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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Fundos Cordaid-Planned Parenthood e o ABORTO

Publico para que os católicos tomem conhecimento acerca desses organismos pseudo-católicos que vicejam na igreja pós-conciliar e que fazem numerosas vítimas, entre os já nascidos e muito mais entre os que nunca puderam nascer! E o assunto surge por causa das denúncias da sra. Luana Ruiz e Silva, em vista das invasões que se multiplicam em meu Estado, o Mato Grosso do Sul, por parte de índios instigados e patrocinados pelos salesianos do CIMI (Conselho Indigenista Missionário) com a comunista CNBB, que, como é sabido, ajudou o PT a implementar seu projeto de poder, orquestrado pelo Foro de São Paulo, fundado pelos cubanos irmãos Castro e Luis Inácio Lula da Silva, para transformar a América Latina na URSAL, a União das Repúblicas Socialistas da América Latina [leia CNBB + OAB em favor da URSAL]. O que está acontecendo por aqui é que o CIMI estaria trazendo índios do Paraguay para invadir e tomar as fazendas, sob o pretexto de serem antigas aldeias indígenas. Dai que temos dois problemas: um, que é mentira, pois essas terras em particular eram da irmã de Solano Lopes, e pertenciam ao Paraguai. As tomamos na guerra que foi travada entre Brasil e Paraguai. Foram legitimamente vendidas a BRASILEIROS, que as trabalharam e hoje são fortemente produtivas. Só para registro, estão, agora, em plena fase de colheita! Segundo, que, em sendo os invasores estrangeiros, o fato de serem índios é irrelevante, pois a lei brasileira PROTEGE APENAS OS ÍNDIOS BRASILEIROS, uma vez que, por ser uma lei brasileira, não pode se aplicar a estrangeiros. Destarte, por se tratar de estrangeiros, já não se trata de meros crimes de invasão, esbulho, dano, lesões corporais, homicídio (foram vários) pelos quais parece que os índios brasileiros são isentos de pena, mas trata-se de CRIME DE LESA PÁTRIA POR ATAQUE À SOBERANIA BRASILEIRA! É invasão de contingente inimigo!!! E o fato de exigirem terras que já foram paraguaias deixa claro que se trata de um ato de guerra!!! Já não diz respeito à FUNAI, mas às FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS. Esse clima de terror, de guerra, de guerrilha que se vive no Brasil, em vários campos, é fomentado pela esquerda, que abriga os movimentos que mais causam desordem no País: Sem-terra, Sem-teto, Índios ativistas, Black-bloc, grevistas etc. Voltarei ao tema em outro post. 

Apaguei o pedido no final - e deixei apenas como informativo - porque é uma ação inócua em vários sentidos. Principalmente, porque não se trata da Igreja Católica, sobre a qual nenhum dos mencionados tem qualquer autoridade. 




* * *
FONTE


ATENÇÃO!

A ONG ABORTISTA CORDAID, PARCEIRA DA SANGUINÁRIA PLANNED PARENTHOOD (aqui, aqui), DEPOSITA RECURSOS PARA A CIMMI/CNBB, POR MEIO DE CONTA NO BANCO ITAÚ, CONFORME DENUNCIA REALIZADA POR LUANA RUIZ E SILVA.

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Fundos Cordaid-Planned Parenthood e o ABORTO

(Tradução Google [mantivemos o texto, corrigindo apenas para melhor compreensão do texto])

Cordaid é uma agência de desenvolvimento e de ajuda que se diz Católica, mas na realidade não só abandonou sua identidade católica, como trabalha diretamente contra a Fé.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Pacto das catacumbas - o documento

Como fonte de consulta, o documento que foi assinado pelos traidores da Igreja, os novos Judas.  
 

Pacto das catacumbas - o documento


16 de novembro de 1965

 

Nós, Bispos, reunidos no Concílio Vaticano II, esclarecidos sobre as deficiências de nossa vida de pobreza segundo o Evangelho; incentivados uns pelos outros, numa iniciativa em que cada um de nós quereria evitar a singularidade e a presunção; unidos a todos os nossos Irmãos no Episcopado; contando sobretudo com a graça e a força de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a oração dos fiéis e dos sacerdotes de nossas respectivas dioceses; colocando-nos, pelo pensamento e pela oração, diante da Trindade, diante da Igreja de Cristo e diante dos sacerdotes e dos fiéis de nossas dioceses, na humildade e na consciência de nossa fraqueza, mas também com toda a determinação e toda a força de que Deus nos quer dar a graça, comprometemo-nos ao que se segue:

1) Procuraremos viver segundo o modo ordinário da nossa população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue. Cf. Mt 5,3; 6,33s; 8,20.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A Rede conspiratória liderada por Dom Helder durante o Concílio Vaticano II

A Rede conspiratória liderada por Dom Helder durante o Concílio Vaticano II


 

Dom Helder líder da sociedade secreta
"Igreja dos pobres" criada com o fim
de
comunistizar a Igreja Católica
O renomado historiador Roberto de Mattei, autor de “Concílio Vaticano II , uma história nunca escrita” traz informações importantes sobre uma rede conspiratória que trabalhou pela eleição do Cardeal Montini ao Papado. 


Essa rede tinha como meta tornar Montini Papa da Igreja, para controlá-la por dentro pondo-a a serviço da revolução e da modernidade.

Isso ficou claro na medida em que, desde o começo do CVII, a ala modernista dos bispos franco-alemãos (nessa ala inclua-se a ala belga-holandesa) buscou frustrar os planos da Cúria Romana, de controle dos temas e dos conteúdos  que seriam discutidos no Concílio.

Para frustrar tais planos. o Cardeal Lienart, bispo de Lille, deu um golpe na primeira sessão exigindo do Cardeal Tisserant que paralisasse o processo de votação que iria decidir os membros das comissões. Lienart alegava que “é impossível votar desta maneira sem conhecer os candidatos mais qualificados”, ao que Tisserant disse “Eminência, a ordem do dia não prevê debates. Estamos reunidos apenas para votar”. Insatisfeito com a resposta, o bispo de Lille tomou o microfone e tentou convencer a assembleia a não votar. Os cardeais Konig, Frings e Dopfner apoiaram Lienart e conseguiram levar a assembleia a se dispersar.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A NEO-CATEQUESE DA NEO-IGREJA PELA VELHA CNBB

A Neo-catequese da Neo-Igreja com seus neo-valores cristãos, onde vale tudo, até honrar publicamente sujeitos de vida pública (e privada) moralmente discutível.

Mais uma pataquada "bem intencionada" da CNBB. Pela imagem, dá para ver que a temática é o ecumenismo e logo teremos (se já não estão no meio deles) anjinhos gays para completar o quadro  do "Viva a tolerância" (aguardem para breve dois post sobre o assunto): 




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou ontem, 14 de agosto, uma iniciativa de evangelização para crianças de 2 a 8 anos de idade. O projeto chamado "Anjinhos do Brasil" é uma plataforma multimídia baseada em sete personagens infantis em forma de anjos. Cada um deles recebe o nome de uma virtude humana (Coragem, Generosidade, Gentileza, Modéstia, Paciência, Presteza e Simplicidade) e, por meio de músicas, orações criadas especialmente para eles, e histórias ilustradas, transmitem os valores da Igreja à nova geração de católicos.
No lançamento dos “Anjinhos do Brasil”, a CNBB homenageou pessoas públicas que contribuíram para difundir valores cristãos, entre elas Renato Aragão, Roberto Carlos, Raí, Ana Maria Braga, Zilda Arns (in memoriam) e a beata Irmã Dulce (in memoriam).
O lançamento foi no Museu de Arte Sacra de São Paulo, que fica na Avenida Tiradentes, 676 – Luz, e contou com a presença do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis e do arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer. (Fonte)

Interessante o rol de figuras públicas homenageadas por contribuirem para a difusão dos valores cristãos: Os quatro primeiros são todos divorciados pelo menos uma vez e vivem uma vida pública nada recomendável aos verdadeiros cristãos. O jogador de futebol, em particular, foi alvo, recentemente, de comentários segundo os quais teria deixado a segunda mulher por um apresentador da TV Globo. Mesmo sendo apenas boatos ainda (noticia-se hoje que o jogador estaria processando quem divulgou essa notícia porque não é verdade. Editado: 16/08/12), é de se perguntar por que foi escolhido esse "seleto" grupo de transviados para divulgar um apostolado de catequese infantil.

terça-feira, 24 de julho de 2012

O espírita é um herege e fautor de heresias

A CNBB sobre o espiritismo:

“Os espíritas devem ser tratados, tanto no foro interno como no foro externo, como verdadeiros hereges e fautores de heresias, e não podem ser admitidos à recepção dos sacramentos, sem que antes reparem os escândalos dados, abjurem o espiritismo e façam a profissão de fé”.

(1a. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (1953) in: Frei Boaventura Kloppenburg OFM “Espiritismo: Orientação para Católicos”, 6a. edição, Ed. Loyola, cap.VII, p. 157).

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tradutor-traidor


Tomo inspiração do artigo publicado em Messainlatino.it - Tradutor-traidor - para falar sobre o ofício da TRADUÇÃO.


Por Nicola Gori

"Tradutor-traidor".

Certo é um duro mister o do tradutor. Ainda mais delicado quando se lida com a Bíblia e o missal. Por um lado, se exige fidelidade ao texto original e levar em conta o contexto eclesial em que foi escrito, de outro, se deve tornar compreensível para as pessoas de hoje. Este esforço que exige a colaboração de mais especialistas, não só a nível local, mas mundial, e que encontra na Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos a coordenação e a supervisão.

(...)

Às vezes você se depara com traduções incorretas ou não fiéis aos textos litúrgicos e bíblicos. Por que isso acontece?

É certo que quando se traduz se encontra sempre uma grande dificuldade. O famoso ditado "tradutor-traidor" é, em grande parte, verdadeiro, visto que o tradutor, mesmo que não intencionalmente, pode trair o texto, porque não é fácil transmitir fielmente um escrito em um idioma diferente. Por um lado, deve-se ser fiel ao original e às expressões do autor e de outro, se deve também respeitar o gênio próprio do idioma para o qual o texto é traduzido. Não é um equilíbrio fácil de se conseguir. Após o Concílio Vaticano II, a tendência em relação aos textos litúrgicos tem sido, antes, a de preparar versões que resultassem bonitas e também adequadas à língua vernácula, deixando de lado um pouco a fidelidade ao texto latino, especialmente não se preocupando de fazer ressoar suas conotações patrísticas e teológicas. Após 40 anos de traduções, há, portanto, uma necessidade de enfatizar este último aspecto até agora negligenciado, mesmo se se perca algo da atualidade da linguagem e da beleza literária nas línguas vernáculas. Deve-se considerar que, em nossa sociedade, a maioria das pessoas não conhece mais o latim e, portanto, o esforço tem que ser maior para se aproximar um pouco mais à fidelidade ao original."


Bem, guardadas as devidas diferenças, pois eu ainda não traduzi nada tão importante assim, eu compartilho essa ideia de que o papel do tradutor é mal entendido, principalmente pelo próprio tradutor.

Coloco como premissa que não pretendo generalizar.

Não sei se é arrogância inata ou adquirida por algum pouco de reconhecimento público, ou se realmente é uma limitação intransponível, mas tenho acompanhado algumas traduções que fariam o autor do original chorar ou se zangar.

Por vezes, as traduções são planas, horizontais, absolutamente literais, roubando o espírito da ideia original do autor. Sobretudo quando o tradutor não conhece as duas línguas com intimidade absurda, capaz de lhe proporcional a visualização, ao tradutor por primeiro, da cena diante de seus olhos e, mais ainda, de saber vertê-la para o vernáculo, tornando-a acessível a todos. É uma traição, sem dúvidas.

Outras vezes, as traduções são de tal forma que o tradutor resolve interpretar a seu bel prazer a ideia original do autor. Well, isso exige mais do que conhecer intimamente as duas línguas. Isto exige conhecer a alma do autor, a tal ponto que, mesmo mudando palavras e expressões, ainda assim refulge vívida e clara a ideia original, e talvez, quiçá, mais formosa e adequadamente proclamada.

O que fazer? “Virtus in medio est”? Talvez.
De fato, prudência é sempre a melhor escolha.




Ainda voltarei sobre o assunto. Discorrendo sobre o ofício da tradução - métodos - e quais os caminhos a seguir.


MUTATIS MUNTANDI!

Em relação ao tema principal do artigo de Messainlatino.it, de dizer que, mais uma vez, o CVII traz confusão e necessidade de conserto. Enquanto isto, os catocomunistas e catoecumenistas da CNBB estão se preparando para comemorar o cinquentenário da primavera da Igreja.
Eu não sei: ou eles são bobos ou se fazem de bobos. Olhos neles!


No banner acima - do site catocomunista ADITAL - é bem retratada a Igreja do CVII: uma instituição/movimento social e político, onde tudo é festa. Não há suor e lágrimas. Não há devoção (igrejas ocas). O Povo não pede mais a Deus, mas em passeadas e seus indefectíveis violões. As mulheres andam nuas. A Bíblia até reflete e faz um "jogo" com os peitos da mulher, como que mostrando a transparência (inutilidade) das Escrituras diante do pecado contra a castidade. Ou também, da inutilidade da vontade de Deus diante da vontade dos homens.SIC!

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sábado, 2 de julho de 2011

Vilipêndio à Fé Católica promovido pelos sodomitas na Parada Gay/SP


Manifeste-se contra o vilipêndio à Fé Católica promovido pelos sodomitas na Parada Gay/SP.

A Parada do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero de São Paulo decidiu este ano utilizar imagens ofensivas aos católicos para promover o uso do preservativo nas relações homossexuais.

O evento, que teve como tema um versículo do Evangelho de São João manipulado - "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" -, colocou 170 cartazes em postes ao longo da avenida Paulista, com modelos masculinos representando santos católicos como se fossem homossexuais, seminus e em posturas eróticas, ao lado das mensagens: "Nem santo te protege" e "Use camisinha".

O fato foi uma clara provocação e um desrespeito à Igreja e às práticas religiosas de 155 milhões de brasileiros que professam a fé católica. É um ataque, deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, que considera - sendo fiel à Revelação - os atos homossexuais intrinsecamente maus.

O Código Penal, no artigo 208, assinala que é crime:

"escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa".

O que houve na Avenida Paulista durante a "Parada LGBT" foi vilipêndio público do culto católico e ofensa ao sentimento religioso. O fato se torna ainda mais grave pelo fato de a Parada receber financiamento público, especialmente dos Ministérios da Cultura e da Saúde, da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal e da Prefeitura de São Paulo. Consideramos que se este episódio passar despercebido, outros mais graves virão.

Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na "Parada LGBT", nós o convidamos a:


Queixe-se com as entidades governamentais que financiaram a Parada Gay

Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na "Parada LGBT", nós o convidamos a escrever para as seguintes entidades governamentais:


Se desejar, poderá utilizar o seguinte texto como base para seu e-mail.
Prezados senhores,
Esta entidade de governo aparece publicamente entre os patrocinadores da "Parada do Orgulho LGBT", ocorrida no dia 26 de Junho de 2011 na cidade de São Paulo, com repercussão nacional. Este evento fixou, ao longo da avenida Paulista, 117 cartazes altamente ofensivos ao sentimento religioso dos católicos.
O Código Penal, art. 208, estabelece que "vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" é crime punível com pena de detenção de um mês a um ano ou multa.
Considero uma vergonha que um organismo público se permita patrocinar com dinheiro do povo um evento deste tipo. Até quando isso será tolerado? As pessoas com tendência homossexual são algum tipo de cidadãos com privilégios instituídos? O dinheiro público deve ser usado para o benefício do povo e não para castas privilegiadas; muito menos para ofender os sentimentos religiosos da maioria dos brasileiros.
O Catecismo da Igreja Católica ensina que: “Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles”.
Os realizadores da "Parada do Orgulho GLBT" ofenderam profundamente os sentimentos religiosos da comunidade católica no país ao utilizar as representações dos santos como homossexuais.
Assim sendo, peço que o organismo público a seu cargo tome as providências necessárias para que a ofensa aos sentimentos religiosos e o desrespeito aos objetos de culto dos católicos ocorridos no evento supracitado sejam reparados. Uma retratação pública é imperiosa.
peço que se pare de gastar o dinheiro do povo com eventos que ofendem o próprio povo e a fé da maioria da população brasileira. No Brasil, temos necessidade de investimento na saúde, na educação, na infraestrutura, no incentivo a um turismo sadio (e não o turismo sexualmente orientado).
Fico à espera de um esclarecimento e das devidas reparações.
Respeitosamente,



Manifeste sua inconformidade às Empresas Patrocinadoras da Parada Gay

Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na "Parada LGBT", convidamos a escrever para as seguintes empresas:



Se desejar, pode utilizar o seguinte texto como base para seu e-mail.
Prezados senhores,
O nome de sua organização aparece publicamente entre os patrocinadores da "Parada do Orgulho LGBT", ocorrida no dia 26 de Junho de 2011 na cidade de São Paulo, com repercussão nacional. Este evento fixou, ao longo da avenida Paulista, 117 cartazes altamente ofensivos ao sentimento religioso dos católicos.
O Código Penal, art. 208, estabelece que "vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" é crime punível com pena de detenção de um mês a um ano ou multa.
Os senhores sabiam que neste evento se ofenderia assim a fé católica? Os senhores consentem em ter sua marca associada a este tipo de agressões ostensivas? Querendo ou não, o fato é que associaram sua marca a um comportamento de ódio anticatólico. Isso pede uma reparação.
O Catecismo da Igreja Católica ensina que: “Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles”.
Os realizadores da "Parada do Orgulho GLBT" ofenderam profundamente os sentimentos religiosos da comunidade católica no país, ao utilizar as representações dos santos como homossexuais.
Gostaria de informar aos senhores que, caso seja mantido o apoio prestado a este tipo de evento, não utilizarei mais seus serviços e produtos, e igualmente difundirei esta mensagem entre meus amigos e demais contatos.
Quando compramos um produto ou contratamos um serviço, a identificação com a marca é um aspecto muito relevante. Se sua marca faz questão de estar associada a atitudes desrespeitosas com relação à fé católica, de modo algum terá meu apoio.
Atenciosamente,

NOTA MINHA: a CVC, em resposta ao meu email, informou que não patrocinou a Parada Gay e indicou o site sodomita responsável, onde constam os patrocinadores: http://www.paradasp.org.br




Denuncie nas Procuradorias Regionais dos Direitos do Cidadão

Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos ostentados na "Parada LGBT", nós o convidamos a denunciar nas Procuradorias Regionais dos Direitos do Cidadão.


No site da Procuradoria se lê: "cada estado brasileiro possui uma Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), onde Procuradoras e Procuradores Regionais dos Direitos do Cidadão atuam na defesa de direitos constitucionais como a liberdade, igualdade, dignidade, saúde, educação, assistência social, acessibilidade, segurança pública, o direito à informação e à livre expressão, entre outros. As PRDC também recebem denúncias, por telefone ou pessoalmente, que são cadastradas por meio de instauração de procedimento administrativo e encaminhadas, se for o caso, a outros órgãos competentes".


Veja aqui qual lhe corresponde.

Se desejar, poderá utilizar o seguinte texto como base para seu e-mail.
Senhor Procurador,
A "Parada do Orgulho LGBT", ocorrida no dia 26 de Junho de 2011 na cidade de São Paulo, com repercussão nacional, fixou, ao longo da avenida Paulista, 117 cartazes altamente ofensivos ao sentimento religioso dos católicos.
O Código Penal, art. 208, estabelece que "vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" é crime punível com pena de detenção de um mês a um ano ou multa.
Posto que as imagens, pinturas, retratos e representações dos santos (pessoas que praticaram heroicamente as virtudes e foram fiéis à Graça de Deus, tendo sido solenemente proclamadas santas após processo de canonização e propostas como modelos a serem seguidos e intercessores junto a Deus) constituem objeto de culto religioso aos quais se deve prestar grande veneração, a utilização da representação desses santos pela Parada GLBT - evento que manifesta orgulho por atitudes contrárias aos ensinamentos da Igreja e à vida dos santos - é desrespeitosa.
O Catecismo da Igreja Católica ensina que: “Todos os sinais da celebração litúrgica são relativos a Cristo: são-no também as imagens sacras da santa mãe de Deus e dos santos. Significam o Cristo que é glorificado neles”.
Os realizadores da "Parada do Orgulho GLBT" ofenderam profundamente os sentimentos religiosos da comunidade católica no país ao utilizar as representações dos santos como homossexuais.
Assim sendo, peço que a Procuradoria dos Direitos do Cidadão tome as providências necessárias para que a ofensa ao sentimento religioso e o desrespeito aos objetos de culto dos católicos ocorridos no evento supracitado sejam reparados na forma da lei.
Respeitosamente,


Sugestão minha: escreva também à CNBB, exigindo que tome as providências legais cabíveis e as de mais urgência: MISSAS DE DESAGRAVO NO BRASIL TODO e o SANTO TERÇO nas igrejas ou, melhor ainda, EM PRAÇA PÚBLICA ou na própria AVENIDA PAULISTA.
CNBB



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terça-feira, 31 de maio de 2011

A mão que apaga e a voz que adormece

“A mão que apaga e a voz que adormece”


Paulo Roberto Campos

Neste blog já postamos várias matérias sobre a iníqua aprovação do “Supremo Absurdo” (vide post abaixo: “Contrariando a Constituição, STF reconhece ‘união estável’ entre pessoas do mesmo sexo”), mas ainda não tratamos de um aspecto crucial relativo à decisão do Supremo Tribunal Federal, emitida no dia 5 de maio p.p.


Tal aspecto — ó tristeza! — é lamentável, vergonhoso, trágico: a ausência de uma condenação, ou pelo menos de uma palavra firme da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) repudiando a aprovação de um comportamento tão oposto ao ensinamento do Magistério infalível da Igreja!


Não tenho palavras adequadas para exprimir a perplexidade e tristeza que causou em muitos meios católicos esta falta de reatividade dos pastores em defesa de suas ovelhas ameaçadas por leis tão opostas às Leis de Deus.


Esperava que até o fim deste mês de maio surgisse ao menos uma voz de dentro da CNBB ecoando, de modo claro e firme, a doutrina católica contrária ao homossexualismo. Chegamos ao último dia do mês... e... nada de nada! Infelizmente!


Como não tenho a palavra certa para exprimir os sentimentos de perplexidade e tristeza, recorro a uma frase que os expressa muito bem, embora não esteja seguro quanto ao seu autor — se não me engano, o célebre escritor e jornalista francês Louis Veuillot (1813–1883): “A mão que apaga e a voz que adormece!” Assim ele qualificava certos líderes que deveriam promover sadias reações contra os inimigos da Fé, mas que pelo contrário não faziam senão adormecê-las.




O artigo abaixo explicita bem a situação na qual nos encontramos após a aprovação do “Supremo Absurdo”. Convém muito divulgá-lo, para não permitir que a “chama se apague” e suscitar boas reações das “vozes que ainda não se adormeceram” em defesa do ensinamento tradicional da Igreja, contrário às aberrações morais.



Juízes ativistas e a ideologia homossexual:
o “ópio dos intelectuais”

Luiz Sérgio Solimeo


“Um fantasma ronda a Europa — o fantasma do comunismo”, assim começava o Manifesto Comunista de Marx e Engels, em 1848. Adaptado para os dias de hoje, poderíamos dizer: “Um fantasma ronda o mundo — o fantasma da ideologia homossexual”.

A ideologia homossexual o novo “ópio dos intelectuais”
Com efeito, assim como o comunismo exerceu uma atração quase mágica sobre os intelectuais do Ocidente, a ponto de ser qualificado como O Ópio dos Intelectuais, o mesmo parece estar se dando agora com a ideologia homossexual, muito afim com os pressupostos filosóficos do marxismo.

Ao que parece, sob efeito desse novo ópio dos intelectuais, os juízes da Suprema Corte do Brasil, imitando seus colegas de outras plagas, legalizaram, por via judicial, a união homossexual e abriram o caminho para o chamado “casamento” entre duplas do mesmo sexo.

Interpretando a Constituição à luz da ideologia
Nos dias 4 e 5 de maio últimos, por unanimidade, os juizes da mais alta corte brasileira decidiram dar uma nova interpretação a dois artigos da Constituição do país, fazendo com que tais artigos legitimassem a união homossexual.

O Art. 226, § 3º da Constituição Federal estatuía: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Já o Art. 1.723 declarava: “É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”.

Segundo a nova interpretação, a expressão “entidade familiar” em tais dispositivos não deve mais ser entendida de modo a definir tão-somente a união estável entre homem e mulher, com o fim de fundar uma família, mas também a “união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo”. A partir de agora, as uniões homossexuais devem ser reconhecidas “segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva”.

A abrindo o caminho para o “casamento” homossexual
Como ressaltou o Pe. Lodi da Cruz, benemérito lutador em defesa da família contra o aborto e o homosseuxalismo, “Uma das consequências imediatas do reconhecimento da ‘união estável’ entre pessoas do mesmo sexo é que tal união poderá ser convertida em casamento, conforme o artigo 1726 do Código Civil: ‘A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil’. De um só golpe, portanto, o Supremo Tribunal Federal reconhece a ‘união estável’ e o ‘casamento’ de homossexuais!”

A reação moderada da Conferência dos Bispos
A decisão do Supremo Tribunal Federal, que golpeou a fundo princípios básicos da moral natural e da Doutrina Católica, ocorreu justamente durante a assembléia anual da Conferência dos Bispos do Brasil. No entanto, essa questão de suprema importância, não estava na pauta da assembléia para ser discutida pelos bispos.

No final da reunião, a entidade episcopal publicou um comunicado lamentando a decisão e lembrando a doutrina católica sobre o casamento. Mas, infelizmente, o fez num tom frio e burocrático, sem convocar os católicos à luta para restaurar a correta interpretação da Constituição. Estranhamente, tampouco fez menção ao pecado que representa uma união homossexual, a fortiori uma “união estável”, tenha ela o nome de “parceria”, “união civil, “casamento” ou o que quer que seja. Tomando o terrível golpe contra o casamento e a instituição da família como um fato consumado, a nota da Conferência episcopal termina com uma vaga promessa dos bispos de “renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa”.

É bem evidente que a posição da Conferência dos Bispos não representa o pensamento de inúmeros membros do Episcopado nacional, os quais têm tomado posição mais combativa.

“Não fazer nenhuma cruzada”
Durante a mesma reunião, como de praxe, alguns bispos foram designados diariamente para falar com a imprensa. Questionados a respeito da decisão do Supremo Tribunal, suas declarações manifestaram a mesma falta de combatividade, chegando mesmo a serem ambíguas em relação à legitimidade das uniões homossexuais.

Assim, por exemplo o bispo diocesano de Camaçari (BA), dom João Carlos Petrini, embora tenha criticado a posição do Supremo, declarou que os bispos “não vão fazer nenhuma cruzada” contra a decisão judicial, mas continuarão a defender o conceito deles de família.

Também por essa ocasião, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, deu a entender aos repórteres que não era contrário à “união homossexual” mas apenas ao “casamento” homossexual. Relata um jornal: “Para ele, ‘faz parte do direito da pessoa humana’ ter acesso a heranças e outros benefícios, como prevê a manifestação dos ministros, mas ‘outra coisa é formar a família humana, dentro do que nós vemos que faz parte do direito natural’”. Ainda segundo a mesma publicação ele teria acrescentado: “Nós somos a favor da vida, somos contra qualquer discriminação. Somos contra as pessoas viverem, assim, umas contra as outras”.

“Só não chamem de ‘casamento’!”
Mais explícito ainda na aceitação da iníqua decisão judicial foi dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo de Nova Friburgo (RJ), que declarou: “Uma coisa é a união civil. A outra é o casamento, que é um sacramento da Igreja. O direito de duas pessoas constituírem patrimônio é consenso, mas não devemos chamar isso de casamento”.

“Teólogo da libertação” apoia “casamento” homossexual
O padre carmelita frei Gilvander Moreira, de Belo Horizonte, professor de Teologia adepto da Teologia da Libertação, fez declarações escandalosas. Perguntado como ele tinha reagido à decisão dos juízes respondeu:

“Com alegria, pois é uma vitória dos movimentos e dos grupos que historicamente vêm lutando pelo direito à liberdade sexual homossexual. … Há famílias tradicionais; famílias só com mãe e filhos … famílias só ‘marido e mulher’, sem filhos. Por que não pode haver também famílias homossexuais?”

Uma pesquisa, em 16/17 de maio, no site da Conferência dos Bispos, no site de sua Ordem e em outros sites noticiosos, não constatou nenhuma punição, nem mesmo repreensão, ao referido religioso.

Pelo contrário, um dos juizes-legisladores saudou efusivamente a escandalosa declaração do frade carmelita, teólogo da libertação, o qual foi aplaudido por representantes do movimento homossexual.

Preparando a “lei da mordaça”
A intervenção ditatorial dos juizes ativistas, legislando a partir da tribuna, vem favorecer a aprovação pelo Congresso de uma lei que estabelece a ditadura homossexual no Brasil. Trata-se da chamada “lei da mordaça” que está para ser votada nestes dias no Senado, e que visa coibir e penalizar manifestações contrárias à prática homossexual em locais públicos e privados, qualificando-as de crime de homofobia. Este é equiparado, para efeitos legais e de punição, ao crime de racismo, crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão.

“Resistir fortes na fé”
Em que pese a força do poderoso partido homossexual, bem como a intoxicação de vastos setores por esse novo ópio dos intelectuais — a ideologia homossexual — e, sobretudo, a falta de liderança daqueles que deviam ser os primeiros a conclamar a uma luta, dentro dos ditames da lei e da moral, contra a implantação do total amoralismo num País católico, nós, com a ajuda divina, devemos seguir o conselho de São Pedro e resistir fortes na fé.

Que a isso nos ajude a Santíssima Virgem que, em Fátima, prometeu a vitória de seu Imaculado Coração.
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (1 Pet 5:8-9).
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[1] Cf. Raymond Aron, O Ópio dos Intelectuais, Unb, 1980.
[2] Cf. TFP Committee on American Issues, Defending A Higher Law – Why We Must Resist Same-Sex “Marriage” and the Homosexual Movement, (The American Society For the Defense of Tradition Family and Property, Spring Grove, Penn., 2004, pp. 15-20.
[3] Um dos juízes, embora favorável à medida, estava impedido de se pronunciar, por razões técnicas.
[4] Cf. Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Supremo absurdo – Contrariando o texto da Constituição, STF reconhece “união estável” entre pessoas do mesmo sexo. 12, maio, 2011, at http://www.ipco.org.br/home/noticias/supremo-absurdo.
[5] Idem.
[6] Informa Carolina Iskandarian, do G1-SP: “Polêmico, o assunto foi abordado por jornalistas na entrevista, por volta de 15h30, em que quatro bispos estavam presentes. O porta-voz do evento e arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, tomou o microfone e lembrou que o tema ‘não é assunto da assembleia’ e não está na pauta do encontro, que vai até o dia 13 de maio”. (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/bispos-criticam-uniao-gay-em-dia-de-votacao-do-tema-no-stf.html).
[7] Nota da CNBB a respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal quanto à união entre pessoas do mesmo sexo, at http://www.cnbb.org.br/site/eventos/assembleia-geral/6533-nota-da-cnbb-a-respeito-da-decisao-do-supremo-tribunal-federal-quanto-a-uniao-entre-pessoas-do-mesmo-sexo.
[8] G1 São Paulo, ‘Não vamos fazer nenhuma cruzada’, diz bispo em SP sobre união gay, 06/05/2011 18h14 – Atualizado em 06/05/2011 18h51, http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/nao-vamos-fazer-nenhuma-cruzada-diz-bispo-em-sp-sobre-uniao-gay.html.
[9] Idem.
[10] Carolina Iskandarian, G1 SP, em Aparecida, 05/05/2011 17h26 – Atualizado em 05/05/2011 17h41 Bispos criticam união gay em dia de votação do tema no STF, http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/bispos-criticam-uniao-gay-em-dia-de-votacao-do-tema-no-stf.html.
[11] Chico Otávio, Por que não famílias homossexuais? Padre contraria CNBB e elogia Supremo por legalizar união de casais gays no Brasil, Publicada em 12/05/2011 às 23h42m, http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/12/padre-contraria-cnbb-elogia-supremo-por-legalizar-uniao-de-casais-gays-no-brasil-924449881.asp
[12] Evandro Éboli, Ayres Britto elogia padre Gilvander por sua defesa da união homoafetiva, “O Globo” 13/05/2011, http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/13/ayres-britto-elogia-padre-gilvander-por-sua-defesa-da-uniao-homoafetiva-924460768.asp#ixzz1Md3qXXbG.
[13] Cf. Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Senado adia votação do PLC 122/2006: a lâmina da guilhotina permanece suspensa, 13, maio, 2011, at http://www.ipco.org.br/home/noticias/senado-adia-votacao-do-plc-1222006-a-lamina-da-guilhotina-permanece-suspensa ; Luiz Sérgio Solimeo, The World Watches as Brazil Advances Toward a Homosexual Dictatorship, July 24, 2008, at http://www.tfp.org/tfp-home/news-commentary/the-world-watches-as-brazil-advances-toward-a-homosexual-dictatorship.html

 




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