Aos 3 de outubro de 2012, o (todo mundo já sabe quem é) Arsenius publicava um texto interessante no site do Mosteiro da Santa Cruz: "Duas Conversas Imaginárias", no qual simulava uma possível conversação entre dois cardeais da Cúria romana e, depois, outra, entre Dom Williamson e seu antigo Superior, Fellay, atual líder da Neofrat. Compartilho, aqui, um trecho do segundo hipotético diálogo, que chamou a minha humilde atenção:
Dom Fellay: Várias vezes já lhe dei ordem expressa de parar com seus artigos na internet, nos quais Vossa Excelência desrespeita a minha pessoa; e Vossa Excelência não me obedece. Isso é revoltante e é uma rebeldia.
Dom Williamson: Excelência, sou um bispo da Santa Igreja, e meu múnus episcopal me obriga a denunciar os erros doutrinais, mesmo que eles se encontrem no Papa ou em meu Superior Geral.
Ok, Arsenius... pimenta no Superior dos outros é refresco, ein?! É lícito a Dom Williamson denunciar os erros doutrinários do Papa ou do Superior Geral, mas não é lícito denunciar os erros de Dom Williamson quando ele os pronuncia, ainda por cima publicamente?
Direi, então: Excelência, Dom Williamson, com todo respeito, o senhor não pode dizer que, "fora da Tradição há salvação", porque isto vai contra a doutrina da Igreja. Ainda com todo respeito, não pode também dizer que "a missa nova é boa", porque isso também vai contra a doutrina da Igreja. A Católica, não a parasita, que nem Igreja é, mas igreja, seita, neo-religião... Também com todo respeito, não pode falar asneiras publicamente esperando ser aplaudido de pé. Com todo respeito, é claro.
Direi, então: Excelência, Dom Williamson, com todo respeito, o senhor não pode dizer que, "fora da Tradição há salvação", porque isto vai contra a doutrina da Igreja. Ainda com todo respeito, não pode também dizer que "a missa nova é boa", porque isso também vai contra a doutrina da Igreja. A Católica, não a parasita, que nem Igreja é, mas igreja, seita, neo-religião... Também com todo respeito, não pode falar asneiras publicamente esperando ser aplaudido de pé. Com todo respeito, é claro.
Mas... quem seria Arsenius?

