Tendo em vista as previstas e blasfemas comemorações dos 500 anos da herética Reforma Luterana, publicamos a história do Saque de Roma, para que tenhamos bem em mente de quem são esses hereges aos quais os papas conciliares tem tratando como irmãos, pedido desculpas e - Deus nos livre! - pretendendo agora louvá-los e glorificá-los ao comemorar com eles, plantando arvorezinhas e pedindo mais desculpas, o fim da Contrarreforma e a vitória de Lutero.
A Pérola de York, Santa Margarida Clitherow, vítima dos algozes anglicanos, no momento do suplício, foi convidada a rezar pela Rainha, e ela o fez desejando a conversão do monarca à verdadeira Fé. Alguns anglicanos presentes lhe pediram que rezasse com eles, mas ela se negou, afirmando: “Eu não rezarei convosco, nem vós rezareis comigo. Nem direi Amém a vossas orações, nem vós às minhas”. Estas palavras são meu lema, em se tratando de hereges, de todos os tipos.
E não disse o Apóstolo (1Cor 5,11) que não devemos nos juntar a quem se diz "irmão", mas é devasso, avarento, idólatra, caluniador, beberrão ou ladrão? E que não devemos nem mesmo nos sentar à mesa com um tipo assim? Que dizer, então, dos luteranos que tanto sangue CATÓLICOS têm nas mãos e se orgulham disso (vide texto em vermelho abaixo)! E no versículo 13, ensina: "Afastai do meio de vós o homem mau".
Até mesmo muitos católicos não sabem que tal fato aconteceu. O que foi o Saque de Roma?
O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos do Renascimento. Foi no dia 6 de maio de 1527 que cerca de quarenta mil homens espalharam terror, violência e morte em Roma. Eram seis mil espanhóis, catorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos fanáticos luteranos. Gritavam: ”Lutherus pontifex”, diante de Castelo de Santo Anjo, para zombar do papa! Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, os invasores saquearam e massacraram a população local. Num precioso afresco representando o Santíssimo Sacramento, escreveram à ponta de espada o nome do miserável apóstata Lutero.
Cerca de 18.000 lansquenetes foram lançadas durante semanas contra a pior das repressões, ocasionando um rio de sangue costumeiramente "esquecido" pelos historiadores, que não lhe prestam a devida atenção. Um texto veneziano (contemporâneo) afirma sobre este saque que: "o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual".
A Pérola de York, Santa Margarida Clitherow, vítima dos algozes anglicanos, no momento do suplício, foi convidada a rezar pela Rainha, e ela o fez desejando a conversão do monarca à verdadeira Fé. Alguns anglicanos presentes lhe pediram que rezasse com eles, mas ela se negou, afirmando: “Eu não rezarei convosco, nem vós rezareis comigo. Nem direi Amém a vossas orações, nem vós às minhas”. Estas palavras são meu lema, em se tratando de hereges, de todos os tipos.
E não disse o Apóstolo (1Cor 5,11) que não devemos nos juntar a quem se diz "irmão", mas é devasso, avarento, idólatra, caluniador, beberrão ou ladrão? E que não devemos nem mesmo nos sentar à mesa com um tipo assim? Que dizer, então, dos luteranos que tanto sangue CATÓLICOS têm nas mãos e se orgulham disso (vide texto em vermelho abaixo)! E no versículo 13, ensina: "Afastai do meio de vós o homem mau".
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O saque de Roma pelos luteranos em 1527
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| Leão X com Carlos V (à direita) e Henrique VIII - outro excomungado |
O Saque de Roma foi um dos episódios mais sangrentos do Renascimento. Foi no dia 6 de maio de 1527 que cerca de quarenta mil homens espalharam terror, violência e morte em Roma. Eram seis mil espanhóis, catorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos fanáticos luteranos. Gritavam: ”Lutherus pontifex”, diante de Castelo de Santo Anjo, para zombar do papa! Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, os invasores saquearam e massacraram a população local. Num precioso afresco representando o Santíssimo Sacramento, escreveram à ponta de espada o nome do miserável apóstata Lutero.
Cerca de 18.000 lansquenetes foram lançadas durante semanas contra a pior das repressões, ocasionando um rio de sangue costumeiramente "esquecido" pelos historiadores, que não lhe prestam a devida atenção. Um texto veneziano (contemporâneo) afirma sobre este saque que: "o inferno não é nada quando comparado com a visão da Roma atual".




