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Retiro

quinta-feira, 31 de julho de 2014

31 de julho - Santo Inácio de Loyola

31 de Julho

Santo Inácio de Loyola



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Inácio nasceu numa família profundamente cristã, no ano de 1491. No dia em que foi batizado, recebeu o nome de Iñigo Lopez de Loyola. Sua família pertencia à aristocracia da cidade de Azpeitia, província basca de Guipuscoa, na Espanha. Era o mais novo de doze filhos. Foi educado, com todo cuidado, para tornar-se um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte, praticando esportes, principalmente a equitação. 

Em 1506, a família Lopez de Loyola estava a serviço de João Velásquez de C., tesoureiro do reino de Castela, do qual era aparentada. No ano seguinte, Iñigo tornou-se pagem e cortesão no castelo desse senhor. Lá, aprimorou sua cultura, fez-se um exímio cavaleiro e tomou gosto pelas aventuras militares. Era um homem que valorizava mais o orgulho do que a luxúria. 

Dez anos depois, em 1517, optou pela carreira militar. Por isso foi prestar serviços a um outro parente, não menos importante, o duque de Najera e vice-rei de Navarra, o qual defendeu em várias batalhas, militares e diplomáticas. 

Mas, em 20 de maio de 1521, uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido por ela na tíbia da perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ficou um longo tempo em convalescença. Iñigo tinha um grande apreço pela leitura. Durante sua vida, leu vários romances de cavalaria, de infantaria e arte militar, como também de estratégias de guerra. Contudo, durante o seu tempo de recuperação, foi lhe dado para a leitura, a Bíblia Sagrada, como também livros de espiritualidade cristã e biografias de alguns santos. O que o impressionou foi a Imitação de Cristo. E assim foi tocado pela graça. 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Os jovens e o dogma: Chesterton




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A Resistência - USML - na Irlanda

A Resistência na Irlanda, Pe. Craig Bufe


Um membro da Resistência irlandesa escreve:

Atualmente, há quatro centros de Missas da Resistência na Irlanda, atendidos pelos Padre Bufe: em Kesh, em Newry, em Lonford (Athlone) e em Dublin.

[Essas Missas constrangem muito ao padre Angles, o superior local]. Como o Padre Angles tem um grande poder sobre Menzingen, ele é a força motriz de todas as sanções contra nós.

Em Athlone, os fiéis se preparam para receber o Padre Wailliez como prior....

Além do mais, o Padre Pfeiffer atende regularmente Cork, e, por vezes, Athlone e Dublin.  





Fonte: http://cristiadatradicinalista.blogspot.com.br/2014/07/la-resistance-en-irlande-father-bufe.html.
Tradução: Giulia d'Amore. 

   
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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Mensagem do Rev. Pe. Cardozo aos fiéis do Brasil

CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA


EDITADO EM 26/07/2015 PARA ATUALIZAR A FÓRMULA DA CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA COM O ACRÉSCIMO DA REJEIÇÃO COMPLETA E ABSOLUTA DO CONCÍLIO VATICANO II, conforme post do dia 19 de julho de 2015, transcrito abaixo: 


Publicamos a fórmula da Consagração ao Imaculado Coração de Maria com a rejeição total e absoluta do Concílio Vaticano II, com uma mensagem de apresentação dos motivos do Reverendo Padre Ernesto Cardozo. O Pale Ideas, junto com todas as Missões que são assistidas pelo reverendo padre, assina esta consagração/declaração, porque estamos convencidos que nosso falar deve ser sim, sim, não, não, e que é preciso deixar claras as coisas para que não haja dúvidas e não se perca o foco do combate. Pelo andar da carruagem, os tempos estão ficando maduros, os sinais são muitos, ainda que nem sempre claros, e não podemos ser pegos de surpresa pelo inimigo. O Concílio Vaticano II deve ser rejeitado todo em bloco. Quando um organismo está infectado pelo câncer o médico o extirpa todo, e não deixa o que aparenta ser um câncer bonzinho, inofensivo. E, quando se fala da saúde da alma, os cuidados devem ser redobrados. Chega de meias palavras. A verdade deve ser proclamada sobre os telhados. 

Giulia d'Amore 

* * *

En portugués, luego en español. 

Caros amigos, hoje tive o gosto de renovar a Consagração ao Coração Imaculado de Maria em duas das nossas Missões, e de realizar uma rejeição de todo o Concílio Vaticano II.

Por causa de minha enfermidade, pensei nisso reiteradas vezes, e não queria aprensentar-me diante do Justo Juiz sem fazê-lo, com o fim de "vacinar" aos fiéis da Resistência diante da eventualidade de aparecer em suas vidas algun clérigo iluminado que venha a lhes contar que esse nefando concílio tem alguma porcentagem de "bom" ou que não é uma "super-heresia"!... marcando deste modo claramente os limites que há entre nós católicos e a neo-fraternidade.

Saudações e minhas bençãos.

Ipatinga, 19/07/2015
P. Cardozo


clique no link abaixo

CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA DAS MISSÕES CRISTOREI E REJEIÇÃO DO CONCÍLIO VATICANO II


Giulia d'Amore   

O post originário (abaixo) ficará como registro histórico de atividade das Missões. 

30 de julho - Santos Abdon e Senén, Mártires

30 de julho

Santos Abdon e Senén

Mártires
+ 303


Martirológio Romano: Em Roma, no cemitério Ponciano, na Via Porto, Santos Abdon e Sennen, Mártires (CS III).

Atributos: como reis ou príncipes, com espada.

São protetores das crianças cegas ou raquíticas, dos fabricantes de barril, dos jardineiros e contra os animais nocivos e a geada.  


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Os nobres persas Abdon e Senén (seus nomes diferem em alguns calendários e martirológios antigos, como Abdo, Abdus; Sennes, Sennis, Zennen) foram capturados na Pérsia e levados acorrentados para Roma, por volta do ano de 303 dC, onde foram martirizados durante a perseguição de Décio,
artífice da sétima perseguição contra os cristãos, e sepultados no Cemitério de Ponciano (1), na Via Portuense (2), pelo subdiácono Quirino.

Destes dois mártires há documentos muito antigos que confirmam sua historicidade e seu culto. Seus nomes aparecem na "Depositio Martyrum" (3) -
"III Kalendas Augusti Abdos et Semnes in Pontiani quod est ad Ursum Piliatum" - e no Martirológio Jeronimiano (4), nos Sacramentais Gregoriano e Gelasiano, no "Calendário Marmóreo" de Nápoles (5) e em outros documentos antiquíssimos, como a "Legenda Áurea" (6) do Beato Jacopo de Varazze (7), Arcebispo de Gênova. A Passio Sancti Feliciani (sobre o martírio de Santo Feliciano de Foligno) também cita a história dos mártires.

terça-feira, 29 de julho de 2014

29 de julho - Ss. Simplício, Faustino e Beatriz, Mártires

29 de Juljo

Ss. Simplício, Faustino e Beatriz

Mártires



“Quando se ama não se sofre e se se sofre 
se ama até o sofrimento”
(Santo Agostinho).

Santa Beatriz, São Simplício, Nosso Senhor Jesus Cristo, Santo Faustino e outro Mártir
Uma Passio do século VIII narra que os irmãos Simplicio e Faustino, denunciados como cristãos, foram martirizados em 303, sob Diocleziano (284 - 305 d.C.), depois foram jogados no Tibre por um "pons lapideus", e seus corpos, levados pela corrente, fora recolhidos enfim pela irmã deles, Beatriz, que os sepultou em um fosso na propriedade de uma matrona romana chamada Generosa, que surgia às margens do Bosque sagrados do colégio sacerdotal dos Irmãos Arvales, na sexta milha da antiga via Campana, onde antigamente havia um templo a uma deusa pagã, Dia. Algum tempo depois, a própria Beatriz sofreu o martírio, por estrangulamento, e foi sepultada ao lado dos irmãos, pela matrona Lucina, junto à qual se refugiara. Ao redor dos túmulos dos mártires se desenvolveu um cemitério conhecido como "ad sextum Philippi" ou "super Philippi", por causa da localidade, ou como cemitério de Generosa.

29 de julho - São Felix II, Papa e Mártir

29 de Julho

São Félix II

Papa e Mártir



NOTA: O Papa é erroneamente chamado pela Igreja pós-conciliar de "Félix III", por causa de uma lista que inclui papas ilegítimos, ou antipapas. O outro Félix "II" - o antipapa - foi colocado no trono papal em 356, quando o Papa Libério foi banido pelo imperador Constâncio II por se recusar a subscrever a sentença de condenação contra Atanásio de Alexandria. A eleição de Félix opunha-se aos desejos do clero e do povo, e a cerimônia da sua consagração foi oficiada por religiosos da corte. Portanto, sendo ele um Antipapa, não deve constar da lista de Papas. E chamar ao verdadeiro e santo Félix II de "Félix III", de um lado reconhece a existência do Antipapa, de outro confunde os católicos. Na Igreja de Cristo não há confusão. Portanto, este Papa é Félix II, 48º Papa da Igreja Católica.

Descendente da nobre família Anicia, de senadores de Roma (seu pai era um eclesiástico), Félix II foi papa de 483 a 492, nasceu em Roma e foi eleito em 13 de março de 483, como sucessor de São Simplício (468-483), em um momento particularmente difícil das controvérsias cristológicas. 

Eleito por proposta de Odoacro(*), rei dos Hérulos, e consagrado no trono, tratou de estabelecer a paz no Oriente e empenhou-se na luta para purificar a doutrina cristã da heresia de Êutiques (monofisismo), doutrina daqueles que admitiam em Jesus Cristo uma só natureza. Essa heresia terminaria apenas no século seguinte (518). A ideia se contrapunha ao que pregava a Igreja do Ocidente, de que Jesus Cristo era dotado de uma natureza divina e de uma natureza humana, e por isso era considerada herética. Esta tensão realmente incomodava os cristãos romanos da época, que viviam em sérias disputas pela imposição de sua doutrina. O debate criou sérios problemas com o patriarcado de Constantinopla.

29 de julho - Santa Marta, Virgem

29 de Julho

Santa Marta

Virgem


http://sacragaleria.blogspot.com/2014/07/santa-marta-virgem.html
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Santa Marta era irmã de São Lázaro e de Santa Maria Madalena (Maria de Betânia, no Oriente também chamada de Margareth), e viviam perto de Jerusalém. É a padroeira da cozinheiras e donas de casa.  

Ela era a anfitriã e a dona da casa por ser a irmã mais velha. Quando Jesus se hospedava em sua casa, em Betânia, Marta era solícita e cuidava do seu bem estar. Em uma visita, recorda Lucas no seu Evangelho, Marta reclamou que Maria ficava sentada ouvindo Jesus, deixando-a com todo o trabalho. Jesus respondeu-lhe: "foi Maria que escolheu a melhor parte". Assim Marta tornou-se o protótipo da cristã ativa e Maria o símbolo da vida contemplativa.  

Marta foi a única que foi procurar Jesus, quando Lázaro morreu, enquanto Maria ficou em casa. A tradição diz ainda que, para aqueles que diziam que já era tarde e que Lázaro já estava morto, Marta retrucou energicamente "que não tinha a menor importância e que Jesus iria cura-lo". E de fato quando Jesus chegou Lázaro já estava enterrado e seu corpo já apresentava sinais de putrefação, mas Marta não se abalou, e com enorme fé, pediu a Jesus para curá-lo, e este foi um dos maiores milagres de Jesus. Mais ainda: Ela disse a Jesus que acreditava que o Pai daria a Ele o que pedisse. Em resposta aquela fé inabalável, ela foi a primeira a ouvir de Jesus a sua mais profunda revelação. Quando Marta disse que ela acreditava que seu irmão iria se levantar de novo, Jesus disse a Marta: "Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim viverá mesmo que ele morra, e todos que vivem e crêem em mim, nunca morrerão". "Você acredita nisto ?" perguntou Jesus a Marta, e ela respondeu: "Sim meu Senhor, eu acredito que és o Messias e o Filho de Deus".

segunda-feira, 28 de julho de 2014

28 de julho - S. Inocêncio I, Papa e Confessor

28 de Julho

Santo Inocêncio I

Papa e Confessor
(Papado 402-417 )


"Em Roma, no cemitério de Ponciano, depoisção de Santo Inocêncio I, Papa, que defendeu São João Crisóstomo, consolou Jerônimo e aprovou Agostinho". Martirológio Romano.

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Inocêncio I era italiano, nasceu em Albano Laziale, uma província romana do Lazio. Segundo o Liber Pontificalis, era filho de um tal Inocêncio de Albano, mas o contemporâneo dele, Jerônimo, afirmava que era filho de Papa Anastásio I, a quem sucedeu por voz unânime do clero e dos fiéis. Teria nascido antes do pai se ordenar padre. 

Consagrado Pontífice em 22 de dezembro de 401, governou a Igreja por dezesseis anos, até 417, num período dos mais difíceis para o Cristianismo. 

Foi justamente durante o seu Papado que Roma foi assediada por Alarico e seus Visigodos (408), cuja invasão fora adiada graças a intervenção de Inocêncio junto a Alarico. Mas à época do saque (410), Inocêncio não estava na Cidade, porque estava em missão junto ao medroso Imperador Honório, que se refugiara em Ravena. Inocêncio tentava convencê-lo a negociar com Alarico e fazer algumas concessões, para evitar o pior e proteger a Cidade e os habitantes. Não conseguiu e Alarico invadiu e saqueou Roma. Foram três dias de roubo, devastação e destruição. Os bárbaros respeitaras apenas as igrejas, mesmo assim a invasão foi tão terrível que foi comentada e lamentada pelos santos Agostinho e Jerônimo.  

Procurando por um belo terço para presentear? Que tal um Nossa Senhora de Guadalupe?





28 de julho - São Vitor I, Papa e Mártir

28 de Julho

São Vítor I

Papa e Mártir
Pontificado 189 a 199 


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São Vitor I, natural da África, foi sucessor de Santo Eleutério no trono pontifício. Apóstolo rigoroso no zelo pela Igreja de Cristo, tinha pleno conhecimento de suas atribuições conferidas por Deus. Pôs em evidência a autoridade papal, combateu constantemente a heresia e tratou a questão da festa da Páscoa.

A heresia, qual labareda de fogo a variar de direção, só não alastrou-se danosamente, devido ao constante embate empreendido pelos Papas e companheiros mártires que, em grande número, testemunharam a fé com a própria vida.

Durante o seu pontificado, um tal Teodoro de Bizâncio, que havia apostatado numa destas perseguições, passou a ensinar que Jesus Cristo representava uma figura meramente humana e usava deste argumento, não só para disseminar o erro, mas particularmente para justificar a sua apostasia. Nesta grave afirmação, acabou corrompendo muitos fiéis e a ele filiaram-se não poucos sectários. Não satisfeito com a difusão da insana doutrina, fixou a meta de transpor a muralha da verdade. Para isto, dirigiu-se a Roma a fim de alastrar o erro no centro da Religião de Cristo. São Vitor imediatamente reagiu, declarando anátema o líder blasfemo. Empreendeu luta tão intensa que conseguiu esvaziar completamente a heresia, de forma que Teodoro saiu de Roma e nunca mais dele se ouviu falar.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

25 de julho - S. Cristovão, Mártir

25 de julho

São Cristovão

Mártir
+ 25/06/254


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O martírio de S. Cristóvão deu-se, no dia 25 de Julho, no ano do Senhor de 254, sendo imperador Décio, como refere o Martirológio Romano e o Cardeal Barónio. A Igreja celebra-o em 25 de Julho. Seu nome significa “portador de Cristo”.  

Diz o martirológio, numa síntese: "Na Lícia, São Cristovão, mártir, que, sob o imperador Décio, tendo sido ferido com varas de ferro e preservado da violência do fogo pelo poder de Jesus Cristo, foi, afinal, atravessado de flechas e recebeu o martírio, pela decapitação (III Século)". 
 
A vida de São Cristovão está envolta em muitas lendas, a tal ponto que é difícil saber qual a verdade da sua vida. Sabe-se que foi mártir, morreu na cidade de Lícia, no sul da Turquia, durante a perseguição do Imperador Décio ou Diocleciano, capturado e martirizado pelo governador de Antioquia. 


A existência de um mártir chamado São Cristóvão não pode ser negada visto ter sido suficientemente provada pelo jesuíta Nicholas Serarius, em seu tratado sobre ladainhas - "Litenutici" (Cologne 1609) e por Molanus em sua historia de pinturas sagradas "De Picturis et imaginibus sacris" (Louvain 1570). Os "Actos de S. Bartolomeu", compostos no século VI, falam de um certo "Christianus cynocephalus (cabeça de cão) e anthropophagus (antropófago)", que o apóstolo converteu.

Existe uma pequena igreja dedicada ao mártir São Cristóvão onde o corpo de São Remigius de Reims foi enterrado 532 (Acta SS,1 Outubro 161). O Papa São Gregório, o Magno, grande estudioso dos santos, refere-se a um monastério a São Cristóvão (Eppx 33). O Breviário e o Missal Mozarábico, revisado e indicado por São Isidoro de Sevilha, contem um Ofício especial em honra de São Cristovão. Em 1386, uma irmandade foi fundada sob o patrocínio de São Cristóvão no Tirol (Vorarlberg) para guiar os viajantes em Arlberg. Em 1517, a "Sociedade de São Cristóvão" foi fundada em Caryntia, Styria, na Saxônia e em Munique. Grande veneração popular ao santo é encontrada em Veneza e às margens do Danúbio, Reno e outros rios onde as enchentes causam frequentes danos. Moedas com a sua imagem são cunhadas em Wurzburg, em Wurtemberg e na Bohemia. Estátuas do santo são colocadas na entrada das igrejas, das pontes, túneis e sua medalha é encontrada nos veículos em geral. 

25 de julho - S. Tiago Maior, Apóstolo

25 de Julho

São Tiago Maior

Apóstolo
O Apóstolo da Espanha
+ 42 D.C. 


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Filho do pescador galileu Zebedeu, era o irmão mais velho de S. João Evangelista e não de São Tiago Menor, a quem se costuma confundir como irmão mais novo. Junto com João foi chamado por Cristo para tornar-se, com Pedro e André, num dos apóstolos. O epíteto o Maior significa justamente que foi um dos primeiros chamados. Junto a S. Pedro e S. João assistiu à Transfiguração e à Agonia de Cristo, no monte das Oliveiras. 

O glorioso Apóstolo Santiago, Maior, Luz e Patrono das Espanhas, foi natural da Província de Galileia, filho do Zebedeu e de Maria Salomé (filha de Alfeu ou Cleofas, irmão de São José, e de Maria: Maria de Cleofas), e irmão maior de S. João Evangelista, e primo de Jesus Cristo, segundo a carne. Foram pescadores, ambos os irmãos, como o foi o Pai Zebedeu, que vivia nas margens do mar da Galileia e devia ser pescador rico, pois tinha navio próprio e criados. S. Jerónimo diz que eram nobres. Quanto à vida de Tiago, deveremos tirar o que dele e do seu irmão dizem os sagrados evangelistas.

Estando um dia com o pai e o irmão a consertar redes, passou Jesus e disse-lhes: “Sigam-me”. João e Tiago imediatamente obedeceram; deixaram o pai e as redes e seguiram Jesus, como fiéis discípulos, para todo o sempre. Eles sempre estavam no grupo dos três: Pedro, Tiago e João. Eram, talvez, os mais íntimos.

Podemos entender também o pedido feito a Jesus, por Maria Salomé, de que os colocasse no seu Reino, um à sua direita e o outro à sua esquerda. Era um pedido de mãe; porém, provavelmente ela expressou o desejo mais íntimo dos dois apóstolos.

Naquele momento, Jesus, sem considerar o parentesco, repreendeu-os ainda e disse: “Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que eu hei de beber?”. Eles prontamente responderam: “Podemos”. Por fim o Senhor afirma que tal decisão cabe tão somente ao Pai.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Iraque : ن . Somos todos nazarenos! E o Islã avança!

O Islã avança! Acordem Nazarenos! 


ن, é a 25ª letra do alfabeto árabe – nun, nossa ou N –, e é o rabisco com que os seguidores do [não reconhecido] Califato do Estado Islámico (IS, Islamic State) estão marcando as fachadas das casas e lugares de culto dos cristãos. É a letra que abrevia "nasrani" [nazareno], com a qual os muçulmanos designam pejorativamente os cristãos desde o século VII. Em cima da letra, nas fachadas, um aviso em preto: "Propriedade do Estado Islâmico".

Em Mosul, acaba de terminar o prazo fixado para o ultimatum (venceu no sábado à noite): ou os cristãos deixavam Mosul ou se convertiam ou pagavam a "yizia", o imposto para os "dimmíes" [não muçulmanos]. Passado o prazo, o "califa" revelou o seu destino: "a única opção [para os que ficam] será a espada".  


O enviado especial do jornal "El Mundo", F. Carrión, descreve a situação:

24 de julho - São Francisco Solano

24 de julho

São Francisco Solano

Confessor 
+1610



Francisco Sánchez Solano Jiménez (Montilla, 10 de março de 1549 — Lima, 14 de julho de 1610) foi um frade franciscano, filho de Mateo Sánchez Solano e Ana Jiménez. Faleceu em Lima em 1610. Os seus restos mortais se encontram na Basílica Menor e Convento de São Francisco o Grande, em Lima. Foi canonizado pelo Papa Bento XIII em 1726.

Francisco era descendente de nobres, nasceu no dia 10 de março de 1549, em Montilla, na Andaluzia. Os pais, Mateus Sanches Solano e Ana Gimenez, cristãos fervorosos, muito cedo o enviaram para o colégio dos jesuítas, que formariam seu caráter. Aos vinte anos, por inspiração e dons, ordenou-se franciscano. A sua conduta exemplar logo o levou a cargos importantes dentro da Ordem, os quais logo abandonava. O que mais ansiava era ser um missionário. Mesmo não tendo uma retórica eloqüente, arrebatava seus ouvintes pela convicção na fé que professava.

Contudo teve de adiar por uns tempos a execução de seus planos de viajar, porque precisou socorrer sua própria pátria. Uma devastadora peste atacou a Espanha e ele logo pediu para ser aceito como enfermeiro. Tratando dos doentes, principalmente dos mais pobres, acabou contraindo a doença. Mas isso não o abateu. Assim que se recuperou, voltou a cuidar deles.

24 de Julho - Sta. Cristina, Virgem e Mártir

24 de Julho

Santa Cristina de Bolsena

Virgem e Mártir 

Invocada contra os males da "depressão psicológica"

 

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Cristina nasceu na Toscana (Itália), perto do lago de Bolsena, no ano 288 d.C., e com apenas 12 anos morreu mártir, no ano 300 d.C. Era filha de Urbano, oficial do exército em Tir, na Etrúria, parte da Toscana. Urbano era rude de sentimentos e inimigo dos cristãos. Em sua própria casa, muitas vezes os cristãos eram submetidos a interrogatórios humilhantes. Diante de tais cenas, Cristina se perguntava qual o motivo da serenidade e alegria dos cristãos, que ela já começava a admirar e venerar.

A resposta lhe veio por uma escrava cristã, que a preparou para o Batismo. Urbano desconfiava que a filha se interessasse pela comunidade cristã. Deu-lhe ordem de prestar culto a ídolos, queimando incenso. A menina negou-se a isso. Interrogada pelo pai, Cristina respondeu: "Tolo é vosso medo, tola a vossa advertência; diante de um deus cego aos sofrimentos do povo, surdo ao clamor dos fracos, eu não peço favores e não acendo uma vela. Ao Deus vivo, ao Senhor do céu e da terra que nos enviou seu Filho Jesus, a este, sim, apresento sacrifícios de verdade e amor".

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Garabandal, grosserias, caridade & que tais.

As "manifestações" de Garabandal
Ontem me deparei com uma “teóloga” modernista chocada com minha maneira de falar “sim sim, não, não”, e que defendia uma Igreja “paz e amor”, liberal e ecumênica. O assunto em tela era Garabandal, e eu alertava para o fato de que a Igreja não só não reconhecia a “aparição” como desaconselhava os fiéis a lhe dar crédito. Nem mesmo a Igreja de Francisco crê nessa fantasia [vide sobre Medjugorje]​! 

Esse tipo de postagem causa confusão entre os católicos, sobretudo nos mais negligentes com o estudo da doutrina, por isso não se deve divulgar as mensagens que, apesar de bonitas e assemelhadas às de Fátima e La Salette, contêm inverdades e até heresias, que o católico comum, de banco de igreja, que não estuda o mínimo indispensável, não saberia distinguir e poderia, ao longo do tempo, perder a Fé.  

E, então, essa senhora, do alto de seu púlpito TL, com a linguagem típica dos modernistas, intitulando-se “católica e teóloga”, veio querer relativizar as coisas, como se o que a Igreja ensina fosse sujeito à opinião pessoal dos fiéis! Alegava que para evitar a confusão na cabeça dos fiéis bastava rezar, e que “minha visão” de Igreja era totalmente pessoal.

23 de julho São Libório, Bispo e Confessor

23 de Julho

São Libório de Le Mans

Bispo e Confessor


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São Libório de Le Mans (Gallia, c/a 320 – Le Mans, 397) foi o 4º Bispo de Le Mans e padroeiro da cidade de Paderborn.

Como para outro Santos do século IV, pouco se sabe sobre sua vida,  e não se tem certeza de onde e quando nasceu, mas que se tornou bispo de Le Mans em 348. Libório mandou construir algumas igrejas nos arredores de Le Mans, motivo pelo qual sua ação evangelizadora parece circunscrita a esse território. Diz-se que ordenou 217 sacerdotes e 186 diáconos. Foi assistido por São Martinho de Tours quando morreu em 397, em 23 de Julho. Foi sepultado na Basílica Apostólica de Le Mans, ao lado de seu predecessor São Juliano de Le Mans. 


Segundo a lenda, vários milagres ocorreram diante de sua tumba. Em 21 de junho de 835, o Bispo Aldrich pôs as relíquias do santo no altar da Catedral de Le Mans e no ano seguinte, por instrução do Imperador Ludovigo o Piedoso, enviou os restos mortais à Diocese de Paderborn, criada em 799 pelo Papa Leão III e o Imperador Carlos Magno.

23 de julho - Ss. Apolinário, Bispo e Mártir

23 de Julho

Santo Apolinário de Ravenna

Bispo e Mártir 


O nome, o culto, e a glória de Santo Apolinário são legados que recebemos da história, e também da arte de Ravena, a capital do Império Bizantino no Ocidente, no período de meados do século I e século II.

Lá, existem duas grandiosas igrejas dedicadas a santo Apolinário, ambas célebres na história da arte e do cristianismo. Na igreja nova de Santo Apolinário, no centro da cidade, encontramos o célebre mosaico representativo, mais extenso do que um quarteirão, com todos os mártires e as virgens. No destaque, encontra-se santo Apolinário. Na outra igreja, fora da cidade, está o outro esplendido mosaico, no qual, pela primeira vez, a figura de um santo, e não a de Cristo, ocupa o centro de uma composição, circundado por duas fileiras de ovelhas.

Apolinário, o primeiro bispo de Ravena, segundo a tradição, teria sua origem no Oriente. A mando do próprio apóstolo Pedro, de quem foi discípulo, foi enviado para converter os pagãos nas terras ao norte do Império Romano.

A sua obra de evangelização transcorreu num ambiente repleto de imensas dificuldades, fruto do ódio, do egoísmo, da incredibilidade que o cercavam, além do culto aos ídolos pagãos que teve de combater. A tal apostolado dedicou toda a sua vida. Embora representado no mosaico da cidade, sereno e tranqüilo, na realidade era um homem de vida dura, combativa e atuante. Apolinário sempre foi considerado um mártir. Mártir de um suplício muito longo, que foi todo o seu episcopado.

Ele não viu o resultado de sua obra, que só se revelou após a sua morte. A população da nova capital do Império Romano tornou-se exclusivamente cristã, reforçando suas raízes no próprio culto de seu primeiro bispo, considerado por eles um exemplo de santidade.

Dessa maneira se explica a grande devoção a ele, não somente em Ravena, mas em muitas outras localidades da Itália, da França e da Alemanha. Aliás, nessas regiões, foi amplamente difundida, devido os mosteiros beneditinos e camaldulenses que Apolinário ali fundara.

Apolinário morreu como mártir da fé no dia 23 de julho, durante as primeiras perseguições impostas contra os cristãos. Entretanto não se encontrou nenhuma referência indicando o ano e a localidade. Suas relíquias, encontradas nas catacumbas, foram enviadas para a catedral de Santo Apolinário, em Ravena, na Itália. A tradicional festa de Santo Apolinário, Padroeiro de Ravena, em 23 de julho, foi mantida pela Igreja. 


Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=694.
 


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terça-feira, 22 de julho de 2014

OS BENEFÍCIOS DE UMA BOA CONFISSÃO

OS BENEFÍCIOS DE UMA BOA CONFISSÃO


"Não vim chamar os justos, mas os pecadores" (Mateus 9,13).
"Os homens receberam de Deus um poder que não foi dado aos Anjos nem aos Arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes, ‘O que ligardes e desligardes na terra será ligado e desligado no céu’. Os príncipes deste mundo só podem ligar e desligar o corpo. O poder do sacerdote vai mais além; alcança a alma, e exerce-se não só em batizar, mas ainda mais em perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas. Quem se envergonhar de revelar os seus pecados a um homem, e não os confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de todo o Universo." (S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3.)


O mês de julho é dedicado à devoção ao Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma ocasião propícia para a reflexão, a emenda de vida, um exame de consciência profundo e salutar. E lembrando que em agosto faremos a Consagração ao Imaculado Coração de Maria, julho se torna um mês propício para uma preparação à confissão, tema de nosso artigo de hoje.

Para quem quiser aproveitar essa inigualável oportunidade, saibam que, durante o mês de julho, o Padre Cardozo irá preparar os fiéis para fazerem uma boa confissão, até mesmo uma confissão geral. Portanto, entrem em contato com ele, e aproveitem a visita em sua cidade!!!



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BENEFÍCIOS DE UMA BOA CONFISSÃO


Há inúmeros bons livros sobre o tema, e indicarei alguns, no final, assim como alguns links, para aprofundar o estudo, mas hoje vamos falar do BENEFÍCIO DE UMA BOA CONFISSÃO.

Primeiro, contudo, vamos às necessárias conceituações:

1. O QUE É PECADO? 


ESCAPULARIO MARROM DE NOSSA SENHORA DO CARMO

PROCURA PELO ESCAPULÁRIO MARROM?


clique na foto:



Segundo a Tradição no dia 16 de julho, há 750 anos, o mais extraordinário penhor de salvação jamais dado ao homem — o Escapulário do Carmo — era entregue a São Simão Stock. Segundo ele próprio relatou ao Pe. Pedro Swayngton, seu secretário e confessor, de repente “a Virgem me apareceu em grande cortejo, e, tendo na mão o hábito da Ordem, disse-me: ‘Recebe, diletíssimo filho, este Escapulário de tua Ordem como sinal distintivo e a marca do privilégio que eu obtive para ti e para todos os filhos do Carmelo; é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, aliança de paz e de uma proteção sempiterna. Quem morrer revestido com ele será preservado do fogo eterno’...”.


A partir da Aparição de Nossa Senhora a São Simão Stock, esta devoção Mariana foi
se espalhando por toda parte e tornando-se uma devoção muito popular. LEIA MAIS AQUI.  






22 de Julho - Santa Maria Madalena, Penitente

22 de Julho 

Santa Maria Madalena

Penitente

Contrição perfeita que levou à santidade 


clique para ver mais imagens da Santa
Maria Madalena, Maria de Betânia e Maria pecadora, citadas no Evangelho, são a mesma pessoa, segundo o Papa São Gregório Magno, grande estudioso dos santos e criador do Calendário Gregoriano. Também os Padres latinos, desde Tertuliano, Santo Ambrósio, São Jerônimo, Santo Agostinho, até São Bernardo e Santo Tomás de Aquino, reconhecem nas três uma e a mesma pessoa: a Santa Maria Madalena penitente, que seguiu Nosso Senhor durante a Paixão.

Maria Madalena teria nascido em Betânia, cidade da Judeia, de pais muito ricos, tendo por irmãos Marta e Lázaro. Como parte de sua herança, recebera o castelo de Magdala, de onde lhe veio o nome.

Uma lenda fala de sua esplêndida formosura, cabeleira famosa, de seu engenho, e relata ser ela casada com um doutor da Lei que a trancava em casa quando saía. Altiva e impetuosa, Maria teria fugido com um oficial das tropas do César e se estabelecido no castelo de Magdala, perto de Cafarnaum. Suas desordens e escândalos logo se espalharam pela região

Enquanto isso, Nosso Senhor iniciara sua peregrinação: fama de seus milagres e a santidade de vida estendia-se pelas terras da Palestina.

Atormentada por demônios e pelos remorsos de sua consciência culpada, Maria foi procurar Aquele que alguns apontavam como sendo o Messias prometido. O Senhor apiedou-se dela e livrou-a de sete demônios (Mc 16,9), tocando-lhe também profundamente o coração.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

21 de Julho - Santa Praxedes

21 de julho

Santa Praxedes


Virgem
+ II século


Santa Praxedes era uma dama romana cujo pai, São Pudêncio, convertido por São Paulo Apóstolo, era um amigo dos Apóstolos. Ela era irmã de Santa Pudenciana (ou Prudência).

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No tempo em que o imperador Marco Aurélio perseguia os cristãos, Praxedes, dama romana, irmã de Prudenciana (ou Prudência), ajudava aos fiéis com os seus recursos financeiros e seus cuidados, consolava-os e prestava-lhes todos os serviços que podia dispensar com sua caridade.

Escondia-os em sua casa, exortava-os a perseverar na fé, enterrava cristãmente os cadáveres.

Ela não deixava que nada faltasse aos que eram aprisionados nas masmorras ou àqueles tratados como escravos.

As duas irmãs mandaram construir um batistério dentro de sua própria casa, onde já havia uma capela, para que ali os catecúmenos fossem batizados.

Foram ajudadas em suas obras pelo Papa Pio I (140-154 d.C.) e pelo sacerdote Pastor. 


Prudenciana morreu martirizada aos dezesseis anos de idade e foi enterrada nas catacumbas de Santa Priscila, perto de seu pai, na Via Salária.

Após a morte de sua irmã Prudenciana, Praxedes, oriunda de uma família nobre e tradicional, transformou seus palácios em igrejas para onde, dia e noite, os pagãos acorriam aos milhares pedindo o Batismo.

21 de Julho - São Lourenço de Brindisi

21 de Julho

São Lourenço de Brindisi


Confessor e Doutor
1559-1619


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Geralmente, as chamadas "crianças superdotadas", aquelas que demonstram um dom excepcional para alguma especialidade, quando crescem, parecem "perder os poderes" e nivelam-se com as demais pessoas. São poucas as exceções que merecem ser recordadas. Mas, com certeza, uma delas foi Júlio César Russo, que nasceu no dia 22 de julho de 1559, em Brindisi, na Itália.

Seu nome de batismo mostrava, claramente, a ambição dos pais, que esperavam para ele um futuro brilhante, como o do grande general romano. Realmente, anos depois, lá estava ele à frente das forças cristãs lutando contra a invasão dos turcos muçulmanos, que ameaçava chegar ao coração da Europa depois de ter dominado a Hungria. Só que não empunhava uma espada, mas sim uma cruz de madeira. Nessa ocasião, já vestia o hábito franciscano, respondia pelo nome de Lourenço e era o capelão da tropa, além de conselheiro do chefe do exército romano, Filipe Emanuel de Lorena.

Vejamos como tudo aconteceu. Aos seis anos de idade, o então menino Júlio César encantava a todos com o extraordinário dom de memorizar as páginas de livros, em poucos minutos, para depois declamá-las em público. E cresceu assim, brilhante nos estudos. Quando ficou órfão, aos quatorze anos de idade, foi acolhido por um tio, que residia em Veneza. Nessa megalópole, pôde desenvolver muito mais os seus talentos para os estudos.

domingo, 20 de julho de 2014

Oração de São Boaventura de Bagnoreggio para a Santa Comunhão

Oração de São Boaventura de Bagnoreggio para a Santa Comunhão



Feri, ó dulcíssimo Senhor Jesus, o mais íntimo e profundo de meu ser com o dardo suavíssimo e salutar do Vosso amor, com aquela verdadeira, inalterável, santíssima e apostólica caridade, a fim de que a minha alma se enlanguesça com o único desejo de sempre crescer em vosso amor.

Que eu vos ame intensamente, que desfaleça nos vossos átrios e deseje dissolver-me em vós e ser um convosco.

Que minha alma tenha fome de Vós, ó Pão dos Anjos, alimento das almas santas, Pão nosso de cada dia, supersubstancial, que tem toda doçura e sabor, e todo deleite de suavidade. Ó Vós a Quem os Anjos desejam contemplar!

sábado, 19 de julho de 2014

Títulos Papais

Títulos Papais

  LEIA TAMBÉM: OS PAPAS SANTOS E BEATOS

 

Manuscrito nos Arquivos do Vaticano do Dictatus Papae,
um documento sobre a autoridade papal, do século XI,
que registra o processo histórico pelo qual, o título
"Papa" passou a ser usado apenas pelo Bispo de Roma.
Em sua proposição XI, ele diz: «Quod hoc unicum est
nomen in mundo» («Que este nome [Papa] é único no mundo»).
Os Títulos do Bispo de Roma, mais frequentemente designados por Títulos Papais, referem-se aos diversos títulos utilizados pelo Protocolo, como pronome de tratamento ou designando uma realidade teológica ou secular do Bispo de Roma. Para a Igreja Católica, “constituem o que se denominou de primazia de honra. Essas prerrogativas não são, como seus direitos de jurisdição, ligados ao jure divino do seu cargo. Eles cresceram no decorrer da história, e foram consagrados pelo uso de séculos, mas eles não estão livres de modificações” (cf. aqui).

Originalmente, os títulos do Bispo de Roma eram usados como expressões de respeito, poder e veneração, posteriormente muitos ficaram firmemente associados ao seu cargo, tornando-se títulos distintivos e específicos. O uso dos títulos mais antigos, são o de "Papa" e "Pontífice", que remontam a meados do século III; os demais títulos surgiram a partir do século V, e se desenvolveram ao longo de toda a Idade Média. O Anuário Pontifício, diretório da Santa Sé publicado desde 1716, lista os que são considerados os títulos oficiais papais desde então. No entanto, a lista oficial não inclui todos os que são usados. Além disso, durante a história, os Papas portaram, às vezes por séculos,
diversos outros títulos que em determinado momento foram abandonados. 

19 de Julho - São Vicente de Paulo

19 de Julho

São Vicente de Paulo



Fundador da Ordem dos Lazaristas (Congregação da Missão - CM)
Co-fundador da Congregação das Filhas da Caridade

 

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São Vicente de Paulo, um dos maiores amigos da humanidade, sacerdote zelosíssimo, homem apostólico como poucos, santo, entre os santos, um dos maiores, nasceu em Ranguines, perto de Dax, na Gasconha (França), em 1576. De condição humilde, os pais eram gente piedosa e virtuosa. Proprietários de uma pequena herdade, viviam do trabalho. Educaram cristãmente seis filhos, 4 homens e duas mulheres, obrigando-os ao trabalho no campo. Em Vicente, bem cedo descobriram os pais um bom coração e qualidades excelentes de espírito.

A ocupação predileta do menino era vigiar o gado, nas épocas do ano em que este era levado às pastagens. De preferência, levava o gado a um lugar no fundo do mato, onde havia uma capela de Nossa Senhora. Ali fazia muita oração e cantava em honra da Rainha do céu. As flores mais belas que encontrava, depositava-as sobre o altar de Maria Santíssima e com um carinho todo particular, enfeitava a humilde capelinha. Já nesta idade, revelava princípios de caridade, guardando sempre um bocado da refeição para os pobres. O pai, observando com satisfação os belos dotes do filho, quis que ele estudasse. Em quatro anos, Vicente tinha feito tantos progressos nas ciências, que pôde ser professor. Ensinando aos outros, ganhava o bastante para poder continuar os estudos nos cursos superiores, sem com isto exigir sacrifícios do pai. Seguiu os cursos teológicos em Saragoça e Toulouse e, em 23 de setembro de 1600, foi ordenado sacerdote.

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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