Para terminar com uma nota de esperança
1) “O socialismo faz progressos consideráveis, mas com todo o poder da Maçonaria atual, que está em toda parte, em todos os lugares, onde quer que seja, que está em Roma, que está em toda parte. A Maçonaria está em toda parte e dirige tudo.
Logo, seremos fichados com os computadores, teremos todos nós o nosso número e não poderemos fazer nada sem que seja tudo anotado em nossa ficha, e tudo através do computador. Estaremos em uma situação pior do que a de um país soviético. (...) É assustador, não podemos imaginar em direção a que estamos indo atualmente, em direção a uma socialização que, aparentemente, não parece tão dura quanto a comunista, e que, todavia, em última análise, será muito simplesmente apenas uma cópia do comunismo, mas realizada pelos meios científicos ao invés da força, como fizeram os comunistas, mas será a mesma cosa. Então, serão eliminados da sociedade todos aqueles que não quererão se submeter a esta ordem (...). Serão eliminados. Encontrar-se-á sempre um modo de eliminá-los. (...) Nós estamos indo verdadeiramente em direção a uma sociedade assustadora, que se diz livre e onde não haverá mais qualquer liberdade”. (Mons. Lefebvre, conferência de 22 de Agosto de 1979, no Priorado de São Pio X em Shawinigan, Quebec).
Hervé Ryssen diz que, para saber quem governa o mundo, basta perguntar-se quem não tem o direito de criticar.
2) “No sentido místico, a figueira é símbolo da sinagoga. Quando este começar a vegetar e a recobrir-se com orgulho de seus pecados, como de folhas verdejantes, então está próximo o verão [está próximo o mormaço da perseguição]. O tempo do Anticristo é dito abominação, porque ele é contra Deus, para usurpar a honra que é devida somente a Deus. Os Judeus o receberão para que ele se assente no lugar mais sagrado do templo, e os infiéis lhe renda honras divinas. E, como o caráter particular do erro dos Judeus, após ter rejeitado a verdade, será o de abraçar a mentira, o Salvador ordenou a seus discípulos de abandonar a Judéia e de fugir para as montanhas, evitais esse povo que deve crer no Anticristo”. (Santo Hilário, em 380, a propósito do Evangelho do fim dos tempos, citado por São Tomé).
3) “À medida que o mundo se aproximar de seu fim, os maus e os sedutores aumentarão mais e mais. Não se encontrará quase nenhuma fé sobre a Terra, isto é, esta terá quase desaparecido de todas as instituições terrenas. Os próprios crentes atrever-se-ão apenas a fazer apenas uma profissão de fé pública e social do seu credo. A Igreja, sociedade sem dúvida sempre visível, será cada vez mais reduzida a proporções simplesmente individuais e domésticas. Para a Igreja na Terra haverá como uma verdadeira derrota: “à besta foi permitido fazer guerra aos santos e vencê-los” (Ap. 13:7) (Discurso de Mons. Pie em Nantes, 8 de novembro de 1859).
4) “Alguém me acusa de ser rígida e de perturbar os espíritos. No processo revolucionário que desarma, esta acusação é normal (...) Nos opõem um absoluto provisório e enganador: a tranquilidade das gentes. Perturbar advertindo acerca de um perigo mortal; perturbar dizendo: “a maré vai esmagá-los” ou “eis o incêndio,” é coisa dura. É falta de tato. Como se o choque, o despertar, a surpresa, a emoção não fossem alarmes naturais. Dizer que é preciso saltar, nadar, resistir: seria este o mal? E não, ao invés, o naufrágio e o afogamento? Esta paz enganadora que é o sonos na desordem, Nosso Senhor a amaldiçoou quando disse: “Eu não vim trazer a paz, mas a espada. – A minha paz não é a do mundo”. Mas a palavra “rígida” desarma. Não se ouça responder: “Na revolução, apenas as almas firmes são preservadas; apenas aquelas agarradas ao Altíssimo não serão varridas pelo vento revolucionário”. (...) Alguns leitores deploram que a heresia não seja clara em 1970 como no século XVI. Pelo menos naquela época, dizem eles, sabia-se o que esperar. Visão bem ingênua – a heresia aparecia de cara apenas aos olhos dos perspicazes... no início não havia “crentes” e “descrentes”, mas pontos de vistas tacanhos [pretos] e pontos de vista amplos [cor-de-rosa]”. (Luce Quenette, Itinéraire N. 143, maio de 1970).
Eu prefiro mil vezes o meu lugar de perseguido, mas em paz, que o daqueles que enganaram e desfiguraram a nossa Fraternidade. Meu escopo é o de espalhar a paz defendendo a verdade violada. E esta paz é a de Cristo, não a do mundo.
A Fraternidade está prestes a mudar por culpa de seus maus líderes. Seus embustes e os seus fracassos têm sido comprovados o suficiente. Não é mais o momento de escrever, mas de agir. A política de Menzingen é desonesta e liberal. Esta situação perdurou demais, ela deve cessar e cessará.
Seja qual for o sacerdote da Fraternidade, o seu direito de exercer o ministério vem dos fiéis: é um direito de suplência. Eu sou sacerdote para difundir Cristo e combater seus inimigos. O meu Priorado é a França. Vós podeis contar com a minha disponibilidade. Onde quer que estejais na França, pedi os nossos serviços e nós vos visitaremos. Nós vos ajudaremos a se protegerem contra o liberalismo que nos mina. Entrai em contato com os sites amigos: La Sapinière, Avec l'Immaculée, Un Eveque s'est leve... e tereis minhas informações de contato.
Rezai por mim, e que Deus vos abençoe.