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terça-feira, 12 de outubro de 2021

Editoras supostamente católicas a evitar I


Pretendia, fazer um único post a respeito, elencando as editoras que se dizem católicas que são retas e recomendáveis, mas infelizmente as poucas que eu recomendaria começaram a claudicar. 

De maneira geral, eu aconselho a comprar livros do tipo "fac-símile" porque supostamente seriam cópias do original nos quais aplicam uma capa bonitinha, enfeitadinha. Mas, recentemente, descobri que nem sempre é assim, e mesmo nos livros supostamente fac-símile é possível alterar a verdade sob o pretexto de que o original está em português arcaico. Foi desanimador descobrir que uma das editoras que eu inclusive já recomendei alterou esse tipo de livros, acrescentando os mistérios "luminosos" e até preces a neosantos hereges... 

Hoje vou comentar acerca de uma editora que começou bem, ou parecia isso. Refiro-me à Editora Cristoelivros. Hoje, lançou no Instagram a campanha com dois livros que vinha anunciando como uma bomba que desmascararia o "tradicionalismo" e, por óbvio, criticando os tradicionalistas. 



Os dois lançamentos são criticáveis e a seguir explico o por que.  
 

LIVRO SOBRE O SUPOSTO TRADICIONALISMO

O primeiro foi escrito por um tal padre Bernard Lucien, um ilustre desconhecido o qual, me dizem, questiona até... São Vicente de Lerins!!! Um consagrado escritor eclesiástico canonizado indiscutivelmente pela Igreja e sobre cujas eventuais falhas a Igreja já se manifestou (Bento XIV. Prestem atenção, 14, não 16!!!) e, como é sabido, Roma locuta causa finita. Ele retoma uma polêmica para criar fama. Mas um teólogo não nasce assim. 

Então, só por isso já não se deveria gastar dinheiro com uma obra onde verdade e mentira se misturam. Pode até ser que o "tradicionalismo" seja uma heresia nos moldes como esse suposto padre declara, mas quem pode afirmar isso é unicamente a Igreja, não um ilustre desconhecido em busca de fama e que distorce a verdade a seu bel prazer. Segundo, a heresia do tradicionalismo se refere aos que se opuseram ao Concílio Vaticano I e não tem relação alguma com os que defendem a Tradição bimilenar da Igreja, o que seria um contrassenso, porque seria afirmar que defender a Verdade é heresia. Entendem? 

Transcrevo porque conforme a verdade o que escreveu o finado professor Orlando Fedeli, em 01/09/2000, a respeito do tradicionalismo enquanto heresia reconhecida e declarada pela Igreja:
O chamado tradicionalismo filosófico tem raiz nos escritos de Joseph de Maistre, Lamennais e outros. Todos esses autores apresentam graves erros contra a Fé e a revelação. O Concílio Vaticano I condenou os erros dos tradicionalistas enquanto negavam capacidade à razão humana. Joseph de Maistre foi seguidor das teses de Jacob Boehme, além de maçom martinista.
Muitos católicos o julgam um autor ortodoxo porque ele escreveu o "Du Pape", defendendo a infalibilidade papal. Entretanto, ele defende que o Papa é infalível porque é soberano. Para ele, todo soberano é infalível quando pronuncia sentenças irrecorríveis. Ora, o Papa não é infalível porque é um soberano, e sim pelo poder dado por Cristo a São Pedro e seus sucessores.
Além disso, De Maistre tem inúmeros outros erros: por exemplo, é ecumenista. Sobre esses erros de Joseph de Miastre recomendo-lhe o livro "Joseph de Maistre Mystique de Dermenghem". Lamennais foi condenado por Gregório XVI na encíclica "Mirari vos". 
Evidentemente, a condenação desse tradicionalismo gnóstico procedente de Boehme e da Cabala nada tem a ver com a doutrina que defende a tradição apostólica, que é santa e de fé.
É preciso desenhar? Falar em libras? Mímica? Claro está, mesmo sem ler o que esse sujeito escreve, que está a condenar o que a Igreja mesma não condena, porque Ela não condenaria a Si própria.  


LIVRO SOBRE LUTERO

O segundo livro é interessante porque acaba expondo a HIPOCRISIA da editora em questão e de seus sequazes, uma vez que é contra, como se vê pelo título, as 95 testes luteranas. E por que expõe uma tão clara e evidente hipocrisia? Porque o "papa" que eles dizem reconhecer e seguir já reabilitou Lutero inúmeras vezes. Basta uma breve pesquisa no Google para refrescar a memória ou olhar aqui mesmo no Pale Ideas o que já publicamos a respeito. A sequência de fotos acima e logo abaixo é uma pá de cal no assunto: 

Esta foto já postei acima, mas é mais ampla e mostra um prelado tampando o nariz. Devia lá ter suas razões, mas me faz lembrar do cortejo fúnebre de Lutero quando, conforme registrado à época pelos próprios luteranos, o cadáver exalava um fedor nauseabundo, que permaneceu mesmo depois de sepultado e coberto de terra. 

V Centenário da Reforma Protestante, lê-se no topo do selo, apresentado em 31 de outubro deste ano pelo Departamento Filatélico do Vaticano. Segundo o comunicado oficial, o selo retrata “em primeiro plano, Jesus crucificado, tendo ao fundo um céu dourado sobre a cidade de Wittenberg, onde em 31 de outubro de 1517 foram fixadas pelo frei agostiniano as 95 teses. De joelhos, à esquerda, Martinho Lutero com uma Bíblia, enquanto à direita está seu amigo Felipe Melanchton – um dos maiores divulgadores da Reforma – tendo em mãos a Confissão de Augsburgo, o primeiro documento oficial dos princípios do protestantismo.”


Quanto ao livro em si, não posso dizer nada porque nunca lerei, mas expõe e denuncia a hipocrisia dos modernistas porque, se reconhecem e obedecem ao Papa, não deveriam publicar tal livro. Não lhes parece?  

Então, como confiar em uma editora dessas? Fala uma coisa e pratica outra!!! Critica os tradicionalistas chamando-os de sedevacantistas - como se isso fosse um xingamento -  mas NÃO OBEDECE ao "papa". Hipocrisia que chama, sim! 


CONCLUSÃO    

Exposto isto à vossa reflexão, pergunto: qual é a intenção de vender os dois livros ao mesmo tempo senão a de chamar os tradicionalistas - aqueles que são fiéis à Tradição bimilenar da Igreja, como São Pio X e todos os Papas pré-Conciliares e toda a Comunhão dos Santos - de hereges tal qual os protestantes? 

Eu escrevi algumas considerações no Instagram dessa editora, no sentido de ressaltar a hipocrisia deles e de perguntar se sabiam que seis pastores protestantes haviam sido convidados a participar por Paulo VI da comissão que fabricaria a missa Novus Ordo conciliar e que, por isso, o livro deles não fazia sentido. Também questionei o primeiro livro e o autor, que se deu ao desfrute de questionar um Santo da Igreja. O resultado? Fora alguns comentários ridículos de fãs da página - que obviamente nunca leram um documento da Igreja, nem mesmo os do Concílio que tanto defendem como dogmático e sacrossanto - os quais não refutaram meus argumentos, mas apenas me atacaram (típico dos burros), fora isso... fui bloqueada pela página. Claro! Não podem permitir que a verdade seja dita e que as vendas 💰💰💰 sejam prejudicadas... 

Por isso resolvi escrever aqui, pois, queiram ou não, gostem ou não, o Pale Ideas continua uma blog de referência na Tradição Católica verdadeira, tem um alcance muito amplo e uma participação "ecumênica", pois é lido inclusive por modernistas. Mas não é só para eles o alerta! É sobretudo para os que querem permanecer fiéis à Igreja de Cristo, porque não devemos dar nosso suado dinheirinho para os hereges. Comprar qualquer livro dessa editora é o mesmo que comprar os livros do Edir Macedo. A diferença é que todos sabem quem é Edir Macedo, mas quando se compra e se lê um livro de uma editora supostamente católica, sem conhecer todos os Dogmas, todas as heresias, toda a Doutrina da Igreja, nem sequer direito os Dez Mandamentos, está se expondo a alma a risco de perdição eterna. Nem eu mesma conheço todas as heresias. Prefiro seguir o que a Igreja ensina e evitar livros editados por quem é hipócrita. 

Pretendo seguir publicando esse tipo de post, denunciando as falsas editoras católicas. Fiquem atentos! 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

GENOCÍDIO ARMÊNIO - A VERDADE QUE RENASCE

“O Genocídio Armênio? Os filósofos têm as mãos sujas de sangue”

Meninas Cristãs crucificadas


A pesquisadora que muitos comparam à Arendt nos conta a origem (não banal) do mal


Por Davide Brullo - 09/08/2018 - 08:19 – Il Giornale  



Dizem que ela é a nova Hannah Arendt[1]. Quando lhe digo isso, ela não se perturba. Ao contrário, devolve. “À Arendt contesto o fato de não ter chegado à raiz do problema do genocídio”. E qual seria esta raiz? “O protagorismo[2]  de Descartes[3] ”.

Isto me explicará depois. “Não. Explico-lhe agora mesmo. Com um exemplo”. Fique à vontade. “Lembrar-se-á do caso de Bruce Jenner[4], campeão olímpico de Decatlo[5], que um dia disse ao mundo que se sentia mulher. Eu, francamente, me senti ofendida. O que significa ‘sentir-se mulher’ para Jenner? Já teve menstruações? Pois é: hoje conta apenas o que você pensa, não o que você é. Se você pensa que é uma mulher, então é! Mas pensar algo não é ser aquele algo, porque o homem – eis o protagorismo! – não é a medida de todas as coisas”.  

Siobhan Nash-Marshall[6] é docente de filosofia no “Manhattanville College” de Nova Iorque, fala perfeitamente o italiano; afinal, se aperfeiçoou, academicamente, na Universidade de Pádua e na Católica de Milão; sua obra é traduzida na Itália, desde “Vita e Pensiero, La ricettività dell'intelletto”, a seu último livro, “The Sins of the Fathers. Turkish Denialism and the Armenian Genocide[7] (The Crossroad Publishing Company, pp. 250, $24.95; em breve na Itália, pela Guerini), o primeiro de uma trilogia dedicada à “Traição da Filosofia”, que tem sido comparado, por amplitude de propósitos, à “La banalità del male[8], da Arendt.  

Encontro Nash-Marshall em Pádua, onde é hóspede de Antonia Arslan[9], a escritora da “La masseria delle allodole[10], de quem está traduzindo, para o inglês, “Il Libro di Mush” (2012).  

Segundo comentários e resenhas da mídia, “The Sins of the Fathers” é a maior contribuição filosófica sobre o Genocídio Armênio, que se torna, aos olhos da autora, o símbolo da crise do pensamento ocidental

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

1º Lançamento 2018: Livro do Pe. H. Démaris

Prezados leitores do Pale Ideas, é com muita alegria que anuncio o lançamento do livro... 

Consolações para Tempos de Perseguições

Regras de Conduta para Nossos Tempos

Pe. H. Démaris

Tradução Carla d'amore

Editado pela Editora Missões Cristo Rei
Impresso pela Gráfica Mundial
ISBN 9788566408362 


"Meus queridos filhos, Situados no meio das vicissitudes humanas e do perigo próprio da explosão das paixões, enviam mostras de caridade a seu Padre e lhe pedem algumas regras de conduta. Vou mostrá-las a vocês, e tentarei levar às suas almas o consolo de que necessitam: Jesus Cristo, o modelo dos cristãos, nos ensina com Sua conduta o que devemos fazer nos penosos tempos em que nos encontramos."

Esta carta foi enviada pelo Reverendo Padre H. Démaris, em resposta a fiéis que lhe solicitavam alguma regra de conduta para continuarem católicos, nos tenebrosos tempos da Revolução Francesa: sem padres, sem Missas, sem Sacramentos e sem templos onde adorar a Deus, tomados que foram pelos perseguidores da Religião Católica; de forma similar ao nosso século e às nossas privações, pois os tempos atuais são filhos da Revolução, ainda que outros sejam os eventos e as personagens.

E é exatamente por causa dessa similitude que a Editora Missões Cristo Rei publica esta carta, um roteiro para os cristãos de todos os tempos e lugares, que sofreram, sofrem e ainda sofrerão perseguições por amor a Deus.

É um roteiro para guardar a Fé em tempos que exigem um martírio que nem sempre é de sangue, mas, sobretudo, de humilhações, escárnio, solidão, renúncias e privações, que não encontram um fim na morte gloriosa no patíbulo, mas perduram no tempo, alongando o sofrimento.

Enfim, os católicos de todos os tempos têm a mesma preocupação: é agora? Sem Padres e, portanto, sem a Missa e sem os Sacramentos, o que será de nós? Como guardaremos a Fé? Esperamos, singelamente, que este livreto ajude a todos, nestes tempos de escuridão e incertezas.

VIVA CRISTO REI!


A Editora



quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Um livro que desmascara Ratzinger

Há mais livros a respeito, mas este calhou de cair sob meus olhos e, por isso, e porque o blog é meu, resolvi traduzir estes dois textos de 2015 que, espero, tirem as mortadelas dos olhos dos que creem piamente que Bento XVI é o verdadeiro papa -  tradicionalíssimo e sacrossanto - forçado a se eclipsar para dar espaço ao malvadão do Francisco... Sic! Abiguinho, ambos servem ao mesmo patrão, à mesma causa. Bento é até pior do que Francisco, justamente por causa das aparências. Eu até sugeriria aos que vivem se digladiando na internet por bobeiras - de lana caprina - que ocupem seu tempo pesquisando as heresias de Ratzinger/Bento XVI, particularmente em sua obra pré-papado. Seria mais útil à Cristandade. Notas em azul, nossas. Comentários, já sabem. Ao texto. 



Ratzinger a olho nu: dissimulado, herético, neo-protestante, destruidor da Doutrina Católica, promotor do Modernismo. 


 
 
1. 1º de agosto de 2015. Mattia Rossi analisa, em “Il Giornale”, o livro de Carlo Di Pietro contra Ratzinger  


Nota de Radio Spada: agradecemos o amigo e colaborador Mattia Rossi pela preciosa e articulada recensão publicada na edição de “Il Giornale” de 31 de julho de 2015, à página 27. Ad maiorem Dei gloriam.   

O outro Ratzinger. Falta (aliás, faltava), no diversificado panorama literário católico, um texto rigoroso e documentado de análise crítica sobre a teologia de Joseph Ratzinger/Bento XVI.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Bartolomeu Scappi, cozinheiro dos Papas

Bartolomeo Scappi (1500 – 1577) foi um cozinheiro de intensa capacidade, mas, sobretudo, visionário e predecessor de muitas técnicas modernas de cozinha. É curioso notar como alguns particulares da sua vida permanecem ainda misteriosos, e as poucas informações que temos a respeito dele partiram exatamente das páginas de sua obra: “L’Opera dell’arte del cucinare”, um dos mais completos livros de Gastronomia do Século XVI.

Relativamente ao seu nascimento, não é possível precisar a data de seus natais com exatidão. Tampouco a sua origem geográfica: alguns estudiosos supõem que ele tenha nascido na cidade de Bolonha, outros em Veneza e outros, ainda, na cidade de Varese, norte da Itália. Calcula-se que deva ter nascido no início do século XVI, e que tenha falecido por volta do ano 1570.

Scappi prestou serviços a personagens importantes de seu tempo, destacando-se entre eles o Cardeal Lorenzo Campeggi (1474 – 1538), Papa Paulo III (1468 – 1549) e Papa Pio V (1504 – 1572). Desse último personagem, ele nos fornece na “Opera”, a descrição do rico banquete de Entronização, afirmando, mais tarde, e no próprio frontispício do livro, ter sido “cuoco segreto” (cozinheiro particular) de Sua Santidade.
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Leituras honestas para moças honestas - O que perdemos!

Este texto me caiu nas mãos - virtualmente falando - um dia desses, quando pesquisava algo sobre "O Combate Espiritual" do grandíssimo Dom Lourenço Scúpoli, o Teatino de Otranto, sobre o qual falaremos qualquer dia desses, porque é magnífico para a alma! Deixei guardado para quando acabasse uma de minhas tantas tarefas que me deixam bem ocupada ultimamente. Dai que hoje apareceu uma "folga" e aproveito para publicar. 

O que vem a calhar também com uma consulta que me foi feita um dia desses, sobre a indicação de alguns títulos de livros para uma moça desejosa de se entreter com coisas mais importantes para a alma do que televisão e internet. Aliás, já comecei a providenciar uma lista em nossa sessão de download de livros católicos para moças e senhoras cristãs

O interessante deste texto que publicamos hoje não é o veneno amargo que a autora destila em seu artigo - creio que se trate de um trabalho escolar, ou algo parecido, não há nenhuma indicação na página - nesse esporte favorito que é criticar a Igreja em sua caridade para com as almas. Não, isso é trivial demais. O interessante é perceber, mesmo através de um texto tão velhaco, o bem que a Igreja fazia para a sociedade e, principalmente, termos uma lista de livros que podemos ler. Então, mãos à obras, moças! Temos muito para ler e meditar! No final, há uma lista tirada do texto. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Tudo por Jesus

Do meu Reader, uma indicação de livro:



TUDO POR JESUS


"O interesse  de Jesus pede que a cada hora do dia e da noite a glória da Santíssima Trindade receba, tanto quanto  possível, um novo aumento. E esta glória, que se chama a glória acidental de Deus, aumenta com todo o bom pensamento, com toda a boa palavra e obra, com cada cooperação prestada à Graça; com cada resistência às tentações, com cada ato de devoção, cada sacramento bem ministrado ou humildemente recebido, com cada tributo de louvor ou de amor oferecido à Santa Virgem, com cada invocação aos santos, cada mistério do Rosário, cada Sinal da Cruz, cada aspersão de água benta, com cada dor suportada com paciência, com cada injúria sofrida mansamente, com cada bom desejo; mas tudo isto deve ser feito com uma  intenção pura e em união com os merecimentos do nosso amável Salvador."


Retirei este texto do livro Tudo por Jesus do Padre Frederick William Faber, para que se tenha uma idéia de quanto estamos pouco informados sobre os interesses de Jesus. Digo isto porque poucos sabem que em primeiro lugar devemos buscar a glória de Deus, eu mesma sabia que sim; mas que esta aumentava com cada coisa boa que fazemos em união a Nosso Senhor, na verdade não. A ideia que tinha era de primeiramente agradar a Deus buscando a minha santidade. Mas eis que Padre Faber me mostra o primeiro assunto que interessa a Jesus, a glória de seu Pai que deve ser aumentada, mesmo que seja a glória acidental, porque Deus não precisa do nosso louvor, mas, se pensarmos que Ele deve estar em primeiro lugar em tudo, então devemos mesmo dizer como no Pai Nosso: Pai que estás nos Céus, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME.

Fonte: http://nosilenciocomjesus.blogspot.com.br/2011/09/leitura-de-tudo-por-jesus.html


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