre Pivert repete o termo ‘rallié’, desde a apresentação do livro[2].

Em suas páginas, se descobrem juízos bastante severos contra essas comunidades, os quais não são colocados em seu devido contexto. Desde as consagrações até a sua morte, Mons. Lefebvre não teve tempo para ver a evolução dessas comunidades[3]. Os únicos exemplos que o incitaram – e que são citados a título de exemplo neste momento – que são particularmente severos são: O Mosteiro Saint-Joseph de Clairval, de Flavigny-sur-Ozerain, que, após aceitar o indulto de 1984, adotou o novo missal; e o seminário Mater Ecclesiae, em Roma, que, logo que implementado, reciclou os egressos de Ecône em favor das reformas. Portanto, não é de se estranhar que Mons. Lefebvre tenha escrito em privado ao Padre Couture dizendo-lhe que as missas do indulto eram ‘pega trouxas’[4].

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