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sábado, 1 de abril de 2017

SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ

Aleluia! Finalmente o Gnocchi chegou lá. Que ele é um dos meus escritores preferidos, junto com o finado Mario Palmari, os meus leitores já sabem (veja a tag), mas eu havia parado de ler o que escreviam, mais ou menos quando Palmari faleceu, porque eles estavam “quase lá”, e eu já estava cansada dos “quase lá”, como eles, o Socci e o Mastino, por exemplo. Quem ainda está sub CVII ou crê que Bento XVI é tradicionalista... me dá nos nervos e ponho de lado mesmo, com toda a genialidade que possam indiscutivelmente ter. Mas Gnocchi reacende minhas esperanças, e quiçá Socci e os demais também possam alcançar essa clareza e tomada de posição que vejo, agora, neste texto, que assino embaixo como se meu fosse. Contudo... ainda sinto um cheiro de respeitos humanos em suas palavras. Aceitável, porque a conversão pode ser assim mesmo, aos poucos, ainda que seja desejável que fosse de um sopetão, como tive oportunidade de testemunhar algumas poucas vezes: uma mudada de rota definitiva e instantânea. Sobretudo em se tratando de um formador de opinião. E isso também é uma atividade solitária

Não sei se é porque sempre fui autossuficiente, desde menina; nunca precisei “do outro”, de grupos, de estar com a maioria; sempre fui “eu & Deus” – o que me parece hoje uma grande e bela graça, pois sempre me soou como um defeito meu, o de não precisar pertencer – mas o fato é que a perspectiva de ficar só nesse mundo, sem sacramentos, já não me preocupa há algum tempo. Bom, só para registro: quando falo “só” não me refiro à minha família, meu marido e minha filha, mas em sentido maior. Preciso desenhar? 

E é verdade que, desde que redescobri a Tradição, e percebi que estava de volta à Casa Paterna, passei a ter a boa sensação de não estar mais só, de pertencer a algo. Mas, graças ao estudo da doutrina e a uma boa orientação por parte do meu diretor espiritual, hoje não tenho mais medo (Lucas 12,7) de estar só, de não ter os Sacramentos, de vivenciar a experiência japonesa de quase 3 séculos sem padres e, portanto, sem Missa e sem Sacramento. Minh'alma custou o Sangue de um Deus bom, e não vou expô-la a riscos em missas juramentadas – ou em vias de – ao CVII só “porque sou pecador e preciso dos Sacramentos”, como ouço muito por aí, e que é de uma arrogância sem par! Eu não. Eu me confio nas mãos de Deus e aceito de bom grado tudo que Ele me mandar, inclusive o castigo que o mundo merece. Ainda que ele me mate, nele esperarei, dizia o bom Jó (13,15). 

I - Ir à missa “em latim” de qualquer sacerdote que está sub (ou em vias de) Concílio Vaticano II, mesmo que ele o critique de manhã, de tarde e de noite, é ir a uma missa juramentada. A mesma dos tempos da revolução maçônica francesa. 

II - ir à missa juramentada “pelos sacramentos” mostra falta de catecismo e de confiança em Deus. 

Raça de víboras. Homens de pouca fé. Não tenhais medo! Deus dá as graças. 

 


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SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ




 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Agenda gay e nosso dever de Cristãos!

Oficialização do “casamento” homossexual pelo CNJ: força ou fraqueza do movimento homossexual? – Saiba como fazer sua parte para defender a família


O Conselho Nacional de Justiça acaba de aprovar uma resolução que obriga todos os cartórios do Brasil a fazer a celebração e registro de “casamentos” entre homossexuais (OESP 15/5/13).


Mesmo apesar da massiva oposição do público contra o "casamento"
homossexual (foto de 5/5/13), tal lei foi aprovada na França.
No Brasil, os ativistas homossexuais tentam também impor sua
agenda. Se fizermos nossa parte, suas "conquistas" não durarão.
Se nos acomodarmos... Veja como fazer sua parte contra a
oficialização do "casamento" homossexual no Brasil, pelo
Conselho Nacional de Justiça.
Segundo vários especialistas já comentam, o CNJ exorbitou de suas funções, e passou por cima do Congresso Nacional, a quem caberia votar a questão.

Outros já apontam que necessariamente acontecerá a adoção oficial de crianças pelos ditos “casais”, pois o falso “casamento” fica igualado ao que Deus fez: um homem e uma mulher.

Não quero comentar aqui sobre a gravidade do fato. A Lei de Deus, que se reflete na Lei Natural, deve ser respeitada por todas as autoridades e, enquanto expressa na moral, serve como baliza para a sociedade (e cada homem em particular) não cair nos piores barbarismos.

Nesta matéria, quero deixar claro que minha posição é a do Pe. David Francisquini em seu livro “Homem e Mulher, Deus os criou”, quando diz, na Introdução:

“Não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém. Não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Visamos defender o matrimônio, a família e as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade”.

Pretendo chamar a atenção do leitor para outros aspectos, por assim dizer estratégicos, que esta notícia envolve:

1 – A agenda homossexual tem sofrido, em todo o mundo, uma grande derrota no que diz respeito à sua aceitação pela opinião pública. As reações aumentam dia após dia. No Brasil, projetos de lei de “casamento” homossexual ou “lei de homofobia”  não passam no Congresso, e sempre levantam consideráveis contravapores.

Bastou o dep. Marcos Feliciano levantar a voz contra a dita agenda, embora não falando do ponto de vista católico, para seu partido em poucos meses multiplicar o número de filiados, e seu prestígio aumentar consideravelmente.

2 – Diante dessa aversão do público nos últimos meses, os ativistas homossexuais tinham dois caminhos. Esperar a poeira baixar e voltar à carga mais tarde, após adormecer as reações com a propaganda melosa dos slogans “todos têm o direito de se amar”, “veja como os homossexuais são perseguidos”, etc.

Esse seria o caminho mais demorado, entretanto, mais seguro para sua agenda, sobretudo contando – por que não dizer? – do silêncio inexplicável e do apoio por debaixo dos panos de tantos eclesiásticos, que evitam que a opinião católica se levante, e pelo contrário, que aceite ao menos alguns pontos da dita agenda.

3 – O segundo caminho seria passar por cima dessas reações, usando todas suas armas, desde a guarida incondicional que lhes dá a grande mídia internacional, até os cargos e influências que possuem nos mais altos páramos do poder público.

4 – Por que decidiram tomar o segundo caminho, em escala internacional? (vide França e EUA!). Por que optaram pelo mais arriscado para sua agenda? A resposta parece saltar aos olhos: seus slogans de “tolerância”, de “amor”, de “liberdade” estão ficando desmascarados, e já não mais seduzem as massas. Em desespero de causa, lançam mão de meios a bem dizer totalitários para impor sua nefasta agenda.

A pergunta que fica é: se os ativistas homossexuais continuarem passando por cima das reações sadias da opinião pública, que durabilidade terão suas conquistas?

Deixo a resposta ao leitor.

Mas adianto de minha parte o que depende de nós. Se confiantes no auxílio da Providência, denunciarmos os passos dessa agenda homossexual, as ditas “conquistas” valerão como vitória de Pirro. Se nos acomodarmos, em breve nos acostumaremos com essas “conquistas”, para prejuízo nosso e sobretudo de nossos filhos.

Portanto, leitor, faça sua parte:

1 – Escreva um email aos principais jornais de sua cidade, protestando contra o ocorrido (veja uma lista pronta para facilitar, clicando aqui)

2 – Mostre a seus amigos a verdadeira face do movimento homossexual. Veja um impressionante vídeo clicando aqui e espalhe entre seus contatos.


Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, por Daniel Martins


Visto em: http://migre.me/ezK6Y.



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