Mais uma vez se repete a obscenidade pública da Parada Gay em SP, patrocinada com dinheiro público, dinheiro dos contribuintes, dinheiro dos católicos. Entre os principais patrocinadores estão a Caixa Econômica Federal, a Petrobras, a Prefeitura de São Paulo (PT) e o Governo do Estado de SP (PSDB). Os organizadores da parada lamentaram que as empresas privadas temem associar seu nome a este evento demoníaco, embora versem muito dinheiro às ocultas. De grande empresa, só apareceram a Netflix e a Olla, fabricante de preservativos. Contudo, os católicos não usam preservativos. Não há o que boicotar ai. Quanto à Netflix: BOICOTEM! Mas como boicotar empresas públicas? Ainda que se fechem as contas correntes e poupança na CEF, na esfera pública o dinheiro é um só. Teríamos que boicotar todos os serviços públicos, em todos os níveis!!! E aqui cabe perguntar: qual é o interesse governamental em um evento que obviamente não interessa, por ora, ao empresariado privado?, apesar dos lucros que poderiam advir disso, uma vez que o "nicho gay", segundo algumas revistas de economia (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui), é bastante lucrativo, pois, embora sejam inexpressivos quanto à quantidade de consumidores (embora Censo diga que sejam já 10% da população), são absurdamente expressivos quanto à quantidade de dinheiro (pink money) que gastam e que poderiam vir a gastar; fala-se em 150 bilhões de reais só no Brasil, com um potencial para atingir 300 bilhões.
Recentemente, assistimos atônitos a uma propaganda da empresa O Boticário, para o "Dia dos Namorados", na qual havia duas duplas homossexuais (muito, se levar em conta a "cota" de CASAIS normais!); uma propaganda veiculada na TV (aberta e por cabo) e na internet. Houve uma avalanche de protestos na internet, em todas as redes e sites de relacionamento. Houve reclamações no CONAR e no Reclame Aqui (este site é muito útil para fazer com que as empresas atendam às reclamações dos consumidores, é mais eficaz e rápido do que o SAC das empresas ou o Procon, mas no Facebook já postou várias mensagens defendendo o "direito à diversidade", e foi solenemente criticado pelos leitores!). A mídia foi pega de surpresa com o levante dos "conservadores", e não os poupou de comentários nada imparciais. Eu fiz a primeira reclamação no CONAR, não sei se houve outras. Eu também reclamei no Reclame Aqui, e a Boticário respondeu com a mesma resposta padrão que enviara a outros reclamantes. Tive que insistir na reclamação e vou insistir até dizer chega. Contudo, isso não vai longe, porque a propaganda continuará a ser veiculada livremente até este fim de semana e depois será retirada com o pretexto de que era apenas para o "Dia dos Namorados". Seja como for, o recado do Lobby Gay já foi dado.
No CONAR, se der em algo, terá o mesmo resultado ineficaz. ATENÇÃO! Pode parecer inútil, mas é importante, para que sirva de exemplo, para que os cristãos saibam que não estão sozinhos a se indignarem contra este estado de coisas, que é preciso falar, que é preciso reclamar, que é preciso agir. E que fique bem claro que ativismo de poltrona, diante de uma tela de computador ou de celular, não significa nada se não houver envolvimento pessoal, se não houver uma tomada de posição. NÃO TENHAIS MEDO (S. Lucas 12,7), disse Nosso Senhor Jesus Cristo, que também disse que, se Ele que é nosso Mestre e Senhor foi perseguido, nós também seríamos, porque não é o servo maior que o senhor (S. João 15,20), nos indicando que o cristão sem martírio não é cristão. E martírio não é apenas versar o sangue por Ele, que todo Se deu por nós. Martírio também é suportar a zombaria (e não zombaram dEle?), o deboche (e não debocharam dEle?), a prisão (e não prenderam Ele?), os processos (e não foi processado Ele?), o julgamento dos outros (e não foi julgado Ele por aqueles mesmos que lhe estenderam tapetes vermelhos uma semana antes de sua morte, e morte de Cruz?).
E porque vos falo de martírio? Porque, na edição do último domingo (a 19º edição!!! tão longe chegou essa vergonha pública) da Parada Gay, uma criatura abjeta, um homem que se faz passar por mulher, de nome Viviany Beleboni (não sei se o link está funcionando, porque o perfil dele foi bloqueado pelo Facebook), apareceu nu, com os implantes de silicone à mostra, sobre um caminhão, em uma falsa cruz, macaqueando Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. aqui no Facebook e aqui). Esse senhor Viviany é transexual e espírita (observem que nesse artigo do G1 se afirma que "parte dos participantes" ficou chocada, e que eram essas participantes? Eram gays. E leiam os comentários: aqui, como no FB, até os gays se posicionam contra esse crime).
Recentemente, assistimos atônitos a uma propaganda da empresa O Boticário, para o "Dia dos Namorados", na qual havia duas duplas homossexuais (muito, se levar em conta a "cota" de CASAIS normais!); uma propaganda veiculada na TV (aberta e por cabo) e na internet. Houve uma avalanche de protestos na internet, em todas as redes e sites de relacionamento. Houve reclamações no CONAR e no Reclame Aqui (este site é muito útil para fazer com que as empresas atendam às reclamações dos consumidores, é mais eficaz e rápido do que o SAC das empresas ou o Procon, mas no Facebook já postou várias mensagens defendendo o "direito à diversidade", e foi solenemente criticado pelos leitores!). A mídia foi pega de surpresa com o levante dos "conservadores", e não os poupou de comentários nada imparciais. Eu fiz a primeira reclamação no CONAR, não sei se houve outras. Eu também reclamei no Reclame Aqui, e a Boticário respondeu com a mesma resposta padrão que enviara a outros reclamantes. Tive que insistir na reclamação e vou insistir até dizer chega. Contudo, isso não vai longe, porque a propaganda continuará a ser veiculada livremente até este fim de semana e depois será retirada com o pretexto de que era apenas para o "Dia dos Namorados". Seja como for, o recado do Lobby Gay já foi dado.
No CONAR, se der em algo, terá o mesmo resultado ineficaz. ATENÇÃO! Pode parecer inútil, mas é importante, para que sirva de exemplo, para que os cristãos saibam que não estão sozinhos a se indignarem contra este estado de coisas, que é preciso falar, que é preciso reclamar, que é preciso agir. E que fique bem claro que ativismo de poltrona, diante de uma tela de computador ou de celular, não significa nada se não houver envolvimento pessoal, se não houver uma tomada de posição. NÃO TENHAIS MEDO (S. Lucas 12,7), disse Nosso Senhor Jesus Cristo, que também disse que, se Ele que é nosso Mestre e Senhor foi perseguido, nós também seríamos, porque não é o servo maior que o senhor (S. João 15,20), nos indicando que o cristão sem martírio não é cristão. E martírio não é apenas versar o sangue por Ele, que todo Se deu por nós. Martírio também é suportar a zombaria (e não zombaram dEle?), o deboche (e não debocharam dEle?), a prisão (e não prenderam Ele?), os processos (e não foi processado Ele?), o julgamento dos outros (e não foi julgado Ele por aqueles mesmos que lhe estenderam tapetes vermelhos uma semana antes de sua morte, e morte de Cruz?).
A BLASFÊMIA NA PARADA GAY
E porque vos falo de martírio? Porque, na edição do último domingo (a 19º edição!!! tão longe chegou essa vergonha pública) da Parada Gay, uma criatura abjeta, um homem que se faz passar por mulher, de nome Viviany Beleboni (não sei se o link está funcionando, porque o perfil dele foi bloqueado pelo Facebook), apareceu nu, com os implantes de silicone à mostra, sobre um caminhão, em uma falsa cruz, macaqueando Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. aqui no Facebook e aqui). Esse senhor Viviany é transexual e espírita (observem que nesse artigo do G1 se afirma que "parte dos participantes" ficou chocada, e que eram essas participantes? Eram gays. E leiam os comentários: aqui, como no FB, até os gays se posicionam contra esse crime).






