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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Considerações acerca do Neo-CIC e os muçulmanos



Considerações acerca do Neo-CIC e os muçulmanos. 

Heresias no Catecismo pós-conciliar 


CIC-841. Relações da Igreja com os muçulmanos. “O desígnio de salvação envolve igualmente os que reconhecem o Criador, entre os quais, em primeiro lugar, os muçulmanos que declarando guardar a fé de Abraão, conosco adoram o Deus único e misericordioso que há-de julgar os homens no último dia”

Os muçulmanos não adoram o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, que enviou o Seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, para redimir a Humanidade. Eles adoram um ídolo a quem chamam de “deus” e que ligam historicamente a Abraão, por serem descendentes do filho da escrava. Na verdade, esse “deus” é criação bem posterior ao filho espúrio de Abraão, pois teve sua origem na criatividade de um herege chamado Maomé, nascido em 571 d.C., que construiu toda uma doutrina em cima de uma história inventada por ele. 

É Dogma de Fé que Deus é Uno e Trino. Dizer diferente disso é blasfêmia e heresia.  

Os muçulmanos creem no Tawhid, que é a crença na unicidade de um deus. Tawhid significa exatamente “fé em um deus único”. É o mesmo conceito de deus que têm os judeus, que creem no Shema: termo derivado da junção das duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo judaico; e os protestantes, com seu pentecostalismo unitarista ou sabelianismo. Portanto, o CIC da Neo-Igreja que declara que o Deus verdadeiro é o mesmo Deus dos muçulmanos (e dos judeus: CIC-839) é blasfemo e herético. 

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