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terça-feira, 7 de novembro de 2017

7 de novembro - Santos e beatos dominicanos



Em 7 de novembro, por ordem de Papa Clemente X, se comemoram todos os santos e beatos dominicanos.  

Que todos eles intercedam por seus confrades atuais que estão sub Francisco ou a caminho de se integrar a Roma modernista e apóstata, como os "cães de Deus" de Avrillé.


🙏🙏🙏

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Os Frades Dominicanos de Avrillé contra Pio XII

Andam entre nós como cordeiros, mas são lobos. Os cães do Senhor(*) tornaram-se gaipecas a serviço de que interesses? Um prato quente e cheio e uma cama confortável? Cuidado, grei de Cristo! Orações e catecismo para manter a fé a salvo. Ao texto.




Os Frades Dominicanos de Avrillé contra Pio XII



“.... Por não terem cultivado o amor à verdade...
Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. ” I Tes II, 10-11.

“Nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé,
dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas. ” I Tim IV, 1.

“Quem ensina de outra forma e discorda das palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante, doentio por questões ociosas e contendas de palavras. ” I Tim IV, 3-4

“Virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina. Levados pelas paixões e pelo prurido de ouvir novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. ” II Tim IV, 3-4


Os Frades Dominicanos de Avrillé, que por estes dias estão a visitar Minas Gerais, desenvolveram uma tese no mínimo estranha sobre a Igreja, aliás, sobre “duas Igrejas para uma mesma hierarquia”, “duas religiões que coexistem no mesmo sujeito” e que “estão misteriosamente unidas”.

Não estudei teologia, pelo que sou muito grato a Deus, mas um pouco de conhecimento de catecismo, o estudo das encíclicas e a lógica nos mostram que esta tese é equivocada, que é uma novidade jamais ensinada pelos Papas, doutores e teólogos. Não é uma doutrina comum na Igreja.

Ademais, vai diretamente contra o ensinamento do Papa Pio XII na encíclica Mystici corporis. Nesta encíclica, o Papa retoma o ensinamento de São Paulo, dos Santos Padres, doutores e teólogos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Amigos e Inimigos - Ontem e hoje, o que mudou em Avrillé?

Diz o provérbio popular: recordar e viver, e, tão, vamos a outra OPERAÇÃO MEMÓRIA da Desistência. Olhando meus arquivos, encontrei este texto de 2004 dos "sábios e sabidos" (#SQN) monges de Avrillé, o qual contradiz nitidamente o que esses passaram a defender a partir do ano passado. Leiamo-lo refletidamente e comparemo-lo à postura atual dos dominicanos e seu vergonhoso silêncio diante das asneiras e heresias dita por Dom Williamson, as quais foram e são acobertadas e desonestamente justificadas por seus macaquinhos amestrados, capazes de manipular o Aquinate e instrumentalizar as palavras de Mons. Lefebvre, à moda de Fellay. Vou publicar o texto como chegou a mim, mas, se achar necessário, vou comentá-lo como de costume: com grifos [colchetes]. A tradução parece ter sido feita por um dos macaquinhos, pois há frases que não fazem muito sentido. Vamos ao texto.   




Adúlteros, não sabeis que a amizade com o mundo 
é inimizade com Deus? Portanto qualquer que quiser 
ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus 
(Epístola de São Tiago, IV, 4)


Comumente, não teria que abordar este assunto. Preferiria me dedicar à serena e mística sabedoria teológica de São Tomás de Aquino. Infelizmente, a realidade é que impõe: estamos imersos em uma crise terrível. Portanto, não podemos ignorar esta situação particular.

O Concílio Vaticano II sonhou reconciliar a Igreja com o mundo. Este é o sonho de todos os liberais. Eles querem "plenamente conciliar o Cristianismo com o século", enquanto os verdadeiros católicos aspiram "reconciliar a sociedade com Deus". (Bernard Bonvin, "Lacordaire-Jandel: la restauration de l'Ordre dominicain en France après la Révolution, écartelée entre deux visions du monde", éd. du Cerf, Paris, 1989) 

Que o Concílio queria a amizade com o mundo, é notório em sua história, especialmente no discurso de abertura de João XXIII [11/10/1962; cf. aqui]: era necessário lançar anátemas, parar de jogar [???; tradução... sic!]; ou no discurso de encerramento de Paulo VI, que disse: "um imenso amor para com os homens penetrou totalmente o Concílio (...) Nisto ele tomou uma atitude claramente optimista. Uma corrente de interesse e de admiração saiu do Concílio sobre o mundo atual". [07/12/1965. Cf. aqui]

Mas, para buscar a amizade com o mundo, o Concílio assumiu o risco de se tornar "adúltero" e "inimigo de Deus". O Apóstolo São Tiago nos adverte em sua epístola: "Adúlteros, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se em inimigo de Deus."

sábado, 9 de janeiro de 2016

O que pensar de Valtorta?

"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

  * * *

 
EDITORIAL: Apresentamos uma boa opinião sobre uma vidente que é "hosanada" não só pelos modernistas, mas por muitos tradicionalistas. Cuidado! Nem tudo que reluz é ouro. Esse pulular frenético de "aparições" e "visões" é um sinal dos tempos, previsto inclusive nas Escrituras. Remetem-me aos espelhinhos e bugigangas com que os conquistadores atraíram os índios quando chegaram às Américas... Não precisamos de milagres e aparições! Precisamos crer sem ver. Este é o nosso tempo.  

E um comentário se faz necessário porque acontece algo que chama a atenção: traduzi o texto diretamente do francês, mas vi que o Non Possumus já o havia traduzido e publicado antes de mim. E me parece curioso que um blog que tanto defende a Mons. Williamson de ataques pessoais imaginários [*] publique algo contra Valtorta, uma vez que o Bispo – é de conhecimento comum! – simpatiza com esta "vidente", pois já a mencionou algumas vezes em seus escritos (CE 201 - Dois arrependimentos, por exemplo); de fato, eu até publiquei uma menção disso no Pale Ideas há alguns tempo (aqui: quando comentava a respeito de outra falsa vidente que caiu nas graças de outro Bispo; e aqui. No final, outros dois links sobre Valtorta já publicados neste blog).  

E o fato de mostrarem claramente os erros de Valtorta nos parece algo muito positivo, de bom senso, pois é realmente um perigo para a alma ler tais escritos.  

Contudo, o artigo não faz qualquer menção à simpatia de Mons. Williamson por Valtorta... Ter-se-ão esquecido disso?, ou o Non Possumus passou a ser “inimigo de Mons. Williamson”, e está a criticá-lo indiretamente? Hummm... Achei que criticar/contrariar o superior, ainda mais publicamente, fosse "sedevacantismo"... Vai ver que depende de quem diz e "como" diz (mimimi! Esto vir!). Relativizar a verdade, me parece "poco honorable y poco digno de un católico" (Pe. R.T.). 

E, por fim, me pergunto: será que encontrarão um jeito de fazer Santo Tomás dizer que, na parte em que não contrária a doutrina da Igreja, podemos ler as invenções delirantes dessa senhora? Que os escritos dela são “parasitas” que devemos manter ao invés de eliminar? Ficam as indagações... 


SE alguém se sentir na obrigação de responder a meus singelos questionamentos, faça a gentileza de ler o que escrevi com cuidado e atenção, para não fazer papel ridículo com juízos temerários e calúnias; embora eu deva agradecer de antemão por essas injustiças, tendo em vista que ornarão mais ainda a coroa da glória, no dia eterno. Se Deus assim permitir.

Giulia d'Amore 


[*] Desafio qualquer um a demonstrar ONDE Monsenhor foi atacado EM SUA PESSOA, uma vez que o que se "atacou" foram suas PALAVRAS, suas IDEIAS! E isso, até onde eu sei, não é proibido, nem é pecado, ainda mais quando há erros que devem ser corrigidos pelo bem das almas.   



* * *
 

O que pensar de Valtorta? 


Para responder a esta pergunta, reproduzimos aqui, complementando um pouco, uma passagem da recensão do livro de Padre Gérard Herrbach, “Visões sobre o Evangelho”, publicado no “Le Sel de la terre” n. 7. Para mais detalhes, remetemo-nos ao livro do Padre Herrbach disponível no site Clovis.
A propósito de Maria Valtorta

Maria Valtorta morreu em 1961, “em um isolamento psíquico incompreensível” (alucinada). Sua obra principal, “A Vida de Jesus”, escrita entre 1943 e 1947, abrange cerca de 10.000 páginas de cadernos. Seu confessor, o Padre Migliorini [1], pretende ter sido recebido em audiência, na companhia do Padre Berti, pelo Papa Pio XII, em fevereiro de 1948, e o papa lhes teria dito de publicar a obra tal e qual, acrescentando: “Quem ler, compreenderá”. Esta autorização verbal do Papa parece inverossímil: o Papa não poderia razoavelmente ter dado uma tal autorização sem ter lido o livro e sem ter-se assegurado de sua ortodoxia; mas como o papa teria encontrado tempo para ler essas 10.000 páginas? Esta autorização do papa parece mais inverossímil ainda se se considerar que o Santo Ofício proibiu permanentemente (sem correção possível) a obra um ano mais tarde, em fevereiro de 1949. Portanto, os primeiros quatro volumes foram publicados sem Imprimatur, de 1956 a 1959. Em 16 de dezembro de 1959, os livros editados foram inseridos no Index. O “L'Osservatore Romano” publicou a inserção no Index acompanhada por um artigo justificando a condenação.

Aqui estão alguns trechos:

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

FALAM OS DIRIGENTES DO MOVIMENTO DA JUVENTUDE CATÓLICA DE FRANÇA! (MJCF)

FALAM OS DIRIGENTES DO MOVIMENTO DA JUVENTUDE CATÓLICA DE FRANÇA! (MJCF) 




O movimento da Juventude Católica de França (MJCF) foi fundado pelos dominicanos de Avrillé em 1970, e sempre se distinguiu na luta pela defesa da fé na atual crise da Igreja. Os seus capelães são padres da FSSPX. 

Dada a crise da Fraternidade São Pio X, não querem permanecer em silêncio e falam contra a deriva liberal da fraternidade.


FRANCE FIDÈLE








EDITADO EM 08/07/2018: OS DOMINICANOS DE AVRILLÉ DEIXARAM A PRUDÊNCIA DE LADO HÁ ALGUM TEMPO. REZEMOS PARA QUE RECUPEREM O JUÍZO. 


  
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quinta-feira, 19 de junho de 2014

DOMINICOS DE AVRILLÉ: "HACIA UN RECONOCIMIENTO DE TOLERANCIA" AD TEMPUS.

Imprudência, teu nome é... Fellay!

Carta de los Dominicos de Avrillé N° 87 

(13 de mayo de 2014). 

Edición en inglés.


Hacia un “reconocimiento canónico de tolerancia” ad tempus.

En el número 88 de Abril-Mayo de Le Rocher, el boletín de la FSSPX del Distrito de Suiza, en la pregunta sobre un eventual acuerdo con Roma, Monseñor Fellay respondió: “Ahora mismo (esto es, bajo el papa Francisco), eso sería una locura”. Estamos completamente de acuerdo. También pensamos que hubiera sido una locura bajo los papas Juan Pablo II y Benedicto XVI. Solamente necesitamos considerar a todos aquellos que han hecho un acuerdo con la iglesia conciliar y que todos han traicionado la lucha por la fe, sin excepción.
   

Sin embargo, a pesar de estas declaraciones, Monseñor Fellay le anunció al mismo tiempo a los seminaristas de Zaitzkoffen, Alemania, que si Roma acordara un reconocimiento de la Fraternidad, él no vería por qué debería rechazarlo. Uno de los asistentes reportó un poco después esta noticia con entusiasmo a los superiores de comunidades religiosas, explicando que este reconocimiento sería ad tempus (temporal). Una autoridad de la Fraternidad confirmó que Monseñor Fellay esperaba obtener un reconocimiento de tolerancia.
   

El número de abril de 2014 de la revista Angelus, ya está preparando el terreno para los fieles:  
" “Para la FSSPX, esperar a la completa conversión doctrinal de los Romanos para ponerse entre sus manos no es realista… La FSSPX ha mantenido sus distancias con Roma por tan demasiado tiempo, que se arriesga a perder todo el sentido católico de jerarquía, obediencia y autoridad”.
Si bien no entendemos como un “reconocimiento canónico” no sería una locura, mientras un “acuerdo” con Roma sí, estas afirmaciones y esta nueva perspectiva nos llevan a una serie de consideraciones:

-Cuando es una cuestión de fe, la conversión gradual no es posible, contrario a lo que pasa cuando solo la moral está en juego.  Uno tiene la fe o no la tiene. La negación de una simple verdad es suficiente para perder toda la fe Católica. La única solución para acercarnos a Roma es esperar su complete conversión.  
-Mantener nuestra distancia de Roma modernista y apóstata es el único camino para mantener nuestra fe intacta. Esto incluye la fe en la primacía de Pedro. Por lo tanto, no es necesario preocuparse: no hemos perdido el sentido de jerarquía y autoridad.  
-Un reconocimiento canónico de tolerancia ad tempus solo sería una concesión de palabra, donde uno es “libre” mientras se comporte… Roma no tolerará que se ataquen las acciones del papa, diciendo públicamente que los fieles no deben asistir a la nueva “misa”, que Juan Pablo II no es santo, etc. Cuando el Padre de Cacqueray escribió un excelente artículo en contra de Asís IV, el Cardenal Levada le dijo a Monseñor Fellay que era inaceptable, y el resultado fue que la Casa General se mantuvo en silencio y no sacó ni un solo comunicado para protestar en contra de esta reunión escandalosa. Un reconocimiento canónico sería inevitablemente una condenación al silencio, como la historia de las comunidades Ecclesia Dei lo ha probado más allá de toda duda. Tan pronto como un sacerdote se atreva a romper el silencio y ataque los escándalos de Roma modernista, será sancionado sin misericordia por la Casa General, que hará todo lo que esté en su poder para mantener el “reconocimiento oficial” que es bastante deseado por fin obtuvo.
No olvidemos el acuerdo concedido al monasterio de Le Barroux. Esto es lo que ellos declararon en ese tiempo:   

“Hemos firmado este acuerdo bajo dos condiciones:


* Que este evento no desacredite la persona de Monseñor Lefebvre;   
* Que ninguna contrapartida litúrgica o doctrinal nos sea requerida, y que ningún silencio sea impuesto a nuestra predicación antimodernista[i]
Ahora Le Barroux defiende la libertad religiosa y el ecumenismo, y los monjes concelebran regularmente la nueva misa cuando están fuera del monasterio. Aquellos que trataron de resistir fueron expulsados. ¿No está claro?   

Algunos objetan que “mientras nada haya sido firmado, no hay que preocuparse”. ¡No, porque el deseo de conseguir el reconocimiento de Roma ya ha empezado a paralizar la batalla de la Fe por la salvación de las almas! Entonces, para no ofender a las autoridades, la crítica de los escándalos actuales se ha hecho cada vez más rara. Los fieles tendrán el espíritu “Ecclesia Dei” aún antes de que cualquier cosa sea firmada[ii].

Fuente: http://cor-mariae.proboards.com/thread/1970#ixzz355kc7MF0





[i] Dom Gérard. En el periódico Present del 18 de agosto de 1988
[ii] Cuando mucho, todavía vemos alguna crítica del Vaticano II, pero las actuales autoridades son muy raramente cuestionadas. Por ejemplo, la carta de protesta en contra de las recientes “canonizaciones” fue realmente una crítica al Vaticano II. La cuestión de la responsabilidad personal del papa Francisco no es mencionada. 





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domingo, 2 de março de 2014

AJUDE O MOSTEIRO DE AVRILLÉ

Post retirado 

Enquanto os Dominicanos de Avrillé não recuperarem o juízo, desaconselhamos ajudá-los. Estar-se-ia ajudando o erro. 


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