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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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sábado, 13 de agosto de 2016

Faz o que eu digo, não faz o que eu faço. Peraí...

Como sempre digo, o peixe morre pela boca. E o hipócrita também se trai por ela. Ontem, um famoso blog mexicano comprovou quão hipócrita é, ao publicar um artigo com um título do qual escorre veneno por todas as letrinhas garrafais: "SUPERIOR DEL DISTRITO DE SUIZA: HAY QUE SEGUIR CIEGAMENTE A MONS. FELLAY". E o ilustrou com uma tela de Pieter Bruegel, o Velho: "A parábola dos Cegos" (S. Mat. 15,14)






Vamos por partes.  

Quem quiser perder tempo lendo o que o blog publicou, aqui está o link: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2016/08/superior-del-distrito-de-suizahay-que.html. Aproveitem enquanto está no ar, pois, quando pegos no pulo, esses infames apagam os posts, como se não os tivéssemos printado antes!!! Inclusive o cache... Enfim. 

A pergunta que não quer calar: por que "hipócritas"?  

Vou escrever bem devagarinho para não precisar repetir: os desistentes são hipócritas porque seguem cegamente a seus bispos tortos e criticam os neofrats por fazerem o mesmo. São cegos guiados por cegos. Nem todos, há um líder aí que não parece muito "cego", não... Ri britanicamente das confusões que semeia. Well...   

O pior é que esses mesmos desistentes, há menos de um ano atrás, pensavam e falavam como nós. Mudaram o tema e se assemelham cada vez mais aos neofrats e a todos os demais que capitularam diante de Roma Apóstata. Não é difícil prever o fim dessa deserção... 

Já que postaram uma representação de uma parábola de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem se atrevem a corrigir, vou brindá-los com outra representação de outra parábola, que vem bem a calhar para os hipócritas desistentes. Não é nenhum Bruegel, mas serve como uma luva





Podiam ter dormido sem essa. 


quarta-feira, 9 de março de 2016

Ponto final a um sofista

Publico a resposta do Rev. Pe. Cardozo a uma alardeada carta-resposta de certo padre sofista ao texto do último dia 8 (em espanhol). Esta resposta que reproduzo abaixo é o ponto final do Padre Cardozo ao inútil e infrutífero diálogo com referido sofista. 


Caros amigos

trato de ser consecuente con lo que digo, no gasto mi ojo en leer escritos de sofistas, que entre otros deméritos se arrogan el derecho de distorcionar a Sagrada Escritura y negar implícitamente la Divinidad de Cristo. (*)

Los que deseen gastar su tiempo en leerlo les deseo suerte! (estamos en cuaresma!).

Para mi es un tema acabado.

Mi +

(*) El P. Trincado, gran sofista defensor de MW, me escribía sosteniendo tal error (el 9-12-2015) ”….Lo del árbol y los frutos tampoco se puede tachar de erróneo(¡)…Un ejemplo acerca de lo mismo, si yo digo “si un ciego guía a otro ciego, ambos caerán en el hoyo normalmente o la mayoría de las veces , pero no siempre (SIC!!!!). No cometo herejía ni expreso algo que realmente justifique un escándalo (SIC!). Las parábolas de Cristo no son definiciones dogmáticas”.(SIC!) (Cf. aqui)


Em Português:


Caros amigos

Procuro ser consequente com o que digo, não gasto meu olho lendo escritos de sofistas que, entre outros deméritos, se arrogam o direito de distorcer a Sagrada Escritura e de negar implicitamente a Divindade de Cristo. (*)
Aos que desejam gastar seu tempo lendo-o, desejo-lhe sorte! (estamos na Quaresma!).

Para mim é um assunto encerrado.

Minhas bençãos

(*) O Padre Trincado, grande sofista defensor de Monsenhor Williamson, me escrevia defendendo tal erro (aos 9/12/2015): “... A árvore e os frutos tampouco podem ser tachados de errôneos (!) … Um exemplo sobre isso, se eu digo “se um cego guia outro cego, ambos cairão no buraco normalmente ou na maioria das vezes, mas não sempre (SIC!!!!). Não cometo heresia, nem expresso algo que realmente justifique um escândalo (SIC!). As parábolas de Cristo não são definições dogmáticas”. (SIC!) (Cf. aqui).
 
 * * *
 



    
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terça-feira, 8 de março de 2016

Comentários anti-Eleison: As causas do Caos

Publicamos texto do Rev. Pe. Cardozo. Já informo com antecedência porque há leitores desavisados (ou burros mesmo) que acham que sou eu a autora desses textos, ou que os publico sem que o Padre saiba, ou, PIOR, que o Padre se deixa manipular por leigos, como o fazem certos outros padres por aí... Até parece que não conhecem o Padre Cardozo!!! Ele sozinho tem uma doutrina mais sólida que toda essa tchurminha junta. 

Em espanhol: http://wwwapostoladoeucaristico.blogspot.com.es/2016/03/r-p-cardozo-comentarios-anti-eleison.html.


Comentários anti-Eleison


As causas do Caos

 


(ou a estranha teologia do intrincado P. Trincado & companheiros)


A sinistra resposta de Monsenhor Williamson a meu pedido de deter tanta desordem causada por seus Eleison: “Paciência Padre… O caos apenas começa!, paciência!...”, valha como introdução.

É notável como muito buscam distrair a atenção da desordem provocada pelos escritos de Monsenhor Williamson com dúzias de efeitos secundários, e não queiram, conscientemente ou não, ver a CAUSA. Não consideram como Monsenhor maneja a ambiguidade, a contradição, como força e modifica o sentido da Sagrada Escritura; como semeia imprudentemente a dúvida sobre questões de Fé, o que, por si só, já é suficientemente grave, sobretudo em um bispo que se diz católico.

Retratação de Padre Cardozo

Bom humor é necessário quando os "grandes" perdem a cabeça. Mas o assunto aqui é sério! Perderam a sensatez. 

Sobre a publicação de Pe. Trincado: é interessante como prova a tática bolchevista "acuse-os do que você faz", pois nos acusaram de tornar públicas conversas privadas, e-mails... etc. Curioso. Quanta virtude tem esse padre!!! Será que ele também anseia por uma mitra?

Retratação de Padre Cardozo


Calma... Ops... Calma fiéis que pertencem as Missões de Padre Cardozo. O Padre retrata-se pelo comentário divulgado por Padre Trincado à respeito dos falsos milagres da igreja conciliar. E a prova é o artigo divulgado aqui pelo confrade Geovanne Moreira. Lembrando que em 2014 Padre Cardozo já condenava os milagres da falsa igreja. E  ninguém se escandalizou por isso. Como bem lembrou Geovanne, Padre Cardozo sempre teve a mesma opinião. Não mudou de ideia a respeito da missa nova e suas supostas benéficas consequências.

Veja a retratação de Padre Cardozo. (publicado sem tradução)

"Quiero hacer público mi agradecimiento al R.P. Trincado... por permitirme mostrar que no soy de naturaleza ángélica, (como muchos por mi voluminosa naturaleza ya lo habrán notado!) que tengo una natura humana débil y sujeta al error. Es cierto lo que dice ese texto !... escrito ante la sorpreza y lo insólito del tema presentado privadamente, una vez refleccionado me retracto públicamente con dos artículos escritos con fechas 9 [aqui] y 30 [aqui] de diciembre del 2016, a lo que se puede sumar mi sermón del 28-2-2016 [aqui] donde cito el Catecismo de San Pio X  sobre este asunto.
Gustaría de ver que el P. Trincado nos muestre que no es un semidios que puede tratar las Sagradas Escrituras a su antojo, y menos un ángel caído, que  defiende lo indefendible y empaña en sofismas la Verdad ."
 
Padre Cardozo

A citação publicada por Padre Trincado:

[Pale Ideas: interessante usarem a mesma imagem do Padre
que usamos aqui, logo abaixo...]

Bom, isso nada mais me parece que DESVIO DO FOCO.


domingo, 15 de junho de 2014

SERMÕES: REV. PE. TRINCADO NOS DOIS ANOS DE RESISTÊNCIA EM CHIHUAHUA - MÉXICO

Publicamos o sermão do rev. Pe. Trincado por ocasião da comemoração de dois anos de Resistência na Missão de Chihuahua, no México, terra de cristeros e filho de Mons. Lefebvre. Nos juntamos em oração na mesma hora em que era rezada a Missa, para nos unirmos à comemoração e à ação de graças por nosso Criador ter sido tão magnânimo conosco, nos permitindo ver enquanto outros não conseguem, ou não querem. Do Brasil, agradecemos aos valentes cristeros, aos padres que cuidam dessas almas e a Deus.

Assim que possível, publicarei a tradução. Não deixem de ler a carta que o rev. Pe. Cardozo enviou aos fiéis de Chihuahua: aqui. Ouçam o áudio do sermão abaixo, em espanhol, aqui. Vejam as fotos aqui.


MISIÓN DE CHIHUAHUA 

DO AÑOS DE RESISTENCIA



“Y Yo estaré con vosotros todos los días hasta el fin de los siglos”

Esas palabras, con las que termina el pasaje evangélico de hoy, fiesta de la Santísima Trinidad, y que son el versículo final del Evangelio de San Mateo; son una grandiosa promesa de Nuestro Señor Jesucristo. Y son palabras no humanas y -por lo mismo- falibles, sino palabras divinas, palabras de las que no podemos dudar, palabras que se cumplen necesariamente. “Y Yo estaré con vosotros todos los días hasta el fin de los siglos”. Estará Nuestro Señor con nosotros, iluminándonos y fortaleciéndonos para que salvemos nuestras almas y seamos santos, a condición -por supuesto- de que nosotros queramos estar con Él todos los días de nuestras vidas, para estar con Él, por toda la eternidad, después de la muerte.

Hace dos años…


domingo, 8 de junho de 2014

CHIHUAHUA: A DOS AÑOS DEL LEVANTAMIENTO Y DEL INICIO DE LA RESISTENCIA

Relativo à Carta de Pe. Cardozo, em comemoração aos dois anos de Resistência em Chihuhua:

RELATO DE DE LOS HECHOS QUE LLEVARON A LOS FIELES DE LA RESISTENCIA DE CHIHUAHUA A SER EL PRIMER GRUPO DE LAICOS DE LA FSSPX DEL MUNDO EN LEVANTARSE CONTRA LA TRAICIÓN DE MÉNZINGEN.


 
El día 1o. de junio de 2012 vino el Superior de Distrito para tratar la situación de la FSSPX. Convocó a una  reunión y no satisfizo las dudas de los fieles respecto de los graves hechos que estaban ocurriendo en la FSSPX, especialmente la confrontación entre los cuatro Obispos de la que la publicación de dos cartas (en mayo) daba cuenta. Se limitó a repetir la información oficial. Los fieles, inconformes, se fueron saliendo antes de terminar la charla. Los padres del priorato tampoco habían abordado el tema de las conversaciones con Roma.

Días después, planeando su venida a Chihuahua, el Padre Cardozo pidió se avisara a todos los fieles de la Capilla de San José que él vendría el domingo 17 de junio 2012.

La persona que avisó al resto fue citada por el Prior para cuestionarla. Ésta respondió que, al igual que en otras ocasiones, trasmitió lo que un sacerdote pidió. Él dijo a la fiel que avisara a P. Cardozo que tenía que reportarse a pedir permiso al P. Trejo y a él. Que fuera a Gómez Palacio a pedir permiso. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

NOTÍCIAS DA RESISTÊNCIA Uma carta da Colômbia ao Pe. Bouchacourt... 240 Almas!

Editado no dia 17/01/14 para atualizar a lista. Foram adicionados novos nomes, eliminadas as duplicadas e retirados os nomes incluídos erroneamente.

Recebemos, por e-mail, a Carta original enviada ao Pe. Bouchacourt, Superior do Distrito de Latino-América, pelos fiéis da Colômbia. Como todos sabem, Bouchacourt está na Colômbia tentando reverter as coisas... mas o barco deles faz água por todas as partes!

Dizem que tamanho não é documento, mas confesso que impressiona o número 217 [número original] - na 1ª coleta de assinaturas - porque me parece que nem o Priorado de São Paulo reúne tanta gente assim, e com tanta garra e Fé.

Que essas 217 assinaturas sejam um exemplo para o que sabem que algo está errado, mas ainda temem. Caros leitores, devemos temer unicamente a Deus!

Aos amigos da Colômbia nossas saudações e felicitações! E, como diz o sr. Márcio: "Estes padres e fiéis são exemplos para os que ainda estão na zona de conforto. Todos nós demoramos demais para agir. Não há mais tempo a perder no aconchegante silêncio".

terça-feira, 12 de março de 2013

FSSPX: Carta do Rev. Pe. Trincado Cvjetkovic a dom Fellay

Quando for possível, publicarei a tradução:

CARTA QUE EL PADRE TRINCADO CVJETKOVIC ENTREGO A MONSEÑOR FELLAY



El día viernes 12, Monseñor Fellay llegó al Priorato de Mendoza acompañado por el P. Bouchacourt.

El día sábado 13, Monseñor citó a su oficina al P. Trincado. Éste hizo entrega de una carta al Superior General, luego de haber sintetizado lo escrito en ella. Acto seguido, se integró el P. Bouchacourt a la conversación. El P. Trincado fue interrogado acerca de una carta que se dice escrita por sacerdotes de México y América del Sur, que en estos días circuló por internet. El Padre respondió que no tenía relación alguna con ella. Se le preguntó también sobre un email enviado al P. Chazal, también difundido por internet, a lo que respondió que efectivamente envió ese correo electrónico, pero que no autorizó la publicación del mismo. Agregó que ratificaba todo lo dicho en él.

A las 15.10 el P. Trincado fue citado nuevamente y, en presencia de Monseñor Fellay y del Prior, el P. Bouchacourt le entregó una monición en procedimiento de expulsión, fundada principalmente en la publicación del correo electrónico enviado al P. Chazal. El Padre reiteró que ese email se publicó sin su permiso y agregó que no se retractaría de nada de lo dicho en esa comunicación.

Esta es la carta que el P. Trincado entregó a Monseñor Fellay:

 

Mendoza, 12 de octubre de 2012
Su Excelencia Reverendísima
Monseñor Bernard Fellay
Presente.

Excelencia:

Por medio de la presente, expreso a S.E.R., con el debido respeto, mi profunda preocupación por el estado actual de nuestra congregación, así como por el futuro de la misma.

Desde mediados del presente año, la FSSPX se encuentra en un estado caracterizado, en lo interno, por una profunda división y una crisis grave de confianza en la autoridad, y, en lo externo, por un notorio debilitamiento de nuestras de fuerzas en la defensa de la fe y un creciente desprestigio. Se respiran, en efecto, otros aires en la congregación, muy distintos a los de siempre, pues vemos que entre nosotros se ha instalado la confusión, la discordia, el miedo, la sospecha y la delación.

Este quiebre interno alcanza a toda la congregación, desde nuestros Obispos hasta los laicos, siendo el más general y profundo que haya existido en los 42 años de vida de la FSSPX. La fractura se debe al modo en que S.E. conduce las actuales conversaciones con la Roma liberal. El secreto que ha recaído sobre dichas conversaciones, ha significado una serie de peligros obviamente previsibles, pero S.E.R. no ha dispuso los medios eficaces para contrarrestarlos. En estas circunstancias, algunos miembros de la congregación, cansados por la larga lucha o cediendo a las tendencias liberales dominantes, aprueban la idea un acuerdo con la Roma modernista, mientras otros la reprueban porque piensan que no es razonable suponer que la Iglesia va a salir de la terrible crisis por la que atraviesa desde el fatídico Vaticano II, sometiendo la Tradición al poder de los liberales. Cabe preguntarse: ¿cuál sería la utilidad de una regularización en el contexto actual? ¿Estamos en falta a los ojos de Dios, al permanecer por cuatro décadas al margen de la estructura oficial, dominada sin contrapeso alguno por los modernistas? ¿Es realista pensar que nosotros podríamos llegar a ser ese contrapeso? ¿Es razonable pretender someterse a unas autoridades liberales cuyo obstinado objetivo es llevarnos al Concilio Vaticano II? ¿Acaso tal cosa no es claramente suicida? ¿O es que el Papa actual ha dejado de ser un verdadero liberal? Ciertos nombramientos recientemente hechos por el Santo Padre, como el del Card. Müller, ¿no prueban que es irracional ponerse en manos de la Roma actual?

No es relevante que la iniciativa de ese acuerdo haya provenido del Vaticano o de nuestros superiores, pues la sola aceptación de la posibilidad de una paz -necesariamente falsa e injusta- con los que no cesan de destruir la Iglesia, constituye una manifiesta y peligrosísima ilusión. Se pretende que el protocolo de 1988 sería un precedente en pro de este acuerdo, pero sucede más bien lo contario, pues si de seguir ejemplos se trata, se debe imitar a los hombres santos en sus aciertos, no en sus yerros, y sabemos que Mons. Lefebvre pronta y expresamente retractó su errada y pasajera intención de regularizar la congregación sometiéndola al poder de la Jerarquía modernista (cfr. carta al Santo Padre de 2-6-88). Debemos atenernos a su última y definitiva voluntad, no a una voluntad temporal que fue explícita, inequívoca y definitivamente revocada.

En el marco de las negociaciones con Roma, S.E. ha recurrido frecuentemente al empleo de expresiones ambiguas. La ambigüedad ha adquirido, con eso, derechos de ciudadanía en la FSSPX. Este nuevo modo de hablar ante los modernistas y ante el mundo está causando, entre otros males, grave escándalo a muchos tradicionalistas. No hay duda en cuanto a que, en las actuales circunstancias de progresiva extinción de la fe, defender la Verdad con palabras claras y precisas ante los destructores de la religión católica y ante todos los hombres, es un gravísimo deber. La primera caridad es la verdad. El demonio se valió de la ambigüedad para esa gran victoria suya llamada Vaticano II, ¿y ahora nosotros combatiremos la ambigüedad con más ambigüedad? Su Excelencia, no obstante, ha optado por diluir con palabras equívocas varias verdades, entre ellas, precisamente, la condena categórica e inequívoca que por 42 años hemos hecho del concilio, causa principal del actual desastroso estado de apostasía general y de la consiguiente condenación de muchísimas almas. Las ambigüedades de S.E. han generado, como también era perfectamente previsible, una gran cantidad de rumores, sin que Su Excelencia dispusiera lo pertinente para disiparlos oportunamente.

Existe desde ahora en la FSSPX, y no sólo al nivel de las palabras, un “nuevo estilo” cuyas notas características son la ambigüedad, la diplomacia, el secretismo, la vacilación y la pusilanimidad. Este grave cambio está debilitando nuestro combate contra los errores que envenenan la Iglesia y contra los lobos con piel de oveja que los difunden, y a la vez, nos está desprestigiando con fundamento: ya no somos la congregación de los Sacerdotes de aquel “sí sí, no no” que manda Cristo; la de los que llaman las cosas por su nombre, pase lo que pase y venga lo que venga. El modo de conducción, S.E.R., que además de lo dicho, es autoritario para con los súbditos y excesivamente blando y condescendiente para con los enemigos, está repercutiendo desastrosamente en todos los niveles de la vida de la FSSPX. Los soldados, para bien o para mal, siguen a su General; por eso la antigua actitud de directa, varonil y resuelta beligerancia ante los enemigos de Cristo, que se admiraba en nuestros Sacerdotes, ha dado paso al cálculo diplomático, al temor, al desánimo y hasta a la cobardía. Así es como la declaración del Capítulo de julio, en momentos en que toda la Iglesia nos miraba atentamente, no estuvo exenta de cierta ambigüedad y de cierta debilidad. Las seis condiciones para una regularización, recientemente dadas a conocer, son claramente insuficientes e igualmente demostrativas de cierta debilidad ante la Roma modernista.

En este infeliz escenario, la confianza entre los miembros de la congregación está particularmente herida. ¿Cómo confiar en un Superior que desecha los consejos y advertencias de todos los otros Obispos y de nuestro Fundador? En mayo hemos podido leer un intercambio epistolar entre los cuatro Obispos, en el que S.E.R. intenta imponer su propio parecer a éstos últimos, en orden a lograr el acuerdo con Roma. Mediante carta fechada el 7 de abril, los otros tres Obispos advertían al Consejo General: “Monseñor, Padres, pongan atención, ustedes conducen a la Fraternidad a un punto sin retorno, a una profunda división sin marcha atrás y, si ustedes llegan a un tal acuerdo, a poderosas fuerzas destructivas que Ella no soportará. Si hasta el presente los obispos de la Fraternidad la han protegido, es precisamente porque Monseñor Lefebvre rechazó un acuerdo práctico. Puesto que la situación no ha cambiado substancialmente; puesto que la condición emitida por el Capítulo del 2006 no se ha realizado (cambio de rumbo por parte de Roma que permita un acuerdo práctico), escuchen de nuevo a su Fundador.” Pese a estas palabras, Su Excelencia siguió adelante en el intento por lograr el acuerdo con Roma.

Varios meses antes, Mons. de Galarreta había advertido también a Su Excelencia, de modo igualmente claro, sobre las consecuencias previsibles que tendría el hecho de proseguir con ese intento: “Avanzar hacia un acuerdo práctico sería renegar de nuestra palabra y de nuestros compromisos con nuestros sacerdotes, nuestros fieles, Roma y frente a todo el mundo. Tal procedimiento manifestaría una grave debilidad diplomática por parte de la Fraternidad, y a decir verdad, más que diplomática. Sería una falta de coherencia, de rectitud y de firmeza, lo que tendría como efectos la pérdida de credibilidad y de la autoridad moral que gozamos”. Pero S.E. no escuchó a Mons. de Galarreta.

Ningún caso hizo Su Excelencia de los avisos de sus pares, sino que siguió dirigiendo nuestra nave hacia las rocas del acuerdo. Si finalmente éste no se firmó, se debió únicamente a que el Papa, sorpresivamente, elevó las exigencias por sobre lo que S.E. estaba dispuesto a aceptar (cfr. conferencia de Mons. Tissier de Mallerais de 16-9-12) Hoy sufrimos las previsibles, graves y quizá irreparables consecuencias de tal empecinada e incompresible actitud.

Excelencia: si resulta altamente sorprendente que haya optado por desechar el parecer y las advertencias unánimes de sus pares, mucho peor y mucho más preocupante es el hecho de que S.E.R. haya dicho que la voluntad de los modernistas romanos prima sobre el bien de la FSSPX: “Por el bien común de la Fraternidad, preferiríamos de lejos la solución actual de status quo intermedio, pero manifiestamente Roma no lo tolera más” (respuesta a los 3 Obispos, 14-4-12). Léase: los liberales y modernistas de Roma no lo toleran más.

Por tanto, teniendo en cuenta lo antes expuesto, y considerando -primero- que la FSSPX se encuentra en una gravísima crisis provocada por un muy deficiente ejercicio de la autoridad, al no haber tomado ésta las medidas conducentes a evitar los males fácilmente previsibles que hoy lamentamos; y -segundo- que esta situación, de persistir, nos irá destruyendo paulatinamente sin necesidad de algún acuerdo con Roma; como miembro de esta congregación, respetuosamente ruego a Su Excelencia que por el bien de la Iglesia, por el bien de la FSSPX y por su propio bien, dimita cuanto antes del cargo de Superior General. Sólo el reemplazo de las actuales autoridades por otras previsoras, verdaderamente diligentes en cuanto al deber esencial de velar por nuestra la unidad, y que conserven el espíritu que siempre caracterizó a nuestra congregación, hará posible que la FSSPX vuelva al recto y santo camino por el que la condujo Monseñor Lefebvre.

Saluda atentamente a S.E.R, en Cristo,

P. René Miguel Trincado Cvjetkovic.

 

Publicado por Non Possumus
Sem revisão.

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sábado, 9 de março de 2013

MENZINGEN: a "farra da guilhotina" continua!

"A sensatez é fonte de vida para quem a possui, mas a estupidez é a escola dos tolos" (Provérbios 16, 22).

Menzingenstapo with her flying guillotine!


FALE E ESTEJA PREPARADO PARA A GUILHOTINA DE MENZINGEN!
NO TRIBUNAL DE DOM FELLAY, ELE É ADVOGADO, O JURI E O JUIZ.


Segundo o blog amigo NON POSSUMUS - MEXICO, o rev. padre Trincado recebeu o decreto de expulsão firmado por dom Fellay e pe. Thouvenot. Um processo eivado de erros judiciais e aberrações jurídicas, como a ausência de uma instância superior ou do direito ao contraditório. O mesmo deve ter acontecido com os 3 padres (da lista de 37) que foram descobertos, julgados e condenados mais rápido do que Menzingen responde às missivas que recebe.

Atualmente, o rev. padre reside em Nova Friburgo, no Mosteiro da Santa Cruz, onde também está hospedado o rev. Pe. E. Cardozo. A continuar assim, quem sobrará na Neo-FSSPX?

Uma observação minha sobre a Resistência. 

 
Apesar da coragem dos 37 padres de se dirigem publicamente aos superiores para lhes lembrar seus deveres e exigir retratação e reparação, com a demissão pelo bem comum e a santificação pessoal deles, o anonimato lhes tira o brilho da atitude heroica. Refletindo a respeito desse anonimato, que começa a ruir com os primeiro 3 padres descobertos, me questiono no que eles diferem dos superiores, uma vez que adotam a mesma hermenêutica: mudar as coisas estando dentro do chiqueiro. E não é isso que ocorre? Assim como a tríade entende que podem converter a igreja Conciliar - como se coubesse a qualquer ser humano - estando dentro dela, ao invés de esperar na Igreja Católica onde a FSSPX ainda se encontra, os 37 padres entendem que podem mudar as coisas estando dentro da Pseudo-FSSPX!!! Ledo engano, da parte de ambos. O que vão conseguir é mais problemas, mais divisões, mais lama.

São Pio X, segundo testemunhou o Card. Merry del Val, costumava dizer ESTO VIR! E o que mais vejo, em meu humilde monitor de PC, é pouca hombridade, muita desonestidade e muita conversa fiada.
 
 
Fonte: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2013/03/otro-sacerdote-expulsado.html

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