Convite

 
Feminismo: o maior inimigo da mulher
Grupo do Facebook • 157 membros
Participar do grupo
Grupo criado com o propósito de desmascarar o feminismo.
 

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador literatura. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

O cordel da Desistência - Esqueci-me de algumas coisas

Just for funny, leia a continuação do CORDEL DA DESISTÊNCIA:  



O cordel da Desistência - Esqueci-me de algumas coisas 




Mais um pouco de cordel para mostrar as incoerências de Dom Williamson.

Como é triste perceber
A decadência de um bispo
Que antes era um leão
Hoje mudou o disco.

Como se o Santo Evangelho
Já fosse Letra morta.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O CORDEL DA DESISTÊNCIA

Um pouco de literatura para falar sério. Não pense que não estou acompanhando as sandices dos ralliés de todas as sensibilidades... Estou. Apenas estou sem tempo para atualizar o blog. Coisa que vou corrigir já. Aqui vai o cordel brilhantemente escrito pelo sr. Eugênio Mendes. A culpa não é de quem fala sobre, mas de quem faz coisas erradas. Não invertamos as coisas!   


Adendo, leia também: CORDEL DA DESISTÊNCIA II 




O CORDEL DA DESISTÊNCIA




*Por Eugênio Mendes





Um pequeno cordel em homenagem a insistência de Dom Williamson em defender os supostos milagres ocorridos na missa bastarda.  

Aqui estou eu novamente
este famigerado escravo
a muito tempo não escrevia
ando por ai meio bravo

de cara vou dizendo
que não sou bom no cordel
até porque sou mineiro
mas vou tentar ser bem fiel

uma história que começou
em um tempo moribundo
com um famoso conciliábulo
chamado Vaticano segundo

apareceu um grande bispo
que era chamado Marcel
escolhido por Nosso Senhor
tratou o modernismo com fel

apareceu também em Campos
um bispo chamado Leão
Castro Mayer era seu nome
foi depois tratado em vão

Marcel decidiu fazer
Em defesa de Nosso Senhor
quatro polêmicas sagrações
entre modernistas causou furor

os modernistas reagiram
com a chamada Ecclesia Dei
muitos tradicionais desistiram
esqueceram de Cristo Rei

porém os quatro bispos
deveriam seguir o legado
Foram uma grande decepção
Os quatro causaram estrago

um deles era Fellay
como líder da tradição
Não conseguiu fazer nada
Além de uma grande traição

rebelou-se então Williamson
parecia... ia defender
a fé como causa primeira
e a Cristo não iria ofender

doce ilusão a minha
acreditei enquanto podia
aos poucos fui percebendo
que era mais uma utopia

Willianson começou dizendo
atacando o sionismo
parceia muito bem
mas era só um “bom-mocismo”

a missa nova então
aos poucos defendia
era possível sustentar a fé
na missa bastarda com valentia

isso não é possível 
já dizia o bispo Marcel
que essa missa moderna
não passa de uma torre de babel

então estive pensando
na falida desistência
Oh meu Deus não entendo
porque tamanha insistência

Williamson disse uma vez
que o tal do milagrito
acontecido em missa nova
não era nada esquisito

quis fazer-me acreditar
que o fato da Argentina
era motivo de festa
pra comemorar com serpentina

mas eu não sou trouxa
Deus é sempre ordenado
não pode fazer milagre
pra me deixar enganado

sagrou mais dois bispos
que pareciam muito valentes
outra decepção
a covardia ficou latente

Dom Tomás então disse
diante da infâmia alheia
“Um bispo é um bispo” (1)
meu Deus a coisa “ta” feia

estou esquecendo de Trincado
dono do blog “tradicional”
só esquece de dizer
que é tudo liberal

a dona do tal blog
que por ai se diz "Cristera"
uma hora vai se dar conta
arrumou uma bela "duma" frieira

e Trincado andou dizendo
pra defender o famigerado
que não eram dogmáticas
as Palavras do Crucificado

e voltando aos milagritos
não preciso acreditar
nos falsos milagres em missa nova
“Cadê” o Magistério pra registrar?

o bispo de Kent disse então
houve muitas conversões
pra qual igreja pergunto?
pra qual das duas versões?

é fato que existem duas
assim disse Dom Tomás
uma verdadeira em uma falsa
quem será capaz?

de esclarecer essa séria dúvida
que talvez seja a questão
mas já deixou claro
o bispo chamado Leão

Castro Mayer já dizia
que houve um cisma então
com o tal conciliábulo
são duas igrejas, ou não?

e por isso sigo católico
não faço parte de grupo algum
quero apenas a Meu Deus
QUE EM TUDO DISSE QUE É UM (Efésios 4,5)

Viva Cristo Rei!!


(1) Pequena catequese depois da missa de 03/01/16, no Mosteiro de Santa Cruz, por mim presenciada. 

Fonte: http://missaocristorei.blogspot.com.br/2017/01/o-cordel-da-desistencia.html


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Leituras honestas para moças honestas - O que perdemos!

Este texto me caiu nas mãos - virtualmente falando - um dia desses, quando pesquisava algo sobre "O Combate Espiritual" do grandíssimo Dom Lourenço Scúpoli, o Teatino de Otranto, sobre o qual falaremos qualquer dia desses, porque é magnífico para a alma! Deixei guardado para quando acabasse uma de minhas tantas tarefas que me deixam bem ocupada ultimamente. Dai que hoje apareceu uma "folga" e aproveito para publicar. 

O que vem a calhar também com uma consulta que me foi feita um dia desses, sobre a indicação de alguns títulos de livros para uma moça desejosa de se entreter com coisas mais importantes para a alma do que televisão e internet. Aliás, já comecei a providenciar uma lista em nossa sessão de download de livros católicos para moças e senhoras cristãs

O interessante deste texto que publicamos hoje não é o veneno amargo que a autora destila em seu artigo - creio que se trate de um trabalho escolar, ou algo parecido, não há nenhuma indicação na página - nesse esporte favorito que é criticar a Igreja em sua caridade para com as almas. Não, isso é trivial demais. O interessante é perceber, mesmo através de um texto tão velhaco, o bem que a Igreja fazia para a sociedade e, principalmente, termos uma lista de livros que podemos ler. Então, mãos à obras, moças! Temos muito para ler e meditar! No final, há uma lista tirada do texto. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Exame de Consciência dum Cristão Medíocre

Exame de Consciência dum Cristão Medíocre

Jacques Debout
Da omissão em si mesma

Eu acuso-me de ter omitido os meus pecados de omissão; de me ter contentado com o mal que não cometi para levar comigo na eternidade; de ter considerado a moral cristã unicamente como uma mortificação e não como uma vida, como uma mutilação e não como uma expansão, como um travão e não como um impulso de progresso, como um muro de resguardo e não como um trampolim.

Eu acuso-me de ter olhado o bem a fazer como um dever bastante impreciso, preferencialmente facultativo e depressa cumprido, de me ter persuadido que a cólera eterna de Deus era unicamente provocada pela impiedade e pelos pecados contra a santa virtude; de ter batizado como bom Cristão um senhor que vai à Missa ao Domingo, cumpre o preceito pascal e de maneira nenhuma dá ocasião a que falem dele; de ter considerado excelente Cristão o senhor que recebe o clero à sua mesa e leva um círio na procissão, e de cristão, como eram necessários muitos, aquele senhor que, dentro de casa, protesta ruidosamente contra os inimigos da ordem e da sã doutrina.

A omissão de adorar na oração

Eu acuso-me de ter olvidado que a oração é uma adoração, de não ter compreendido que é necessário que o Nome de Deus seja santificado, que o Seu Reino chegue, e que a Sua vontade seja cumprida antes que Ele nos conceda, ou melhor, a fim de que Ele nos conceda o nosso pão.

Eu acuso-me de ter inquietado a Deus com os meus interesses, sem previamente eu me ter ocupado dos Seus.

Eu acuso-me de ter invocado a Deus à maneira dos pagãos, unicamente para obter êxitos e curas, sobretudo quando, encontrando-se esgotados os meios humanos, a intervenção sobrenatural surgia, ou como um trunfo a mais no jogo, ou como a última carta a jogar.

A oração pela sua alma

Eu acuso-me, portanto, de não ter possuído o cuidado da minha beleza sobrenatural; de não ter solicitado a Deus esta delicadeza, este esmero espiritual, o qual constitui a forma requintada do Amor Divino; acuso-me de apenas haver solicitado a Graça da Salvação, e não a graça para ser belo e bom segundo a beleza e a bondade Divinas, vivendo a Sua Vida sobrenatural; acuso-me de não haver visto na Graça senão um para-raios e não a veste nupcial, apenas uma garantia e não um valor positivo.

Eu acuso-me de não ter deplorado a minha impureza senão como um perigo e não como uma vilania; o meu egoísmo apenas como erro de cálculo e não como uma enfermidade; o meu orgulho como uma desordem e não como uma deformidade.

Acerca do valor da oração

Eu acuso-me de não haver acreditado profundamente no poder da oração; de nela não ter acreditado senão à força de nervos, sob a pressão da angústia e como um meio desesperado; de ter rezado sem fervor e simplesmente para não perder Deus, último recurso, assim eu me possa fiar nos meus recursos, nos meus cálculos, nas mi­nhas oportunidades.

Eu acuso-me de ter procurado a Providência quase unicamente na minha própria atividade; de não haver compreendido que a minha ação, para ser forte, feliz e útil, tem necessidade que o Senhor edifique o lar e guarde a cidade; eu acuso-me de não ter compreendido que aqueles que rezam obram mais pelo mundo do que aqueles que trabalham, e que Josué fraqueja no combate quando esmorecem na oração os braços erguidos de Moisés.

Eu acuso-me de nunca me ter acusado de ignorância religiosa, de nem dela me desculpar, a tal ponto esta ignorância me parece normal; acuso-me de ter sido levado a pensar que a docilidade me dispensava da ciência, que esta pobreza de espírito predispunha para o Reino de Deus e que seria perigoso ultrapassar a Fé do carvoeiro.

Eu acuso-me de me ter completamente desinteressado da Doutrina Cristã, sob pretexto de assim nela mais respeitar os mistérios e o carácter sagrado; de ter sido, aliás, persuadido que o dever é de essência exclusivamente prática; que no domínio intelectual não existe outra obrigação senão obedecer; que para ser um bom Cristão é necessário observar os Mandamentos de Deus, bem como os da Santa Igreja, que é suficiente recitar o Símbolo dos Apóstolos, e mesmo de saber responder ‘Amém’.

Jacques Debout  

Fonte: Revista “Semper” – Priorado da FSSPX em Lisboa, Portugal. 


* Jaques Debout, cujo nome canônio é René Roblot, 1872-1939, foi um religioso e um homem de letras francês. Ele também usou o pseudônimo de John St. Clair.

Subscrive here! Siga este blog, receba as novidades por e-mail!

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

Se vc é das Missões Cristo Rei, cadastre-se aqui

CONHEÇA O NOVO SITE DA EDITORA