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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Pacto das catacumbas - o documento

Como fonte de consulta, o documento que foi assinado pelos traidores da Igreja, os novos Judas.  
 

Pacto das catacumbas - o documento


16 de novembro de 1965

 

Nós, Bispos, reunidos no Concílio Vaticano II, esclarecidos sobre as deficiências de nossa vida de pobreza segundo o Evangelho; incentivados uns pelos outros, numa iniciativa em que cada um de nós quereria evitar a singularidade e a presunção; unidos a todos os nossos Irmãos no Episcopado; contando sobretudo com a graça e a força de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a oração dos fiéis e dos sacerdotes de nossas respectivas dioceses; colocando-nos, pelo pensamento e pela oração, diante da Trindade, diante da Igreja de Cristo e diante dos sacerdotes e dos fiéis de nossas dioceses, na humildade e na consciência de nossa fraqueza, mas também com toda a determinação e toda a força de que Deus nos quer dar a graça, comprometemo-nos ao que se segue:

1) Procuraremos viver segundo o modo ordinário da nossa população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue. Cf. Mt 5,3; 6,33s; 8,20.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A "Igreja dos Pobres" na articulação do Concílio

CONCÍLIO VATICANO II, OS BASTIDORES - Mais um artigo que explica melhor, pela boca dos traidores da Fé, o que foi o concílio Vaticano II.  


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A "Igreja dos Pobres" na articulação do Concílio 


Cidade do Vaticano (RV) - No nosso espaço Memória Histórica - 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos continuar a tratar das redes de relações no Concílio, falando na edição de hoje, das redes constituídas durante o evento conciliar, com destaque para a “Igreja dos Pobres”.

Nas edições passadas, tratamos das redes de relações já existentes e que foram reforçadas durante o evento conciliar. Hoje, falaremos das redes que se estabeleceram durante as sessões. O Padre José Oscar Beozzo, na tese “Padres Conciliares Brasileiros no Concílio Vaticano II”, cita três destas redes: o Ecumênico, a Igreja dos Pobres e o Coetus Internationalis Patrum.

O grupo chamado por Dom Helder Câmara de "Ecumênico" tinha a sua frente o Cardeal de Malines-Bruxelles, Dom Leo Joseph Suenens [ligado à RCC], um dos moderadores do Concílio. Tinha o apoio secretarial da Conferência Episcopal Francesa e buscava articular diversas Conferências Episcopais. Também era denominado de "Conferência dos 22", em referência ao número de conferências episcopais e organismos que o compunham, como por exemplo, o CELAM.

O episcopado brasileiro teve intensa participação nesta rede, mesmo com as mudanças ocorridas na Presidência da CNBB ao final da terceira sessão. O grupo reunia-se na Domus Mariae, mas tinha sua secretaria geral no Colégio Francês. Inicialmente, os encontros eram realizados nas terças-feiras, passando mais tarde a serem realizados nas sextas-feiras. O CELAM convidava, mas era a França que fazia todo o trabalho, como cuidar da organização e policopiar [reproduzir, geralmente em muitos exemplares, através do processo de policópia].

Já o grupo "Igreja dos Pobres" era formado, inicialmente, por dois grupos principais de 9 bispos brasileiros e 11 de língua francesa. Posteriormente, o grupo brasileiro cresceu, passando a contar com 16 bispos. Ao final da quarta sessão, o grupo mais permanente de 39 bispos selou em 16 de novembro de 1965 - numa concelebração discreta realizada na Catacumba de Santa Domitilia - um compromisso com a pobreza e o serviço aos mais pobres, assinando o que passou a ser conhecido como "O Pacto das catacumbas". Este compromisso, recolheu a assinatura de mais de 500 padres conciliares.

Na tese "Padres Conciliares brasileiros no Vaticano II", Padre José Oscar Beozzo traz o depoimento do Bispo de Crateus, Dom Antonio Fragoso, um dos brasileiros participantes deste grupo que se reunia no Colégio Belga:

"Éramos 36 bispos, um Patriarca, Maximos IV, alguns cardeais, entre eles Giacomo Lercaro, e uns arcebispos e bispos. De bispos, lembro-me de Mons. Himmer de Tournai, da Bélgica, de mim e de outros não me lembro. O grupo começou na primeira sessão. Tínhamos como secretários Paul Gauthier e Marie Therèse Lescase. O tema era a Igreja e os Pobres, começando pela identidade entre Jesus e os pobres. Lembro-me do argumento central: quando afirmamos a identidade entre Jesus e o pão consagrado: 'isto é o meu corpo', nós o adoramos e tiramos consequências para nossa espiritualidade, liturgia e tudo mais. Quando se afirma a identidade entre ele e os que não tem pão, casa, nós não tiramos as consequências para a espiritualidade, liturgia, ação pastoral. Lembro-me que, na sessão final, fomos celebrar, numa das catacumbas, a Eucaristia final. Assinamos um compromisso nosso com os pobres: dar uma atenção prioritária aos pobres (não ter dinheiro em banco, patrimônio), e este compromisso chegou a ser assinado por 500 bispos".

Padre Beozzo fala, ainda, sobre uma dura descoberta feita por Dom Fragoso: "O Concílio permitiu-me descobrir (a releitura foi feita depois) que os pobres não estavam no coração e no horizonte dos bispos. Por isto, o Concílio não deu maior atenção ao tema. O concílio permitiu-me sair daquele pessimismo sobre a natureza e dar-me alegria, mas não o vi se reconciliando com os pobres". (JE) 



Clique para ouvir o áudio: http://media02.radiovaticana.va/audio/audio2/mp3/00453696.mp3


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Qual a relação entre o Pontificado de Francisco e o Pacto das Catacumbas?

CONCÍLIO VATICANO II, OS BASTIDORES - Mais um artigo que explica melhor, pela boca dos traidores da Fé, o que foi o concílio Vaticano II.  

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Qual a relação entre o Pontificado de Francisco e o Pacto das Catacumbas?




Cidade do Vaticano (RV) – No nosso espaço Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos tratar na edição de hoje da relação entre o Pontificado do Papa Francisco e o Pacto das Catacumbas (PDF).

O Pacto das Catacumbas tinha em seus enunciados o compromisso com a pobreza e a simplicidade, numa Igreja que está a serviço. Ao encontrar os jornalistas na Sala Paulo VI, em 16 de março de 2013, logo após sua eleição, o Papa Francisco afirmou: “Como eu gostaria de uma Igreja pobre a serviço dos pobres”. Neste sentido, qual a relação que poderíamos fazer entre o Pontificado de Francisco e o Pacto das Catacumbas? Quem nos explica é o Padre Arlindo Dias, Conselheiro Geral da Congregação do Verbo Divino:  


Clique no link a seguir para ouvir: http://media02.radiovaticana.va/audio/audio2/mp3/00468208.mp3

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A Rede conspiratória liderada por Dom Helder durante o Concílio Vaticano II

A Rede conspiratória liderada por Dom Helder durante o Concílio Vaticano II


 

Dom Helder líder da sociedade secreta
"Igreja dos pobres" criada com o fim
de
comunistizar a Igreja Católica
O renomado historiador Roberto de Mattei, autor de “Concílio Vaticano II , uma história nunca escrita” traz informações importantes sobre uma rede conspiratória que trabalhou pela eleição do Cardeal Montini ao Papado. 


Essa rede tinha como meta tornar Montini Papa da Igreja, para controlá-la por dentro pondo-a a serviço da revolução e da modernidade.

Isso ficou claro na medida em que, desde o começo do CVII, a ala modernista dos bispos franco-alemãos (nessa ala inclua-se a ala belga-holandesa) buscou frustrar os planos da Cúria Romana, de controle dos temas e dos conteúdos  que seriam discutidos no Concílio.

Para frustrar tais planos. o Cardeal Lienart, bispo de Lille, deu um golpe na primeira sessão exigindo do Cardeal Tisserant que paralisasse o processo de votação que iria decidir os membros das comissões. Lienart alegava que “é impossível votar desta maneira sem conhecer os candidatos mais qualificados”, ao que Tisserant disse “Eminência, a ordem do dia não prevê debates. Estamos reunidos apenas para votar”. Insatisfeito com a resposta, o bispo de Lille tomou o microfone e tentou convencer a assembleia a não votar. Os cardeais Konig, Frings e Dopfner apoiaram Lienart e conseguiram levar a assembleia a se dispersar.

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