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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Psiquiatra forense analisa os esquerdistas e faz comprovação científica: “É uma doença mental”



Conforme a review da Amazon, vejam a paulada científica que foi dada nos esquerdistas. 

O psiquiatra forense Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental. 

No livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, Lyle Rossiter nos explica, de forma acadêmica, as causas psicológicas do esquerdismo, mostrando todos os problemas que podem acontecer durante a formação da personalidade, causando uma série de problemas psiquiátricos que podemos denominar como esquerdismo.

Rossiter classifica os esquerdistas em dois tipos: benignos e radicais. Os radicais são aqueles cujas ações (agenda) causam dano a outros indivíduos. De qualquer forma, os esquerdistas benignos (seriam os moderados) dão sustentação aos esquerdistas radicais.

O trecho abaixo é parte da obra de Rossiter e fala sobre o tratamento do esquerdismo de forma clínica, por um psiquiatra forense. 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Os avanço da ideologia de gênero na Igreja modernista

Para compreender melhor o caminho que a Igreja modernista (NÃO CATÓLICA!) está empreendendo em relação aos homossexuais (e todas as derivações doentias), traduzi um texto publicado no La Nuova Bussola Quotidiana, site conservador ligado de forma geral à motumissa e de fãs saudosos de Bento XVI, que é considerado pela grande maioria deles o verdadeiro Papa, quase um prisioneiro no Vaticano. Ó tadinho! Bom, o texto em questão mostra como os modernistas - e principalmente Francisco - estão mudando a práxis e a doutrina da Igreja sobre o homossexualismo. Esses conservadores - entre os quais muitos bispos e cardeais - são o que está impedido Francisco de implementar em definitivo e de uma só vez a nova doutrina, "acolhedora" de pecados e pecadores, um tipo de religião pela qual todos vão para o Céu, porque "Deus é misericórdia". Vamos ao texto. Algumas observação minhas [entre colchetes]


Lançada a cruzada LGBT contra a Igreja [modernista]




É primavera, e na Igreja parece realmente ter desabrochado o amor, mas o amor homossexual. Desde o centro até a periferia, já é todo um hino às relações gays. Não dá tempo de se espantar com o novo espaço dedicado pelo jornal semanal diocesano “Verona Fedele” [Verona fiel] à nova coluna “La Porta Aperta” [A Porta Aberta], a qual debuta [debutou] no dia 1º de maio, com uma entrevista-propaganda a uma pessoa homossexual que decanta o seu amor, que descobrimos, no dia 3 de maio, portas abertas também no “Osservatore Romano”, que lança seu novo jornal dedicado às mulheres. 

O jornal vaticano obviamente é muito mais prudente, mas, para valorizar “aquela revolução intelectual que as mulheres operaram na cultura católica a começar do século passado”, recruta para a redação intelectuais "católicas" [aspas minhas] do calibre de Daria Bignardi [apresentadora do BBB italiano, e editora de revistas feministas], atual diretora de Rai 3 [canal de Tevê do Estado], firmatária do apelo ao Parlamento, em 21 de fevereiro passado, em favor das uniões gay; e Melania Mazzucco, autora do livro “Sei come sei” [Você é como é], no qual narra detalhadamente como um adolescente descobre e experimenta a sua homossexualidade (clique aqui). Como devem lembrar, o livro se tornou um caso porque foi adotado pelo Liceu Giulio Cesare de Roma, provocando uma dura reação por parte de alguns estudantes e pais (clique aqui). 


terça-feira, 9 de junho de 2015

EDITORIAL: CRISTANOFOBIA NA BLASFEMA PARADA GAY DE SP 2015

Mais uma vez se repete a obscenidade pública da Parada Gay em SP, patrocinada com dinheiro público, dinheiro dos contribuintes, dinheiro dos católicos. Entre os principais patrocinadores estão a Caixa Econômica Federal, a Petrobras, a Prefeitura de São Paulo (PT) e o Governo do Estado de SP (PSDB). Os organizadores da parada lamentaram que as empresas privadas temem associar seu nome a este evento demoníaco, embora versem muito dinheiro às ocultas. De grande empresa, só apareceram a Netflix e a Olla, fabricante de preservativos. Contudo, os católicos não usam preservativos. Não há o que boicotar ai. Quanto à Netflix: BOICOTEM! Mas como boicotar empresas públicas? Ainda que se fechem as contas correntes e poupança na CEF, na esfera pública o dinheiro é um só. Teríamos que boicotar todos os serviços públicos, em todos os níveis!!! E aqui cabe perguntar: qual é o interesse governamental em um evento que obviamente não interessa, por ora, ao empresariado privado?, apesar dos lucros que poderiam advir disso, uma vez que o "nicho gay", segundo algumas revistas de economia (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui), é bastante lucrativo, pois, embora sejam inexpressivos quanto à quantidade de consumidores (embora Censo diga que sejam já 10% da população), são absurdamente expressivos quanto à quantidade de dinheiro (pink money) que gastam e que poderiam vir a gastar; fala-se em 150 bilhões de reais só no Brasil, com um potencial para atingir 300 bilhões.  

Recentemente, assistimos atônitos a uma propaganda da empresa O Boticário, para o "Dia dos Namorados", na qual havia duas duplas homossexuais (muito, se levar em conta a "cota" de CASAIS normais!); uma propaganda veiculada na TV (aberta e por cabo) e na internet. Houve uma avalanche de protestos na internet, em todas as redes e sites de relacionamento. Houve reclamações no CONAR e no Reclame Aqui (este site é muito útil para fazer com que as empresas atendam às reclamações dos consumidores, é mais eficaz e rápido do que o SAC das empresas ou o Procon, mas no Facebook já postou várias mensagens defendendo o "direito à diversidade", e foi solenemente criticado pelos leitores!). A mídia foi pega de surpresa com o levante dos "conservadores", e não os poupou de comentários nada imparciais. Eu fiz a primeira reclamação no CONAR, não sei se houve outras. Eu também reclamei no Reclame Aqui, e a Boticário respondeu com a mesma resposta padrão que enviara a outros reclamantes. Tive que insistir na reclamação e vou insistir até dizer chega. Contudo, isso não vai longe, porque a propaganda continuará a ser veiculada livremente até este fim de semana e depois será retirada com o pretexto de que era apenas para o "Dia dos Namorados". Seja como for, o recado do Lobby Gay já foi dado

No CONAR, se der em algo, terá o mesmo resultado ineficaz. ATENÇÃO! Pode parecer inútil, mas é importante, para que sirva de exemplo, para que os cristãos saibam que não estão sozinhos a se indignarem contra este estado de coisas, que é preciso falar, que é preciso reclamar, que é preciso agir. E que fique bem claro que ativismo de poltrona, diante de uma tela de computador ou de celular, não significa nada se não houver envolvimento pessoal, se não houver uma tomada de posição. NÃO TENHAIS MEDO (S. Lucas 12,7), disse Nosso Senhor Jesus Cristo, que também disse que, se Ele que é nosso Mestre e Senhor foi perseguido, nós também seríamos, porque não é o servo maior que o senhor (S. João 15,20), nos indicando que o cristão sem martírio não é cristão. E martírio não é apenas versar o sangue por Ele, que todo Se deu por nós. Martírio também é suportar a zombaria (e não zombaram dEle?), o deboche (e não debocharam dEle?), a prisão (e não prenderam Ele?), os processos (e não foi processado Ele?), o julgamento dos outros (e não foi julgado Ele por aqueles mesmos que lhe estenderam tapetes vermelhos uma semana antes de sua morte, e morte de Cruz?).  

A BLASFÊMIA NA PARADA GAY  


E porque vos falo de martírio? Porque, na edição do último domingo (a 19º edição!!! tão longe chegou essa vergonha pública) da Parada Gay, uma criatura abjeta, um homem que se faz passar por mulher, de nome Viviany Beleboni (não sei se o link está funcionando, porque o perfil dele foi bloqueado pelo Facebook), apareceu nu, com os implantes de silicone à mostra, sobre um caminhão, em uma falsa cruz, macaqueando Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. aqui no Facebook e aqui). Esse senhor Viviany é transexual e espírita (observem que nesse artigo do G1 se afirma que "parte dos participantes" ficou chocada, e que eram essas participantes? Eram gays. E leiam os comentários: aqui, como no FB, até os gays se posicionam contra esse crime).  

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A FOGUEIRA DA INSENSATEZ - ou a impiedosa perseguição a Levy Fidelix!

Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!»
Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes:
Eu sou rei! Para isto nasci, para
isto vim ao mundo: para dar
testemunho da Verdade. Todo aquele que
vive da Verdade escuta a minha voz».

Pilatos replicou-lhe: «Que é a verdade?»

Levy Fidelix processado por um crime que não existe?


Não existe tal crime, primeiro porque "homofobia" (mais adiante falamos sobre o significado desse neologismo) NÃO É CRIME no Brasil. Mas cristanofobia É! E está previsto no Código Penal, em seu art. 208, também conhecido como "VILIPÊNDIO À FÉ". 

Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Islamização do Brasil - já começou!

Uma tentativa de impor a propaganda (travestida de ensino) do islamismo nas escolas primárias e secundárias no Brasil é consistente com o esforço de islamização que acontece em diversos outros países. É assustador verificarmos que deputados federais, que se dizem defensores dos direitos dos homossexuais, contrários à religião, e promotores de um estado laico, sugeriram uma legislação que, se aprovada, irá promover uma religião em detrimento das demais, e justamente sobre a parcela da sociedade mais indefesa, as crianças.
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O que o deputado federal Jean Willys, um autoproclamado defensor dos direitos dos homossexuais, tem a ganhar ao promover uma ideologia que é totalmente anti-homossexual?
O que o deputado federal Jean Willys, um autoproclamado ateísta e crítico de religião, tem a ganhar ao promover uma religião particular em detrimento das demais?
E, porque deputados que defendem um ESTADO LAICO desejam quebrá-lo ao dar tratamento preferencial a uma religião em particular?
Estas perguntas, que retratam claramente contradições internas, passam pela minha cabeça ao deparar com o Projeto de Lei (PL) No. 1780/2011, que propõe a obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede de ensino fundamental e médio no Brasil.

Sobre o PL No. 1780/2011

O texto deste PL pode ser encontrado no site do Congresso (aqui e aqui). Ele foi proposto, em 2011, pelo deputado Miguel Correia (PT) e Carlos Alberto (PMN) e subscritos pelos deputados Jean Willys (PSOL), Luiz Tibê (PT do B), Edson Santos (PT) e Reginaldo Lopes (PT).
Em sua essência, este PL tornaria OBRIGATÓRIO o ensino do islamismo na rede de ensino fundamental e médio no Brasil. Se este PL for aprovado, o Estado passaria a ser promotor de uma religião em detrimento de todas as demais, pois não existe obrigatoriedade alguma em se ensinar religião, qualquer que seja, nas escolas do ensino público.
Se aprovado, esta lei irá quebrar o secularismo que o Estado deve promover.
Mas, porque estes deputados defendem a quebra do secularismo do Estado brasileiro?
O arrazoado do PL é um festival de sandice, pois nele se misturam fatos mal contados e ideologia tortuosa. Menciona-se o Jihadista de Realengo como um exemplo de falta de entendimento do islamismo, quando ele mesmo afirmou sua motivação antes da chacina. Menciona-se a necessidade de promover a inclusão racial, quando o fato é que o islão não é uma raça. Menciona-se que o PL é consequência da consulta com minorias, quando na verdade se mistura demandas históricas com algo inexistente na história do Brasil.

Porque este projeto é um Erro?

Este Projeto de Lei (PL) quebra o caráter secular do ensino fundamental e médio no Brasil ao tornar obrigatório o ensino da "cultura árabe e tradição islâmica." A fazer isso, o Estado brasileiro, com o intuito de evitar um problema que não existe no Brasil, passaria a ser promotor de uma religião ao mesmo tempo em que não existe promoção similar para nenhuma outra religião. O Ensino de uma religião no ensino fundamental e médio, qualquer que seja, quebra o secularismo que o Estado deve defender, e se contrapõe ao espírito da Constituição do Brasil.
No arrazoado do projeto, os proponentes do mesmo justificam o ensino obrigatório do islamismo nas escolas como uma forma de prevenir "bullying" e homofobia. Na verdade, prevenir "bullying" e homofobia pode ser feito sem a necessidade de se promover uma religião em particular, como é a intenção desta PL.
No arrazoado do projeto, os proponentes do mesmo justificam um tratamento preferencial à "história árabe" como uma forma de reconhecer eventuais contribuições da mesma. Na verdade, o ensino de história deve pertencer a disciplina História, e que a mesma deve cobrir todas as contribuições oriundas das diversas civilizações, por exemplo, da chinesa, da japonesa, da hindu, da budista, da ocidental, da africana negra, da judáica, e sim, também da árabe, mas para tal não existe a necessidade de um tratamento preferencial ou obrigatório para nenhuma delas, como é a intenção desta PL.
O Brasil é oficialmente um Estado laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações preveem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas.
No artigo 5º da Constituição Brasileira (1988) está escrito:
"VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;"
Veja o Art. 19:
É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I- estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;
A laicidade do Estado pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado, e um aspecto que contraria essa postura é o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. Não existe nenhum princípio maior que justifique o ensino de uma religião e não o de outra. Não existe direito indisponível, função social, soberania nacional ou qualquer outro desses princípios que possam abarcar esse PL.

O estágio atual deste PL

Aparentemente, este PL foi arquivado. Consultando o site do Congresso pode-se ver isso aqui.
Contudo, o precedente existe. Sabemos agora que existem deputados dispostos a destruir o estado laico brasileiro. Sabemos que existem deputados dispostos a favorecer um grupo religiosos em detrimento dos outros. Sabemos que existem deputados que, ao invés de defendê-la, estão dispostos a rasgar a nossa Constituição.
Porque?

E como enquadrar esta iniciativa com o que se passa no resto do mundo?

Ao redor do mundo, verifica-se uma tentativa semelhante, a de grupos islâmicos de se infiltrarem nas escolas e distritos de educação para empurrar uma narrativa falsa e propagandista to islão. Enquanto que outras religiões são criticadas, o islamismo é glorificado. Não-muçulmanos apoiam estas iniciativa por vários motivos:
(a) ódio a sua civilização: isso é mais proeminente no Ocidente, pois existe uma propaganda negativa com respeito à civilização ocidental, inclusive nas escolas.
(b) ódio ao cristianismo: existem pessoas que odeiam tanto o cristianismo que acham que promovendo uma religião/ideologia antagônica eles estão avançando a sua causa, quando na verdade, estão trocando um buraco de rua por um precipício.
(c) por ideologia: neste caso, se inclui a chamada "esquerda revolucionária" que acha que promover o islamismo é pagar uma dívida histórica para com uma "minoria" reprimida e explorada (sem sequer se darem ao trabalho de verificar que o islamismo é repressor, expansionista e imperialista, bem como anti-socialista).
(d) por interesses econômicos: neste caso se inclui os capitalistas que são capazes de vender a própria mãe se isso trouxer lucro para eles.
Agora, vejamos alguns exemplos:
Infiltração no Currículo Comum dos EUA
Os Estados Unidos possuem um currículo comum dos assuntos básicos (commom core) que os alunos das escolas públicas têm que serem expostos. E existem diversos registros de exageros e propaganda islâmica sendo introduzida neste currículo comum. Esta infiltração inclui a introdução e uso compulsório de livros-textos totalmente tendenciosos, pois eles contém narrativas falsas e meias-verdade. Nestes livros-textos encontram-se coisas como:
(a) crítica incansável ao cristianismo e judaísmo, e glorificação do islamismo;
(b) quantidade de texto excessivamente maior para tratar do islamismo do que qualquer outra religião (isso se alguma menção a outras religiões existem);
(c) afirmações do tipo "Maomé recebeu as revelações do anjo Gabriel" ao invés de "muçulmanos acreditam que Maomé recebeu as revelações do anjo Gabriel", que implicam na aceitação da narrativa islâmica. O mesmo tratamento não existe para as demais religiões.
(d) referências à chamada da "Casa da Sabedoria" do islão, quando na verdade foram os persas sassânidas quem criaram esta Casa da Sabedoria, séculos antes das invasões jihadistas islâmicas árabes que conquistaram a Pérsia, sendo que a Casa da Sabedoria foi destruída quando da codificação do Alcorão e dos Hadices, e da própria sharia, com a consequente morte do princípio científico da "causa e consequência" em prol do princípio "dualista" anti-científico do islão.
(e) glorificação do islamismo como inventor de coisas que já existiam descobertas por gregos, romanos, indús, chineses, ... (por exemplo, o zero, que é uma invenção da Índia; o compasso, que veio da China; a álgebra, original dos gregos e hindús).
(f) a exposição da "Idade de Ouro" do islamismo em contrapartida ao "obscurantismo cristão" na Idade Média, quando na verdade a civilização greco-romana clássica foi preservada pelo Império Romano do Oriente (Império Bizantino) e a Idade Média na Europa foi uma época de intensa atividade intelectual.
(g) propaganda da narrativa islâmica de que o islamismo é sempre vítima, sem mencionar os 1400 anos de jihad islâmica.
(h) propaganda da narrativa islâmica de que as cruzadas foram um ataque europeu sem provocação, sem se mencionar os 400 anos de jihad islâmica e imperialismo árabe que precederam as cruzadas.
(i) propaganda da narrativa islâmica de que o islamismo promove "justiça racial e social" sem discussão sobre o escravagismo islâmico (que acontece ainda hoje) e sobre o status de cidadãos de segunda-classe dos não-muçulmanos que vivem sob a lei islâmica (dhimitude).
O problema é muito sério e associações de pais e escritores dos mais diversos têm reclamado e denunciado o Common Core, bem como a pressão de grupos islâmicos para a adoção de comida halal nas escolas (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui). Mas a política oficial do governo do presidente Obama parece mesmo ser a de enfiar o islão goela abaixo da população (lei mais sobre isso adiante).
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"Trabalho Escolar" das crianças americanas: aprender a rezar estilo islâmico. É o governo estadounidense rasgando a sua própria constituição!
Operação "Cavalo de Tróia" na Grã-Bretanha
O governo Britânico está investigando uma denúncia de que existe um esforço concentrado por parte de organizações islâmicas de tomarem conta das escolas, trocando os diretores e professores de escolas públicas em bairros de concentração de muçulmanos por diretores e professores que administrem as escolas seguindo regras estritamente islâmicas, criando deste modo um sistema duplo de ensino. Este plano tem um nome: Operação Cavalo de Tróia (Gatestone institute).
Adoção da comida halal
Os pais de filhos não-muçulmanos já a algum tempo têm reclamado dos distritos educacionais por adotarem comida halal, muitas vezes sem o consentimento dos pais ou mesmo sem que ninguém soubesse disso (Daily Mail).
Negar o Holocausto e distorcer a História para não ofender os muçulmanos
Tem sido comum nos países da Europa Ocidental de se deixar de mencionar o Holocausto nas aulas de História porque a menção a este fato histórico "ofende" os muçulmanos. E também o ensino de eventos da história, como as cruzadas, são evitados porque as lições nas salas de aula contradizem o que as crianças muçulmanas aprendem nas mesquitas (Daily Mail).
Denúncia na Alemanha
Pelo menos 25 escolas na cidade alemã de Hamburgo foram infiltradas por salafistas, e por outros grupos fundamentalistas, mas o Partido Social-Democrata, que governa a região e que é comprometido com o multiculturalismo, se recusa a tomar providências. O resultado é que mais alunos estão abraçando o islamismo radical e tomando como ídolos os jihadistas na Síria (Gatestone Institute).
Oração nas escolas, sendo usadas como mesquitas; visitas a mesquitas; "seja muçulmano por um dia"
O trabalho de islamização é tamanho que escolas têm sido usadas como mesquitas, ou seja, espaço têm sido dado para as orações islâmicas (mas apenas para elas). Isso tem acontecido, por exemplo, no Canadá (Ottawa Sun). Existem também as visitas a mesquitas e os trabalhos escolares, ambos que obrigam os estudantes a rezarem e se comportarem como muçulmanos (Daily Mail, Daily Mail, American Thinker, Examiner). Se as crianças não participarem destas atividades elas são chamadas de racistas (Daily Mail), ou recebem zero se os seus trabalhos escolares não glorificarem o islão (CP).
Formação de guetos no sistema escolar da França
Um documento confidencial da inteligência, que vazou para o jornal francês Le Figaro, diz que uma forma de guetização muçulmano está a ganhar terreno dentro do sistema escolar francês. O relatório diz que os estudantes muçulmanos estão, efetivamente, estabelecendo uma sociedade paralela islâmica completamente desligada de estudantes não- muçulmanos. O documento de 15 páginas, datada de 28 de novembro de 2013, inclui 70 exemplos do véu em playgrounds escolares, refeições halal nas cantinas, absenteísmo crônico durante os festivais religiosos muçulmanos, orações clandestinas em ginásios ou corredores - da tendência em islamizar as escolas em toda a França. O documento diz que os muçulmanos estão engajados em uma "guerra de atrito", destinada a "desestabilizar o corpo docente." Acrescenta que os fundamentalistas islâmicos estão a evadir a lei que proíbe símbolos religiosos nas escolas, e que os auto-proclamados "jovens guardiões da ortodoxia" em muitas escolas estão exercendo pressão sobre as meninas muçulmanas. "Durante os feriados muçulmanos , especialmente durante o Eid-el-Kebir [ Eid el-Adha ], as aulas são abandonados pelos estudantes", com o absentismo beirando 90% em certas partes do Nîmes e Toulouse. Um diretor de escola em um bairro do norte de Marselha disse que alguns de seus alunos oram com tal zelo que suas testas ficam lesionadas.
Noruega
Na Noruega, o Ministério da Educação aprovou um plano controverso para lançar a primeira escola primária do país 100% muçulmana, em Oslo. A escola será gerida pela Associação de Mães Muçulmanas, que querem ensinar seus alunos valores árabes e islâmicos, bem como os temas padrão no currículo. Um curso padrão em Religião, Filosofia e Ética seria substituído pelo Islã, Religião e Filosofia. A escola pretende ter 200 alunos, e será instalada na zona leste de Oslo, o lar de muitos "imigrantes." Tanto a oposição do Partido Trabalhista da Noruega e do Partido do Progresso, que fazem parte da coalizão governamental, manifestaram oposição ao plano (The Local).
Porque se preocupar
Mas José, porque esta preocupação toda? Em primeiro lugar, por causa da lei dos números do islão*. Em segundo lugar, por que dentre os novos conversos, a maioria deles se torna um radical fanático fundamentalista (alguns deles inclusive tornam-se jihadistas na Somália e na Síria) (Gatestone Institute), ou seja, passa a ter como objetivo primordial a implementação da lei islâmica, quer por meios pacíficos ou não.
* Lei dos Números:
(a) Quando em minoria dizem "Nós somos da Religião da Paz"
(b) Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
(c) Quando em maioria, eles exigem a Sharia (lei islâmica)
Mas José, porque você se procupa tanto com a Esquerda. Resposta: porque eu sou de Esquerda, e eu acho um tremendo erro da Esquerda apoioar uma ideologia anti-socialista e anti-democrática como o islamismo.

De mãos dadas com o "imperialismo estado-unidense"?

O mais irônico é que estes deputados, que em sua maioria se auto-intitulam como "de Esquerda" e se dizem combaterem o "imperialismo americano" se aliam a ele, porque os EUA vêm financiando o ensino do islamismo ao redor do mundo e promovendo redes entre muçulmanos. Ou seja, os EUA estão promovendo a islamização. Curioso ver então a "esquerda revolucionária" aliada com aqueles contra os quais ela se diz ser contra.
Vejamos alguns exemplos que indicam o nível de esforço dos EUA promoção da islamização a nível escolar.
NASA
Você sabia que o presidente Obama deu instruções para a NASA fazer um trabalho para aumentar a auto-estima dos muçulmanos? (Telegraph; Fox) Mas, e os budistas? E os hindus? E os cristãos? E os judeus? E os ateístas? E os agnóstics? Não, apenas a auto-estima dos muçulmanos.
EUA promovem o islão na Europa
A embaixada americana em Praga está a financiar um novo projeto que visa promover o islão nas escolas públicas primárias e secundárias em toda a República Tcheca (Gatestone). Além disso, os EUA vem promovendo seminários e atividades das mais diversas em vários outros países europeus, a tal ponto da França reclamar que os EUA estão se metendo em assuntos internos franceses (Gatestone). Além disso, os EUA estão também financiando a reparação de mesquitas ao redor do mundo (IslamToday; Washington Times).

Ateístas e gays também são kafirs, as piores das criaturas

Estes deputados, teóricamente ateus e gays, precisam compreender que eles são infiéis do mesmo jeito que todos os demais ateus e gays, além dos cristãos e heterosexuais. Todos os não-muçulmanos são kafir, um termo terrívelmente ofensivo porque o Alcorão explicitamente diz que os kufar (plural de kafir) são as mais desprezíveis das criaturas. Segundo o livro sagrado do islão, nada existe neste mundo pior do que um kafir.
Na verdade, todos os kafir deveriam se unir, porque estamos todos na mira-de-tiro do islão.
Abu Ammaar Yasir Qadhi

Um vídeo de Pat Condel, um ateu que reconhece o perigo islâmico

Já que estamos de certo modo tratando de postura contraditória de deputados ateistas e homosexuais, um comentário. Eu acho intrigante quando eu encontro um ateista ou um homosexual que defende o islão. Seria algo similar a uma feminista que defenda o islão. Como é possível um ateu e um homosexual (e uma feminista também) defender uma ideologia que os quer mortos ou subjugados? Felizmente, pelo menos do meu ponto-de-vista pessoal, a maioria dos ateus e homosexuais sabem discernir bem os seus alidados e os seus adversários e se opõem ao islão. Vamos torcer para que mais ateus a homosexuais abram os seus olhos frente ao perigo que o islão representa para eles (e para todos nós, kafirs).
Para terminar, um vídeo de um ateísta inglês, Pat Condel. Ele é consistente ao ser crítico a todas as religiões. Mas ele compreende que o islão está em uma categoria particular devido a sua intolerância e ódio mortal a tudo e a todos que não forem islâmicos.

se o vídeo não aparece clique aqui: http://youtu.be/lVN-y2kxMIw.

 

O que fazer?

Faça a sua parte: repasse este artigo. Converse com os seus parentes e amigos. Alerte os seus representantes políticos. Quanto mais tivermos consciência dos perigos que temos à nossa frente, menor a chance de sermos vítimas deles. 

Fonte: http://portalconservador.com/imposicao-do-ensino-obrigatorio-do-islamismo-no-brasil-e-no-ocidente/.



São Pio V, rogai por nós!


Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:




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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Barilla abandona a família tradicional

Fonte: Le Salon Beige - Tradução: Annales Historiae - ... para ser bem vista pelo Lobby LGBT, que tinha apelado a boicotar a marca de massas. 

Após ter declarado que ele não faria "publicidade com homossexuais, porque apreciamos a família tradicional", Guido Barilla agora desenrola o tapete vermelho aos homossexualistas:
  • Desculpas públicas.... por ter defendido a família!
  • Consulta de militantes LGBT para "recuperar a imagem" da marca. Incluir "a imagem em arco íris" da marca. 
  • Criação de um polo "Diversidade e inclusão" (que incluirá sobretudo militantes LGBT) para "melhorar a diversidade e a igualdade" no seio da empresa. Ou como criar uma instância reivindicatória no seio da empresa.
  • Participação da Corporate Equality Index, um sistema que avalia as empresas de acordo com o modo cujo elas tratam seus empregados LGBT. Incitar os patrões a se informar sobre a orientação sexual de seus funcionários é um progresso, parece.
  • Lançamento de um concurso do melhor vídeo representando "a natureza multifacetada das massas". Porque a homossexualidade, mesmo entre as massas, é natural, sem dúvida?!


Bom, depois de tudo isso, obrigado, senhor Barilla, ao ir ao supermercado agora, não irei mais comprar produtos de uma marca tão covarde.

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

A Pedofilia avança a passos largos

Para não dizerem que não foi avisado...

Associação de Psiquiatria Americana Luta de Novo para Classificar a Pedofilia

LC.org
Nota de Julio Severo: A APA classificou ou não a pedofilia como “orientação sexual”? Sim, classificou, conforme a organização jurídica Liberty Counsel. Mas depois da revolta do público, a APA voltou atrás. Embora as informações online da APA não mais mencionem a pedofilia como “orientação sexual,” seu manual impresso, chamado de MDED, tem esse “erro” registrado, que a APA promete corrigir na próxima edição. Se o público não tivesse se revoltado, o “erro” não precisaria ser removido?
Washington, DC, EUA — A Associação de Psiquiatria Americana (APA) mudou a definição de pedofilia de novo. Na quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDED), a APA mudou a classificação da pedofilia de “desordem” para “orientação sexual,” mas depois da indignação do público, a APA fez uma declaração dizendo que foi engano. “A ‘orientação sexual’ não é um termo usado nos critérios de diagnósticos para definir a desordem pedofílica, e seu uso na discussão do texto do MDED-5 é um erro e deveria ser lida como ‘interesse sexual.’”
Ao lançar o MDED-5 original, a APA disse que “marcava o fim da jornada de mais de uma década revisando os critérios para diagnosticar e classificar desordens mentais,” com a colaboração de “profissionais das classes de medicina e saúde mental, pacientes e suas famílias, e membros do público.”
“É evidente que se reclassificar a pedofilia fosse meramente um ‘erro,’ teria sido visto na jornada da ‘década,’” diz Mat Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel.
“Quer seja classificada como ‘orientação sexual’ ou ‘interesse sexual,’ qualquer iniciativa para legitimar a pedofilia dará aos pederastas todos os argumentos de que eles precisam para remover as leis de idade de consentimento, e as crianças sofrerão,” diz Staver.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Barilla la pasta della famiglia!!!

Editado em 05/11/2013: 

Beh! A verdade acima de tudo. Barilla mai più! Se se rende ao lobby gay... em minha casa não entra mais! 

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Mais uma vítima da orda gay: Guido Barilla comunicou que sua marca jamais faria um comercial com gays porque para ele a família é apenas aquela composta por um homem, uma mulher e filhos. Foi o suficiente para a patrulha gay cair em cima como carniceiros e ameaçar boicotar a marca... Francamente! A Barilla só teria prejuízo se os gays (e simpatizantes) fossem maioria ou uma minoria "maior" do que são!!! De qualquer forma, esse patrulhamento do pensamento e da opinião deve ter um fim, porque um dia é da caça e outro... do caçador! Se eles acham que os NORMAIS ("hetero" é um termo errado e vindo da cabeça perturbada deles) vão ficar calados muito tempo... se enganam! Basta ver a reação dos italianos à perseguição dos gays, no Twitter e no Facebook!!! Abaixo a notícia, trazida pelos amigos do Annales Historiæ.

Em minha casa nunca falta Barilla... e agora vai ter ainda mais, visto que os gays não vão mais comprar. Nunca mais... rsrs Melhor para nós! Viva a Barilla! Viva a FAMÍLIA!!! 

Minha mensagem, em todos os canais de comunicação da Barilla:

I miei auguri e della mia famiglia a Guido Barilla per osare dire la verità! La famiglia é la famiglia! Basta di dittatura gay. Non c'era manco bisogno di scusarsi, perchè non ha detto nulla di straordinario o scandaloso. Bravissimo!!! I nostri applausi!!!!

Famiglia d'Amore

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O mito do homossexualismo na Grécia Antiga

Coincidentemente, me perguntava hoje sobre essa história de o homossexualismo ser "normal" em civilizações antigas, e sobretudo terem causado a queda de vários Impérios... Bom, primeiro, tenho para mim que Israel e Roma foram punidas por terem matado um Deus, não por causa dos gays. E, depois, se o homossexualismo fosse normal ou, até, como começam a insinuar alguns, o padrão... a Humanidade não teria chegando ao ano de 2013!!! Este artigo me apareceu hoje na tela do computador. Vamos ler juntos?


HOMOSSEXUALIDADE NA GRÉCIA ANTIGA. UM MITO!


Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza. A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

HOMOSSEXUALISMO NA IGREJA: A RESPOSTA DE SÃO PIO V

Clique para ver mais imagens de São Pio V
A Igreja sabe bem o que fazer quando um sacerdote peca contra a natureza, seja com que for, criança ou adulto. São Pio V determinou a punição eclesiástica e civil! Esta Bula deve ser divulgada, e se exigir das autoridades eclesiástica seu cumprimento. Importante notar que o Santo Padre - um Santo da Igreja - afirma que esse crime é passível de contagio por causa da impunidade. Ou seja, os maus costumes são endêmicos! E não é de hoje que isso é sabido. 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

OPINIÃO SOBRE A HOMOSSEXUALIDADES

Homossexuais: política afirmativa, uma ova!


Se homossexualismo é condição insuperável, que não se escolhe - se é homossexual e pronto -, ser gay não deve ser motivo de orgulho. Por que, no meu caso, eu teria orgulho de ser heterossexual? Eu poderia, então, ter orgulho de ser branca, ter olhos verdes, ser ariana? Ser branca seria uma condição tão natural quanto ser heterossexual (ou homossexual). É dado da natureza.

Eu não preciso explicar por que eu sou mulher e por que sou branca. Posso entender o porquê, analisando órgãos, hormônios, genótipos e fenótipos, mas isto é outra coisa. Orgulho devemos ter de ser íntegros, sábios, estudiosos, corajosos, generosos, solidários. Ou seja, orgulho de virtude morais.

Se, por outro lado, homossexualismo é opção sexual, ela não pode ser fonte de direitos. Eu não tenho garantido em lei qualquer direito especial por ser heterossexual. Nenhum. Nem por ser nem por ter escolhido (sic) ser heterossexual. Por que garantir a homossexuais direitos especiais, por serem eles homossexuais? Política afirmativa, uma ova!

Quanto a transformar rejeição, não-aprovação, crítica ou aversão pela conduta homossexual em 'homofobia', aí já estamos no terreno da ignorância, má-fé e vigarice pura e simples.

Primeiro: 'homofobia' é termo cunhado pela psiquiatria para enquadrar comportamentos patológicos de aversão doentia a homossexuais, geralmente expressos em desejo incontrolável de prática de violência física ou até mesmo assassinato de homossexuais.

Se alguém me acusar de 'homofóbico', eu posso processá-lo por crime de calúnia. Estarei sendo acusada de cometer (ou querer cometer) um crime contra a pessoa do homossexual.

Agora, e se eu não gostar, não achar conveniente, não aprovar, considerar moralmente 'mau' o comportamento público e exagerado da militância gay? E se eu for contra o casamento de homossexuais, da adoção de crianças por casais gays? A Constituição me garante liberdade de expressão e de culto. Eu tenho o direito de expressar minha opinião e defender minha fé.

Eu sou católica, para a Igreja Católica, a prática do homossexualismo é pecado, é desordem, é contra a razão, é submissão à carne e à natureza dos sentidos. Os argumentos podem ser dados em base doutrinal e teológica. Acredita e aceita quem quer.

Não há instituição ou doutrina mais severa na defesa da dignidade de todo e qualquer ser humano como a Igreja Católica e o cristianismo. Até porque os materialistas acham que o homem vale tanto quanto uma lesma. A fé judaico-cristã afirma que o homem é imagem e semelhança de Deus.

Não gostar, ter aversão e criticar o homossexualismo é direito diametralmente oposto ao dos gays de se orgulhar, achar bonito, saudável e bom a prática homossexual. Aplaudir pode, vaiar não? Eu apoiar violência contra homossexuais por serem homossexuais? Jamais, nunca, sob hipótese alguma.

Não são os opositores do homossexualismo que expõem os gays ao ridículo e ao grotesco. São os próprios militantes, com seus trejeitos, fantasias, despudores, linguajar afetado, promiscuidade, drogas.

Assassinato de homossexuais? O números são proporcionalmente muito menores que a média do Brasil. Morrem 200 homossexuais por ano (não se sabe se por serem homossexuais) e morrem 50 mil brasileiros. Se homossexuais são 15% da população, 200 é muito menos que 7.500.

Além disto, qualquer estatística comprova que estes homossexuais, em sua maioria, foram agredidos ou assassinados por parceiros homossexuais ou em virtude do ambiente marginal em que vivem (prostituição masculina combinada com tráfico e consumo de drogas).

Bom lembrar que grande parte dos homossexuais travestis vive na marginalidade, na prostituição, com alto consumo de drogas. É um ambiente extremamente violento. Este crime em Campina Grande (um travesti foi esfaqueado e morto por quatro rapazes), por exemplo, não foi por homofobia, e sim por vingança.

As primeiras informações dão conta de que o travesti, que já tinha passagem pela polícia por pequenos furtos, roubou um dos assassinos, para quem tinha agenciado um programa com uma prostituta. Foi vingança entre sócios, não homofobia. As imagens gravadas mostram que o alvo era "Inete", (nome de guerra do travesti). Antes de esfaquear a vítima, os rapazes passaram por vários travestis, sem importuná-los.

Visto em: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/travesti+e+morto+a+facadas+em+campina+grande+na+paraiba/n1300082538303.html

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