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quarta-feira, 26 de junho de 2013

OPINIÃO: A deturpação esquerdista da ideia de Estado laico

Uma opinião. Obviamente não concordo com muita coisa, sobretudo especificamente sobre religião. A intenção é a reflexão.


Meu Professor de História mentiu para mim: o Estado laico

A esquerda quer fazer crer que Estado Laico seja um Estado esvaziado de qualquer referência à religião. Isso, OBVIAMENTE, é impossível. A expressão ESTADO LAICO significa apenas e tão somente que a Letra da Lei não pode se basear na interpretação da Letra Sagrada; ou seja: o estado não pode acionar o monopólio da violência (aparato policial) para obrigar a população a se submeter a ditames religiosos; ou ainda: a religião não pode exercer a força coercitiva da lei secular. Por exemplo, na Bíblia, em Levíticos, está expressa uma proibição em aparar a barba. Na hipótese fictícia de que um grupo de cristãos fundamentalistas alcançasse o poder político com o objetivo de fazer essa proibição ganhar força de lei estatal, eles JAMAIS poderiam aprovar uma lei desse tipo baseando-a na Escritura. Eles seriam impedidos EXATAMENTE pela LAICIDADE DO ESTADO. Isso posto, sigamos adiante: o movimento que se diz defensor do Estado Laico para advogar a RUPTURA com QUALQUER TRAÇO DE RELIGIOSIDADE é OBVIAMENTE um engodo, uma armadilha para incautos.

A esquerda FINGE não saber que o FATO de haver uma imagem de JESUS CRISTO no ponto mais alto da cidade brasileira mais famosa do mundo, e que essa imagem seja, ela própria, um cartão postal reconhecido NO MUNDO INTEIRO, NÃO É CASUAL, NEM FORTUITO. O Brasil foi descoberto PELA IGREJA CATÓLICA (pesquisem o significado daquela cruz vermelha que aparece nas velas das naus portuguesas em TODAS as gravuras de livros didáticos, inclusive os do MEC), cortar os vínculos com o cristianismo é PASSAR A BORRACHA NA HISTÓRIA. Portanto, qualquer projeto que queira livrar o Estado brasileiro da influência do cristianismo é um projeto de ENGENHARIA SOCIAL dos mais nefastos e atrozes que a mente humana pode conceber. Prestem atenção na encruzilhada à qual leva a noção DETURPADA de laicidade do Estado defendida pela esquerda. Estudem com o indispensável distanciamento a alegação: "precisaria haver símbolos de TODAS as religiões ou de NENHUMA delas".

01) Seguindo a lógica que clama pela exibição de símbolos de TODAS as religiões, desembocaremos NECESSARIAMENTE no projeto de esvaziar o SENTIDO de cada símbolo religioso pela saturação de símbolos divergentes de modo que no meio da confusão nenhum deles receba qualquer atenção. Na prática, isso consistiria em sandices como a obrigação de coroar outros acidentes geográficos cariocas com imagens de Ganesha, Maomé, Oxossi etc (e por que não acrescentar Satanás a essa lista, salvo por "intolerância religiosa"?). Como não existe um número definido de religiões, os cofres públicos estariam exauridos muito antes de se completar o reparo da "injustiça". Trata-se de um projeto inexequível que se apresenta somente para cumprir a função de criar um truque de pirotecnia, para que seja possível alegar que a proposta não é ferir a crença predominante (o cristianismo).

02) Seguindo a lógica que clama pela retirada dos crucifixos e do dizer "Deus seja louvado" das cédulas de real, desembocaremos NECESSARIAMENTE na necessidade de REMOÇÃO do Cristo Redentor. E por que mesmo gastar dinheiro público decorando as cidades para o Natal? Adiante, precisaríamos mesmo mudar o nome de METADE das cidades brasileiras, entre elas: São Paulo (o apostolo), Salvador (uma das formas como os cristãos se referem a Jesus), Rio de Janeiro (espero que não haja quem desconheça que o nome da cidade é "Cidade de SÃO SEBASTIÃO do Rio de Janeiro"), São João Del Rey e por aí vai. Segundo o IBGE, entre os 5.565 municípios brasileiros, há nada menos do que 2.500 localidades com nomes de santos. Ao contrário da primeira, essa segunda proposta é exequível, embora envolva uma quantidade de esforço DESCOMUNAL e obviamente não produza NENHUM tipo de ganho.

Se nos permitirmos ser arrastados para o jogo proposto pela esquerda, para a definição esquerdista de "laicidade estatal", estaremos diante da OBRIGAÇÃO de escolher entre uma proposta INEXEQUÍVEL e outra INÓCUA e extremamente DISPENDIOSA de todas as formas que um projeto pode ser DISPENDIOSO. Pode parecer burrice, MAS NÃO É. Ou será que ainda precisa explicar qual é o REAL objetivo por trás dos bastidores? APENAS e TÃO SOMENTE o velho golpe do "dividir para conquistar". As pessoas cuja quantidade de neurônios não é suficiente para compreender a estratégia destrinchada acima (a quase totalidade da população) começarão a tomar partido e se digladiar para defender a proposta 01 contra a 02 e a 02 contra a 01. No processo, o cristianismo (que é a crença da MAIORIA da população brasileira) será acusado de ser o causador da contenda. Que coincidência! Logo o cristianismo que foi tido pelo próprio Marx como uma das mais potentes forças que impedem a Revolução!

Mais:

A imagem da deusa pagã Têmis, igualmente onipresente em todos os tribunais brasileiros, não fere a "Noção Esquerdista de Estado Laico"? E o bastão de Asclépio por sua vez onipresente em hospitais, inclusive os públicos, pagos com recursos dos contribuintes cristãos? Não fere a "Noção Esquerdista de Estado Laico"? Se ferem, serão retirados? Se não ferem, qual o motivo por trás dessa essa implicância seletiva????

Mais ainda:

A alegação de que o que aqui foi exposto privilegia o cristianismo é FALSA. A laicidade do Estado NÃO privilegia APENAS o cristianismo, mas qualquer CRENÇA ou RELIGIÃO, CONTANTO QUE esta tenha sido DE FATO INCORPORADA à CULTURA. No centro da cidade de Salvador (capital da Bahia) há um lago artificial chamado "Dique do Tororó" o qual foi dotado de gigantescas imagens metálicas que representam os orixás, entidades adoradas no candomblé, instaladas e são mantidas com dinheiro dos contribuintes, nem todos adoradores dessas entidades. Eu mesmo sou cristão, mas jamais permitiria que tais imagens fossem retiradas. Não cultuo e sequer acredito nas entidades que essas esculturas representam, mas eu respeito o direito da parcela da população que o faz. Além disso, são bonitas, a presença delas adorna o lugar. O nome disso é ARTE, CULTURA, TRADIÇÃO. A cidade de Salvador foi construída por pessoas que acreditavam no universo simbólico expresso por aquelas esculturas e é JUSTO e NATURAL que tal fato HISTÓRICO seja RECONHECIDO. Há algum tempo, uma pequena minoria de fundamentalistas cristãos pleiteou a retirada dessas imagens. Mas GRAÇAS À LAICIDADE DO ESTADO, ou seja, graças a não HAVER ESPAÇO PARA O FUNDAMENTALISMO, para a INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, elas continuam lá. Não há nenhuma lei que proíba a construção de uma imagem de Ganesha com 10 metros de altura. Se não há imagens de Ganesha nessas proporções no Brasil é apenas e tão somente porque na TRADIÇÃO brasileira o culto a Ganesha não tem importância cultural que a justifique.

Mesmo que o que aqui exposto privilegiasse o cristianismo (não o faz) não haveria nenhum problema, visto que (apesar de existir uma insignificante minoria de cristãos que são realmente fundamentalistas) de uma forma geral a maioria das religiões cristãs prega e pratica a tolerância. Já o islamismo, que é a religião que a engenharia social esquerdista quer introduzir no Brasil, é NOTADAMENTE marcado pela intolerância. Todos os países cuja maioria é cristã oferecem condições, inclusive jurídicas, de liberdade religiosa e todos eles possuem minorias que seguem outras religiões (ou não seguem religião alguma) e são RESPEITADAS. Já nos países onde vigora a xária, a perseguição religiosa (não só em relação a CRISTÃOS, mas também em relação a QUALQUER DISSIDÊNCIA, incluído aí o ateísmo) é atroz. A título de exemplo, tomemos a Índia, onde as guerras religiosas entre muçulmanos e hinduístas, em um processo de barbárie endógena, ceifam anualmente milhares de vidas e corroem o tecido social daquele país. Portanto, defender a tradição cristã brasileira é o MESMO QUE defender a liberdade religiosa e o estado laico (conforme está escrito na postagem). Visto que as massas possuem inclinação NATURAL para a religião, enfraquecer o cristianismo é abrir as portas às religiões exógenas à tradição brasileira. Uma delas é o islamismo, o que seria o mesmo que permitir a possibilidade de se implantar no Brasil práticas nem um pouco civilizadas.

Ainda mais:

Eu sou cristão e, da mesma forma que não me ofendo com as imagens dos orixás, alguém que tenha se tornado ateu de verdade jamais se importaria com a presença de símbolos religiosos, porque, para ele, eles são neutros. As práticas religiosas e suas significações simplesmente não mais lhes dizem respeito, ele volta a atenção para qualquer outro elemento da ordem da realidade. Já um neo-ateu não é ateu. Um neo-ateu é um ANTI-TEÍSTA MILITANTE, que vem a ser um tipo de CHATO (como TODO e QUALQUER militante). O neo-ateu é aquele menino que ficou revoltadinho porque não ganhou presente no Natal e quer que todos os amiguinhos que ganharam o presente encarem o mesmo como uma afronta, ou qualquer outro pensamento igualmente nefasto que ele consiga disseminar para fazer com que os demais sintam raiva de Papai Noel. Ou seja, o neo-ateísmo não é baseado em uma superação racional dos paradigmas teístas, mas sim APENAS e TÃO SOMENTE no RESSENTIMENTO. Ora, o ressentimento é a BASE do MARXISMO. Alguma surpresa sobre o ALINHAMENTO entre o NEO-ATEÍSMO e o MARXISMO????

Ainda mais ainda:

O debate dos crucifixos em tribunais extrapola a questão dos símbolos religiosos. Ainda que o indivíduo não seja cristão, ou mesmo que seja ateu, não pode se furtar a ver em um crucifixo o ápice da história de um homem que foi ASSASSINADO pelo ESTADO por ter cometido CRIME DE OPINIÃO. Não precisa considerar a dimensão transcendental para ENTENDER a PERTINÊNCIA do crucifixo em TRIBUNAIS, sobretudo nos tempos que correm. Assim, até mesmo do ponto de vista SEMIOLÓGICO, o crucifixo está em vantagem em relação à estrela de David, à lua crescente e a TODOS OS OUTROS SÍMBOLOS RELIGIOSO OU PAGÃOS, quanto mais em relação a um logotipo do ateísmo, que um analfabeto queira chamar de "símbolo" ateísta.

Respostas:

Agora passo a responder direitamente alguns comentários. Sugiro que todos tenham paciência e leiam até o fim, pois as alegações respondidas são as que sempre são feitas quando o caso vem à baila.

A sra. Elaine Toscano Fonseca, que participou do debate utilizando toda sua força vital para defender a "proposta 01 para laicidade estatal esquerdista" (a inexequível) escreveu:
"Saindo da página também. Achei que o objetivo era mostrar as mentiras históricas nos livros didáticos, mas a ideia aqui definitivamente não é apenas contra o comunismo. ESSE CONTEÚDO É TÃO DOUTRINÁRIO E PARCIAL QUANTO OS PIORES LIVROS COMUNISTAS. Qualquer pessoa que pense diferente não acha lugar nesta página. Distorcem expressões como até então eu só tinha visto comunistas fazendo. Assim como as feministas (ou se preferirem, feministas radicais) são um desserviço ao feminismo igualitário, essa página é um desserviço ao anti-comunismo por mostrar anti-comunistas da pior espécie. Só descobri que não apenas comunistas podiam ser pombos enxadristas nesta página. Um Estado laico não pode ostentar nenhum símbolo religioso ou deve ostentar todos eles em sinal de respeito equânime. Se é para manter crucifixos vamos adicionas a estrela de davi, o crescente, etc... Deixo até umas sugestões. Ah... e coloquei os símbolo dos ateus na imagem também, só pra jogar por terra a teoria de que ateus não têm símbolo. O fato de eu ser cristã não impede que eu defenda os ateus."
Resposta a Elaine Toscano Fonseca:
Minha querida, o objetivo é expor o MARXISMO CULTURAL, que vem a ser EXATAMENTE a DISFUNÇÃO PSICOLÓGICA que convenceu tantas pessoas ignorantes de que a própria ignorância em si mesma é aquilo que as torna SUPERIORES em relação aos demais. A acusação de que a página é doutrinária e não dá espaço ao dissenso é não só uma MENTIRA (visto que basta passar os olhos nas postagens para constatar que eu pacientemente respondo até comentários esdrúxulos) é uma MENTIRA DESCARADA em se tratando dessa postagem especificamente. A postagem foi PENSADA para gerar polêmica e os comentários foram MANTIDOS, inclusive os sem cabimento, como o seu comentário no qual consta a acusação de que "Qualquer pessoa que pense diferente não acha lugar nesta página". A adjetivação de "pombo-enxadrista" só seria passível de ter sua pertinência cogitada se você tivesse a mais remota aptidão para a argumentação, ou, quando pouco, para EXAMINAR argumentação (sem a obrigação de concordar com ela), mas a maneira completamente passional, e totalmente desprovida de qualquer respeito pela faculdade humana da razão, como você reagiu ao debate resta evidente quem é o verdadeiro pombo-enxadrista. Por fim, se você não estava apenas derrubando as peças do xadrez com as penas, mas realmente acreditou que você "jogou por terra a teoria de que ateus não têm símbolo", fica exposto que você SEQUER TEM A MAIS REMOTA NOÇÃO do que viria a ser um SÍMBOLO. Indico, como sugestão de pesquisa, que você consulte a obra do semioticista italiano Umberto Eco, para que seus últimos arrulhos antes de bater as asas pelo menos não sejam tão infelizes a ponto de me provocar espasmos respiratórios causados por vergonha alheia.
Já o sr. Thiago Forell Möbus escreveu:
"O fato de o Brasil ser historicamente ligado ao cristianismo é irrelevante, até porque o Estado brasileiro rompeu com a igreja há mais de um século. Tradicionalmente nosso país foi escravocata também, mas a partir do momento que fora abolida a escravidão, não se viu ninguém mantendo escravos por "tradição". Ou você vai dizer que o Brasil é um estado laico-cristão (sim, já ouvi isso)? Os símbolos estão lá por tradição, mas ela é contrária a lei (no RS já foi proibida a presença de símbolos religiosos nos tribunais)."
Resposta ao sr. Thiago Forell Möbus escreveu:
Meu querido, sua comparação é de uma ATROCIDADE tão completa e absoluta que a reação CORRETA seria simplesmente apagar seu comentário. Mas, mas para sua sorte, no afã de não fornecer matéria para que a sra. Toscano acuse a página de não oferecer espaço para o dissenso, segue a resposta: Escravidão NÃO é CULTURA. A TRADIÇÃO é um aspecto relativo a APENAS a uma CULTURA. A escravidão foi abolida, mas as MARCAS da TRADIÇÃO dos povos africanos estão por todo lado na CULTURA do Brasil. Você já ouviu falar de CAPOEIRA? Já comeu uma MOQUECA? Leia a passagem acima que fala do Dique do Tororó.
O sr. Victor Passos disse:
"Meu professor de História continua mentindo pra mim... Num estado laico, não há apoio a qualquer religião. Crucifixo em órgão público é um desrespeito ao laicismo. Da mesma forma que arrumo brigas feias com meus amigos ateus comunistas, não tem como achar bonito esse monte de caca que está dizendo o liberal cristão. Sou ateu, liberal, e isso aqui começou a feder. #partiu"
Resposta ao sr. Victor Passos:
O sr. é tão liberal que é incapaz de aceitar que outras pessoas tenham uma opinião diferente da sua. "Caca" é, ao não ser capaz de produzir sequer um ÚNICO argumento, tentar IMPOR seu ponto de vista pela REPETIÇÃO do ENUNCIADO de SUA CRENÇA, ou seja dar a um IMPERATIVO CATEGÓRICO KANTIANO o tratamento de argumento. Você se diz ateu, mas sua passionalidade e sua carência de raciocínio denunciam que você é NA VERDADE um neo-ateu. E está procedendo conforme os neo-ateus procedem. Repetindo: "o grande problema dos neo-ateus é que TODAS as religiões e também os cultos pagãos possuem símbolos para ostentar. Como não há símbolos ateístas e não tem graça nenhuma pendurar uma foto de Richard Dawkins em um tribunal, daí os neo-ateus ficam revoltadinhos. Fazer o que????".
E para fechar com CHAVE DE OURO, vamos estudar o comentário da sra. Anastácia Size:
"Essa página era promissora, apesar de um ou outro radicalismo bem fundamentado. Mas essa aí de defender estado laico e manutenção de crucifixo foi o corolário da incoerência e burrice do dono da página. Tchau."
Resposta para a sra. Anastácia Size:
Afora a ausência de argumento que é patognomônica do esquerdismo, o comentário possui um disparate tão assustador, que eu não posso deixar passar: NÃO EXISTE "radicalismo bem fundamentado". O que é bem fundamentado não pode ser acusado de radicalismo, pelo menos não por uma psicologia sadia. Qualquer pessoa que tenha um mínimo de apreço pela faculdade humana da razão será obrigada a TOMAR O QUE É BEM FUNDAMENTADO COMO RÉGUA e considerar como RADICALISMO aquilo que quanto mais se distancie do que é bem fundamentado. Dizer que foi cometido "um ou outro radicalismo bem fundamentado" é o mesmo que considerar que, no caso de uma parte da população afirmar que 2+2=4, outra parte afirmar que é igual a 6, uma terceira parte que é igual a 8, e uma quinta parte que é igual a 10, pela tirocínio das diversas opiniões, é correta aquela que diz é que 2+2=8, e as pessoas que afirmam que é igual a 10 juntamente com as que afirmam que é igual a 4 são RADICAIS, sendo que as que afirmam que é igual a 4 são RADICAIS BEM FUNDAMENTADAS, pois são capazes de se utilizar da aritmética para "bem fundamentar" sua "opinião". Resumindo: a própria terminologia que você usa para JULGAR os raciocínios alheios EXPÕE sua TOTAL INAPTIDÃO para o processo de raciocínio e consequente inaptidão para realizar esse tipo de JULGAMENTO.
Destaque:

Percebam que esses esquerdistas clamam por tolerância e respeito pela liberdade de opinião AO MESMO TEMPO em que agem de forma PATOLOGICAMENTE intolerantes e reagem de forma hidrofóbica a opiniões que não se encaixem perfeitamente com a deles. A intolerância é tão extrema que sequer conseguem compreender que é humanamente impossível que dois seres humanos concordem em tudo. Assim, não possuem pudor em verbalizar que ainda que a página faça 99 postagens com as quais eles concordam, se fizer APENAS UMA ÚNICA que fira suas opiniões pré-concebidas (opiniões essas que a própria incapacidade argumentativa demonstra que não são fruto de analise racional dos fatos, mas sim de DOUTRINAÇÃO) eles estão prontos para encerrar a interação, não sem antes elencar todo seu repertório de adjetivos, e negando assim a oportunidade do CONFRONTO DE IDEIAS (vão confrontar o que, se não possuem NENHUMA????). Em comum a sra. Fonseca, o sr. Passos e a sra. Size possuem ainda o fato de os três sentirem a NECESSIDADE de anunciar que estão deixando a página. Não há nenhum tipo de impedimento para quem quer que queira seguir, deixar de seguir ou retornar a seguir a página, dessa forma, o anúncio da ação me parece uma forma de completamente INFANTIL de MISE-EN-SCÉNE.

Conclusão:

Essa página foi criada para revelar o grau de acometimento ao qual o marxismo cultural submete o Brasil atualmente. O que houve foi uma exclusão de todo um campo do espectro político-ideológico. Essa exclusão se deu pela estratégia semântica posta em prática pela esquerda marxista-leninista, que consiste em chancelar a 'esquerda não comunista' como "extrema-direita", estabelecendo uma limitação definida por eles (a esquerda Marxista-Leninista) para aquilo que é possível pensar em termos de direitismo. Assim, a melhor forma de revelar o grau de acometimento do Brasil pelo marxismo cultural, é trazer de volta à luz toda a extensão do terreno à direita da 'esquerda não comunista' (no caso, o regime militar brasileiro) que foi forçadamente excluída do espectro político. Não estamos aqui para oferecer direitismo meia-boca para quem se diz anti-comunista e vive arrotando 'gramscismo'. Os que quiserem aprender serão bem vindos. Os que apenas se auto-atribuem o título de anti-comunista somente para fazer com que suas opiniões esquerdistas pareçam ter saído de alguém "independente" serão usados como lenha no holocausto no qual eu incinero o marxismo cultural. Esses terão seus comentários dissecados, como foi feito acima. Ou, com se diz: "tudo que você disser poderá ser usado contra você no tribunal". Eu até tenho paciência para gente ignorante, mas não tenho NENHUMA para os ignorantes que posam de sabichões. O objetivo aqui é promover a verdadeira extrema-direita, que significa EXTREMO respeito pela liberdade, EXTREMO apreço pelo individualismo, EXTREMA estima pela alta-cultura e, acima de tudo, EXTREMA consideração pelo faculdade humana de raciocínio. Fui claro?

Fonte: Meu professor de História mentiu para mim.

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