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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Agenda gay e nosso dever de Cristãos!

Oficialização do “casamento” homossexual pelo CNJ: força ou fraqueza do movimento homossexual? – Saiba como fazer sua parte para defender a família


O Conselho Nacional de Justiça acaba de aprovar uma resolução que obriga todos os cartórios do Brasil a fazer a celebração e registro de “casamentos” entre homossexuais (OESP 15/5/13).


Mesmo apesar da massiva oposição do público contra o "casamento"
homossexual (foto de 5/5/13), tal lei foi aprovada na França.
No Brasil, os ativistas homossexuais tentam também impor sua
agenda. Se fizermos nossa parte, suas "conquistas" não durarão.
Se nos acomodarmos... Veja como fazer sua parte contra a
oficialização do "casamento" homossexual no Brasil, pelo
Conselho Nacional de Justiça.
Segundo vários especialistas já comentam, o CNJ exorbitou de suas funções, e passou por cima do Congresso Nacional, a quem caberia votar a questão.

Outros já apontam que necessariamente acontecerá a adoção oficial de crianças pelos ditos “casais”, pois o falso “casamento” fica igualado ao que Deus fez: um homem e uma mulher.

Não quero comentar aqui sobre a gravidade do fato. A Lei de Deus, que se reflete na Lei Natural, deve ser respeitada por todas as autoridades e, enquanto expressa na moral, serve como baliza para a sociedade (e cada homem em particular) não cair nos piores barbarismos.

Nesta matéria, quero deixar claro que minha posição é a do Pe. David Francisquini em seu livro “Homem e Mulher, Deus os criou”, quando diz, na Introdução:

“Não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém. Não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Visamos defender o matrimônio, a família e as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade”.

Pretendo chamar a atenção do leitor para outros aspectos, por assim dizer estratégicos, que esta notícia envolve:

1 – A agenda homossexual tem sofrido, em todo o mundo, uma grande derrota no que diz respeito à sua aceitação pela opinião pública. As reações aumentam dia após dia. No Brasil, projetos de lei de “casamento” homossexual ou “lei de homofobia”  não passam no Congresso, e sempre levantam consideráveis contravapores.

Bastou o dep. Marcos Feliciano levantar a voz contra a dita agenda, embora não falando do ponto de vista católico, para seu partido em poucos meses multiplicar o número de filiados, e seu prestígio aumentar consideravelmente.

2 – Diante dessa aversão do público nos últimos meses, os ativistas homossexuais tinham dois caminhos. Esperar a poeira baixar e voltar à carga mais tarde, após adormecer as reações com a propaganda melosa dos slogans “todos têm o direito de se amar”, “veja como os homossexuais são perseguidos”, etc.

Esse seria o caminho mais demorado, entretanto, mais seguro para sua agenda, sobretudo contando – por que não dizer? – do silêncio inexplicável e do apoio por debaixo dos panos de tantos eclesiásticos, que evitam que a opinião católica se levante, e pelo contrário, que aceite ao menos alguns pontos da dita agenda.

3 – O segundo caminho seria passar por cima dessas reações, usando todas suas armas, desde a guarida incondicional que lhes dá a grande mídia internacional, até os cargos e influências que possuem nos mais altos páramos do poder público.

4 – Por que decidiram tomar o segundo caminho, em escala internacional? (vide França e EUA!). Por que optaram pelo mais arriscado para sua agenda? A resposta parece saltar aos olhos: seus slogans de “tolerância”, de “amor”, de “liberdade” estão ficando desmascarados, e já não mais seduzem as massas. Em desespero de causa, lançam mão de meios a bem dizer totalitários para impor sua nefasta agenda.

A pergunta que fica é: se os ativistas homossexuais continuarem passando por cima das reações sadias da opinião pública, que durabilidade terão suas conquistas?

Deixo a resposta ao leitor.

Mas adianto de minha parte o que depende de nós. Se confiantes no auxílio da Providência, denunciarmos os passos dessa agenda homossexual, as ditas “conquistas” valerão como vitória de Pirro. Se nos acomodarmos, em breve nos acostumaremos com essas “conquistas”, para prejuízo nosso e sobretudo de nossos filhos.

Portanto, leitor, faça sua parte:

1 – Escreva um email aos principais jornais de sua cidade, protestando contra o ocorrido (veja uma lista pronta para facilitar, clicando aqui)

2 – Mostre a seus amigos a verdadeira face do movimento homossexual. Veja um impressionante vídeo clicando aqui e espalhe entre seus contatos.


Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, por Daniel Martins


Visto em: http://migre.me/ezK6Y.



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domingo, 22 de janeiro de 2012

Prudência e discernimento

Um exemplo histórico na família do Santo Cura de Ars durante a Revolução Francesa

 

Um exemplo histórico de prudência e de discernimento


Extratos mostrando a atitude dos católicos durante a Revolução francesa com respeito aos sacramentos

CAPITULO II – UM PASTORZINHO DURANTE O TERROR (1793-1794)

clique para ampliar
Os Vianney na missa do padre juramentado – A santa indignação de Maria Vianney – João Maria e os padres fiéis – A missa nas granjas. 

Em janeiro de 1791, época em que a Constituição Civil entrou a vigorar na comarca de Lião, João Maria ainda não tinha completado cinco anos. O Pe Jacques Rey, cura de Dardilly durante 39 anos, cometera a fraqueza de prestar o juramento cismático. Mas, a dar-se crédito às tradições locais, esclarecido pelo exemplo do coadjutor e dos colegas vizinhos, que haviam recusado o tal juramento, não tardou muito em compreender e detestar sua falta. Permaneceu ainda por algum tempo na paróquia celebrando a missa numa casa particular, retirando-se depois para Lião. Mais tarde teve que exilar-se na Itália.

Se a saída do Pe Rey não passou despercebida, Dardilly contudo não foi perturbada ao ponto que se poderia esperar. A igreja continuou aberta, pois veio outro sacerdote, enviado pelo novo bispo de Lião, um certo Lamourette, amigo de Mirabeau, nomeado pela Constituição, sem mandato de Roma, em lugar do venerável Monsenhor Marbeuf. O novo cura como também o novo bispo haviam prestado o juramento; mas como poderia suspeitar a boa gente de Dardilly que a Constituição Civil, da qual ignoravam, talvez, o próprio nome, pudesse conduzi-los ao cisma e à heresia? Nenhuma mudança aparente se havia operado, quer nas cerimônias, quer nos costumes paroquiais. Aqueles simples de coração assistiram por algum tempo sem escrúpulos à missa do “padre juramentado”. Do mesmo modo procedeu com toda a boa fé Mateus Vianney, a esposa e seus filhos. (A transição do culto católico ao constitucional se fez em muitas paróquias sem violência visível).

Entretanto abriram-se-lhes os olhos. Catarina, a mais velha das filhas, posto que naquela época não contasse mais de uma dúzia de anos, foi a primeira a pressentir o perigo. No púlpito, o novo pároco nem sempre tratava dos mesmos assuntos como o Pe Rey. Os termos cidadãos, civismo, constituição, pontilhavam suas prédicas. As vezes descambava em ataque contra seus predecessores. “Esses, dizia, não são mais curas do que os meus sapatos” (Pe Vignon, cura de Dardilly, Processo apostólico in genere, p. 368).

domingo, 5 de junho de 2011

A Comunicação Católica em mãos protestantes? Um grito de alerta da Itália.

AS EDIÇÕES SÃO PAULO E PAULINAS TRAEM SEU FUNDADOR COM PUBLICAÇÕES ANTICATÓLICAS — por DON GERLANDO LENTINI
postado em 05/06/2011, por italiacattolica


No domingo em que se celebra, junto à Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quadragésima quinta jornada das Comunicações, devo dizer que estou muito preocupado “como verdadeiro cristão.” Esta preocupação não é apenas em relação à revista Famiglia Cristiana[1], que não tem um estilo católico no conteúdo, assim como na publicidade, mas quanto às próprias Edições, seja a da São Paulo que a das Paulinas, que publicam textos de argumento bíblico nada católico; vou citar alguns:
1. 2009. “ENTRAR NA PALAVRA DE DEUS/Como responder às Escrituras.” Edições São Paulo. O autor é W. Brueggemann. A obra de Brueggemann é perfeitamente protestante.

2. 2007. “À DESCOBERTA DA BÍBLIA”, autor: M. Beaumont. Edições Paulinas. Trata-se, sim, de um guia à fé, mas à fé flagrantemente protestante.
3. 2007. “A BÍBLIA/Um Percurso de Libertação”, Edições Paulinas. vol. 1. “As tradições históricas”, autores: A. Sacchi e S. Rocchi. vol. 3; e “A novidade do Evangelho”, autor: A. Sacchi. — são dois textos de libertação... da fé católica para aderir àquela protestante. E, pior ainda: “Jesus — escreve Dom Alessandro Sacchi no volume 3, p. 155 — não é um ser divino, mas um homem dotado de uma missão especial em favor de Israel e de toda a humanidade”.
4. R. Aguirre C. Bernabé C. Gil, “O que sabemos de Jesus de Nazaré?”, Edições São Paulo. Historicamente (de acordo com esses autores), de Jesus de Nazaré sabemos somente, ou quase, que não foi um impostor.
Como se vê, trata-se de uma traição do carisma de Dom Alberione que prescreveu para os seus discípulos engajados no campo das Edições uma estratégia específica: “O apostolado das edições consiste no opor prensa a prensa, filme a filme, televisão a televisão. O que significa opor a verdade ao erro, o bem ao mal, Jesus Cristo a Satanás.” Claro, não?
Veremos melhor nos próximos artigos.

Dom Gerlando Lentini

Ps. (do Webmaster[2])
Na foto, Dom (!) Antonio Sciortino, diretor de Famiglia Cristiana. Como se nota, não usa nem a batina nem o clergyman, em violação ao Can. 284 do Código de Direito Canônico (que prescreve: “Os clérigos usem uma veste decorosa de acordo com as regras emanadas pela Conferência Episcopal e de acordo com os costumes legítimos”) e em violação à diretiva da Conferência Episcopal Italiana (CEI) que estabelece: “Ressalvadas as prescrições para as celebrações litúrgicas, o clero (diocesano) em público deve vestir a batina ou o clergyman” (Notiziario CEI 9, 1983, 209).



Tradução: Giulia d'Amore di Ugento


[1] Família Cristã.
[2] Webmaster do site Italia Cattolica.

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