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domingo, 3 de abril de 2016

PADRE ORTIZ & CIA: É UM DEVER ALERTAR AOS FIEIS

PADRE ORTIZ & CIA: É UM DEVER ALERTAR AOS FIEIS



 Judas Iscariotes 

O traidor recebendo
o preço da traição  
Guiado pelo Pai da Mentira. 

Quem guia a Desistência?

Nos deparamos, nestes dias, diante um trabalho demasiado extenso de Pe. Ortiz. Tratando de Mons. Ambrose e sua relação com os Padres Pfeiffer y Hewko, 36 páginas no melhor estilo dos sofistas que há tempos vêm elevando certos Bispos ao status de divindade. Tais questões já foram resolvidas em seu devido tempo, no final de outubro do ano passado (2015), seja através de sermões, seja por comunicados. Quem ainda tiver alguma dúvida, escreva aos Padres envolvidos e serão devidamente esclarecidas.

Mas não deixa de nos surpreender que o autor, que tanto se ocupa de um Bispo suspeito de ser ortodoxo, não preste mais atenção às heterodoxias de Mons. Williamson, a quem, segundo o atesta privadamente, já alertou sobre seus diversos e abundantes erros, sustentados em seus “Eleison”. Por que o Pe. Ortiz não repreende publicamente ao Bispo inglês em nada?

Será por prudência humana? Será por covardia? Ou espera que sua fidelidade seja premiada com uma “mitra”?

Por outro lado, um blog decadente e sensacionalista do México, menciona a atitude do Pe. Pfeiffer de criticar a estranha relação de Mons. Williamson com um padre envolvido com sérios problemas morais [para quem não sabe ainda do que se trata: Dom Williamson protege um padre PEDÓFILO CONFESSO, alguém que disse a um pai que, se ele o pegasse olhando "estranho" para seus filhinhos, olhasse "feio" para ele... Esta é a proteção às crianças???? Que os pais cuidem de seus filhos porque ele, o PEDÓFILO, vai continuar fazendo seu apostolado e, possivelmente, porque é mais forte do que ele, continuará a atacar crianças!!!! Somente o "olhar feio" de um pai pode proteger as crianças???] quando o próprio Pe. Pfeiffer conhece um padre suspeito do mesmo problema. É necessário dizer que as diferenças são grandes. Em um caso, o Pe. Pfeiffer apenas conhece e trata com este sacerdote como qualquer um pode fazer com seus vizinhos. No outro caso, é um Bispo convivendo e favorecendo o apostolado de alguém que reconheceu publicamente seu delito, e que, em tempos normais da Igreja, teria sido destituído do Sacerdócio.

Ambos os fatos, seja do Bispo falsamente acusado de ser ortodoxo, seja do sacerdote, são ventilados mais uma vez para distrair a atenção das ações de quem desesperadamente trabalha para dividir e aniquilar o resto da Resistência Católica; de quem, contradizendo formalmente a Mons. Lefebvre, encontra coisas boas no “Novus Ordo”, e até Milagres, negando a necessária estrutura eclesial e recomendando, inclusive, a assistência às missas dos seguidores de Mons. Fellay.  

Por isso, mais uma vez perguntamos a Mons. Williamson e companhia: “a quem resistem?”.  

Evidentemente só se ocupam em atacar e dividir aos que ainda permanecem católicos.

Roberto Rochert
Texas


Em espanhol e inglês (logo). 



  
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