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terça-feira, 7 de março de 2017

O diabo tem pressa... I - A profanação da Basílica de São Pedro

EDITADO AOS 08/03/2017: As Missões Cristo Rei farão um desagravo no dia 13/03, às 10h (BSB), que corresponde ao horário em que, em Roma, profanarão a Basílica, com a oração conjunta dos hereges de ambos os lados.   


O diabo tem pressa, e essa é a razão desse "sentimento" que provamos em relação aos eventos que testemunhamos, de camarote, em todos os campos, como o avanço do comunismo e de toda a Agenda ONU para destruição da família e da sociedade: homossexualismo, pedofilia, bestialismo, aborto livre, eutanásia, islamismo, doutrinação marxista e de gênero nas escolas, ideologia de gênero (com todos seus filhos mal paridos), paganismo, ateísmo, bruxarias... a lista é longa. E inclui o Francisco e suas animaladas, que vão da simples asneira à heresia. A mais nova que chegou à mídia, mas não surgiu ontem (pois esse tipo de coisas demanda organização, tempo e dinheiro), é a profanação da Basílica de São Pedro com a realização de um "culto" anglicano. A notícia vai abaixo, depois comento: 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

SANTOS QUARENTA MÁRTIRES DE INGLATERRA, ESCÓCIA E GALES

A história destes mártires é muito atual e nos serve de exemplo e estímulo para nós mesmos sermos mártires da atualidade. Há vários tipos de martírios, e o martírio da ridicularização parece ser o que mais atinge os católicos ocidentais, muitos dos quais sucumbem à pressão e preferem não falar de Fé, ou não defender a honra de Deus e da Igreja apenas para não criar constrangimentos ou parecer piegas. Temos um gravíssimo exemplo disso na pessoa de Francisco/Bergoglio, quando "preferiu" dar uma benção silenciosa para não ofender os jornalistas presentes que não eram católicos. Lembram? Gravíssimo pela qualidade da Pessoa que ele representa. Mas não nos enganemos, o martírio real está à nossa porta, com as políticas públicas do governo marxista que tomou o poder no Brasil, que defende e promove pretensos "direitos das minorias" que se opõem clara e violentamente aos direitos de Deus. No Congresso, já tramitam projetos de lei que pretendem "criminalizar o homofobia" (ou seja, por na cadeia qualquer pessoa que diga que homossexualismo é pecado), liberar o aborto em qualquer caso, permitir a eutanasia, reconhecer o direito dos pedófilos ao "amor da forma como eles o concebem", com a obrigatoriedade do estudo do Islã e do marxismo nas escolas públicas, e todo tipo de atrocidade moral que visa destruir a sociedade cristã ocidental. Chegarão tempos em que não poderemos mais ficar confortavelmente sentados atrás de um computador e teremos que ir à arena, enfrentar os leões.  

Que os mártires ingleses nos sirvam de modelo para defendermos a Fé Católica daqueles que pretensamente tem o poder de, "legalmente", nos tirar a liberdade e, ilegalmente, nos tirar a vida.  


SANTOS QUARENTA MÁRTIRES DE INGLATERRA, ESCÓCIA E GALES


Século XVI-XVII  


A história das perseguições anticatólicas em Inglaterra, Escócia e Gales começa em 1535 e vai até 1681; o primeiro a desencadeá-la foi, como se sabe, o rei Henrique VIII, que provocou o cima da Inglaterra com a separação da igreja anglicana de Roma.

Além dele, artífices mais ou menos cruéis foram também os seus sucessores Eduardo VI (1547-1553), a terrível Elisabeth I, a ‘rainha virgem’ († 1603), James I Stuart, Carlos I, Oliver Cromwell, Carlos II Stuart


Em 150 anos de perseguições, morreram milhares de católicos ingleses, pertencentes a todas as classes sociais, testemunhando sua adesão à fé católica e ao papa e recusando os juramentos de fidelidade ao rei, novo chefe da religião de Estado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Beata Margarida Clitherow, a “Pérola de York”

Eu sou muito devota desta Beata Mártir:

Beata Margarida Clitherow, a “Pérola de York”


Memória 25 de março  

Mãe de família, católica destemida e mártir, brilhou pela fidelidade à verdadeira Igreja e pelo destemor com que enfrentou seus inimigos

http://sacragaleria.blogspot.com/2016/03/santa-margarida-clitherow.html
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de Plinio Maria Solimeo

Pode-se afirmar que não existe ódio maior do que aquele que se insurge contra a verdade religiosa. Temos exemplo disso no requinte de crueldade com que foram tratados os primeiros cristãos. E também no sofrimento dos católicos durante a pseudo Reforma Inglesa nos séculos XVI e XVII. Um desses mártires foi a Beata Margarida Clitherow. Primeira mulher a ser martirizada nessa época, ela foi esmagada sob um peso de cerca de 700 quilos, por não querer renegar a verdadeira fé católica e por albergar sacerdotes católicos.


A “ILHA DOS SANTOS” SOB TORMENTA

A Inglaterra foi outrora chamada a Ilha dos Santos. Entretanto, desde a Idade Média, seus reis se tornaram em geral prepotentes no tocante aos direitos da Igreja. Isso levou, por exemplo, ao martírio de São Tomás Becket [http://migre.me/dthva] (1170). Posteriormente, em 1531, Henrique VIII rompeu com o Papa por este negar-se a anular seu legítimo casamento com Catarina de Aragão. O lúbrico rei declarou-se “Protetor e Cabeça Suprema da Igreja da Inglaterra”. Assim nasceu o anglicanismo.

Quem não concordasse com seu divórcio e a adoção desse título, ele mandava decapitar, como sucedeu com São Tomás Morus [http://migre.me/dthxk] e São João Fisher [http://migre.me/dthyq], em 1535. Por igual motivo ordenou a execução de alguns monges cartuxos e franciscanos. A partir de então, por circunstâncias diversas, foi-se dando a gradual protestantização do que restara de católico na religião anglicana. E o cerco aos católicos foi se tornando cada vez mais estreito, sendo vários deles martirizados.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O "NÃO" da Traditional Anglican Communion a Roma

E os anglicanos tradicionalistas dizem "NÃO" ao Papa

Segundo o site italiano La Bussola Quotidiana, os Anglicanos Tradicionalistas, sem dar maiores explicações e agradecendo a generosidade do Papa com sua Anglicanorum Coetibus, dizem NÃO a Roma. Este grupo - Traditional Anglican Communion (TAC) - contaria com mais de 400mil almas e se opõe, há tempos e abertamente, ao Arcebispo de Canterbury.

O Colégio de Bispos da TAC reuniu-se em Johannesburg (África do Sul), entre os dias 28 de Fevereiro e 1º de Março, e chegou à conclusão de que, por agora, preferem permanecer fora da Igreja, embora os anglicanos não tenham explicitado claramente os motivos. Além disso, depuseram, por unanimidade, o primaz, o australiano John Hepworth, protagonista da reaproximação com Roma. Ele era o primaz desde 2003.

Os boatos dão conta de que Hepworth, ordenado padre católico em Adelaide (Austrália) em 1968, teria soferto abusos sexuais por parte de padres católicos, quando seminarista e, depois, ele mesmo padre católico, em Melbourne, na Austrália. Em 1976, voltou à Grã Bretanha e abjurou a Fé Católica para entrar na Igreja Anglicana d'Austrália. Depois de denúncias, recebeu setenta e sete mil dólares da Diocese de Melbourne. A Diocese de Adelaide, que também estaria envolvida, rejeitou categoricamente qualquer responsabilidade sobre os fatos. Traduzindo, não indenizou monetariamente ao Hepworth.

Contudo, esse fato poderia justificar, segundo o LBQ, no máximo, a deposição do prelado "mal falado", não certamente a escolha de detonar um acordo que salvaria tantas almas, "virando as costas" ao Ordinariato.

Há quem diga que a cúpula da TAC tenha ficado escandalizada com tantas denúncias - muitas das quais verdadeiras - de abusos sexuais envolvendo o clero católico.

Outros dizem que as recentes trocas de farpas nos palácios pontifícios tenha prejudicado a causa.

Por fim, há quem comenta que o próprio encontro de Johannesburg não tenha sido legítimo porque feriria a Concordata de 1990 (emendada em 2003), representando, praticamente, um cisma dentro do cisma.

Fato é que a Traditional Anglican Communion declinou do gentil convite da Anglicanorum Coetibus para voltar à Igreja Católica. 
Giulia d'Amore 


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