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segunda-feira, 27 de julho de 2015

São Pantaleão de Nicomédia, Mártir

27 de julho 

São Pantaleão de Nicomédia

Mártir

São Pantaleão é um santo católico, que viveu no século IV. Sendo um dos Catorze Santos Auxiliares, é invocado contra o mal do cancro e da tuberculose e é patrono dos médicos. O seu sangue foi conservado por séculos na Itália onde anualmente, a 27 de julho, tornava-se líquido.

Parte das relíquias do seu corpo foram guardadas e veneradas na Sé cidade do Porto, Portugal. É o padroeiro desta cidade, tendo sido para aqui transportado pela comunidade armênia, em fuga de Constantinopla, quando da invasão Otomana. Outras estão em França, na basílica de Saint-Denis, em Paris; e sua cabeça é mantida em Lião. Na Itália, há algumas que estão na cripta da igreja de São João e Riparada, em Lucca, e ainda um braço, que é preservado na igreja de São Pantaleão, em Veneza.  


Tendo estudado Medicina, tornou-se médico pessoal do imperador Galério. Converteu-se ao Cristianismo, vindo a ser acusado pelo Imperador de ter recebido o batismo. Preso e torturado, foi martirizado por decapitação, por se recusar a abjurar de sua Fé, na cidade de Nicomédia, na Ásia Menor, em 303. Tinha, então, menos de 23 anos de idade.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Santa Margarida de Antioquia, Virgem e Mártir

20 de julho 

Santa Margarida de Antioquia

Virgem e Mártir 


Santa Margarida de Antioquia 
Andrea del Sarto
Margarida, ou também Marina (Antioquia da Pisídia , 275 – 290), foi uma menina cristã que, segundo a tradição hagiográfica, sofreu o martírio, aos quinze anos, sob Maximiano. É venerada como santa e padroeira da parturientes e puérperas.  

Segundo uma Passio redigida em grego por Teótimo (que se declara testemunha dos fatos), Margarida nasceu em 275 em Antioquia da Pisídia. Filha de sacerdote pagão, depois da morte da mãe foi confiada a uma nutriz que era secretamente cristã, durante a perseguição de Diocleciano, e que criou a menina em sua religião. Quando voltou à casa paterna, declarou sua Fé e foi expulsa de casa pelo pai, voltando à sua nutriz que a adotou e lhe confiou o cuidado de seu rebanho.

Enquanto apascentava o rebanho da mãe adotiva, foi notada pelo prefeito Ollario que tentou seduzi-la, mas ela, tendo consagrado sua virgindade a Deus, confessou sua Fé e o repeliu. Humilhado, o prefeito a denunciou como cristã. Margarida foi presa e, em sua cela, recebeu a visita do demônio, que lhe apareceu sob a forma de um dragão e a engoliu, mas Margarida, armada com sua cruz, abriu o ventre do dragão e saiu vitoriosa. Por esse motivo, é invocada para pedir um parto fácil.  


Em novo interrogatório, continuou a se declarar cristã. Ocorreu, então, um terremoto durante o qual uma pomba desceu do céu e depositou em sua cabeça uma coroa. Depois de ter resistido milagrosamente a uma série de torturas foi, enfim, decapitada, no dia 20 de julho (dies natalis) de 290, com a idade de quinze anos.  

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Ss. Vito, Modesto e Crescência, Mártires

15 de junho

Ss. Vito, Modesto e Crescência

Mártires




Nas margens do Rio Sílaro, na Basilicata (Itália), o natalício dos santos mártires Vito, Modesto (Modestus) e Crescência, os quais levados da Sicília para aquele lugar, ali mesmo, depois de superar por virtude divina a caldeira de chumbo derretido, as feras e as catastas, completaram o curso de seu glorioso combate em tempo do imperador Deocleciano (Martirológio Romano). 

São Vito nasceu na Sicília, filho de um senador chamado Hilas, pagão convicto. Sem que seu pai soubesse, converteu-se ao Cristianismo, aos 07 ou 12 anos de idade, pelas mãos de São Modesto, seu tutor, e de Santa Crescência, sua ama-de-leite. Valeriano, administrador da Sicília, aliou-se a Hilas, que não queria que o filho se mantivesse na Fé Cristã. Então, Vito foge da Sicília com São Modesto e Santa Crescência e se refugiam em Lucânia, de onde seguem para Roma, onde foram martirizados, por volta do ano 300. Os corpos dos três mártires foram sepultados pela pia matrona Fiorenza, em um lugar chamado Marianus. Pesquisadores encontraram uma tumba em Marigliano (Nápoles) que foi identificada como o antigo Marianus, e que fica junto à Igreja de São Vito, construída sobre uma basílica martirial da Idade Média e anexa, a partir da segunda metade do século XV, a um convento franciscano, onde se custodia a tumba do mártir, selada por um mármore que era antigamente coberto por pedras preciosas, sobre o qual há uma incisão em latim: HIC VITO MARTIRI SEPVLTVRA TRADITVR

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

São Brás, Bispo e Mártir

03 de fevereiro  

São Brás

Bispo e Mártir


Escassos são os conhecimentos que temos acerca de São Brás, Bispo de Sebaste, na Armênia, que sofreu o martírio em 316, por ordem do governador Agricoláo, no império de Licínio ou Diocleciano.  

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

09 de outubro: Santos Dionísio, Rústico e Eleutério, Mártires

09 de outubro

Santos Dionísio, Rústico e Eleutério

Bispo o primeiro, e todos Mártires
Século III


São Dionísio, conhecido também como o Dênis ou Dinis de Paris, foi venerado como único padroeiro de França durante muito tempo, até surgir Santa Joana d'Arc para dividir com ele a grande devoção cristã da Primogênita da Igreja. É venerado pela Igreja Católica Romana como Padroeiro de Paris. Foi o primeiro Bispo de Paris e acabou martirizado no ano de 258 da nossa era (Século III). Há historiadores que colocam seu martírio sob a perseguição de Décio, em 250, ou de Deocleciano, em 285.   


Ultima Comunhão e Martírio de
São Dionisio, São Rustico e São Eleuterio

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Segundo a tradição, São Dionísio caminhou até seu túmulo por uma rua chamada depois Rue des Martyrs (Rua dos Mártires), carregando a própria cabeça decapitada e entregando-a a uma nobre romana chamada Catulla, cuja família era dona da propriedade que abrigava seu túmulo. São Dionísio é chamado, por isso, "mártir cefalóforo", ou seja, carregador de cabeça.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

OS CATORZE SANTOS AUXILIARES

http://sacragaleria.blogspot.com/2014/09/os-catorze-santos-auxiliares.html
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Os Santos Auxiliares - também chamados de Santos Patronos - são um grupo de quatorze santos que são invocados pelo povo cristão como intercessores eficazes contra as mais diversas doenças.

A devoção a esses santos nasceu na Renânia (Alemanha) no século XIV. No dia 17 de setembro de 1445, o Menino Jesus apareceu a um pastorzinho chamado Hermann Leicht de Langheim, filho do locatário de uma propriedade de Frankental. A aparição se repetiu, desta vez com o Menino circundado por velas acessas; e no dia 29 de julho de 1446, no mesmo lugar, o Menino Jesus estava acompanhado por quatorze criança. Quando o pastorzinho perguntou quem eram, as crianças responderam que eram os quatorze salvadores e pediram que lhes fosse dedicada, naquele lugar, uma capela. Eles apareceram também a uma jovem gravemente enferma, que foi levada até o local e milagrosamente curada. O abade de um convento cisterciense que havia nas vizinhanças acabou cedendo aos pedidos incessantes do povo e mandou erigir, para as exigências imediatas dos iminentes peregrinos uma capela em honra dos Quatorze Santos Salvadores.

Depois, foi instituída uma festa coletiva para eles, com dada fixada em 8 de agosto. A esta devoção o Papa Nicolau V concedeu particulares indulgências. Em 1743, começou a construção, por desenho do arquiteto Balthasar Neumann (1687 – 1753), do Santuário de Vierzehnheligen (Bad Staffelstein, Alta Franconia).

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

São Egídio, Abade e Eremita

1º de Setembro

Santo Egídio (Giles)

Abade e Confessor


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Santo Egídio, também conhecido como São Giles, nasceu em Atenas, filho de pais nobres, no oitavo século e foi Abade do Monastério Beneditino de Rio Rhône, no local onde é hoje o Monastério de Saint-Gilles. A sua vida foi composta no século X.

De acordo com a Legenda Aurea, após passar dois anos em Arles, Giles tornou-se um eremita na nascente do Rio Rhône e também do Rio Gard, na região de Nimes. Sua única companhia era uma corça, enviada por Deus para alimentá-lo. Certo dia, um dos melhores caçadores de Vamba,
Rei dos Visigodos, atirou uma flecha certeira contra a corça e, em vez dela morta, encontraram São Giles segurando a flecha e a corça. Diz a tradição que São Giles desviou a flecha em sua direção de modo a atingir a sua mão e não a corça.

O rei impressionado com o milagre e como forma de reparar o ato hediondo, disponibilizou médicos para cuidarem dos ferimentos da mão de Egídio e construiu um pequeno monastério para Giles, doando-lhe o sítio onde fixara seu eremitério. Lá prosperou uma ativa comunidade de monges, dos quais Giles se tornou abade. Mais tarde, Carlos Martello o chamou para ser seu confessor (vide mais abaixo).

sexta-feira, 25 de julho de 2014

25 de julho - S. Cristovão, Mártir

25 de julho

São Cristovão

Mártir
+ 25/06/254


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O martírio de S. Cristóvão deu-se, no dia 25 de Julho, no ano do Senhor de 254, sendo imperador Décio, como refere o Martirológio Romano e o Cardeal Barónio. A Igreja celebra-o em 25 de Julho. Seu nome significa “portador de Cristo”.  

Diz o martirológio, numa síntese: "Na Lícia, São Cristovão, mártir, que, sob o imperador Décio, tendo sido ferido com varas de ferro e preservado da violência do fogo pelo poder de Jesus Cristo, foi, afinal, atravessado de flechas e recebeu o martírio, pela decapitação (III Século)". 
 
A vida de São Cristovão está envolta em muitas lendas, a tal ponto que é difícil saber qual a verdade da sua vida. Sabe-se que foi mártir, morreu na cidade de Lícia, no sul da Turquia, durante a perseguição do Imperador Décio ou Diocleciano, capturado e martirizado pelo governador de Antioquia. 


A existência de um mártir chamado São Cristóvão não pode ser negada visto ter sido suficientemente provada pelo jesuíta Nicholas Serarius, em seu tratado sobre ladainhas - "Litenutici" (Cologne 1609) e por Molanus em sua historia de pinturas sagradas "De Picturis et imaginibus sacris" (Louvain 1570). Os "Actos de S. Bartolomeu", compostos no século VI, falam de um certo "Christianus cynocephalus (cabeça de cão) e anthropophagus (antropófago)", que o apóstolo converteu.

Existe uma pequena igreja dedicada ao mártir São Cristóvão onde o corpo de São Remigius de Reims foi enterrado 532 (Acta SS,1 Outubro 161). O Papa São Gregório, o Magno, grande estudioso dos santos, refere-se a um monastério a São Cristóvão (Eppx 33). O Breviário e o Missal Mozarábico, revisado e indicado por São Isidoro de Sevilha, contem um Ofício especial em honra de São Cristovão. Em 1386, uma irmandade foi fundada sob o patrocínio de São Cristóvão no Tirol (Vorarlberg) para guiar os viajantes em Arlberg. Em 1517, a "Sociedade de São Cristóvão" foi fundada em Caryntia, Styria, na Saxônia e em Munique. Grande veneração popular ao santo é encontrada em Veneza e às margens do Danúbio, Reno e outros rios onde as enchentes causam frequentes danos. Moedas com a sua imagem são cunhadas em Wurzburg, em Wurtemberg e na Bohemia. Estátuas do santo são colocadas na entrada das igrejas, das pontes, túneis e sua medalha é encontrada nos veículos em geral. 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

02 de junho: Santo Erasmo

02 de junho

Santo Erasmo

Mártir 
(+ Roma) - Século IV



A tradição cristã descreveu a vida de Erasmo com passagens surpreendentes. Ele pertencia ao clero da Antioquia. Foi forçado, durante a perseguição do imperador Diocleciano, a esconder-se numa caverna no Monte Líbano durante sete anos. Capturado e longamente torturado, foi levado para ser julgado pelo imperador, que tentou de todas as formas fazer com que renegasse a fé em Cristo. Porém Erasmo manteve-se firme e por isso novamente voltou para a prisão.

De lá foi milagrosamente libertado por um anjo que o levou para a Dalmácia, onde fez milhares de conversões durante mais sete anos.

Na época do imperador Maximiano, novamente foi preso e no tribunal, além de destruir um ídolo falso, declarou sua incontestável religião cristã. Tal atitude de Erasmo fez milhares de pagãos converterem-se, as quais depois foram mortas pela perseguição desse enfurecido imperador.

Outra vez teria sido horrivelmente torturado e também libertado, agora pelo arcanjo Miguel, que o conduziu para a costa do sul da Itália. Ali se tornou o bispo de Fornia, mas por um breve período. Morreu pouco depois devido às feridas de seus dois suplícios, por este motivo recebeu o título de mártir.

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