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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Homossexualismo: servindo Lúcifer...

HOMOSSEXUAIS: SERVOS DE LÚCIFER


São Paulo, em Romanos 1, 18-32, é atualíssimo na denúncia e condenação das práticas homossexuais e da rebeldia falso-iluminista, que nada mais é do que a busca das trevas por livre e espontânea vontade. Em 27, profetiza sobre a AIDS. O que mais seria... 

Outro dia, falando com uma conhecida sobre fazer a vontade de Deus, em particular sobre carregar a cruz que parece alheia, como quando devemos cuidar de um parente doente, coisa que o egoismo do homem atual abomina, e ao lhe falar das consolações vindouras e da beleza de servir e amar, esta senhora, como que tendo uma epifania às avessas, retrucou: "Então, Deus é mau!"... E ainda: "Então, ninguém se salva!"... Que imensa compaixão tive por essa pobre alma que, arremessada ao nada pelas ideias modernistas, consegue ver "maldade" onde há Puro Amor, e espera salvação com base em frases feitas, frutos de uma doutrinação silenciosa e distilada com um conta-gotas desde que nasceu! 

É preferível, então, como ela declarou, duvidar de uma vida futura... Assim, aplaca a consciência e pode virar serenamente o rosto às necessidades de parentes incomodos, que não têm a decência de serem saudáveis, causando-lhe incomodos em sua feliz vida hedonista (SIC). "Eu não quero incomodar ninguém! Se eu ficar assim, podem me internar em um asilo"... E, embora não tenha usado a palavra, porque ainda assusta, se demonstrou favorável à eutanasia. 

É fácil dizer isso quando se tem saúde para dar e vender; na hora que a água sobe aos "gorgomilos" a coisa muda de figura. E, nessas horas, me lembro de um conhecido que "pegou" AIDS. 

Ele, um comunista, dizia, em alto e bom som, que "isso de AIDS" era coisa de padre católico para governar a vida íntima dos outros, que ninguém é de ninguém e que o amor livre era a lei que regia sua vida. Eu creio que ele já tivesse a doença quando disse isso porque a evolução foi rápida entre o dia dessa conversa e minha visita ao hospital, onde encontrei o resto de um ser humano. Morreu pouco depois. Mas o que interessa aqui é que ele, confrontado com a possíbilidade iminente de morrer, converteu-se ao Cristianismo (melhor dizendo, ao Protestantismo, mas falo disso mais adiante), casou-se com uma senhora que já tinha um filho que diziam ser dele, fruto desse amor livre que ele tanto apregoava e que não diferenciava entre mulheres e homens na hora de amar livremente. Casou-se para tornar o menino herdeiro de tudo o que possuía, já que não levaria nada para onde estava indo. Mas porque casar? Bastaria tê-lo nomeado herdeiro, não? Afinal, a lei, na época, ainda permitia dispor livremente dos próprios bens. Bastava, também, ter feito um simples exame de DNA. Mas ele quis casar-se com as bençãos dAquele a quem tanto negara a vida toda. O que o levou a isso? O que levou a agir prudentemente a um homem tão culto como ele era, um intelectual politizado e engajado em todos esses movimentos que têm por centro e objeto o homem e sua eterna busca pela felicidade, um homem completamente convencido de que não havia um Deus, e, diga-se, um Deus tão misericordioso que ele perseguira exaustivamente sua vida toda, como o próprio Apóstolo dessa carta, e que, por fim, ele reconheceu e se prostrou diante dEle? Não posso dizer ao certo, mas eu imagino que, ao olhar para o abismo da morte, uma morte certa e iminente, as coisas se tornem mais claras e assumam seu devido tamanho. 

Espero, sinceramente, que tenha sido uma conversão eficaz e tempestiva, que tenha lhe permitido escapar daquele Inferno que tanto almejava e que o atraiu por tanto tempo. 

Se bem me lembro, ele se tornou Batista, por causa de sua esposa de leito de morte. É ruim o bastante, mas sempre resta a esperança na ignorância justificável. 

Enfim, aqui vai o texto a que me referi logo no começo. Essas palavras são aplicáveis a toda sorte de maldade contra a Bondade, não apenas ao abjeto homossexualismo. Sempre lembrando que devemos abominar o pecado, não o pecador. E que um homossexual que se mantem casto é tão digno de respeito quanto qualquer outro membro da Igreja Católica que cultive essa virtude. 

Não somos mais do que pó, e devemos cuidar de tirar a trave de nosso olho antes de nos preocuparmos com o cisco no olho de nosso próximo. A vida alheia nos interessa na medida em que se torne modelo do que devemos ser e do que devemos evitar. O julgamento, então, se faz necessário. Mas deve ser um julgamento de leitura, não de condenação. Eu não devo ser assim. Eu não devo fazer isso. Em silêncio, dentro de nosso coração, porque a caridade manda que nosso olhar seja sempre de douçura. E é lícito julgar porque, se está escrito: "Não julgueis, e não sereis julgados" (São Mateus 7,1), também está escrito: "Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça (São João 7,24). Ou seja, é possível julgar, sim; às vezes é necessário! E onde está a reta justiça que nos permite julgar? Está em fazer a vontade do Pai: "e o meu julgamento é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou" (São João 5,30). Simples assim. 

18.    A ira de Deus se manifesta do alto do céu contra toda a impiedade e perversidade dos homens, que pela injustiça aprisionam a verdade.   
19.    Porquanto o que se pode conhecer de Deus eles o lêem em si mesmos, pois Deus lho revelou com evidência.   
20.    Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar.   
21.    Porque, conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato.   
22.    Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos.   
23.    Mudaram a majestade de Deus incorruptível em representações e figuras de homem corruptível, de aves, quadrúpedes e répteis.   
24.    Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos.   
25.    Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!   
26.    Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza.   
27.    Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.   
28.    Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno.   
29.    São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade.   
30.    São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais.   
31.    São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia.   
32.    Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem.
Nunca foi HOMOFOBIA, mas amor ao próximo!
quer vê-lo perfeito, em toda sua dignidade humana!
Que dignidade há no PECADO?
Na DEGRADAÇÃO MORAL e FÍSICA?

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