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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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quinta-feira, 3 de março de 2016

Maria Santíssima conduz os seus servos ao paraíso



Qui me invenerit, inveniet vitam, et hauriet salutem a Domino — “Aquele que me achar, achará a vida, e haverá do Senhor a salvação” (Prov. 8, 35).

Sumário. De que serve inquietarmo-nos com as sentenças das escolas sobre a predestinação para a glória? Quem é verdadeiramente servo de Maria está certo de que está escrito no livro da vida e se salvará; porque de todos aqueles que perseveram na sua devoção a esta bem-aventurada Mãe, ninguém se perdeu. Só se condena aquele que não recorre a ela ou deixa de ser seu servo. Procuremos, portanto, entrar sempre mais e permanecer nesta arca da salvação; e cada vez que nos for possível, procuremos, por palavras e exemplos, fazer que outros também ali entrem.

I. Oh! Que belo sinal de predestinação têm os servos de Maria! A santa Igreja aplica a esta bem-aventurada Mãe as palavras da Sabedoria divina e lhe faz dizer: In omnibus requiem quaesivi et in haereditate Domini morabor (1) — “Em toda parte busquei repouso e morarei na herança do Senhor”. A Santíssima Virgem, pelo amor que tem para com os homens, procura fazer que em todos reine a sua devoção. Muitos ou não a recebem, ou não a conservam; porém, bem-aventurado aquele que a recebe e a conserva, porque nesta devoção habita em todos aqueles que são a herança do Senhor, isto é, que irão ao céu louvá-Lo eternamente.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O retorno dos Magos a seu País, símbolo de nosso retorno ao Paraíso

EPIFANIA DO SENHOR

DIA DE REIS

6 de Janeiro
  
Voltamos por outro caminho ao nosso País, o Paraíso, quando dele partimos por soberba, e a ele voltamos pelo caminho da penitência.

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O retorno dos Magos aos seus Países de origem.


Uma grande verdade nos mostram os Magos, retornando ao País deles por outro caminho (S. Mt. 2,12)(*). Obedecendo ao aviso recebido, eles nos indicam, sem dúvidas, o que devemos fazer. O “nosso País” é o Paraíso, ao qual, depois de haver conhecido Jesus, nos foi proibido de voltar percorrendo o mesmo caminho que fizemos para nos afastarmos dele. Nós nos afastamos de nosso País percorrendo o caminho da soberba, da desobediência, do amor às coisas visíveis; saboreando, em suma, o alimento proibido. Mas é necessário que façamos o retorno pelo caminho do pranto, da obediência, do desprezo das coisas visíveis; refreando, em suma, os apetites carnais.


Voltamos pelo outro caminho ao nosso País quando, àqueles gáudios do Paraíso, dos quais nos afastamos com prazeres carnais, somos conduzidos pelos suspiros da penitência. É preciso, irmãos caríssimos, que, sempre tímidos e temerosos, coloquemos diante dos olhos do coração, de um lado, as obras pecaminosas e, de outro, a grande severidade do Juízo. Pensemos à severidade de Quem virá nos julgar, do Juiz que nos ameaça com o Juízo e se mantém oculto; Ele ameaça castigos severos aos pecadores, e, todavia, agora os suporta; adia sua vinda para encontrar menos matéria para condenar.

Castiguemos com o pranto as nossas culpas e, segundo a voz do Salmista, procuremos prevenir a vinda do Juiz com a penitência (Sal. 94). Não nos engane nenhuma falácia dos prazeres, não nos seduza nenhuma vã alegria. Está para vir aquele Juiz que disse: “Ai de vós, que agora rides, porque gemereis e chorareis!” (Lucas 6,25). Também Salomão diz: “O riso será misturado com a dor, o pranto sucederá à alegria” (Prov. 14,13) e repete: “Do riso eu disse: Loucura! e da alegria: Para que serve?” (Ecl. 2,2) e torna a repetir: “O coração dos sábios está onde está a tristeza, o coração dos estultos, onde há alegria” (Ecl. 7,5).

[No 4 dia da Oitava da Epifania]
Mt. 2,1-12 [o significado simbólico do retorno dos Magos “pela outra via”].
 

São Gregório Magno. Homilia 10, in Evangelia [Breviário Romano, Matutino, Lições do III Noturno]. 

(*) S. Mateus 2,12: "Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho". 


segunda-feira, 26 de maio de 2014

sábado, 2 de novembro de 2013

LIGÓRIO: Suspiros pela pátria celestial.

Sitivit anima mea ad Deum fortem vivum: quando veniam, et apparebo ante faciem Dei — “A minha alma está ardendo de sede pelo Deus forte e vivo; quando virei e aparecerei diante da face de Deus?” (Ps 41, 3).


I. Feliz daquele que se salva e, deixando este lugar de desterro, entra na Jerusalém celeste a gozar o dia que será sempre dia radiante; a ver-se livre de toda a angústia e de todo temor de não chegar àquela felicidade imensa! — Jacó dizia: Dies peregrinationis meae centum triginta annorum sunt, parvi et mali (1) — “Os dias da minha peregrinação são cento e trinta anos, poucos e trabalhosos”. É o que nós, infelizes peregrinos, também devemos dizer, pois que estamos neste mundo oprimidos pelos sofrimentos do nosso desterro, atribulados pelas misérias e sobretudo pelos perigos da nossa eterna salvação. De tudo isto devemos concluir que esta terra não é a nossa pátria, mas um lugar de desterro, no qual Deus nos colocou, para que pelo sofrimento mereçamos a dita de entrarmos um dia na pátria bem-aventurada.

Vivendo assim desapegados do mundo, devemos sempre suspirar pelo céu, dizendo: “Quando virei e aparecerei diante da face de Deus?” — Quando, Senhor, me verei livre de tantas angústias, e pensarei somente em Vos amar e cantar os vossos louvores? Quando me sereis tudo em todas as coisas? Quando gozarei dessa paz sólida, isenta de aflições e de todo o perigo de me perder? Ó meu Deus, quando me verei todo absorto em vós, contemplando a vossa beleza infinita, face a face e sem véu? Quando enfim, Criador meu, quando terei a felicidade de Vos possuir de tal modo que eu possa dizer: Meu Deus, não tenho mais receio de Vos perder?

Meu Senhor, enquanto me virdes retido neste desterro e atribulado neste país inimigo, onde estou em guerras contínuas, socorrei-me com as vossas graças e consolai-me na minha penosa peregrinação. Não há nada neste mundo que me possa dar a paz e contentar-me; mas sem o vosso socorro, temo que os prazeres terrestres e as minhas propensões ilícitas me arrastem a algum precipício.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

CATEQUESE: Os Novíssimos

Os Novíssimos


1. A Morte e sua origem
2. O Céu (Paraíso)
3. O Inferno
4. O Purgatório
5. O Fim do mundo e a Segunda Vinda de Cristo
6. A Ressurreição dos Mortos no Último Dia
7. O Juízo Universal


A MORTE E SUA ORIGEM 

A morte, na atual ordem de salvação, é consequência primitiva do pecado. O Concílio de Trento (1545-1563), sob Paulo III (1534-1549), ensina:
"Se alguém não confessa que o primeiro homem, Adão, ao transgredir o mandamento de Deus no paraíso, perdeu imediatamente a Santidade e Justiça em que havia sido constituído e incorreu por ofensa (...) na morte com que Deus antes havia amenizado (...) que toda pessoa de Adão foi mudada para pior, seja excomungado."

Ainda que o homem seja mortal por natureza, já que seu ser é composto de partes distintas, por Revelação sabemos que Deus dotou o homem, no Paraíso, do Dom pré-natural da imortalidade do corpo. Mas, por castigo, ao quebrar a ordem Divina, ficou condenado a morrer. 

Sagradas Escrituras:
Gn 2,17: "Adão havia sido ameaçado: 'O dia que comeres daquele fruto, morrerás...'".Rm 5,12: "Por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte..."

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vergine Madre, figlia del tuo figlio...

Reencontrei estes versos de Dante há algum tempo esquecidos...
Não me atrevi - ainda - a traduzir, pois requer tempo... e mais tempo!

Há uma versão em português pela net, mas é um pavor! Nem sei quem traduziu, mas vou dar um pequeno exemplo:

  • "Vergine Madre, figlia del tuo figlio", que seria: "Virgem Mãe, filha do teu filho" - quanta beleza e mistério!
  •  Versão na net: "Virgem Mãe, por teu Filho procriada"!!! That disgusting!

No final, uma interessante explicação que encontrei na net e de autoria desconhecida, mas divulgada por uma escola italiana: Liceo Scentifico G.B.Odierna.

Dizem que a alma nobre não precisa traduzir certos escritos humanos, de beleza e grandeza intrínsecas... confiarei nas nobres almas dos meus dois ou três leitores.


Canto xxxiii

ORAÇÃO DE SÃO bernardo À VIRGEM (ver. 1-39)


«Vergine Madre, figlia del tuo figlio,
umile e alta più che creatura,
termine fisso d'etterno consiglio,

  tu se' colei che l'umana natura
nobilitasti sì, che 'l suo fattore
non disdegnò di farsi sua fattura.

  Nel ventre tuo si raccese l'amore,
per lo cui caldo ne l'etterna pace
così è germinato questo fiore.

  Qui se' a noi meridiana face
di caritate, e giuso, intra ' mortali,
se' di speranza fontana vivace.

  Donna, se' tanto grande e tanto vali,
che qual vuol grazia e a te non ricorre
sua disianza vuol volar sanz'ali.

  La tua benignità non pur soccorre
a chi domanda, ma molte fiate
liberamente al dimandar precorre.

  In te misericordia, in te pietate,
in te magnificenza, in te s'aduna
quantunque in creatura è di bontate.

  Or questi, che da l'infima lacuna
de l'universo infin qui ha vedute
le vite spiritali ad una ad una,

  supplica a te, per grazia, di virtute
tanto, che possa con li occhi levarsi
più alto verso l'ultima salute.

  E io, che mai per mio veder non arsi
più ch'i' fo per lo suo, tutti miei prieghi
ti porgo, e priego che non sieno scarsi,

  perché tu ogne nube li disleghi
di sua mortalità co' prieghi tuoi,
sì che 'l sommo piacer li si dispieghi.

  Ancor ti priego, regina, che puoi
ciò che tu vuoli, che conservi sani,
dopo tanto veder, li affetti suoi.

  Vinca tua guardia i movimenti umani:
vedi Beatrice con quanti beati
per li miei prieghi ti chiudon le mani!».

  Li occhi da Dio diletti e venerati,
fissi ne l'orator, ne dimostraro
quanto i devoti prieghi le son grati;

  indi a l'etterno lume s'addrizzaro,
nel qual non si dee creder che s'invii
per creatura l'occhio tanto chiaro.

  E io ch'al fine di tutt'i disii
appropinquava, sì com'io dovea,
l'ardor del desiderio in me finii.

  Bernardo m'accennava, e sorridea,
perch'io guardassi suso; ma io era
già per me stesso tal qual ei volea:

  ché la mia vista, venendo sincera,
e più e più intrava per lo raggio
de l'alta luce che da sé è vera.

  Da quinci innanzi il mio veder fu maggio
che 'l parlar mostra, ch'a tal vista cede,
e cede la memoria a tanto oltraggio.

  Qual è colui che sognando vede,
che dopo 'l sogno la passione impressa
rimane, e l'altro a la mente non riede,

  cotal son io, ché quasi tutta cessa
mia visione, e ancor mi distilla
nel core il dolce che nacque da essa.

  Così la neve al sol si disigilla;
così al vento ne le foglie levi
si perdea la sentenza di Sibilla.

  O somma luce che tanto ti levi
da' concetti mortali, a la mia mente
ripresta un poco di quel che parevi,

  e fa la lingua mia tanto possente,
ch'una favilla sol de la tua gloria
possa lasciare a la futura gente;

  ché, per tornare alquanto a mia memoria
e per sonare un poco in questi versi,
più si conceperà di tua vittoria.

  Io credo, per l'acume ch'io soffersi
del vivo raggio, ch'i' sarei smarrito,
se li occhi miei da lui fossero aversi.

  E' mi ricorda ch'io fui più ardito
per questo a sostener, tanto ch'i' giunsi
l'aspetto mio col valore infinito.

  Oh abbondante grazia ond'io presunsi
ficcar lo viso per la luce etterna,
tanto che la veduta vi consunsi!

  Nel suo profondo vidi che s'interna
legato con amore in un volume,
ciò che per l'universo si squaderna:

  sustanze e accidenti e lor costume,
quasi conflati insieme, per tal modo
che ciò ch'i' dico è un semplice lume.

  La forma universal di questo nodo
credo ch'i' vidi, perché più di largo,
dicendo questo, mi sento ch'i' godo.

  Un punto solo m'è maggior letargo
che venticinque secoli a la 'mpresa,
che fé Nettuno ammirar l'ombra d'Argo.

  Così la mente mia, tutta sospesa,
mirava fissa, immobile e attenta,
e sempre di mirar faceasi accesa.

  A quella luce cotal si diventa,
che volgersi da lei per altro aspetto
è impossibil che mai si consenta;

  però che 'l ben, ch'è del volere obietto,
tutto s'accoglie in lei, e fuor di quella
è defettivo ciò ch'è lì perfetto.

  Omai sarà più corta mia favella,
pur a quel ch'io ricordo, che d'un fante
che bagni ancor la lingua a la mammella.

  Non perché più ch'un semplice sembiante
fosse nel vivo lume ch'io mirava,
che tal è sempre qual s'era davante;

  ma per la vista che s'avvalorava
in me guardando, una sola parvenza,

mutandom'io, a me si travagliava.

  Ne la profonda e chiara sussistenza
de l'alto lume parvermi tre giri
di tre colori e d'una contenenza;

  e l'un da l'altro come iri da iri
parea reflesso, e 'l terzo parea foco
che quinci e quindi igualmente si spiri.

  Oh quanto è corto il dire e come fioco
al mio concetto! e questo, a quel ch'i' vidi,
è tanto, che non basta a dicer 'poco'.

  O luce etterna che sola in te sidi,
sola t'intendi, e da te intelletta
e intendente te ami e arridi!

  Quella circulazion che sì concetta
pareva in te come lume reflesso,
da li occhi miei alquanto circunspetta,

  dentro da sé, del suo colore stesso,
mi parve pinta de la nostra effige:
per che 'l mio viso in lei tutto era messo.

  Qual è 'l geomètra che tutto s'affige
per misurar lo cerchio, e non ritrova,
pensando, quel principio ond'elli indige,

  tal era io a quella vista nova:
veder voleva come si convenne
l'imago al cerchio e come vi s'indova;

  ma non eran da ciò le proprie penne:
se non che la mia mente fu percossa
da un fulgore in che sua voglia venne.

  A l'alta fantasia qui mancò possa;
ma già volgeva il mio disio e 'l velle,
sì come rota ch'igualmente è mossa,

  l'amor che move il sole e l'altre stelle.

Dante. Divina Commedia. Paradiso. Canto XXXIII.





Decimo céu: empÍreo - Visão de Deus.


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