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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Santa Margarida de Antioquia, Virgem e Mártir

20 de julho 

Santa Margarida de Antioquia

Virgem e Mártir 


Santa Margarida de Antioquia 
Andrea del Sarto
Margarida, ou também Marina (Antioquia da Pisídia , 275 – 290), foi uma menina cristã que, segundo a tradição hagiográfica, sofreu o martírio, aos quinze anos, sob Maximiano. É venerada como santa e padroeira da parturientes e puérperas.  

Segundo uma Passio redigida em grego por Teótimo (que se declara testemunha dos fatos), Margarida nasceu em 275 em Antioquia da Pisídia. Filha de sacerdote pagão, depois da morte da mãe foi confiada a uma nutriz que era secretamente cristã, durante a perseguição de Diocleciano, e que criou a menina em sua religião. Quando voltou à casa paterna, declarou sua Fé e foi expulsa de casa pelo pai, voltando à sua nutriz que a adotou e lhe confiou o cuidado de seu rebanho.

Enquanto apascentava o rebanho da mãe adotiva, foi notada pelo prefeito Ollario que tentou seduzi-la, mas ela, tendo consagrado sua virgindade a Deus, confessou sua Fé e o repeliu. Humilhado, o prefeito a denunciou como cristã. Margarida foi presa e, em sua cela, recebeu a visita do demônio, que lhe apareceu sob a forma de um dragão e a engoliu, mas Margarida, armada com sua cruz, abriu o ventre do dragão e saiu vitoriosa. Por esse motivo, é invocada para pedir um parto fácil.  


Em novo interrogatório, continuou a se declarar cristã. Ocorreu, então, um terremoto durante o qual uma pomba desceu do céu e depositou em sua cabeça uma coroa. Depois de ter resistido milagrosamente a uma série de torturas foi, enfim, decapitada, no dia 20 de julho (dies natalis) de 290, com a idade de quinze anos.  

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Ss. Vito, Modesto e Crescência, Mártires

15 de junho

Ss. Vito, Modesto e Crescência

Mártires




Nas margens do Rio Sílaro, na Basilicata (Itália), o natalício dos santos mártires Vito, Modesto (Modestus) e Crescência, os quais levados da Sicília para aquele lugar, ali mesmo, depois de superar por virtude divina a caldeira de chumbo derretido, as feras e as catastas, completaram o curso de seu glorioso combate em tempo do imperador Deocleciano (Martirológio Romano). 

São Vito nasceu na Sicília, filho de um senador chamado Hilas, pagão convicto. Sem que seu pai soubesse, converteu-se ao Cristianismo, aos 07 ou 12 anos de idade, pelas mãos de São Modesto, seu tutor, e de Santa Crescência, sua ama-de-leite. Valeriano, administrador da Sicília, aliou-se a Hilas, que não queria que o filho se mantivesse na Fé Cristã. Então, Vito foge da Sicília com São Modesto e Santa Crescência e se refugiam em Lucânia, de onde seguem para Roma, onde foram martirizados, por volta do ano 300. Os corpos dos três mártires foram sepultados pela pia matrona Fiorenza, em um lugar chamado Marianus. Pesquisadores encontraram uma tumba em Marigliano (Nápoles) que foi identificada como o antigo Marianus, e que fica junto à Igreja de São Vito, construída sobre uma basílica martirial da Idade Média e anexa, a partir da segunda metade do século XV, a um convento franciscano, onde se custodia a tumba do mártir, selada por um mármore que era antigamente coberto por pedras preciosas, sobre o qual há uma incisão em latim: HIC VITO MARTIRI SEPVLTVRA TRADITVR

segunda-feira, 18 de maio de 2015

18 de maio: São Venâncio

18 de maio

São Venâncio

Mártir 


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Venâncio, após sofrer vários suplícios, foi decapitado em 18 de maio de 253, em Camerino, Itália, onde, na igreja com seu nome, está conservada uma pedra na qual o santo deixou a marca de seus próprios joelhos. Localizada na cripta, a pedra possui poderes terapêuticos e cura a parte dolorida que for apoiada sobre ela. 

Resta-se maravilhados diante do enorme e antiquíssimo culto tributado a este santo mártir em Camerino, como em toda a Itália central. Assim como se fica interdetti ao ler acerca dos martírios sofridos. Venâncio, um menino de 15 anos, pertencia a uma família nobre de Camerino, convertendo-se ao Cristianismo, deixou todos os confortos nos quais havia vivido até então e foi viver junto ao Sacerdote Porfírio.

Procurado pelas autoridades pagãs da cidade, e ameaçado com torturas e morte se não voltasse ao culto dos deuses pagãos, por ordem dos éditos imperiais. Venâncio, adolescente pela idade, mas de forte personalidade, se recusa a obedecer e, então, é submetido a flagelações, penas de fumaça, fogo, ecúleo (cavalletto), saindo delas sempre incólume e, por isso, colhe conversões entre os pagãos que assistem às torturas e entre os próprios carrascos.

Ainda assim, continua na prisão e continuam os tormentos com carvões acesos sobre a cabeça (por isso, é requisitado pelos que sofrem de dores de cabeça). Lhe são quebrados os dentes e a mandíbula, é jogado em um chiqueiro. Mas Venâncio não cede. Então, é jogado como alimento a cinco leões famintos, mas estes se deitam, inofensivos, a seus pés.


Na prisão, pôde acolher enfermos de todo gênero que o visitam admirados e implorando-lhe ajuda. E ele lhes devolve a saúde do corpo e da alma, convertendo-os ao Cristianismo. 


Já em desespero, o prefeito o manda jogar do alto dos muros da cidade, mas mais uma vez sai ileso, cantando louvores a Deus.

Então, é amarrado e arrastado pelos campos, e ainda nessa ocasião opera uma milagre fazendo surgir uma nascente de uma rocha para saciar a sede dos soldados, operando novas conversões.

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