Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador São Pio V. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Pio V. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de julho de 2019

14 de julho 1570 - Bula Quo Primum Tempore

14 de julho 1570 - Bula Quo Primum Tempore 


Comemoramos, hoje, os 449 anos da Bula Quo Primum Tempore, que perpetuou a Santa Missa como Nosso Senhor Jesus Cristo a instituiu, graças a S.S. o Papa São Pio V. Abaixo, clique nas imagens para ler o que já publicamos sobre o tema. 


Sobre a Bula 

Alcance jurídico da Bula

sábado, 14 de julho de 2018

14 de julho: 448º Aniversário da Bula Quo Primum Tempore, de São Pio V e o Missal Romano

Clique para ver mais imagens


448º Aniversário da Bula Quo Primum Tempore, de São Pio V e o Missal Romano 


O “Missal Romano” é o livro onde estão contidas as preces e leituras, os cantos e rubricas da Santa Missa. O Sacrossanto Concílio de Trento, em 1562, começou a cuidar da editio typica[1] do livro, mas depois se remeteu à diligência dos Papas. E, em 14 de julho de 1570, com a Bula “Quo primum”, São Pio V deu à Igreja a edição oficial. Exceto por algumas mudanças introduzidas nele por Clemente VIII, Urbano VIII, Leão XIII, São Pio X/Bento XV, e Pio XII e a adição de Missas dos novos santos, o Missal Romano, desde então, permaneceu idêntico. 
1. Clemente VIII: Em 1604, 34 anos após a publicação do Missal de São Pio V, Papa Clemente VIII publicou, com várias mudanças, uma nova editio typica do Missal Romano, com o título de Missale Romanum, ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum, Pii Quinti Pontificis Maximi iussu editum, et Clementi VIII. auctoritate recognitum. Com base no título também a nova edição pode ser qualificada como Missal Romano Tridentino. O texto do cânon da Missa permaneceu o mesmo, mas as rubricas foram alteradas em diversos pontos. Em particular, apareceu uma nova indicação a respeito do momento sucessivo à consagração do cálice: as palavras Haec quotiescumque feceritis, in mei memoriam facietis, que na Missa de Pio V eram ditas pelo sacerdote enquanto mostrava ao povo o cálice consagrado, passaram a ser pronunciadas durante a genuflexão do sacerdote, antes da elevação do próprio cálice. Entre outras mudanças, se pode mencionar que a benção no final da Missa, que no  Missal de 1579 era dada pelo sacerdote com três sinais da cruz, passaria a ser dada com um único sinal da cruz, a menos que o sacerdote fosse um Bispo. 
2. Papa Urbano VIII: Trinta anos depois, em 2 de setembro de 1634, Urbano VIII promulgou uma nova revisão do Missal Romano. A nova editio é chamada Missale Romanum, ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum, Pii V. iussu editum, et Clementis VIII. primum, nunc denuo Urbani Papae Octavi auctoritate recognitum. De registrar que não houve modificação no cânon da Missa. 
3. Papa Leão XIII publicou, em 1884, uma nova editio typica, com poucas mudanças, fora a inclusão das Missas dos Santos acrescentadas depois de 1634: Missale Romanum ex decreto ss. Concilii Tridentini restitutum S. Pii V. Pontificis Maximi jussu editum Clementis VIII., Urbani VIII. et Leonis XIII. auctoritate recognitum. 
4. São Pio X começou uma revisão que levou à publicação, em 25 de julho de 1920, por parte de seu sucessor, Papa Bento XV, do Missale Romanum ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum S. Pii V Pontificis Maximi jussu editum aliorum Pontificum cura recognitum a Pio X reformatum et Ssmi D. N. Benedicti XV auctoritate vulgatum. As novidades introduzidas nas rubricas formaram um novo capítulo com o título Additiones et variationes in rubricis Missalis. 
5. Papa Pio XII reformou, em 1955, a liturgia da Semana Santa e da Vigília Pascoal; modificando não apenas o texto das preces, mas também a hora da celebração, estabeleceu que as funções da Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e da Vigília Pascal fossem celebradas na  parte da tarde ou ao entardecer. Na celebração da Vigília Pascoal, Pio XII também introduziu oficialmente, pela primeira vez, o uso das línguas vernáculas modernas na liturgia eucarística. Sem publicar uma nova editio typica do Missal Romano, ele deu permissão para substituir o texto anterior pelo novo. 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

BULA QUO PRIMUM TEMPORE


Em 14 de julho de 1570, São Pio V publica a Bula Quo Primum Tempore, pela qual fixa a forma da Missa Católica afirmando a sua perpetua intangibilidade. 

A importância dessa Bula - um documento curto e simples - é primordial para salvaguardar a Missa e a Fé.  

Como eu sempre digo: A Fé é mais importante do que a Missa, porque sem a Missa podemos guardar a Fé com a oração, mas sem a Fé... de que adianta a Missa? Fato é que a Missa pode destruir a Fé do melhor dos católicos. Não a Santa e verdadeira Missa católica, claro! Mas as imitações, os simulacros, as enganações, como a Motumissa, a Missa "autorizada" por Bento XVI e que muitos que desejam ser católicos seguem por certa ignorância de catecismo básico e, também, da existência e perene validade desta BULA. 

A par do fato de a Igreja moderna/conciliar/modernista/neoluterana não ter AUTORIDADE para mudar uma vírgula da liturgia católica, devemos lembrar que, nesta BULA, São Pio V decreta: 
"E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, DECRETAMOS E ORDENAMOS que a Missa, NO FUTURO E PARA SEMPRE , não seja cantada nem rezada DE MODO DIFERENTE DO QUE ESTA''. 
"Roma Locuta est, Causa Finita Est". 


E por que a Motumissa não é católica?  

Primeiro, por que não segue o Missal de São Pio V, mas o de Paulo VI; portanto, é "cantada ou rezada de modo diferente" do que estabelecido ad aeternum por São Pio V. Sendo assim... como pode ser uma Missa Católica? 

Segundo, por que, no Motu proprio, a "missa em latim" é chamada de "extraordinária", reafirmando que a missa criada pós-CVII, a Novus Ordo, é a missa "ordinária" da "Igreja Católica", ou seja, a missa que deve ser rezada sempre nas "igrejas católicas". Mais uma vez, jogaram esta BULA no lixo. Como pode ser uma Missa Católica? 
Lembrando que o negociador de Francisco, ao falar com Fellay, deixa claro que os Padres da Neofrat, ao integrar-se à Igreja do Novus Ordo, terão que rezar ORDINARIAMENTE a missa nova e EXTRAORDINARIAMENTE a missa do Motu Proprio Summorum Pontificarum (a Motumissa), não a Missa Tridentina ou de São Pio V ou de sempre. Capito ou preciso desenhar? 
Leiam  "Por que não ir à missa do motu proprio": aqui. 



*   *   *


E por que a Missa Novus Ordo ou Missa Nova não é católica? 

Por uma razão maior ainda que a Motumissa, a qual pelo menos guarda uma semelhança externa, que é mera representação sem essência. A Missa Nova - em vernáculo, de frente para o povo etc. e tal - é "cantada e rezada de modo diferente", muito mais diferente do que a Missa Tridentina!!!  


*   *   *

Leiam mais sobre São Pio V, aqui.   
 
Enfim, sua alma sua palma... Não diga que não foi avisado. 

Viva São Pio V! Viva Cristo Rei!  

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O assunto é... São Pio V

O assunto, hoje, é o Santo do dia: 


São Pio V 


clique para ver mais imagens


  1. Vida - http://farfalline.blogspot.com/2015/05/5-de-maio-sao-pio-v.html. 
  2. Alcance Jurídico da Bula Quo Primum Tempore - http://farfalline.blogspot.com/2013/05/alcance-juridico-da-bula-quo-primum-de.html. 
  3. Breve história do Missal - http://farfalline.blogspot.com/2013/05/breve-historia-do-missal.html. 
  4. Bula Quo Primum Tempore -  para comprar clique aqui. 
  5. Consueverunt Romani Pontifices - do Santo Rosário - http://farfalline.blogspot.com.br/2014/09/do-santo-rosario.html. 
  6. Homossexualismo na Igreja: a resposta de São Pio V - http://farfalline.blogspot.com/2013/07/homossexualismo-na-igreja-resposta-de.html (Horrendum Illud Scelus). 
  7. Missa Tridentina, Missa de Sempre - http://farfalline.blogspot.com.br/2014/02/missa_16.html.  
  8. Missa Tridentina, por Mons. Lefebvre - Missa Tridentina - http://farfalline.blogspot.com.br/2010/12/lefebvrea-missa-dita-de-s-pio-v-missa.html. 
  9. Orações - http://farfalline.blogspot.com/2013/05/santo-do-dia-5-de-maiosao-pio-v.html e http://farfalline.blogspot.com.br/2014/05/05-de-maio-sao-pio-v.html.   
  10. Outubro, mês do Santo Rosário - http://farfalline.blogspot.com/2011/10/outubro-mes-do-rosario.html.  
 


*  *  * 

Conhecem a Bula Quo Primum Tempore, do Papa São Pio V, datada de 14 de julho de 1570? "Roma Locuta est, Causa Finita Est" 
Trecho da Bula de Pio V sobre a Missa Tridentina: 
"E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, DECRETAMOS E ORDENAMOS que a Missa, NO FUTURO E PARA SEMPRE , não seja cantada nem rezada DE MODO DIFERENTE DO QUE ESTA''.

terça-feira, 5 de maio de 2015

5 de Maio: São Pio V

05 DE MAIO

São Pio V, Papa 


Pontificado: 1565 a 1572

clique para ver mais imagens
Antonio nasceu na cidade de Bosco (hoje Bosco Marengo, Província de Alessandria), no Ducado de Milão, em 17 de janeiro de 1504, de uma nobre família. Aos quatorze anos de idade, entrou para a Ordem dos Pregadores (Dominicanos), em Voghera, na qual tomou o nome de Michele1 (Miguel). De Voghera passou a Vigevano (em 1519, onde professou os votos solenes), e desta para Bolonha (onde completou os estudos na Universidade de Bolonha). Nos anos de preparação para o sacerdócio, junto com uma sólida formação teológica, facilitada por uma vívida inteligência, manifestou aquela austeridade de vida que lhe mereceria no futuro tanta estima. Em 1528, foi ordenado presbítero em Gênova e, de lá, foi mandado para Pavia, onde ficaria por dezesseis anos. Depois foi para Parma, onde escreveu trinta teses em defesa da Cátedra de Pedro e contra as heresias de seu tempo. Como reitor de vários conventos dominicanos, caracterizou-se pela rígida disciplina e, a seu expresso pedido, recebeu a nomeação a inquisidor na cidade de Como.

Voltando a Roma, no ano de 1550, ainda como inquisidor, foi eleito comissário geral da Inquisição Romana. Sob Paulo IV, tornou-se (1556) Bispo de Sutri e Nepi2. No consistório de 15 de março de 1557, foi criado Cardeal padre, com o título de Santa Maria Sopra Minerva. Por fim, foi nomeado Inquisidor-mor em 1558. Muitas cidades e regiões inteiras lhe devem por terem ficado livres da peste de heresia. Em 1560, tornou-se Bispo de Mondovì, no Piemonte.

Com a morte de Pio IV, foi inesperadamente eleito o 225º Papa da Igreja Católica, no conclave ocorrido de 20 de dezembro de 1565 a 7 de Janeiro de 1566. Foi coroado dez dias depois, em seu aniversário de 62 anos. Seu pontificado durou seis anos e três meses. A sua eleição fez tremer a Cúria Romana: nada de comemorações e baquetes suntuosos para solenizar o evento, pois Pio V tinha um caráter rígido e intransigente. Continuo a usar o hábito dominicano, de cor branca, costume papal que perdura até os dias de hoje.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

05 DE MAIO: SÃO PIO V

05 DE MAIO


SÃO PIO V


Clique aqui para ver mais imagens de São Pio V e clique aqui para ler a vida dele.

 “Deus, qui ad conterendos Ecclesiae tuae hostes, et ad divinum cultum reparandum, beatum Piium Pontifice maximum eligere dignatus es: fac nos ipsius defendi praesidiis et ita tuis inhaerere obsequiis: tu, omnium hostium superatis insidiis, perpetua pace laetemur. Per Dóminum nostrum Iesum Christum, Fílium tuum, qui tecum vivit et regnat, in unitáte Spíritus Sancti, Deus, per ómnia sǽcula sæculórum. Amen”

O Deus, que para desbaratar os inimigos de vossa Igreja e restaurar o culto divino, Vos dignastes escolher como sumo pontífice o bem-aventurado Pio, fazei com que, defendidos pela sua proteção, de tal forma nos apliquemos ao vosso santo serviço, que, depois de havermos triunfado das insidias do inimigo, saboreemos a alegria da paz eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que conVosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, Deus, por todos os séculos dos séculos. Amem.



 +
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

Por quem chora Francisco?

Editado em 07/07/14: BOAS NOTÍCIAS! Um grupo de meninas conseguiu fugir. Que Deus permitam que esqueçam o horror e se fortaleçam na Fé! Que Deus cuide disso, porque muitas delas - crianças ainda - eram violentada quinze vezes ao dia, outras foram vendidas e dificilmente voltarão para casa!!! Só porque são católicas!

===========================
“Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão ... hoje também há gente assim, que, em nome de Deus, mata e persegue ... existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. (Fonte)

Um Papa que chora comove os corações, é fofo... mas por quem o Papa chora? E por quê chora? E... apenas chora? Chorar e basta, não basta! Onde está o discurso acalorado que dirige aos “ricos” que ele “julga” e onde estão as lágrimas para os gays que ele “não julga”? Esses tantos pesos e tantas medidas de que Francisco lança mão convenientemente não são cristãos. Sequer são humanos. 


Vamos fazer um pequeno apanhado disso tudo.

Antes, porém, é preciso fazer uma diferenciação entre "homossexual" e "gay": 

Homossexual é aquele ser humano afeito de uma doença mental, seja inata que adquirida (comportamental). Era o que dizia até pouco tempo atrás (2010) a Medicina, antes do Lobby Gay obrigar a retirar a doença da lista reconhecida pela Organização Mundial da Saúde. 

Gay é o ativista (homossexual ou não) que defende a luta por supostos direitos civis que lhes estariam sendo negados. 
Portanto, prestem bem atenção ao uso que fazem do termo. O Lobby Gay, para fazer alavancar sua pervertida causa substituiu as palavras, ou as usa como sinônimos, para tornar aceitável a ideias às pessoas comuns. 

Vamos ao assunto que interessa:


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Bartolomeu Scappi, cozinheiro dos Papas

Bartolomeo Scappi (1500 – 1577) foi um cozinheiro de intensa capacidade, mas, sobretudo, visionário e predecessor de muitas técnicas modernas de cozinha. É curioso notar como alguns particulares da sua vida permanecem ainda misteriosos, e as poucas informações que temos a respeito dele partiram exatamente das páginas de sua obra: “L’Opera dell’arte del cucinare”, um dos mais completos livros de Gastronomia do Século XVI.

Relativamente ao seu nascimento, não é possível precisar a data de seus natais com exatidão. Tampouco a sua origem geográfica: alguns estudiosos supõem que ele tenha nascido na cidade de Bolonha, outros em Veneza e outros, ainda, na cidade de Varese, norte da Itália. Calcula-se que deva ter nascido no início do século XVI, e que tenha falecido por volta do ano 1570.

Scappi prestou serviços a personagens importantes de seu tempo, destacando-se entre eles o Cardeal Lorenzo Campeggi (1474 – 1538), Papa Paulo III (1468 – 1549) e Papa Pio V (1504 – 1572). Desse último personagem, ele nos fornece na “Opera”, a descrição do rico banquete de Entronização, afirmando, mais tarde, e no próprio frontispício do livro, ter sido “cuoco segreto” (cozinheiro particular) de Sua Santidade.
.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

HOMOSSEXUALISMO NA IGREJA: A RESPOSTA DE SÃO PIO V

Clique para ver mais imagens de São Pio V
A Igreja sabe bem o que fazer quando um sacerdote peca contra a natureza, seja com que for, criança ou adulto. São Pio V determinou a punição eclesiástica e civil! Esta Bula deve ser divulgada, e se exigir das autoridades eclesiástica seu cumprimento. Importante notar que o Santo Padre - um Santo da Igreja - afirma que esse crime é passível de contagio por causa da impunidade. Ou seja, os maus costumes são endêmicos! E não é de hoje que isso é sabido. 

domingo, 5 de maio de 2013

Breve História do Missal


São Pio V em adoração ao Cristo Crucificado
1572-1575 - by Michele Parrasio (ca.1516-1578).


"QUO PRIMUM TEMPORE"


ESTUDO DO PADRE RAYMOND DULAC SOBRE A BULA QUE PROMULGOU O MISSAL ROMANO



A primeira intenção do presente estudo era apenas a de oferecer uma tradução deste documento, que tem uma enorme importância e que no entanto ainda hoje é praticamente desconhecido dos fiéis e até mesmo de muitos padres. Quantos entre estes já o leram e estudaram?... Alguns não sabem nem onde o encontrar. Ora, sem mesmo lançar mão de grande bulário, basta abrir o Missal de uso litúrgico e nas primeiras páginas o encontrarão impresso, de modo aliás não muito agradável o que facilmente pode desencorajar o leitor: nem um só parágrafo num texto que ocupa três ou quatro colunas grandes!

É preciso também reconhecer que a leitura desta Bula no original é bem difícil. Alguns termos são de custosa tradução por causa do uso jurídico que lhes dá um sentido rigorosamente preciso, por vezes fora do uso corrente.

As frases também são de uma complexidade raramente encontrada, devido às extensas enumerações com minuciosos pormenores e trechos intercalados de difícil seqüência com orações subordinadas, umas dentro de outras.

Além disso, e quanto à matéria, as decisões editadas pelo documento são de várias espécies e um leitor menos atento poderia confundi-las não sendo conhecedor da tradição canônica em matéria legislativa.

Enfim, o sentido profundo da Bula só pode ser bem apreendido se for situado na circunstância histórica que a provocou, exigindo esta por sua vez ser esclarecida pela própria história do Missal Romano desde suas origens até a época do Concílio de Trento.

Alcance Jurídico da Bula "Quo Primum" de São Pio V

ALCANCE JURÍDICO DA BULA "QUO PRIMUM" 

 

I - NOTAS PRELIMINARES

1 - Se a Bula promulga uma verdadeira lei, esta será uma lei humana, cujo valor provem, não da natureza das coisas nem da vontade revelada de Deus, mas certamente de uma refletida escolha do legislador humano. 


2 - Este deverá, então, manifestar da maneira mais clara e completa que lhe for possível, a natureza e a extensão de sua vontade:
1º) Dizer que promulga uma verdadeira lei, criando uma obrigação jurídica. Não se trata, pois, de um simples desejo ou recomendação, nem de uma "diretiva", ou mesmo talvez, de uma vontade formal, mas vontade que não se declarasse como impondo uma ordem que obriga seus súditos.

2º) Em seguida, delimitar o campo de aplicação de sua lei quanto ao tempo, lugares e pessoas.

3º) Precisar, se for o caso, as modalidades da decisão legislativa: o que ela manda, o que permite e, talvez certos privilégios que concede ao lado da lei comum.

4º) No caso em que a prescrição não legisla sobre matéria inteiramente nova, precisar a relação da presente lei à lei ou aos costumes precedentes:

a) simples derrogação parcial;
b) simples abrogação.

5º) Como a lei habitual, não escrita, é munida de uma força que lhe é própria, decidir expressamente o que a nova lei dela conserva ou suprime.

3 - Para a expressão formal, oficial, destas diversas vontades, há certas "regras de direito", um vocabulário próprio, um "própria verborum significatio" que os juristas conhecem bem. A Igreja jamais as desprezou, pois são a garantia única, ao mesmo tempo contra o despotismo arbitrário e contra a anarquia.

Oração por São Pio V

SÃO PIO V


Ó Deus, que, para debelar os inimigos de vossa Igreja
e restaurar o culto divino, Vos dignastes escolher
o Beato Pio para Sumo Pontífice, fazei que, defendidos
por seu auxílio, nos apliquemos a Vosso serviço de
tal forma que, frustradas as ciladas de todos os nossos
inimigos, gozemos da paz eterna. Por N.S.J.C.

(Coleta, Manual do Cristão, Goffiné)

Vide mais: http://farfalline.blogspot.com/2017/05/o-assunto-e-sao-pio-v.html.

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

domingo, 2 de outubro de 2011

Outubro: Mês do Rosário


OUTUBRO: O MÊS DO ROSÁRIO

Porque Outubro é o mês do Rosário? Você sabe?

Visão de São Pio V
clique para ampliar
Em 7 de outubro de 1571, há 430 anos atrás, a Armada Católica, composta de aproximadamente 200 galeras, concentrou-se no golfo de Lepanto, onde D. João d’Áustria mandou hastear o estandarte enviado pelo Papa e bradou: “Aqui venceremos ou morremos” e deu a ordem de batalha contra os muçulmanos, seguidores de Maomé, os quais, liderados pelo Pachá Ali, pareciam, a princípio, estar levando a melhor, por serem em maior número e pela estrategia adotada. Após 10 horas de batalha, houve o prodigioso evento: de repente e de maniera inexplicável, tendo em vista a situação de quase vitória dos inimigos de Cristo, da Igreja e do Ocidente, os muçulmanos, apavorados, bateram em retirada... Mais tarde, alguns muçulmanos, prisioneiros de guerra, confessaram que uma brilhante e majestosa Senhora aparecera no céu, ameaçando-os e incutindo-lhes tanto medo, que entraram em pânico e começaram a fugir. Ao verem os muçulmanos em fuga, os Cristão renovaram as forças e reverteram o resultado da batalha: 13 navios inimigos foram capturados e mais de 90 afundados ou incendiados, quase 9.000 muçulmanos foram capturados e 25.000 morreram. As perdas Católicas foram bem menores: 8.000 bravos soldados e apenas 17 navios.

clique na imagem abaixo

Leitores