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terça-feira, 9 de junho de 2015

EDITORIAL: CRISTANOFOBIA NA BLASFEMA PARADA GAY DE SP 2015

Mais uma vez se repete a obscenidade pública da Parada Gay em SP, patrocinada com dinheiro público, dinheiro dos contribuintes, dinheiro dos católicos. Entre os principais patrocinadores estão a Caixa Econômica Federal, a Petrobras, a Prefeitura de São Paulo (PT) e o Governo do Estado de SP (PSDB). Os organizadores da parada lamentaram que as empresas privadas temem associar seu nome a este evento demoníaco, embora versem muito dinheiro às ocultas. De grande empresa, só apareceram a Netflix e a Olla, fabricante de preservativos. Contudo, os católicos não usam preservativos. Não há o que boicotar ai. Quanto à Netflix: BOICOTEM! Mas como boicotar empresas públicas? Ainda que se fechem as contas correntes e poupança na CEF, na esfera pública o dinheiro é um só. Teríamos que boicotar todos os serviços públicos, em todos os níveis!!! E aqui cabe perguntar: qual é o interesse governamental em um evento que obviamente não interessa, por ora, ao empresariado privado?, apesar dos lucros que poderiam advir disso, uma vez que o "nicho gay", segundo algumas revistas de economia (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui), é bastante lucrativo, pois, embora sejam inexpressivos quanto à quantidade de consumidores (embora Censo diga que sejam já 10% da população), são absurdamente expressivos quanto à quantidade de dinheiro (pink money) que gastam e que poderiam vir a gastar; fala-se em 150 bilhões de reais só no Brasil, com um potencial para atingir 300 bilhões.  

Recentemente, assistimos atônitos a uma propaganda da empresa O Boticário, para o "Dia dos Namorados", na qual havia duas duplas homossexuais (muito, se levar em conta a "cota" de CASAIS normais!); uma propaganda veiculada na TV (aberta e por cabo) e na internet. Houve uma avalanche de protestos na internet, em todas as redes e sites de relacionamento. Houve reclamações no CONAR e no Reclame Aqui (este site é muito útil para fazer com que as empresas atendam às reclamações dos consumidores, é mais eficaz e rápido do que o SAC das empresas ou o Procon, mas no Facebook já postou várias mensagens defendendo o "direito à diversidade", e foi solenemente criticado pelos leitores!). A mídia foi pega de surpresa com o levante dos "conservadores", e não os poupou de comentários nada imparciais. Eu fiz a primeira reclamação no CONAR, não sei se houve outras. Eu também reclamei no Reclame Aqui, e a Boticário respondeu com a mesma resposta padrão que enviara a outros reclamantes. Tive que insistir na reclamação e vou insistir até dizer chega. Contudo, isso não vai longe, porque a propaganda continuará a ser veiculada livremente até este fim de semana e depois será retirada com o pretexto de que era apenas para o "Dia dos Namorados". Seja como for, o recado do Lobby Gay já foi dado

No CONAR, se der em algo, terá o mesmo resultado ineficaz. ATENÇÃO! Pode parecer inútil, mas é importante, para que sirva de exemplo, para que os cristãos saibam que não estão sozinhos a se indignarem contra este estado de coisas, que é preciso falar, que é preciso reclamar, que é preciso agir. E que fique bem claro que ativismo de poltrona, diante de uma tela de computador ou de celular, não significa nada se não houver envolvimento pessoal, se não houver uma tomada de posição. NÃO TENHAIS MEDO (S. Lucas 12,7), disse Nosso Senhor Jesus Cristo, que também disse que, se Ele que é nosso Mestre e Senhor foi perseguido, nós também seríamos, porque não é o servo maior que o senhor (S. João 15,20), nos indicando que o cristão sem martírio não é cristão. E martírio não é apenas versar o sangue por Ele, que todo Se deu por nós. Martírio também é suportar a zombaria (e não zombaram dEle?), o deboche (e não debocharam dEle?), a prisão (e não prenderam Ele?), os processos (e não foi processado Ele?), o julgamento dos outros (e não foi julgado Ele por aqueles mesmos que lhe estenderam tapetes vermelhos uma semana antes de sua morte, e morte de Cruz?).  

A BLASFÊMIA NA PARADA GAY  


E porque vos falo de martírio? Porque, na edição do último domingo (a 19º edição!!! tão longe chegou essa vergonha pública) da Parada Gay, uma criatura abjeta, um homem que se faz passar por mulher, de nome Viviany Beleboni (não sei se o link está funcionando, porque o perfil dele foi bloqueado pelo Facebook), apareceu nu, com os implantes de silicone à mostra, sobre um caminhão, em uma falsa cruz, macaqueando Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. aqui no Facebook e aqui). Esse senhor Viviany é transexual e espírita (observem que nesse artigo do G1 se afirma que "parte dos participantes" ficou chocada, e que eram essas participantes? Eram gays. E leiam os comentários: aqui, como no FB, até os gays se posicionam contra esse crime).  



Se estivéssemos na França, hoje haveria dúzias de cristãos presos por tentar arrancar aquela criatura perversa de cima daquele caminhão. Mas estamos no Brasil, tão grande e tão morno!!! Não havia um cristão sequer na Avenida Paulista no último domingo? E quando chegar o Anticristo, o que farão os tíbios cristãos brasileiros? Abaixarão a cabeça? Olharão para o outro lado? Gritarão indignados em um teclado de celular? Não há mais cristãos entre os juízes, promotores, delegados, policiais? No domingo, foram praticados pelo menos dois atos que podem ser classificados como crimes naquela avenida maldita! Crime de vilipêndio da Fé (artigo 208 do Código Penal c/c o artigo 5º, §6º da Constituição Federal) e crime de Prevaricação (artigo 319 do Código Penal), porque nenhuma das autoridades policiais presentes prendeu em flagrante delito (artigo 301 do Código de Processo Penal) esse criminoso. Bom, o flagrante passou, mas as autoridades policiais e judiciárias do País tomaram conhecimento do fato delituoso do vilipêndio. Se não for instaurado o competente inquérito policial, teremos mais um crime de prevaricação. Repito: não temos mais cristãos entre os bacharéis em direito que têm poderes para obstar esta marcha contra Jesus e a Fé Cristã que está se avolumando em nosso País?   

Estado laico não quer dizer Estado ateu. A própria Constituição Federal defende a tão preciosa liberdade religiosa e o respeito à religião (art. 5 §6º) que são direito fundamentais dos seres humanos, segundo propugna a própria ONU. 

Muitos dirão que se trata de arte, não de CRISTANOFOBIA (aqui, aqui, aqui, aqui), e que, por isso, não caberia prisão em flagrante. Mas, se foi arte, porque os comentários de muitos homossexuais no perfil do Facebook desse senhor foram CONTRA a "performance" dele? Muitos dos que o criticaram o acusaram de oportunista em busca de 15 minutos de fama, outros protestaram porque esse tipo de atitude aumenta a rejeição à "cultura gay" por parte das pessoas normais, outros ainda usaram de palavras de baixo calão para classificar o sujeito que não vou repetir aqui, mas todos eles condenaram o uso da imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo. NÃO É ARTE, É BLASFÊMIA!  

E uma blasfêmia covarde, porque os ativistas gays sabem perfeitamente que estão chutando um cachorro morto ao vilipendiar a Fé católica, uma vez que a Igreja modernista não costuma se manifestar com veemência contra a prática de vilipêndio à Fé Católica, diferentemente do que acontece, por exemplo com os muçulmanos. E nem precisa ser um líder, qualquer muçulmano reage prontamente às ofensas contra a crença deles. Por isso que não vemos nas paradas gays do mundo todo nenhuma ofensa a Maomé, ou a Alá, ou ao Corão.  

Enquanto isso, o Arcebispo de São Paulo, Odilo Cardeal Scherer, tem se acostumado a se calar diante desses avanço contra a Fé. Em 2011, chegou a criticar a parada gay, mas parou por aí. E esse maldito evento completou no domingo 19 edições!!! A par disso, há na Arquidiocese um setor que trata do apoio à causa da diversidade e que chegou a lançar uma nota de apoio ao movimento gay logo antes da parada do ano passado. Segundo o site que nos dá essa informação, no dia 3/6/2015, a nota foi retirada da página oficial no Facebook. Mas continua em muitos outros blogs e site, e achei no Google este dois, um pró gays e outro de apologética católica.  Eis o texto de 2014:
Nota da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo:

Fiel à sua missão de anunciar e defender os valores evangélicos e civilizatórios dos Direitos Humanos, a Comissão Justiça e Paz de São Paulo (CJPSP) vem a público manifestar-se por ocasião da 18ª Parada do Orgulho LGBT que se realiza na Av. Paulista no próximo domingo, dia 04 de maio de 2014.

Nosso posicionamento se fundamenta na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada pelo Concílio Vaticano II, que diz: “As alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrais e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração.”

Assim, a defesa da dignidade, da cidadania e da segurança das pessoas LGBT – lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – é imprescindível para a construção de uma sociedade fraterna e justa. Por isso não podemos nos calar diante da realidade vivenciada por esta população, que é alvo do preconceito e vítima da violação sistemática de seus Direitos Fundamentais tais como a saúde, a educação, o trabalho, a moradia, a cultura, entre outros. Além disso, enfrentam diariamente insuportável violência verbal e física, culminando em assassinatos, que são verdadeiros crimes de ódio.

Diante disso, convidamos as pessoas de boa vontade e, em particular, a todos os cristãos, a refletirem sobre essa realidade profundamente injusta das pessoas LGBT e a se empenharem ativamente na sua superação, guiados pelo supremo princípio da dignidade humana. São Paulo, 30 de abril de 2014.

Não esqueçamos que a edição do ano passado já começara a por as manguinhas de fora ao ostentar imensas imagens de Santos gloriosos rotulando-os de gays. E o que o Arcebispo fez? Nada. Poderia ter ajuizado uma ação para impedir pelo menos o uso das imagens dos Santos, o que poderia ter impedido a afronta do último domingo. Mas o cardeal limitou-se a "classificar como 'infeliz, debochada e desrespeitosa' a colocação de cartazes com imagens de santos católicos em postes da Avenida Paulista. Para o cardeal-arcebispo, o 'uso instrumentalizado' das imagens por parte da organização do evento “ofende o sentimento da Igreja Católica". Ele até falou que iriam "refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas" (Conf. aqui), mas a reflexão parece ainda não ter acabado, visto o que houve no domingo! 

O pior é que o agravo de domingo também poderia ter sido evitado, porque foi anunciado com antecedência. E a Arquidiocese nada fez. Até agora, o Cardeal Odilo não se pronunciou sobre o fato, e nem atendeu à mídia para se pronunciar, diferentemente de outros líderes religiosos e políticos que não pouparam críticas e ações efetivas. Por exemplo, o jornal online Exame.com, noticia que, por causa da parada gay, "o líder do PSD na Câmara dos Deputados, Rogério Rosso (DF), protocolou nesta segunda-feira, 08, um projeto de lei que torna crime hediondo ultraje, impedimento ou perturbação de cultos religiosos. Na proposta, o deputado ataca o que chama de 'Cristofobia'(*) e sugere como punição, além de multa, aumento da pena para quatro a oito anos de reclusão". Ademais, há um movimento, começado pela psicóloga Marisa Lobo (aqui), para criminalizar o uso de símbolos religiosos. Certíssimo!, pois devemos usar das mesmas armas deles para combatê-los.   

Editado para acrescentar estas duas notícias: Se, de um lado, mais um protestante se levanta contra a CRISTANOFOBIA: "A 'crucificação' da homofobia em um dos trios elétricos da Parada LGBT de São Paulo, neste domingo (7), já é alvo de uma representação no Ministério Público Federal (MPF). A ação foi apresentada pelo deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN-DF), evangélico da igreja Sara Nossa Terra, protocolou uma ação no MPF alegando crime de intolerância religiosa". Por outro, o pacifista o Cardeal Dom Odilo, no Facebook, mansamente, diz: "Muitas pessoas me questionaram sobre a imagem de um transexual na cruz durante a Parada Gay. Entendo que quem sofre se sente como Jesus na cruz. Mas é preciso cuidar para não banalizar ou usar de maneira irreverente símbolos religiosos, em respeito à sensibilidade religiosa das pessoas. Se queremos respeito, devemos respeitar". No comment. O que diria que já não disse? Mas comentei lá, no Facebook.   




Mutatis mutandis, enquanto postava meu comentário no perfil dessa ignóbil criatura, eu vi um argumento válido. Um dos que desgraçadamente apoiavam a blasfêmia de domingo passado perguntava, ilustrando com as respectivas imagens, por que quando celebridades posam em fotos semelhantes são ovacionados pelo povo?, querendo dar a entender que o ativista de domingo foi criticado por ser um ilustre desconhecido. E tem razão. A cantora Madonna já pousou para fotos tão vergonhosas quanto, seja macaqueando Nossa Senhora, seja em uma cruz. O mesmo em relação ao jogador Neymar (aqui, um contra-argumento. Eu não me calei!), quando a revista Placar publicou na capa uma foto dele crucificado, uma alegoria para dizer que ele estava sendo criticado por todos naquele momento. Mas, de fato, a grande maioria dos católicos se calou em todos esses fatos. Muitos são consumidores vorazes das músicas de Madonna e dos gols de Neymar. Querem boicotar a Boticário? Ótimo, mas, por honestidade, boicotem também esses dois. Ou a editora Abril, que produz a revista Placar.  

Também houve, no FB, simpatizantes desse infeliz e maldito blasfemo que lembraram do ator Tiago Lacerda (entre outros), que participou de algumas edições da peça "Paixão de Cristo", que costuma ser representada em Nova Jerusalém, todos os anos, alegando que se trata de mero entretenimento. Eu vou mais além, não é mero entretenimento, mas um escandaloso entretenimento lucrativo e blasfemo, pois movimenta um turismo "religioso" regado a bebida, balada e prostitução. O que há de religioso nisto? Quero registra uma estranha e reveladora coincidência, que li em um site que apoia e divulga a "cultura gay": a parada gay acontece sempre na semana em que a Igreja comemora a Festa do Corpus Christi! Será mesmo uma mera coincidência? Pense nisso!

Caro leitor, sejamos católicos do tipo 100%. O boicote não deve ser apenas à Boticário ou à Parada Gay (sim, há "católicos" que vão, porque "não são intolerantes"), ou aos preservativos Olla, ou a Madonna e Neymar, ou a Netflix. Devemos boicotar TUDO o que ofende Nosso Senhor.  

Nós cristãos DEVEMOS dar a outra face APENAS quando se trata de ofensa pessoal. Quando se trata de ofensa a Deus, à Trindade Santíssima, à Fé Católica, à Igreja, a seus Santos... e a espada que devemos desembainhar! Contudo, fazemos exatamente o oposto, não perdoamos as ofensas pessoais e toleramos as ofensas a Deus! Nos tornamos maiores que Deus! Nos substituímos a Ele. Não toleramos a menor ofensa a nosso bom nome, à nossa comodidade e conforto, à nossa integridade física ou moral. Enquanto Nosso Senhor Jesus Cristo continua a ser cravado na Cruz, entre açoites, cusparadas, zombarias e ofensas.   

Não sejamos católicos de fim de semana! Daqueles que deixam Deus nos bancos da igreja, depois da Missa de domingo, e voltam para o mundo, para viver segundo o mundo! Porque, quando estivermos diante de Deus, o que Lhe diremos? Qual um Caim, tentaremos enganar ao nosso Criador boníssimo, que nos amou tanto e de tal maneira que deu o próprio Filho por nós? E quem pode enganar a Deus?  

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus (S. Mateus 7,21).

Não posto fotos, hoje, porque não vou dignificar essa vergonhosa blasfêmia com mais divulgação. Aqui, não!

Giulia d'Amore

(*) O termo certo ainda não foi cristalizado nos dicionários, que parecem ignorar essa realidade, enquanto que o verbete homofobia já existe. Mas seria Cristanofobia, Cristianofobia ou Cristãofobia, que é mais amplo e abrangente do que Cristofobia, porque o ódio dos tolerantes ativistas gays, feministas, comunistas, satanistas, ateus etc. não se limita a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas atinge também a Sua Igreja, a sua doutrina e Seu rebanho.  
 
  
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