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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Frases de internet

Cuidado com o que compartilha! Frases que parecem bonitas, atribuídas a nossos Santos católicos, e, no entanto, são veneno para as almas. Aqui um exemplo:



Essa frase, em particular, sempre me causou dúvidas, há algo que destoa nela. 

Então, perguntei ao pai dos burros digital, o Google, se a frase era mesmo de Santo Agostinho, e o Google respondeu que é atribuída a ele ou a Santo Tomas, porque ambos falam sobre as virtudes. 

Perguntei, então, em qual livro de um deles estaria a frase, e o Google respondeu que em nenhum, e que o estilo não é próprio nem da Idade Média (S. Tomás), nem do IV século (S. Agostinho). Possui mais o estilo do século XX. E, francamente, isso é meio óbvio, não? Quem imaginaria um S. Agostinho falando frufru

A primeira menção à frase, segundo o Google, veio de um "Teólogo" norteamericano, Robert MacAfee Brown, em suas obras sobre a Teologia da Libertação, na década de 1980. Ele citou a frase atribuindo-a a Santo Agostinho, mas admitiu em nota que nunca conseguiu localizar a fonte exata nos textos originais do santo. Foram as vozes malignas da cabeça dele. E uma mentira repetida mil vezes se torna uma "verdade".

Sabendo disso, e relendo a frase, vemos o marxismo enfeitado com belas palavras: indignação que nos ENSINA a não aceitar as coisas como elas estão, em oposição à perfeita conformidade à vontade de Deus; e a coragem para mudá-las, ou seja, a revolta contra Deus. 

E escolheu S. Agostinho justamente porque este grande Santo falou sobre a esperança, mas a maioria dos católicos, infelizmente, nunca leu um linha sequer do Santo, para diferenciá-la do uso que Brown fez. Essa escolha se assemelha à escolha do nome de "papa" de Bergoglio e Prevost para se travestirem de santidade. São a escória. 

Assim, da próxima vez, busque a fonte, analise a frase, pesquise, para não ser enganado e não enganar, sem querer, a outros. Leia mais, leia os livros católicos, para fortalecer seus conhecimentos e não ser ludibriado por ninguém. 

Giulia d'Amore 

P.S. Este não é o artigo de que falei. Ainda estou a elaborá-lo. Até breve. 

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