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domingo, 25 de maio de 2025

As redes sociais e os sete pecados capitais


As redes sociais e os sete pecados capitais



Há tempo este artigo vem rondando a minha mente. O fenômeno das redes sociais se tornou um objeto de meditação para mim diante de diversos problemas que podemos facilmente perceber. E é um ambiente que está se tornando cada vez pior, desde o Orkut até chegarmos ao Instagram.

Obviamente, há coisas que não são um mal em si mesmas, mas se tornam um mal pela má utilização que se faz delas, como a internet, que pode ser boa se servir a bons propósitos, mas pode ser má se a alma afunda no pecado através dela. Já há outras coisas que me fazem questionar se elas não são um mal em si mesmas, como as REDES SOCIAIS.

Estar em uma rede social heterogênea como o Instagram, que tem gregos e troianos, expõe a alma a perigos reais, mesmo com todas as melhores das intenções, mesmo pretendendo focar apenas em determinados temas, louváveis e lícitos. Perdi a conta de quantas vezes eu bloqueei determinado assunto que teimava em aparecer em minha tela!!! O tal do algoritmo prega peças que não são mera coincidência. Tudo ali é calculado para alcançar um determinado objetivo.

Enfim, vamos analisar o Instagram, que escolhi porque é a única rede social da qual participo atualmente, e meu pretexto é o de manter contato com familiares e amigos espalhados pelo mundo, e, em determinados períodos, para fins comerciais, tendo em vista as duas editoras que coordeno. Pelo pouco que conheço das outras redes sociais, me parece que não há muita diferença, moralmente falando.

Por que a comparação com os sete pecados capitais? Porque é assim que a ideia nasceu e foi crescendo em minha mente, diante de determinadas situações que vi. Eventualmente, entrarão em discussão outros pecados que, embora não listados entre os sete, fazem parte da cadeia que os liga.

Quais são os sete pecados capitais? Começamos por aqui, porque nem todo católico — SIC! — sabe disto. Os pecados capitais são estes: soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. Puxando pela memória, já podem perceber que eles, e muitos outros, estão todos no Instagram.

 
SOBERBA
 
A internet — e a chamo em causa porque tudo começou com ela — é o reino dos imbecis, que deixaram a vergonha de lado e se acham no direito de ensinar os demais. No Youtube mais do que no Instagram, pululam as contas de “gurus da sabedoria”, “teólogos” autodidatas, opinadores profissionais (os opinólogos!), todos “influencers”…

Mas é no Instagram que se popularizam por causa da infinitude dos imbecis — “Stultorum infinitus est numerus” (Eclesiastes 1,15) — que os seguem e compartilham essas desgraças ambulantes. E o traço principal desses gurus é a SOBERBA, que explode quando são questionados com um mínimo de verdade e de fontes católicas. Começa que o verdadeiramente humilde nem teria uma conta pública na internet, a não ser por ordem do diretor espiritual que julgue necessária a sua presença e o seu trabalho on-line. E este é outro ponto comum que se percebe neles: não costumam ter um diretor espiritual porque a soberba o impede, se acham autossuficientes, ungidos, predestinados. E, quando existe um diretor, ou não o obedecem ou este é uma lástima, um arremedo de padre, que mal frequentou dois anos de seminário.

Além do “influencer” ser soberbo, a soberba é vendida e estimulada como uma virtude dos fortes, dos espertos, dos sábios… chegando a distorcer o pensamento de Doutores e Padres da Igreja, e filósofos em geral, para encaixá-los na “nova verdade” que eles apregoam. E isso falando só dos ambientes supostamente católicos, porque o Instagram é “democrático”, e somos obrigados a suportar os imbecis de outras religiões e culturas que também se acham no direito de ensinar.

 
AVAREZA
 
Avareza é o apego excessivo aos bens materiais, o que pode levar a um desvio da própria espiritualidade, que deve ser centrada no amor e na caridade para com o próximo. O avaro não é aquele que não gasta dinheiro, mas o que ama o dinheiro e não se importa minimamente com o próximo. Nas redes sociais pode se manifestar de diversos modos, como o apego excessivo a bens materiais e, principalmente, à ostentação de uma vida que por vezes não é real ou não é honesta. Sim, ostentar riqueza despudoradamente entra na esfera do pecado da avareza pelo apego desmedido aos bens materiais, e se veem mansões gigantescas com portas monumentais, e todo tipo de luxo — muitos meramente virtuais — que, ainda por cima, alimentam a inveja das almas fracas e afastadas de Deus. Nessa busca desenfreada pelo sucesso ostentável, os “influencers” chegam a comprar seguidores para aparentar sucesso, instigando os incautos a segui-los como um rebanho de descerebrados porque... os números, a quantidade fascinam.

 
LUXÚRIA
 
Sobre este tema, eu falaria anos, pois é o que mais aparece nas mídias sociais: nudez ou roupas e poses indecentes, música imorais, “testemunhos” escandalosos (inclusive de supostos convertidos)… a lista é longa. Você acaba de assistir a um vídeo de uma criança cantando o Regina Caeli, que agrada aos olhos e aos ouvidos, e logo a seguir vem uma mulher seminua, rebolando e desafinando frases indecentes, mesmo você tendo bloqueado esse tipo de tema inúmeras vezes. Você segue “tags” religiosas ou culturalmente elevadas, e, mesmo assim, o algoritmo joga na tela indecências e imoralidades.

A modéstia dos olhos é uma virtude que devemos praticar constantemente. Com que olhos iríamos depois admirar a beleza pura de Nossa Senhora no Céu?… Quantos anos seriam necessários no Purgatório para limpar a vista dessas visões?! Não tem como “desver” essas cenas torpes!!! E, vendo a quantidade de padres, religiosos(as) e seminaristas que estão no Instagram — a querida Irmã Cristiana ficou abismada com o simples fato de estas pessoas terem tempo para isso, diante da quantidade enorme de deveres próprios do estado religioso e sacerdotal!!! — eu me pergunto como guardam a modéstia dos olhos, a pureza e a castidade?!

E, para mais facilmente veicular essas indecências, chamam a isso de “arte”, e, por causa disso, nos proíbem de criticar nos rotulando de anacrônicos, medievais, “haters”… E essa arte não envolve apenas homens e mulheres comuns, o ultraje alcança as raias dos abismos infernais porque até os Santos da Igreja Católica, principalmente Nossa Senhora e Jesus Cristo, a pureza infinita, são o alvo preferido deles. Não são poucos os exemplos disto.

Quero, aqui, me deter sobre algo que preocupa por causa do mau exemplo, do pecado de escândalo. As pessoas tendem a crer que a internet é terra de ninguém, e fazem coisas escandalosíssimas sem se preocupar com quem possa estar vendo. Por outro lado, há pessoas que, ao invés de cortar logo a ocasião de pecado, por curiosidade ou tara, insistem em ver o que não deveriam. E não apenas assistem, mas curtem, comentam e compartilham achando que ninguém mais está vendo. A parte o fato de que, acima de nós, tem Deus Onisciente e Onipresente, a internet não é tão secreta assim, sobretudo as redes sociais. No Instagram, em particular, o algoritmo compartilha o que fazemos: surprise!! Se não sabia, fique sabendo que toda vez que você “curte” uma indecência, seus contatos podem ficar sabendo. E não adianta dizer que “dona Giulia” é curiosa e veio ver meu perfil — como certas senhoras costumavam dizer no Facebook — porque não é assim que as redes sociais funcionam. Por mais que a vida alheia não me interesse, sou obrigada a ver ou perceber essas coisas. E, até aí, tudo bem, porque não são coisas que vão mudar minha vida, porque minha Fé é mais sólida do que isso, mas elas podem mudar a vida de pessoas mais sensíveis, que podem se afastar da Igreja, da Fé verdadeira por causa de um escândalo. Resta o fato de que é chocante perceber que entre os que me rodeiam há pessoas que “curtem” conteúdos imorais vergonhosos, às vezes contra a natureza, e que não tem o menor pudor de fazê-lo.

E, neste ponto, eu abro um parêntese para falar sobre RESPEITOS HUMANOS. Quantos viram aquilo e se calaram? Por vergonha de parecer “radical”, medo de perder amizade, ou simplesmente por comodismo… Mas é o próprio Senhor quem nos alerta: “Nada há de oculto que não venha a ser revelado” (São Lucas 8, 17). A fé exige vigilância constante. Nosso Senhor disse: “O reino dos céus é arrebatado à força, e só os violentos o conquistam” (São Mateus 11, 12). É preciso fazer violência a si mesmo, vigiar os sentidos, mortificar os olhos, as vontades e os desejos. Sobretudo aqueles que têm tendências mais acentuadas aos pecados contra a castidade — seja por fraqueza, por histórico pessoal, por ocasião... — devem redobrar a atenção, recorrer à penitência, e suplicar incessantemente a intercessão dos Santos, especialmente de São Luís Gonzaga, padroeiro da juventude, modelo de pureza e de renúncia ao mundo. E nem creiam que somente os homens fazem isso! Há também mulheres — muitas, inclusive — “curtindo” e consumindo conteúdo desse teor, igualmente provocativo e contrário à moral, seja com homens, seja com outras mulheres. O pecado não tem preferência de gênero.  

Mas a virtude também não. A graça está ao alcance de todos os que lutam, caem e se levantam com sinceridade, desejando de fato o Céu.

Por outro lado, ainda no tema da luxúria, as redes sociais “normalizam”, em nome da liberdade de consciência, situações, atitudes e comportamentos que até ontem eram pecado e censurados pela sociedade. Continuam pecado, pessoal! Quem foi que aboliu os Dez Mandamentos? Não me avisaram!!! Praticamente todos os tabus foram destruídos. Ver namorados que vivem juntos já não escandaliza ninguém… Amantes que mantêm perfil nas redes sociais reivindicando um espaço na sociedade porque são “seres humanos como todo mundo”, têm seus direitos… Prostitutas e gigolôs — mudam o nome, mas a essência é a mesma — que estampam a cara sem o menor pudor, e falam da “maravilha” que é a vida deles e de como o dinheiro ganho tão porcamente lhes proporciona uma estilo de vida “invejável”. Fetiches e bizarrices sexuais expostas para qualquer um ver. Incestos dos quais se têm orgulho. E até mesmo uma velada pedofilia…

 
IRA
 
Bom, o ódio sempre existiu, e isso ninguém pode negar, mas a internet, e as redes sociais em particular, fomentam e amplificam um ódio visceral e profundo nos usuários. Seja qual for o tema proposto, os “opinólogos” que discordam despejam impropérios e desejam o pior, mesmo que seja uma criança. A rede social é um experimento social; nele, somos tratados como ratinhos de laboratório, e inflamar sensações e sentimentos faz parte disso. Daí que vemos que esse tipo de “sociedade” estimula os vícios e não as virtudes. Eu ouço dizer que estão no Instagram por este ou aquele motivo lícito em si — como eu também declarei acima — mas como negar que a simples presença nos expõe ao que há de mais degradante e evoca em nós o que há de pior?!

 
GULA
 
Gula e consumismo andam de mãos dadas. E, para isso, o Instagram é um prato cheio; desculpem o trocadilho! Como a principal atração é o visual — fotos e vídeos — mesmo sem ter demostrado interesse no assunto, rolam tela abaixo as mais incríveis delícias com que possam se entreter os olhos! Mesmo na Quaresma… Tanto a gula quanto o consumismo são movidos pelas entranhas que nunca se saciam. Muitos descontam na comida, ou nas compras descontroladas, as insatisfações, os vazios, as frustrações… É um poço sem fim.

 
INVEJA
 
Aqui, o Instagram faz, talvez, o seu “melhor” trabalho. Às vezes por querer, às vezes inocentemente, as pessoas se expõe e ostentam uma vida que, para a maioria, é inalcançável. Naturalmente — podemos usar este termo aqui?… — quem olha essas coisas todas às quais nunca terá acesso — tendo ou não formação moral católica — sente germinar em si um sentimento de INVEJA. E a inveja não é simplesmente desejar o que é do outro, mas, precipuamente, desejar que o outro perca o objeto de desejo e até morra para não mais o usufruir. O invejoso não acha “justo” que alguém possa ter algo que ele não tenha, não possa ter ou não mereça. 
Uma das filhas mais famosas da inveja é a fofoca. Ela calunia, difama, fomenta intrigas, promove discórdia e desarmonia. tem um poder de devastação tão grande que pode fazer romper, de modo irreversível, laços afetivos entre familiares e amigos. Eis o demônio plenamente satisfeito e realizado. Nas redes sociais, não são poucas as pessoas que buscam ser alvo de inveja, caindo no pecado da vaidade, ligado à soberba. 
 
PREGUIÇA
 
Bom, não é que apareçam no Instagram mensagem dizendo: seja preguiçoso! Nele, muito é subliminar, velado, insinuado. O tempo que se perde nessa atividade idiota de rolar a tela infinitamente e sem propósito, o trabalho que se deixa de fazer para ficar à toa, acabam adoecendo o usuário e tornando-o preguiçoso para com seus deveres de estado. Não são poucos os pais e mães que negligenciam os filhos por causa do celular. Eu mesma já presenciei esse tipo de coisa. Certa vez, em uma viagem, fomos jantar em um shopping, que era o único lugar aberto que achamos; e lá, na praça de alimentação, eu vi uma mãe com sua filhinha, de talvez 6 ou 7 anos; a mãe no celular, curvada e absorta, ignorava as queixas da menina: estou com frio, estou com fome… deu pena da menina. E sabe-se lá a quantas negligência está exposta!!! Alguém me disse que nas escolas, mesmo nas escolas particulares, muitas crianças vão sem desjejum ou almoço, sem banho, com piolhos e doenças de pele… Não são crianças pobres da periferia!!! São os filhos da invejada classe média. E se multiplicam, no Instagram, os vídeos de cenas de negligência dos pais por causa do celular. Alguns casos até graves, em que a criança se machuca ou morre. São os novos tempos?
 

CONCLUSÃO

As redes sociais causam escândalo, isso é um fato. E aí de quem for o escandaloso! Mas aí também de quem assiste corriqueiramente aos escândalos! Como se pode pretender ter uma vida de santidade se se vive imerso no meio dos escândalos?!

As redes sociais são, de certa forma, um lugar secreto, uma vez que existem apenas dentro de nosso celular particular, ao qual ninguém mais tem acesso sem a nossa permissão. E, por causa disso, desse “segredo” que se julga insondável, muitos abusam do LIVRE ARBÍTRIO. Só que devemos nos lembrar que Deus é ONISCIENTE e sonda o nosso coração. Podem esconder dos outros o interesse lascivo e espúrio que alimentam no segredo de seus celulares e de suas almas, mas Deus tudo vê.

O resumo da ópera é que me parece que as redes sociais não são um ambiente adequado e salutar para os católicos, e muito menos para as crianças, que também estão expostas a tudo isso. Como exercitar e guardar as virtudes se, nesses locais virtuais, somos bombardeados por todo tipo de vício e pecado?

Em nenhuma rede social há a possibilidade, hoje, de criar um NICHO CATÓLICO, como talvez fosse na época do Orkut, a fim de participar da nova sociedade sem se misturar aos mundanos. Ademais, essa possibilidade de haver um nicho “salvífico” me traz à mente a imagem de um bordel em que haja um quarto só para os puros… Conseguem compreender a incongruência disso?! Continua um bordel!!!

   

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Morreu Mario Jorge Bergoglio, o Antipapa Francisco




Morreu Mario Jorge Bergoglio, o Antipapa Francisco


Este evento nem mereceria uma linha, para deixar morrer no ostracismo um dos grandes inimigos de Cristo de nossos tempos. Mas se faz necessário esclarecer algumas coisas. 

1. Ele não foi Papa da Igreja Católica, mas Antipapa, porque foi um herege público e confesso; além de ter sido eleito por um conclave inválido e cheio de apóstatas. Se ele foi Papa, não o foram os 260 Papas CATÓLICOS, de São Pedro a Pio XII, que comandaram a Igreja de Cristo, porque ele propagou uma doutrina diferente da deles. Não pode haver duas verdades contrapostas. Não pode. 

2. No ambiente tradicionalista “misto”, aquele que insiste em misturar gregos e troianos em grupos de discussão, houve, hoje, quem rezasse pela alma dele… SIC! Não se reza pelos inimigos de Deus, da Igreja, da Fé Católica. Não depois que o inimigo morre. Enquanto vive, é possível rezar pela conversão dele – e só por isso! – mas, depois que ele morre, é inútil e imoral. 

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Da Arte Sacra produzida por inteligência artificial



Arte Sacra por Inteligência Artificial


Vou ser breve. Este artigo é um preâmbulo para um estudo maior acerca da Inteligência Artificial, a qual fará parte, inexoravelmente, de nossas vidas. Aqui, tratarei, brevemente, da questão da aplicação da IA na Arte Sacra. 

O primeiro exemplo que vi era uma imagem de Cristo esteticamente “aceitável”, mas se via, nitidamente, que fugia de tudo o que eu já havia visto antes. O estilo é peculiar e inconfundível. Eu disse que era esteticamente “aceitável” porque, a primeira vista, não havia nada de errado com ele, embora algo me incomodasse. Eu não sabia naquele momento que era uma imagem feita por uma IA. O que me incomodava é que havia muitos detalhes que pareciam ser outras coisas, talvez símbolos, mas, vistos de perto, não eram nada disso. Ainda assim... algo me incomodava. As aspas em “aceitável” são porque não achei outra palavra melhor. 

Depois, começaram a “pipocar” imagens semelhantes, com o mesmo estilo peculiar e inconfundível. Foi quando resolvi pesquisar e constatei que não foram feitas por humanos, mas por essas entidades que chamam de IA. Só que essas imagens posteriores não eram perfeitas, sempre havia algo que não ia bem, como seis dedos em uma das mãos ou a boca torta ou olhos esbugalhados. É... a IA não é tão inteligente assim!

terça-feira, 26 de junho de 2018

Vem aí o Capítulo Geral da Neo-FSSPX: mas os sapos já foram cozidos.


Vem aí o Capítulo Geral da Neo-FSSPX: mas os sapos já foram cozidos. 



Já foi anunciada a data do Capítulo Geral da Neofrat: será de 11 a 21 de julho 2018, em Ecône, na Suíça. 

O que esperar disso? Há quem espere que a Neofrat possa se livrar do mau superior e que, com um novo e menos “conciliar” superior, os rumos da Neofrat poderão mudar; quiçá... poderá voltar a ser o que era quando foi fundada por Monsenhor Lefebvre... 

A ingenuidade é linda, mas inútil às almas!... 

Não que seja da minha conta, porque não tenho parte com eles, mas eu não vejo a coisa com tanto otimismo. O mais importante não foi percebido: não importa quem governe, de agora em diante, a Neofrat, a essência dela mudou, não é mais o legado de Monsenhor Lefebvre. Não é mais católica. 

Senhores, convenhamos! O Capítulo foi arquitetado por Fellay e, reelegendo-se (duvido veementemente!) ou não, o seu sucessor seguirá o plano. 

Ademais, se durante esses últimos seis anos os 600 e passa – 637, a sermos irritantemente precisos – Sacerdotes aceitaram que se lhes dissesse que a Igreja conciliar é a Católica, que o Concílio Vaticano II é 95% bom e 5% discutível e um monte mais de asneiras, devemos nos perguntar se há algo mais a salvar na Neofrat. 

Que faria um “bom superior” com 636 padres apóstatas e covardes?... Penso que nada! O certo a fazer seria o que fez Monsenhor Lefebvre quando era o superior dos Espiritanos: renunciar e começar do zero. Do zero! 

sábado, 1 de abril de 2017

SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ

Aleluia! Finalmente o Gnocchi chegou lá. Que ele é um dos meus escritores preferidos, junto com o finado Mario Palmari, os meus leitores já sabem (veja a tag), mas eu havia parado de ler o que escreviam, mais ou menos quando Palmari faleceu, porque eles estavam “quase lá”, e eu já estava cansada dos “quase lá”, como eles, o Socci e o Mastino, por exemplo. Quem ainda está sub CVII ou crê que Bento XVI é tradicionalista... me dá nos nervos e ponho de lado mesmo, com toda a genialidade que possam indiscutivelmente ter. Mas Gnocchi reacende minhas esperanças, e quiçá Socci e os demais também possam alcançar essa clareza e tomada de posição que vejo, agora, neste texto, que assino embaixo como se meu fosse. Contudo... ainda sinto um cheiro de respeitos humanos em suas palavras. Aceitável, porque a conversão pode ser assim mesmo, aos poucos, ainda que seja desejável que fosse de um sopetão, como tive oportunidade de testemunhar algumas poucas vezes: uma mudada de rota definitiva e instantânea. Sobretudo em se tratando de um formador de opinião. E isso também é uma atividade solitária. 

Não sei se é porque sempre fui autossuficiente, desde menina; nunca precisei “do outro”, de grupos, de estar com a maioria; sempre fui “eu & Deus” – o que me parece hoje uma grande e bela graça, pois sempre me soou como um defeito meu, o de não precisar pertencer – mas o fato é que a perspectiva de ficar só nesse mundo, sem sacramentos, já não me preocupa há algum tempo. Bom, só para registro: quando falo “só” não me refiro à minha família, meu marido e minha filha, mas em sentido maior. Preciso desenhar? 

E é verdade que, desde que redescobri a Tradição, e percebi que estava de volta à Casa Paterna, passei a ter a boa sensação de não estar mais só, de pertencer a algo. Mas, graças ao estudo da doutrina e a uma boa orientação por parte do meu diretor espiritual, hoje não tenho mais medo (Lucas 12,7) de estar só, de não ter os Sacramentos, de vivenciar a experiência japonesa de quase 3 séculos sem padres e, portanto, sem Missa e sem Sacramento. Minh'alma custou o Sangue de um Deus bom, e não vou expô-la a riscos em missas juramentadas – ou em vias de – ao CVII só “porque sou pecador e preciso dos Sacramentos”, como ouço muito por aí, e que é de uma arrogância sem par! Eu não. Eu me confio nas mãos de Deus e aceito de bom grado tudo que Ele me mandar, inclusive o castigo que o mundo merece. Ainda que ele me mate, nele esperarei, dizia o bom Jó (13,15). 

I - Ir à missa “em latim” de qualquer sacerdote que está sub (ou em vias de) Concílio Vaticano II, mesmo que ele o critique de manhã, de tarde e de noite, é ir a uma missa juramentada. A mesma dos tempos da revolução maçônica francesa. 

II - ir à missa juramentada “pelos sacramentos” mostra falta de catecismo e de confiança em Deus. 

Raça de víboras. Homens de pouca fé. Não tenhais medo! Deus dá as graças. 

 


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SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ




 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A lorota da Casa Grande contra a Senzala

"Desconstruindo" o discurso dos desconstruidores de esquerda que fomentam a luta entre as classes com base em anedotas e achismos. Pô pará!  



Narloch destroça narrativa esquerdista sobre “senzala e casa grande” e bota ‘especialistas’ no chinelo 


Em um artigo para o jornal Folha de São Paulo, o escritor Leandro Narloch desmontou a narrativa esquerdistas sobre “senzala e casa grande”, promovida especialmente pelo movimento negro, que cria estorinhas sobre como a “elite branca” odeia ver negros e pobres se dando bem na vida. 

O escritor se referiu ao caso de Bruna Sena, estudante que passou – com um empurrãozinho de 25% de bônus na nota [por causa da cota social] – no vestibular de Medicina da USP de Ribeirão Preto, e que em seu discurso ensaiado repetiu um dos mais patéticos jargões da extrema-esquerda. Abaixo, confira na íntegra o texto de Narloch:


Bruna Sena conquistou uma bela vitória ao passar em primeiro lugar em medicina na USP de Ribeirão Preto, mas disse uma insensatez ao comemorar a aprovação pelo Facebook. “A Casa Grande surta quando a senzala vira médica”, afirmou ela, que é negra e vem de uma família pobre. 
Não se trata apenas da opinião descuidada de uma adolescente; figurões influentes pensam da mesma forma. “A classe média tradicional mostrou que tem horror à ascensão social dos pobres”, disse André Singer, colunista da Folha e professor da USP, em entrevista à “Ilustríssima”, em 2015. 
Na mesma época, Juca Kfouri afirmou que as manifestações eram fruto “do incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade”. 
E o economista Bresser-Pereira acredita existir no Brasil um “espírito golpista dos ricos contra os pobres”. 
Deixa eu tentar entender essa visão de mundo. Para a estudante e os três senhores, o brasileiro rico torce para que os pobres continuem pobres. Se alguma notícia da TV mostra redução de pobreza no país, o brasileiro rico esmurra seu sofá da Casa Grande. Ao deparar com pobres dormindo na calçada, ele comemora. 
Se uma negra pobre passa na USP, o brasileiro rico, não haveria dúvidas, se incomoda e faz cara feia. “Claro que a ascensão social do negro incomoda”, disse Bruna para a reportagem da Folha. 
Conforme esse retrato, o brasileiro rico, ao conversar com outros turistas na fila da torre Eiffel, não se mostra envergonhado com a miséria de seu país. Pelo contrário, mostra fotos do celular das coisas que mais gosta no Brasil: favelas, crianças barrigudas e desnutridas, trens lotados de trabalhadores mal pagos. 
Gente, vamos com calma. Nem mesmo novelas mexicanas das mais marxistas retratam os ricos de forma tão caricata. 
É claro que deve haver desmiolados que se incomodam com negros pobres no aeroporto. Mas opiniões devem se basear em estatísticas, e não em evidências anedóticas. E o que as estatísticas mostram é que a tolerância ao convívio entre classes aumenta conforme a renda e a escolaridade dos brasileiros. 
Por exemplo, para 76% dos analfabetos, empregados devem usar o elevador de serviço, mesmo que os moradores autorizem o uso do elevador social. Entre os brasileiros com diploma, 72% acreditam que moradores e funcionários devem usar o mesmo elevador. O dado vem de pesquisas do sociólogo Alberto Carlos de Almeida (aquele que apareceu em conversas gravadas com o ex-presidente Lula). 
Caricaturas como essa fazem sucesso porque é confortável e estimulante acreditar que nossos adversários intelectuais são trogloditas sem noção e sem escrúpulos. Enquanto muitos integrantes da direita acham que toda esquerda apoia Fidel Castro e dança a música “Sou do Levante, estou com Maduro”, a esquerda imagina que os ricos surtam quando pobres entram para a faculdade de medicina.  
 
Leiam também este texto. Vale a pena: https://medium.com/@paulocruzphi/uma-senzala-chamada-ideologia-fa4a4b5a50ce#.8ei4etnhm. 



Fonte: Instituto Iniciativa: https://www.institutoiniciativa.com.br/single-post/2017/02/09/A-lorota-da-Casa-Grande-contra-a-Senzala-1.    

sábado, 9 de janeiro de 2016

O que pensar de Valtorta?

"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

  * * *

 
EDITORIAL: Apresentamos uma boa opinião sobre uma vidente que é "hosanada" não só pelos modernistas, mas por muitos tradicionalistas. Cuidado! Nem tudo que reluz é ouro. Esse pulular frenético de "aparições" e "visões" é um sinal dos tempos, previsto inclusive nas Escrituras. Remetem-me aos espelhinhos e bugigangas com que os conquistadores atraíram os índios quando chegaram às Américas... Não precisamos de milagres e aparições! Precisamos crer sem ver. Este é o nosso tempo.  

E um comentário se faz necessário porque acontece algo que chama a atenção: traduzi o texto diretamente do francês, mas vi que o Non Possumus já o havia traduzido e publicado antes de mim. E me parece curioso que um blog que tanto defende a Mons. Williamson de ataques pessoais imaginários [*] publique algo contra Valtorta, uma vez que o Bispo – é de conhecimento comum! – simpatiza com esta "vidente", pois já a mencionou algumas vezes em seus escritos (CE 201 - Dois arrependimentos, por exemplo); de fato, eu até publiquei uma menção disso no Pale Ideas há alguns tempo (aqui: quando comentava a respeito de outra falsa vidente que caiu nas graças de outro Bispo; e aqui. No final, outros dois links sobre Valtorta já publicados neste blog).  

E o fato de mostrarem claramente os erros de Valtorta nos parece algo muito positivo, de bom senso, pois é realmente um perigo para a alma ler tais escritos.  

Contudo, o artigo não faz qualquer menção à simpatia de Mons. Williamson por Valtorta... Ter-se-ão esquecido disso?, ou o Non Possumus passou a ser “inimigo de Mons. Williamson”, e está a criticá-lo indiretamente? Hummm... Achei que criticar/contrariar o superior, ainda mais publicamente, fosse "sedevacantismo"... Vai ver que depende de quem diz e "como" diz (mimimi! Esto vir!). Relativizar a verdade, me parece "poco honorable y poco digno de un católico" (Pe. R.T.). 

E, por fim, me pergunto: será que encontrarão um jeito de fazer Santo Tomás dizer que, na parte em que não contrária a doutrina da Igreja, podemos ler as invenções delirantes dessa senhora? Que os escritos dela são “parasitas” que devemos manter ao invés de eliminar? Ficam as indagações... 


SE alguém se sentir na obrigação de responder a meus singelos questionamentos, faça a gentileza de ler o que escrevi com cuidado e atenção, para não fazer papel ridículo com juízos temerários e calúnias; embora eu deva agradecer de antemão por essas injustiças, tendo em vista que ornarão mais ainda a coroa da glória, no dia eterno. Se Deus assim permitir.

Giulia d'Amore 


[*] Desafio qualquer um a demonstrar ONDE Monsenhor foi atacado EM SUA PESSOA, uma vez que o que se "atacou" foram suas PALAVRAS, suas IDEIAS! E isso, até onde eu sei, não é proibido, nem é pecado, ainda mais quando há erros que devem ser corrigidos pelo bem das almas.   



* * *
 

O que pensar de Valtorta? 


Para responder a esta pergunta, reproduzimos aqui, complementando um pouco, uma passagem da recensão do livro de Padre Gérard Herrbach, “Visões sobre o Evangelho”, publicado no “Le Sel de la terre” n. 7. Para mais detalhes, remetemo-nos ao livro do Padre Herrbach disponível no site Clovis.
A propósito de Maria Valtorta

Maria Valtorta morreu em 1961, “em um isolamento psíquico incompreensível” (alucinada). Sua obra principal, “A Vida de Jesus”, escrita entre 1943 e 1947, abrange cerca de 10.000 páginas de cadernos. Seu confessor, o Padre Migliorini [1], pretende ter sido recebido em audiência, na companhia do Padre Berti, pelo Papa Pio XII, em fevereiro de 1948, e o papa lhes teria dito de publicar a obra tal e qual, acrescentando: “Quem ler, compreenderá”. Esta autorização verbal do Papa parece inverossímil: o Papa não poderia razoavelmente ter dado uma tal autorização sem ter lido o livro e sem ter-se assegurado de sua ortodoxia; mas como o papa teria encontrado tempo para ler essas 10.000 páginas? Esta autorização do papa parece mais inverossímil ainda se se considerar que o Santo Ofício proibiu permanentemente (sem correção possível) a obra um ano mais tarde, em fevereiro de 1949. Portanto, os primeiros quatro volumes foram publicados sem Imprimatur, de 1956 a 1959. Em 16 de dezembro de 1959, os livros editados foram inseridos no Index. O “L'Osservatore Romano” publicou a inserção no Index acompanhada por um artigo justificando a condenação.

Aqui estão alguns trechos:

quarta-feira, 26 de junho de 2013

OPINIÃO: A deturpação esquerdista da ideia de Estado laico

Uma opinião. Obviamente não concordo com muita coisa, sobretudo especificamente sobre religião. A intenção é a reflexão.


Meu Professor de História mentiu para mim: o Estado laico

A esquerda quer fazer crer que Estado Laico seja um Estado esvaziado de qualquer referência à religião. Isso, OBVIAMENTE, é impossível. A expressão ESTADO LAICO significa apenas e tão somente que a Letra da Lei não pode se basear na interpretação da Letra Sagrada; ou seja: o estado não pode acionar o monopólio da violência (aparato policial) para obrigar a população a se submeter a ditames religiosos; ou ainda: a religião não pode exercer a força coercitiva da lei secular. Por exemplo, na Bíblia, em Levíticos, está expressa uma proibição em aparar a barba. Na hipótese fictícia de que um grupo de cristãos fundamentalistas alcançasse o poder político com o objetivo de fazer essa proibição ganhar força de lei estatal, eles JAMAIS poderiam aprovar uma lei desse tipo baseando-a na Escritura. Eles seriam impedidos EXATAMENTE pela LAICIDADE DO ESTADO. Isso posto, sigamos adiante: o movimento que se diz defensor do Estado Laico para advogar a RUPTURA com QUALQUER TRAÇO DE RELIGIOSIDADE é OBVIAMENTE um engodo, uma armadilha para incautos.

A esquerda FINGE não saber que o FATO de haver uma imagem de JESUS CRISTO no ponto mais alto da cidade brasileira mais famosa do mundo, e que essa imagem seja, ela própria, um cartão postal reconhecido NO MUNDO INTEIRO, NÃO É CASUAL, NEM FORTUITO. O Brasil foi descoberto PELA IGREJA CATÓLICA (pesquisem o significado daquela cruz vermelha que aparece nas velas das naus portuguesas em TODAS as gravuras de livros didáticos, inclusive os do MEC), cortar os vínculos com o cristianismo é PASSAR A BORRACHA NA HISTÓRIA. Portanto, qualquer projeto que queira livrar o Estado brasileiro da influência do cristianismo é um projeto de ENGENHARIA SOCIAL dos mais nefastos e atrozes que a mente humana pode conceber. Prestem atenção na encruzilhada à qual leva a noção DETURPADA de laicidade do Estado defendida pela esquerda. Estudem com o indispensável distanciamento a alegação: "precisaria haver símbolos de TODAS as religiões ou de NENHUMA delas".

01) Seguindo a lógica que clama pela exibição de símbolos de TODAS as religiões, desembocaremos NECESSARIAMENTE no projeto de esvaziar o SENTIDO de cada símbolo religioso pela saturação de símbolos divergentes de modo que no meio da confusão nenhum deles receba qualquer atenção. Na prática, isso consistiria em sandices como a obrigação de coroar outros acidentes geográficos cariocas com imagens de Ganesha, Maomé, Oxossi etc (e por que não acrescentar Satanás a essa lista, salvo por "intolerância religiosa"?). Como não existe um número definido de religiões, os cofres públicos estariam exauridos muito antes de se completar o reparo da "injustiça". Trata-se de um projeto inexequível que se apresenta somente para cumprir a função de criar um truque de pirotecnia, para que seja possível alegar que a proposta não é ferir a crença predominante (o cristianismo).

02) Seguindo a lógica que clama pela retirada dos crucifixos e do dizer "Deus seja louvado" das cédulas de real, desembocaremos NECESSARIAMENTE na necessidade de REMOÇÃO do Cristo Redentor. E por que mesmo gastar dinheiro público decorando as cidades para o Natal? Adiante, precisaríamos mesmo mudar o nome de METADE das cidades brasileiras, entre elas: São Paulo (o apostolo), Salvador (uma das formas como os cristãos se referem a Jesus), Rio de Janeiro (espero que não haja quem desconheça que o nome da cidade é "Cidade de SÃO SEBASTIÃO do Rio de Janeiro"), São João Del Rey e por aí vai. Segundo o IBGE, entre os 5.565 municípios brasileiros, há nada menos do que 2.500 localidades com nomes de santos. Ao contrário da primeira, essa segunda proposta é exequível, embora envolva uma quantidade de esforço DESCOMUNAL e obviamente não produza NENHUM tipo de ganho.

Se nos permitirmos ser arrastados para o jogo proposto pela esquerda, para a definição esquerdista de "laicidade estatal", estaremos diante da OBRIGAÇÃO de escolher entre uma proposta INEXEQUÍVEL e outra INÓCUA e extremamente DISPENDIOSA de todas as formas que um projeto pode ser DISPENDIOSO. Pode parecer burrice, MAS NÃO É. Ou será que ainda precisa explicar qual é o REAL objetivo por trás dos bastidores? APENAS e TÃO SOMENTE o velho golpe do "dividir para conquistar". As pessoas cuja quantidade de neurônios não é suficiente para compreender a estratégia destrinchada acima (a quase totalidade da população) começarão a tomar partido e se digladiar para defender a proposta 01 contra a 02 e a 02 contra a 01. No processo, o cristianismo (que é a crença da MAIORIA da população brasileira) será acusado de ser o causador da contenda. Que coincidência! Logo o cristianismo que foi tido pelo próprio Marx como uma das mais potentes forças que impedem a Revolução!

Mais:

A imagem da deusa pagã Têmis, igualmente onipresente em todos os tribunais brasileiros, não fere a "Noção Esquerdista de Estado Laico"? E o bastão de Asclépio por sua vez onipresente em hospitais, inclusive os públicos, pagos com recursos dos contribuintes cristãos? Não fere a "Noção Esquerdista de Estado Laico"? Se ferem, serão retirados? Se não ferem, qual o motivo por trás dessa essa implicância seletiva????

Mais ainda:

A alegação de que o que aqui foi exposto privilegia o cristianismo é FALSA. A laicidade do Estado NÃO privilegia APENAS o cristianismo, mas qualquer CRENÇA ou RELIGIÃO, CONTANTO QUE esta tenha sido DE FATO INCORPORADA à CULTURA. No centro da cidade de Salvador (capital da Bahia) há um lago artificial chamado "Dique do Tororó" o qual foi dotado de gigantescas imagens metálicas que representam os orixás, entidades adoradas no candomblé, instaladas e são mantidas com dinheiro dos contribuintes, nem todos adoradores dessas entidades. Eu mesmo sou cristão, mas jamais permitiria que tais imagens fossem retiradas. Não cultuo e sequer acredito nas entidades que essas esculturas representam, mas eu respeito o direito da parcela da população que o faz. Além disso, são bonitas, a presença delas adorna o lugar. O nome disso é ARTE, CULTURA, TRADIÇÃO. A cidade de Salvador foi construída por pessoas que acreditavam no universo simbólico expresso por aquelas esculturas e é JUSTO e NATURAL que tal fato HISTÓRICO seja RECONHECIDO. Há algum tempo, uma pequena minoria de fundamentalistas cristãos pleiteou a retirada dessas imagens. Mas GRAÇAS À LAICIDADE DO ESTADO, ou seja, graças a não HAVER ESPAÇO PARA O FUNDAMENTALISMO, para a INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, elas continuam lá. Não há nenhuma lei que proíba a construção de uma imagem de Ganesha com 10 metros de altura. Se não há imagens de Ganesha nessas proporções no Brasil é apenas e tão somente porque na TRADIÇÃO brasileira o culto a Ganesha não tem importância cultural que a justifique.

Mesmo que o que aqui exposto privilegiasse o cristianismo (não o faz) não haveria nenhum problema, visto que (apesar de existir uma insignificante minoria de cristãos que são realmente fundamentalistas) de uma forma geral a maioria das religiões cristãs prega e pratica a tolerância. Já o islamismo, que é a religião que a engenharia social esquerdista quer introduzir no Brasil, é NOTADAMENTE marcado pela intolerância. Todos os países cuja maioria é cristã oferecem condições, inclusive jurídicas, de liberdade religiosa e todos eles possuem minorias que seguem outras religiões (ou não seguem religião alguma) e são RESPEITADAS. Já nos países onde vigora a xária, a perseguição religiosa (não só em relação a CRISTÃOS, mas também em relação a QUALQUER DISSIDÊNCIA, incluído aí o ateísmo) é atroz. A título de exemplo, tomemos a Índia, onde as guerras religiosas entre muçulmanos e hinduístas, em um processo de barbárie endógena, ceifam anualmente milhares de vidas e corroem o tecido social daquele país. Portanto, defender a tradição cristã brasileira é o MESMO QUE defender a liberdade religiosa e o estado laico (conforme está escrito na postagem). Visto que as massas possuem inclinação NATURAL para a religião, enfraquecer o cristianismo é abrir as portas às religiões exógenas à tradição brasileira. Uma delas é o islamismo, o que seria o mesmo que permitir a possibilidade de se implantar no Brasil práticas nem um pouco civilizadas.

Ainda mais:

Eu sou cristão e, da mesma forma que não me ofendo com as imagens dos orixás, alguém que tenha se tornado ateu de verdade jamais se importaria com a presença de símbolos religiosos, porque, para ele, eles são neutros. As práticas religiosas e suas significações simplesmente não mais lhes dizem respeito, ele volta a atenção para qualquer outro elemento da ordem da realidade. Já um neo-ateu não é ateu. Um neo-ateu é um ANTI-TEÍSTA MILITANTE, que vem a ser um tipo de CHATO (como TODO e QUALQUER militante). O neo-ateu é aquele menino que ficou revoltadinho porque não ganhou presente no Natal e quer que todos os amiguinhos que ganharam o presente encarem o mesmo como uma afronta, ou qualquer outro pensamento igualmente nefasto que ele consiga disseminar para fazer com que os demais sintam raiva de Papai Noel. Ou seja, o neo-ateísmo não é baseado em uma superação racional dos paradigmas teístas, mas sim APENAS e TÃO SOMENTE no RESSENTIMENTO. Ora, o ressentimento é a BASE do MARXISMO. Alguma surpresa sobre o ALINHAMENTO entre o NEO-ATEÍSMO e o MARXISMO????

Ainda mais ainda:

O debate dos crucifixos em tribunais extrapola a questão dos símbolos religiosos. Ainda que o indivíduo não seja cristão, ou mesmo que seja ateu, não pode se furtar a ver em um crucifixo o ápice da história de um homem que foi ASSASSINADO pelo ESTADO por ter cometido CRIME DE OPINIÃO. Não precisa considerar a dimensão transcendental para ENTENDER a PERTINÊNCIA do crucifixo em TRIBUNAIS, sobretudo nos tempos que correm. Assim, até mesmo do ponto de vista SEMIOLÓGICO, o crucifixo está em vantagem em relação à estrela de David, à lua crescente e a TODOS OS OUTROS SÍMBOLOS RELIGIOSO OU PAGÃOS, quanto mais em relação a um logotipo do ateísmo, que um analfabeto queira chamar de "símbolo" ateísta.

Respostas:

Agora passo a responder direitamente alguns comentários. Sugiro que todos tenham paciência e leiam até o fim, pois as alegações respondidas são as que sempre são feitas quando o caso vem à baila.

A sra. Elaine Toscano Fonseca, que participou do debate utilizando toda sua força vital para defender a "proposta 01 para laicidade estatal esquerdista" (a inexequível) escreveu:
"Saindo da página também. Achei que o objetivo era mostrar as mentiras históricas nos livros didáticos, mas a ideia aqui definitivamente não é apenas contra o comunismo. ESSE CONTEÚDO É TÃO DOUTRINÁRIO E PARCIAL QUANTO OS PIORES LIVROS COMUNISTAS. Qualquer pessoa que pense diferente não acha lugar nesta página. Distorcem expressões como até então eu só tinha visto comunistas fazendo. Assim como as feministas (ou se preferirem, feministas radicais) são um desserviço ao feminismo igualitário, essa página é um desserviço ao anti-comunismo por mostrar anti-comunistas da pior espécie. Só descobri que não apenas comunistas podiam ser pombos enxadristas nesta página. Um Estado laico não pode ostentar nenhum símbolo religioso ou deve ostentar todos eles em sinal de respeito equânime. Se é para manter crucifixos vamos adicionas a estrela de davi, o crescente, etc... Deixo até umas sugestões. Ah... e coloquei os símbolo dos ateus na imagem também, só pra jogar por terra a teoria de que ateus não têm símbolo. O fato de eu ser cristã não impede que eu defenda os ateus."
Resposta a Elaine Toscano Fonseca:
Minha querida, o objetivo é expor o MARXISMO CULTURAL, que vem a ser EXATAMENTE a DISFUNÇÃO PSICOLÓGICA que convenceu tantas pessoas ignorantes de que a própria ignorância em si mesma é aquilo que as torna SUPERIORES em relação aos demais. A acusação de que a página é doutrinária e não dá espaço ao dissenso é não só uma MENTIRA (visto que basta passar os olhos nas postagens para constatar que eu pacientemente respondo até comentários esdrúxulos) é uma MENTIRA DESCARADA em se tratando dessa postagem especificamente. A postagem foi PENSADA para gerar polêmica e os comentários foram MANTIDOS, inclusive os sem cabimento, como o seu comentário no qual consta a acusação de que "Qualquer pessoa que pense diferente não acha lugar nesta página". A adjetivação de "pombo-enxadrista" só seria passível de ter sua pertinência cogitada se você tivesse a mais remota aptidão para a argumentação, ou, quando pouco, para EXAMINAR argumentação (sem a obrigação de concordar com ela), mas a maneira completamente passional, e totalmente desprovida de qualquer respeito pela faculdade humana da razão, como você reagiu ao debate resta evidente quem é o verdadeiro pombo-enxadrista. Por fim, se você não estava apenas derrubando as peças do xadrez com as penas, mas realmente acreditou que você "jogou por terra a teoria de que ateus não têm símbolo", fica exposto que você SEQUER TEM A MAIS REMOTA NOÇÃO do que viria a ser um SÍMBOLO. Indico, como sugestão de pesquisa, que você consulte a obra do semioticista italiano Umberto Eco, para que seus últimos arrulhos antes de bater as asas pelo menos não sejam tão infelizes a ponto de me provocar espasmos respiratórios causados por vergonha alheia.
Já o sr. Thiago Forell Möbus escreveu:
"O fato de o Brasil ser historicamente ligado ao cristianismo é irrelevante, até porque o Estado brasileiro rompeu com a igreja há mais de um século. Tradicionalmente nosso país foi escravocata também, mas a partir do momento que fora abolida a escravidão, não se viu ninguém mantendo escravos por "tradição". Ou você vai dizer que o Brasil é um estado laico-cristão (sim, já ouvi isso)? Os símbolos estão lá por tradição, mas ela é contrária a lei (no RS já foi proibida a presença de símbolos religiosos nos tribunais)."
Resposta ao sr. Thiago Forell Möbus escreveu:
Meu querido, sua comparação é de uma ATROCIDADE tão completa e absoluta que a reação CORRETA seria simplesmente apagar seu comentário. Mas, mas para sua sorte, no afã de não fornecer matéria para que a sra. Toscano acuse a página de não oferecer espaço para o dissenso, segue a resposta: Escravidão NÃO é CULTURA. A TRADIÇÃO é um aspecto relativo a APENAS a uma CULTURA. A escravidão foi abolida, mas as MARCAS da TRADIÇÃO dos povos africanos estão por todo lado na CULTURA do Brasil. Você já ouviu falar de CAPOEIRA? Já comeu uma MOQUECA? Leia a passagem acima que fala do Dique do Tororó.
O sr. Victor Passos disse:
"Meu professor de História continua mentindo pra mim... Num estado laico, não há apoio a qualquer religião. Crucifixo em órgão público é um desrespeito ao laicismo. Da mesma forma que arrumo brigas feias com meus amigos ateus comunistas, não tem como achar bonito esse monte de caca que está dizendo o liberal cristão. Sou ateu, liberal, e isso aqui começou a feder. #partiu"
Resposta ao sr. Victor Passos:
O sr. é tão liberal que é incapaz de aceitar que outras pessoas tenham uma opinião diferente da sua. "Caca" é, ao não ser capaz de produzir sequer um ÚNICO argumento, tentar IMPOR seu ponto de vista pela REPETIÇÃO do ENUNCIADO de SUA CRENÇA, ou seja dar a um IMPERATIVO CATEGÓRICO KANTIANO o tratamento de argumento. Você se diz ateu, mas sua passionalidade e sua carência de raciocínio denunciam que você é NA VERDADE um neo-ateu. E está procedendo conforme os neo-ateus procedem. Repetindo: "o grande problema dos neo-ateus é que TODAS as religiões e também os cultos pagãos possuem símbolos para ostentar. Como não há símbolos ateístas e não tem graça nenhuma pendurar uma foto de Richard Dawkins em um tribunal, daí os neo-ateus ficam revoltadinhos. Fazer o que????".
E para fechar com CHAVE DE OURO, vamos estudar o comentário da sra. Anastácia Size:
"Essa página era promissora, apesar de um ou outro radicalismo bem fundamentado. Mas essa aí de defender estado laico e manutenção de crucifixo foi o corolário da incoerência e burrice do dono da página. Tchau."
Resposta para a sra. Anastácia Size:
Afora a ausência de argumento que é patognomônica do esquerdismo, o comentário possui um disparate tão assustador, que eu não posso deixar passar: NÃO EXISTE "radicalismo bem fundamentado". O que é bem fundamentado não pode ser acusado de radicalismo, pelo menos não por uma psicologia sadia. Qualquer pessoa que tenha um mínimo de apreço pela faculdade humana da razão será obrigada a TOMAR O QUE É BEM FUNDAMENTADO COMO RÉGUA e considerar como RADICALISMO aquilo que quanto mais se distancie do que é bem fundamentado. Dizer que foi cometido "um ou outro radicalismo bem fundamentado" é o mesmo que considerar que, no caso de uma parte da população afirmar que 2+2=4, outra parte afirmar que é igual a 6, uma terceira parte que é igual a 8, e uma quinta parte que é igual a 10, pela tirocínio das diversas opiniões, é correta aquela que diz é que 2+2=8, e as pessoas que afirmam que é igual a 10 juntamente com as que afirmam que é igual a 4 são RADICAIS, sendo que as que afirmam que é igual a 4 são RADICAIS BEM FUNDAMENTADAS, pois são capazes de se utilizar da aritmética para "bem fundamentar" sua "opinião". Resumindo: a própria terminologia que você usa para JULGAR os raciocínios alheios EXPÕE sua TOTAL INAPTIDÃO para o processo de raciocínio e consequente inaptidão para realizar esse tipo de JULGAMENTO.
Destaque:

Percebam que esses esquerdistas clamam por tolerância e respeito pela liberdade de opinião AO MESMO TEMPO em que agem de forma PATOLOGICAMENTE intolerantes e reagem de forma hidrofóbica a opiniões que não se encaixem perfeitamente com a deles. A intolerância é tão extrema que sequer conseguem compreender que é humanamente impossível que dois seres humanos concordem em tudo. Assim, não possuem pudor em verbalizar que ainda que a página faça 99 postagens com as quais eles concordam, se fizer APENAS UMA ÚNICA que fira suas opiniões pré-concebidas (opiniões essas que a própria incapacidade argumentativa demonstra que não são fruto de analise racional dos fatos, mas sim de DOUTRINAÇÃO) eles estão prontos para encerrar a interação, não sem antes elencar todo seu repertório de adjetivos, e negando assim a oportunidade do CONFRONTO DE IDEIAS (vão confrontar o que, se não possuem NENHUMA????). Em comum a sra. Fonseca, o sr. Passos e a sra. Size possuem ainda o fato de os três sentirem a NECESSIDADE de anunciar que estão deixando a página. Não há nenhum tipo de impedimento para quem quer que queira seguir, deixar de seguir ou retornar a seguir a página, dessa forma, o anúncio da ação me parece uma forma de completamente INFANTIL de MISE-EN-SCÉNE.

Conclusão:

Essa página foi criada para revelar o grau de acometimento ao qual o marxismo cultural submete o Brasil atualmente. O que houve foi uma exclusão de todo um campo do espectro político-ideológico. Essa exclusão se deu pela estratégia semântica posta em prática pela esquerda marxista-leninista, que consiste em chancelar a 'esquerda não comunista' como "extrema-direita", estabelecendo uma limitação definida por eles (a esquerda Marxista-Leninista) para aquilo que é possível pensar em termos de direitismo. Assim, a melhor forma de revelar o grau de acometimento do Brasil pelo marxismo cultural, é trazer de volta à luz toda a extensão do terreno à direita da 'esquerda não comunista' (no caso, o regime militar brasileiro) que foi forçadamente excluída do espectro político. Não estamos aqui para oferecer direitismo meia-boca para quem se diz anti-comunista e vive arrotando 'gramscismo'. Os que quiserem aprender serão bem vindos. Os que apenas se auto-atribuem o título de anti-comunista somente para fazer com que suas opiniões esquerdistas pareçam ter saído de alguém "independente" serão usados como lenha no holocausto no qual eu incinero o marxismo cultural. Esses terão seus comentários dissecados, como foi feito acima. Ou, com se diz: "tudo que você disser poderá ser usado contra você no tribunal". Eu até tenho paciência para gente ignorante, mas não tenho NENHUMA para os ignorantes que posam de sabichões. O objetivo aqui é promover a verdadeira extrema-direita, que significa EXTREMO respeito pela liberdade, EXTREMO apreço pelo individualismo, EXTREMA estima pela alta-cultura e, acima de tudo, EXTREMA consideração pelo faculdade humana de raciocínio. Fui claro?

Fonte: Meu professor de História mentiu para mim.

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OPINIÃO SOBRE A HOMOSSEXUALIDADES

Homossexuais: política afirmativa, uma ova!


Se homossexualismo é condição insuperável, que não se escolhe - se é homossexual e pronto -, ser gay não deve ser motivo de orgulho. Por que, no meu caso, eu teria orgulho de ser heterossexual? Eu poderia, então, ter orgulho de ser branca, ter olhos verdes, ser ariana? Ser branca seria uma condição tão natural quanto ser heterossexual (ou homossexual). É dado da natureza.

Eu não preciso explicar por que eu sou mulher e por que sou branca. Posso entender o porquê, analisando órgãos, hormônios, genótipos e fenótipos, mas isto é outra coisa. Orgulho devemos ter de ser íntegros, sábios, estudiosos, corajosos, generosos, solidários. Ou seja, orgulho de virtude morais.

Se, por outro lado, homossexualismo é opção sexual, ela não pode ser fonte de direitos. Eu não tenho garantido em lei qualquer direito especial por ser heterossexual. Nenhum. Nem por ser nem por ter escolhido (sic) ser heterossexual. Por que garantir a homossexuais direitos especiais, por serem eles homossexuais? Política afirmativa, uma ova!

Quanto a transformar rejeição, não-aprovação, crítica ou aversão pela conduta homossexual em 'homofobia', aí já estamos no terreno da ignorância, má-fé e vigarice pura e simples.

Primeiro: 'homofobia' é termo cunhado pela psiquiatria para enquadrar comportamentos patológicos de aversão doentia a homossexuais, geralmente expressos em desejo incontrolável de prática de violência física ou até mesmo assassinato de homossexuais.

Se alguém me acusar de 'homofóbico', eu posso processá-lo por crime de calúnia. Estarei sendo acusada de cometer (ou querer cometer) um crime contra a pessoa do homossexual.

Agora, e se eu não gostar, não achar conveniente, não aprovar, considerar moralmente 'mau' o comportamento público e exagerado da militância gay? E se eu for contra o casamento de homossexuais, da adoção de crianças por casais gays? A Constituição me garante liberdade de expressão e de culto. Eu tenho o direito de expressar minha opinião e defender minha fé.

Eu sou católica, para a Igreja Católica, a prática do homossexualismo é pecado, é desordem, é contra a razão, é submissão à carne e à natureza dos sentidos. Os argumentos podem ser dados em base doutrinal e teológica. Acredita e aceita quem quer.

Não há instituição ou doutrina mais severa na defesa da dignidade de todo e qualquer ser humano como a Igreja Católica e o cristianismo. Até porque os materialistas acham que o homem vale tanto quanto uma lesma. A fé judaico-cristã afirma que o homem é imagem e semelhança de Deus.

Não gostar, ter aversão e criticar o homossexualismo é direito diametralmente oposto ao dos gays de se orgulhar, achar bonito, saudável e bom a prática homossexual. Aplaudir pode, vaiar não? Eu apoiar violência contra homossexuais por serem homossexuais? Jamais, nunca, sob hipótese alguma.

Não são os opositores do homossexualismo que expõem os gays ao ridículo e ao grotesco. São os próprios militantes, com seus trejeitos, fantasias, despudores, linguajar afetado, promiscuidade, drogas.

Assassinato de homossexuais? O números são proporcionalmente muito menores que a média do Brasil. Morrem 200 homossexuais por ano (não se sabe se por serem homossexuais) e morrem 50 mil brasileiros. Se homossexuais são 15% da população, 200 é muito menos que 7.500.

Além disto, qualquer estatística comprova que estes homossexuais, em sua maioria, foram agredidos ou assassinados por parceiros homossexuais ou em virtude do ambiente marginal em que vivem (prostituição masculina combinada com tráfico e consumo de drogas).

Bom lembrar que grande parte dos homossexuais travestis vive na marginalidade, na prostituição, com alto consumo de drogas. É um ambiente extremamente violento. Este crime em Campina Grande (um travesti foi esfaqueado e morto por quatro rapazes), por exemplo, não foi por homofobia, e sim por vingança.

As primeiras informações dão conta de que o travesti, que já tinha passagem pela polícia por pequenos furtos, roubou um dos assassinos, para quem tinha agenciado um programa com uma prostituta. Foi vingança entre sócios, não homofobia. As imagens gravadas mostram que o alvo era "Inete", (nome de guerra do travesti). Antes de esfaquear a vítima, os rapazes passaram por vários travestis, sem importuná-los.

Visto em: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/travesti+e+morto+a+facadas+em+campina+grande+na+paraiba/n1300082538303.html

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