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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

LUTERANOS: O SAQUE DE ROMA

Tendo em vista as previstas e blasfemas comemorações dos 500 anos da herética Reforma Luterana, publicamos a história do Saque de Roma, para que tenhamos bem em mente de quem são esses hereges aos quais os papas conciliares tem tratando como irmãos, pedido desculpas e - Deus nos livre! - pretendendo agora louvá-los e glorificá-los ao comemorar com eles, plantando arvorezinhas e pedindo mais desculpas, o fim da Contrarreforma e a vitória de Lutero. 

A Pérola de York, Santa Margarida Clitherow, vítima dos algozes anglicanos, no momento do suplício, foi convidada a rezar pela Rainha, e ela o fez desejando a conversão do monarca à verdadeira Fé. Alguns anglicanos presentes lhe pediram que rezasse com eles, mas ela se negou, afirmando: “Eu não rezarei convosco, nem vós rezareis comigo. Nem direi Amém a vossas orações, nem vós às minhas”. Estas palavras são meu lema, em se tratando de hereges, de todos os tipos.

E não disse o Apóstolo (1Cor 5,11) que não devemos nos juntar a quem se diz "irmão", mas é devasso, avarento, idólatra, caluniador, beberrão ou ladrão? E que não devemos nem mesmo nos sentar à mesa com um tipo assim? Que dizer, então, dos luteranos que tanto sangue CATÓLICOS têm nas mãos e se orgulham disso (vide texto em vermelho abaixo)! E no versículo 13, ensina: "Afastai do meio de vós o homem mau".


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O saque de Roma pelos luteranos em 1527

 

Leão X com Carlos V (à direita) e Henrique VIII - outro excomungado
Até mesmo muitos católicos não sabem que tal fato aconteceu. O que foi o Saque de Roma?

O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos do Renascimento. Foi no dia 6 de maio de 1527 que cerca de quarenta mil homens espalharam terror, violência e morte em Roma. Eram seis mil espanhóis, catorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos fanáticos luteranos. Gritavam: ”Lutherus pontifex”, diante de Castelo de Santo Anjo, para zombar do papa! Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, os invasores saquearam e massacraram a população local. Num precioso afresco representando o Santíssimo Sacramento, escreveram à ponta de espada o nome do miserável apóstata Lutero.


Cerca de 18.000 lansquenetes foram lançadas durante semanas contra a pior das repressões, ocasionando um rio de sangue costumeiramente "esquecido" pelos historiadores, que não lhe prestam a devida atenção. Um texto veneziano (contemporâneo) afirma sobre este saque que: "o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual".



Para além das questões políticas que motivaram o ataque, o exército, mercenários de maioria luterana, viu Roma como alvo de sua ganância, por ser uma cidade muito rica e de fácil tomada.

O saque marcou o fim da Renascença Italiana, atingiu o prestígio papal e liberou o imperador de agir contra a Reforma Protestante na Alemanha, para defender a Fé Católica, bem como levou o Papa a não mais reprimir os príncipes germânicos revoltosos, aliados de Lutero. Contudo, Lutero comentou: "Cristo reina de tal forma que o imperador que perseguia Lutero para o papa é forçado a destruir o papa para Lutero" 

Em lembrança ao saque e pela bravura que os cinco mil milicianos e 500 membros da Guarda Suíça demonstraram em lutar contra a turba e salvaguardar o Papa - que se refugiou em Castelo de Santo Anjo, e dos 189 guardas que estavam de plantão sobreviveram 42 - novos recrutas são investidos em 6 de maio de cada ano. 

Da secular história da Guarda Suíça Pontifícia, alguns fatos marcantes e gloriosos revelam o quanto ela agiu com “fidelidade, lealdade e honra”, correspondendo assim ao juramento solenemente prestado.

Se 22 de janeiro de 1506 é a data de nascimento da Guarda Suíça, a data do seu “batismo de fogo” é considerada o dia 6 de maio de 1527, pois, durante o Saque de Roma, os heroicos guardas escreveram com sangue uma das mais belas páginas de sua história.

Eles testemunharam com sangue o juramento de fidelidade feito aos Romanos Pontífices. Em contrapartida, 800 dos 1000 mercenários invasores caíram mortos pelas alabardas dos aguerridos suíços.

Graças a essa heroica resistência pôde o Papa Clemente VII escapar por uma passagem secreta — o célebre passetto, construído por Alexandre VI (1492–1503), que liga o Palácio Apostólico ao Castelo de Sant'Angelo às margens do Tibre —, ficando em seguro refúgio na fortaleza. (Cf. em Catolicismo).

Eis mais alguns fatos (desse episódio) que na história de alguns "eruditos" se omite covardemente:

- Todos os doentes do Hospital do Espírito Santo foram massacrados em seus leitos.

- Dos 55.000 habitantes de Roma, sobreviveram apenas 19.000.

- O resgate foi da ordem de 10 milhões de ducados (uma soma astronômica naquela época).

- Os palácios foram destruídos por tiros de canhões com os seus habitantes dentro.

- Os crânios dos Apóstolos São João e Santo André serviram para os jogos esportivos das tropas.

- O rio Tibre carregou centenas de cadáveres de religiosas, leigas e crianças violentadas (muitas com lanças incrustadas em seu sexo).

- As igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, foram convertidas em estábulos e missas profanas com prostitutas divertiam a soldadesca. 


- Gregório afirma a respeito: "Alguns soldados embriagados colocaram ornamentos sacerdotais em um asno e obrigaram a um sacerdote a conferir-lhe a comunhão. O pobre sacerdote engoliu a forma e seus algozes o mataram mediante terríveis tormentos".

- Conta o Pe. Mexia: "Depois disso, sem diferenciar o sagrado e o profano, toda a cidade foi roubada e saqueada, inexistindo qualquer casa ou templo que não foi roubado ou algum homem que não foi preso e solto apenas após o resgate".

- Erasmo de Roterdan escreve sobre este episódio: "Roma não era apenas a fortaleza da Religião Cristã, a sustentadora dos espíritos nobres e o mais sereno refúgio das musas; era também a Mãe de todos os povos. Isto porque, para muitos, Roma era a mais querida, a mais doce, a mais benfeitora do que até seus próprios países. Na verdade, o saque de Roma não foi apenas a queda desta cidade, mas também de todo o mundo". 


Luteranos zombando de Clemente VII
 

Ninguém fala deste horror brevemente expresso nas linhas acima. Mas basta consultar qualquer livro honesto e transparente sobre a história documentada.

O mundo se cala - como se cala ainda perante o assassinato silencioso de milhares de católicos por fundamentalistas muçulmanos, hindus, sikis etc, não excluindo os assassinatos ocasionados pelo totalitarismo de Fidel Castro, o genocídio de Pol-Pot e a pérfida perseguição das autoridades da China.

É realmente elegante falar mal da Igreja de Cristo, fundada por Ele mesmo e com dois mil anos de história humana, como se apenas os católicos fossem os geradores das notícias escandalosas, algumas vezes verdadeiras, mas outras vezes simplesmente inexistentes.

Vejamos agora a opinião dos "Grandes Reformadores Protestantes" sobre o emprego da violência:

Iniciemos, observando que uma das bases da Reforma Protestante - a doutrina das indulgências - foi mal interpretada pelos reformadores ou pelo povo que não tinha formação religiosa (basta fazer um estudo sincero e imparcial).

No ano de 1518, o Papa Leão X emitiu uma Bula Pontifícia em que esclarecia a doutrina das indulgências e o seu uso. Nesta bula eram rejeitados muitos dos méritos que atribuíam às indulgências. As indulgências NÃO perdoavam os pecados nem as culpas, mas apenas as penitências terrenas que a Igreja (não um governante secular) havia imposto.

Quanto a livrar as almas do Purgatório, o poder do Papa se limitava às orações em que suplicava a Deus que aplicasse à alma de certo defunto o excedente dos méritos de Cristo e dos Santos ("A Reforma na Alemanha", Will Durant).

De nada adiantou tal bula, pois a Reforma seguiu o seu curso. A maneira de pensar dos Reformadores foi extremamente violenta e, muitas vezes, uma verdadeira apologia ao crime.

Com efeito, em 1520, vemos Lutero escrever em sua "Epitome":

"Se Roma assim crê e ensina, conforme os papas e cardeais, francamente declaro que o verdadeiro anticristo encontra-se entronizado no templo de Deus e governa em Roma (a empurpurada Babilônia), sendo a Cúria a sinagoga de Satanás (...)

Se a fúria dos romanistas não cessar, não restará outro remédio senão os imperadores, reis e príncipes reunidos com forças e armas atacarem a essa praga mundial, resolvendo o assunto não mais com palavras, mas com a espada.

Se castigamos os ladrões com a forca, os assaltantes com a espada, OS HEREGES COM A FOGUEIRA, por que não atacamos com armas, com maior razão, a esses mestres da perdição, a esses cardeais, a esses papas, a todo esse ápice da Sodoma romana, que tem perpetuamente corrompido a Igreja de Deus, lavando assim as nossas mãos em seu sangue?"

Em um folheto intitulado "Contra a Falsamente Chamada Ordem Espiritual do Papa e dos Bispos", de julho de 1522, disse:

"Seria melhor que se assassinassem [de matar, ele entendia muito bem!] todos os bispos e se arrasassem todas as fundações e claustros para que não se destruísse uma só alma, para não falar já de todas as almas perdidas para salvar os seus indignos fraudadores e idólatras. Que utilidade tem os que assim vivem na luxúria, alimentando-se com o suor e o sangue dos demais?"

Em seu folheto "Contra a Horda dos Camponeses que Roubam e Assassinam", Lutero dizia aos príncipes:

"Empunhai rapidamente a espada, pois um príncipe ou senhor deve lembrar neste caso que é ministro de Deus e servidor da Sua ira (Romanos 13) e que recebeu a espada para empregá-la contra tais homens (...) Se pode castigar e não o faz - mesmo que o castigo consista em tirar a vida e derramar sangue - é culpável de todos os assassinatos e todo o mal que esses homens cometerem".

Em julho de 1525, Lutero escrevia em sua "Carta Aberta sobre o Livro contra os Camponeses":

"Se acreditam que esta resposta é demasiadamente dura e que seu único fim e fazer-vos calar pela violência, respondo que isto é verdade. Um rebelde não merece ser contestado pela razão porque não a aceita. Aquele que não quer escutar a Palavra de Deus, que lhe fala com bondade, deve ouvir o algoz quando este chega com o seu machado (...) Não quero ouvir nem saber nada sobre misericórdia".

Sobre os judeus, assim dizia Lutero em suas famosas "Cartas sobre a Mesa":

"Quem puder que atire-lhes enxofre e alcatrão; se alguém puder lançá-los no fogo do inferno, tanto que melhor (...) E isto deve ser feito em honra de Nosso Senhor e do Cristianismo.

Sejam suas casas despedaçadas e destruídas (...) Sejam-lhes confiscados seus livros de orações e talmudes, bem como toda a sua Bíblia. Proíba-se seus rabinos de ensinar, sob pena de morte, de agora em diante. E se tudo isso for pouco, que sejam expulsos do país como cães raivosos".


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OS PERSONAGENS 



PAPA CLEMENTE VII


CARLOS V


LUTERO


OS LANSQUENETES


Fontes:  

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