A semana nem acabou e Bergoglio & Cia. continuam a ser notícia. Negativamente.
Primeira
Saiu o documento preparatório para o "Sínodo Anti-Família", previsto para outubro. Já leram? A mídia deu destaque principalmente ao que diz respeito aos "direitos dos gays", sim porque a adoção de crianças por gays é mais um direito destes que daqueles, que são vítimas inocentes dos pervertidos; todos: os que pedem a adoção e os que a concedem ou permitem!
Para o "Instrumentum Laboris", um calhamaço de 75 páginas, a Igreja tem que encontrar equilíbrio entre os ensinamentos sobre a família tradicional e a "atitude", sem juízos de valor em relação aos que vivem em uniões de pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica Romana [sic] tem de ser menos crítica com os homossexuais e, embora ainda se oponha ao casamento gay, deve receber os filhos de casais homossexuais na fé com igual dignidade [comparado a que?], assinala um documento do Vaticano divulgado nesta quinta-feira, que ainda diz que a Igreja com 1,2 bilhão de membros deve se tornar "menos exclusiva e mais humilde" [serioulsy? Diga isso à miríade de Santos, patrimônio sólido que contra-argumenta facilmente essa idiotice!]. O documento ressalta, ainda, a grande diferença entre os "ensinamentos oficiais da Igreja" sobre questões de moralidade sexual e a sua aceitação e compreensão por parte dos fiéis no mundo todo. E viva a democracia na igreja de Francisco Bergoglio!