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terça-feira, 30 de maio de 2017

Cisma na Neofrat - a novena continua: Acordo ou não acordo... desse pesadelo???

Na esteira da carta dos superiores franceses insatisfeitos e devidamente castigados pelo sabujo francês, vemos um novo capítulo dessa novela infindável que é o ACORDO DA NEOFRAT COM A ROMA APÓSTATA.  

Agora, são os fiéis franceses que vêm a público se manifestarem, através de uma carta aberta endereçada a Fellay e à Comissão Ecclesia Dei, de 22 de maio passado, na qual pedem a adesão de todos os fiéis da Neofrat pelo mundo a um abaixo-assinado (em francês).  

Na carta, o grupo diz, resumidamente, que os fiéis da Neofrat continuam aderindo à Roma de sempre e recusando ter parte com a Roma apóstata, ou seja, "nada de acordo!", e insiste no tema do matrimônio supervisionado pelos modernistas, lembrando as patacoadas de Francisco: as anulações relâmpago dos matrimônios e os divórcios por baixo dos panos ("Iudex Dominus Iesus" e "Misericors Jesu"), a comunhão aos divorciados "recasados", a tolerância e até mesmo o incentivo dos bispos modernistas aos métodos contraceptivos etc.  

Se eu tivesse tempo ocioso, comprava pipoca para esperar o próximo capítulo. O que virá? Um castigo para os fiéis? Um novo grupo de insurretos? Façam as suas apostas. Eu não aposto, acho deselegante. Também gostaria de não estar certa sobre isso, não me alegra em nada ver baita homens adultos e vacinados fazendo asneiras. Fato é que estão fazendo, e a culpa não é de quem denuncia, mas de quem FAZ.  

Em 2012, avisamos que Fellay queria negociar a FSSPX com Roma apóstata, não nos deram ouvidos. À época, um padre que preferiu seguir Fellay até me disse que, se isso acontecesse, os padres "gritariam". Capítulo após capítulo dessa novela infame, ele continua dizendo isso (além de outras coisas do tipo que "a fonte da notícia não é confiável"... Me pergunto se não lê o que Fellay escreve ou o que ele diz em sermões e entrevistas). Ingenuidade... tem limite. Até onde Fellay precisa ir para que as coisas fiquem claras? Qual é o preço da alma de cada um desses dormidos? E se hoje à noite forem chamados diante do Tribunal de Deus... o que dirão? Paciência... tem limite. 

domingo, 14 de maio de 2017

Acordo com Roma: Fellay caminha junto com Lutero, através de Francisco

Francisco, hoje, 13 de maio, em Fátima, falou do ecumenismo do caminho, isto é, caminhar juntos, com a oração, com o martírio, com as obras de caridade, as obras de misericórdia” e deixou claro que caminha junto com Fellay e com Lutero. Disse ainda: "Não gosto de apressar as coisas: caminhar, caminhar, caminhar, depois se verá" ... “Os teólogos continuarão a estudar, mas temos de percorrer o caminho. E de corações abertos às surpresas".  





Acredite, abiguinho, tem acordo, sim, e andaram lhe fazendo de bobo. Não é à toa que alguns padres estão desabafando publicamente e vem sendo perseguidos.  

Faça a coisa certa: se quiser continuar a ser católico, deixe a loucura de Fallay, que quer estar em plena comunhão com a Igreja do Concílio Vaticano II e com o próprio concílio (que, para ele, é 95% bom e 5% discutível), e volte para a Igreja Católica! 

Não esqueça: a Fé é mais importante do que os Sacramentos

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Cisma na Neofrat: Bouchacourt, rápido e rasteiro!

Claro que a carta dos insatisfeitos-mas-ainda-sub-Fellay priores franceses assinada junto com chefes de 3 comunidades amigas da Neofrat não iria ficar sem resposta por parte do impoluto Superior. E a resposta não se fez esperar. E foi bem ao estilo Fellay de ser: vingativa. Não em primeira pessoa, of course, mas através do lacaio mais devoto, o sabujo de batina Christian Bouchacourt. Nem pouparam o escândalo, publicando a resposta no site oficial da Neofrat francesa, onde informam que o célebre Superior do Distrito francês removeu os insatisfeitos de seus cargos de chefia, "condenando veementemente este ato subversivo, preparado em segredo, para desestabilizar o superior e tomar como reféns os fiéis" (tradução livre e grifos nossos).  



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cisma na Neofrat?... Veremos.

Bom, vou resumir as últimas notícias neste post. 

Se de um lado tem que banqueteia em Santa Marta, por outro começam a acordar... Será? Veremos.  Às notícias. 

Em primeiro lugar, o (ir)responsável por Espanha e Portugal, pe. Philippe Brunet, saúda festivamente a visita de Francisco a Fátima, soltando fogos de artifício, no melhor espírito fellayano de traição à Fé Católica e com uma linguajem que já não guarda correspondência com o que estamos acostumados ouvir de padres da Tradição. Bom... se até Fellay já fala modernês, imagine seus lacaios. Confiram aqui, porque estou com preguiça de me ocupar disso... Bem se vê por que o nome desse egrégio senhor não está na lista dos superiores de distrito e chefes das comunidades amigas que assinaram uma carta explosiva a respeito do ACORDO que Fellay assinou com Francisco. Faço questão de traduzir a notícia publicada por RÁDIO SPADA: 



Racha na FSSPX: 7 superiores franceses e os chefes das comunidades religiosas amigas firmam carta explosiva 



A notícia é fresca (7 de maio) e é de uma dimensão que não pode ser ignorada.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

DOMINICOS DE AVRILLÉ: "HACIA UN RECONOCIMIENTO DE TOLERANCIA" AD TEMPUS.

Imprudência, teu nome é... Fellay!

Carta de los Dominicos de Avrillé N° 87 

(13 de mayo de 2014). 

Edición en inglés.


Hacia un “reconocimiento canónico de tolerancia” ad tempus.

En el número 88 de Abril-Mayo de Le Rocher, el boletín de la FSSPX del Distrito de Suiza, en la pregunta sobre un eventual acuerdo con Roma, Monseñor Fellay respondió: “Ahora mismo (esto es, bajo el papa Francisco), eso sería una locura”. Estamos completamente de acuerdo. También pensamos que hubiera sido una locura bajo los papas Juan Pablo II y Benedicto XVI. Solamente necesitamos considerar a todos aquellos que han hecho un acuerdo con la iglesia conciliar y que todos han traicionado la lucha por la fe, sin excepción.
   

Sin embargo, a pesar de estas declaraciones, Monseñor Fellay le anunció al mismo tiempo a los seminaristas de Zaitzkoffen, Alemania, que si Roma acordara un reconocimiento de la Fraternidad, él no vería por qué debería rechazarlo. Uno de los asistentes reportó un poco después esta noticia con entusiasmo a los superiores de comunidades religiosas, explicando que este reconocimiento sería ad tempus (temporal). Una autoridad de la Fraternidad confirmó que Monseñor Fellay esperaba obtener un reconocimiento de tolerancia.
   

El número de abril de 2014 de la revista Angelus, ya está preparando el terreno para los fieles:  
" “Para la FSSPX, esperar a la completa conversión doctrinal de los Romanos para ponerse entre sus manos no es realista… La FSSPX ha mantenido sus distancias con Roma por tan demasiado tiempo, que se arriesga a perder todo el sentido católico de jerarquía, obediencia y autoridad”.
Si bien no entendemos como un “reconocimiento canónico” no sería una locura, mientras un “acuerdo” con Roma sí, estas afirmaciones y esta nueva perspectiva nos llevan a una serie de consideraciones:

-Cuando es una cuestión de fe, la conversión gradual no es posible, contrario a lo que pasa cuando solo la moral está en juego.  Uno tiene la fe o no la tiene. La negación de una simple verdad es suficiente para perder toda la fe Católica. La única solución para acercarnos a Roma es esperar su complete conversión.  
-Mantener nuestra distancia de Roma modernista y apóstata es el único camino para mantener nuestra fe intacta. Esto incluye la fe en la primacía de Pedro. Por lo tanto, no es necesario preocuparse: no hemos perdido el sentido de jerarquía y autoridad.  
-Un reconocimiento canónico de tolerancia ad tempus solo sería una concesión de palabra, donde uno es “libre” mientras se comporte… Roma no tolerará que se ataquen las acciones del papa, diciendo públicamente que los fieles no deben asistir a la nueva “misa”, que Juan Pablo II no es santo, etc. Cuando el Padre de Cacqueray escribió un excelente artículo en contra de Asís IV, el Cardenal Levada le dijo a Monseñor Fellay que era inaceptable, y el resultado fue que la Casa General se mantuvo en silencio y no sacó ni un solo comunicado para protestar en contra de esta reunión escandalosa. Un reconocimiento canónico sería inevitablemente una condenación al silencio, como la historia de las comunidades Ecclesia Dei lo ha probado más allá de toda duda. Tan pronto como un sacerdote se atreva a romper el silencio y ataque los escándalos de Roma modernista, será sancionado sin misericordia por la Casa General, que hará todo lo que esté en su poder para mantener el “reconocimiento oficial” que es bastante deseado por fin obtuvo.
No olvidemos el acuerdo concedido al monasterio de Le Barroux. Esto es lo que ellos declararon en ese tiempo:   

“Hemos firmado este acuerdo bajo dos condiciones:


* Que este evento no desacredite la persona de Monseñor Lefebvre;   
* Que ninguna contrapartida litúrgica o doctrinal nos sea requerida, y que ningún silencio sea impuesto a nuestra predicación antimodernista[i]
Ahora Le Barroux defiende la libertad religiosa y el ecumenismo, y los monjes concelebran regularmente la nueva misa cuando están fuera del monasterio. Aquellos que trataron de resistir fueron expulsados. ¿No está claro?   

Algunos objetan que “mientras nada haya sido firmado, no hay que preocuparse”. ¡No, porque el deseo de conseguir el reconocimiento de Roma ya ha empezado a paralizar la batalla de la Fe por la salvación de las almas! Entonces, para no ofender a las autoridades, la crítica de los escándalos actuales se ha hecho cada vez más rara. Los fieles tendrán el espíritu “Ecclesia Dei” aún antes de que cualquier cosa sea firmada[ii].

Fuente: http://cor-mariae.proboards.com/thread/1970#ixzz355kc7MF0





[i] Dom Gérard. En el periódico Present del 18 de agosto de 1988
[ii] Cuando mucho, todavía vemos alguna crítica del Vaticano II, pero las actuales autoridades son muy raramente cuestionadas. Por ejemplo, la carta de protesta en contra de las recientes “canonizaciones” fue realmente una crítica al Vaticano II. La cuestión de la responsabilidad personal del papa Francisco no es mencionada. 





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