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quinta-feira, 31 de julho de 2014

31 de julho - Santo Inácio de Loyola

31 de Julho

Santo Inácio de Loyola



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Inácio nasceu numa família profundamente cristã, no ano de 1491. No dia em que foi batizado, recebeu o nome de Iñigo Lopez de Loyola. Sua família pertencia à aristocracia da cidade de Azpeitia, província basca de Guipuscoa, na Espanha. Era o mais novo de doze filhos. Foi educado, com todo cuidado, para tornar-se um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte, praticando esportes, principalmente a equitação. 

Em 1506, a família Lopez de Loyola estava a serviço de João Velásquez de C., tesoureiro do reino de Castela, do qual era aparentada. No ano seguinte, Iñigo tornou-se pagem e cortesão no castelo desse senhor. Lá, aprimorou sua cultura, fez-se um exímio cavaleiro e tomou gosto pelas aventuras militares. Era um homem que valorizava mais o orgulho do que a luxúria. 

Dez anos depois, em 1517, optou pela carreira militar. Por isso foi prestar serviços a um outro parente, não menos importante, o duque de Najera e vice-rei de Navarra, o qual defendeu em várias batalhas, militares e diplomáticas. 

Mas, em 20 de maio de 1521, uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido por ela na tíbia da perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ficou um longo tempo em convalescença. Iñigo tinha um grande apreço pela leitura. Durante sua vida, leu vários romances de cavalaria, de infantaria e arte militar, como também de estratégias de guerra. Contudo, durante o seu tempo de recuperação, foi lhe dado para a leitura, a Bíblia Sagrada, como também livros de espiritualidade cristã e biografias de alguns santos. O que o impressionou foi a Imitação de Cristo (ler online ou baixar PDF). E assim foi tocado pela graça. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Renúncia de si mesmo...

S. Inácio de Loiola conclui o itinerário dos Exercícios Espirituais, na contemplação para alcançar amor, propondo ao exercitante que faça um ato de oferecimento, como resumo de tudo e propósito que perdura:

«Tomai, Senhor, e recebei toda a minha liberdade, a minha memória, o meu entendimento e toda a minha vontade. Tudo o que tenho e tudo o que possuo. Vós mo destes, a vós, Senhor, o restituo. Tudo é vosso, disponde de tudo segundo a vossa inteira vontade. Dai-me o vosso amor e a vossa graça, que isso me basta».

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