Diz o provérbio popular: recordar e viver, e, tão, vamos a outra OPERAÇÃO MEMÓRIA da Desistência. Olhando meus arquivos, encontrei este texto de 2004 dos "sábios e sabidos" (#SQN) monges de Avrillé, o qual contradiz nitidamente o que esses passaram a defender a partir do ano passado. Leiamo-lo refletidamente e comparemo-lo à postura atual dos dominicanos e seu vergonhoso silêncio diante das asneiras e heresias dita por Dom Williamson, as quais foram e são acobertadas e desonestamente justificadas por seus macaquinhos amestrados, capazes de manipular o Aquinate e instrumentalizar as palavras de Mons. Lefebvre, à moda de Fellay. Vou publicar o texto como chegou a mim, mas, se achar necessário, vou comentá-lo como de costume: com grifos e [colchetes]. A tradução parece ter sido feita por um dos macaquinhos, pois há frases que não fazem muito sentido. Vamos ao texto.
Comumente, não teria que abordar este assunto. Preferiria me dedicar à serena e mística sabedoria teológica de São Tomás de Aquino. Infelizmente, a realidade é que impõe: estamos imersos em uma crise terrível. Portanto, não podemos ignorar esta situação particular.
O Concílio Vaticano II sonhou reconciliar a Igreja com o mundo. Este é o sonho de todos os liberais. Eles querem "plenamente conciliar o Cristianismo com o século", enquanto os verdadeiros católicos aspiram "reconciliar a sociedade com Deus". (Bernard Bonvin, "Lacordaire-Jandel: la restauration de l'Ordre dominicain en France après la Révolution, écartelée entre deux visions du monde", éd. du Cerf, Paris, 1989)
Que o Concílio queria a amizade com o mundo, é notório em sua história, especialmente no discurso de abertura de João XXIII [11/10/1962; cf. aqui]: era necessário lançar anátemas, parar de jogar [???; tradução... sic!]; ou no discurso de encerramento de Paulo VI, que disse: "um imenso amor para com os homens penetrou totalmente o Concílio (...) Nisto ele tomou uma atitude claramente optimista. Uma corrente de interesse e de admiração saiu do Concílio sobre o mundo atual". [07/12/1965. Cf. aqui]
Mas, para buscar a amizade com o mundo, o Concílio assumiu o risco de se tornar "adúltero" e "inimigo de Deus". O Apóstolo São Tiago nos adverte em sua epístola: "Adúlteros, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se em inimigo de Deus."
Adúlteros, não sabeis que a amizade com o mundo
é inimizade com Deus? Portanto qualquer que quiser
ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus
(Epístola de São Tiago, IV, 4)
Comumente, não teria que abordar este assunto. Preferiria me dedicar à serena e mística sabedoria teológica de São Tomás de Aquino. Infelizmente, a realidade é que impõe: estamos imersos em uma crise terrível. Portanto, não podemos ignorar esta situação particular.
O Concílio Vaticano II sonhou reconciliar a Igreja com o mundo. Este é o sonho de todos os liberais. Eles querem "plenamente conciliar o Cristianismo com o século", enquanto os verdadeiros católicos aspiram "reconciliar a sociedade com Deus". (Bernard Bonvin, "Lacordaire-Jandel: la restauration de l'Ordre dominicain en France après la Révolution, écartelée entre deux visions du monde", éd. du Cerf, Paris, 1989)
Que o Concílio queria a amizade com o mundo, é notório em sua história, especialmente no discurso de abertura de João XXIII [11/10/1962; cf. aqui]: era necessário lançar anátemas, parar de jogar [???; tradução... sic!]; ou no discurso de encerramento de Paulo VI, que disse: "um imenso amor para com os homens penetrou totalmente o Concílio (...) Nisto ele tomou uma atitude claramente optimista. Uma corrente de interesse e de admiração saiu do Concílio sobre o mundo atual". [07/12/1965. Cf. aqui]
Mas, para buscar a amizade com o mundo, o Concílio assumiu o risco de se tornar "adúltero" e "inimigo de Deus". O Apóstolo São Tiago nos adverte em sua epístola: "Adúlteros, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se em inimigo de Deus."