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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Neofrat: sagrações, excomunhões, heresia e escândalo


Neofrat: sagrações desnecessárias, excomunhões inválidas, heresia modernista, escândalo na sociedade



I. Sagrações desnecessárias


Dia 1º de julho, como todos sabem, a Neofrat sagrou 4 bispos sem autorização do papa deles, o Robert Prevost, e sem motivos plausíveis, visto que não se encontra em estado de necessidade, como Monsenhor Marcel Lefebvre, em 1988. O Arcebispo tinha razões para isso, porque o sacerdócio estava em perigo, e ele quis preservar este precioso tesouro da Igreja para as almas.  

A Neofrat não está em estado de necessidade porque possui mais de 700 sacerdotes e diversos seminários preparando mais sacerdotes; e bispos o suficiente para ordenar quantos sacerdotes quiser. Melhor ainda, ela tem um "papa" - que ela reconhece como um papa católico, e o obedece no que lhe dá vontade: R&R - para lhe dar quantos bispos desejar. E não esqueçamos que a Neofrat não faz mais ordenações sob condição porque reconhece a autoridade e os sacramentos da seita modernista. Então, não pode se queixar dos bispos que o Prevost lhe desse, visto que poderia até "negociar" algum que fosse mais de seu gosto.   

Que esquizofrenia é essa? A Neofrat não pestanejou em trair a obra de Monsenhor Lefebvre para estar em "plena comunhão" com Roma apóstata e, de repente, do nada, resolve se rebelar ao papa que eles reconhecem católico. Quem explica? 

Essas sagrações forçadas parece mais uma birra infantil




O paralelo das sagrações de 1988 e de 2026
  
As sagrações da última quarta-feira fizeram renascer em alguns desavisados a esperança de que a Neofrat tivesse voltado a 1988, rompendo com a seita conciliar. Ledo engano.  

Há diferenças substanciais entre as duas situações, pois a Neofrat continua sustentando que: 

1 - a igreja modernista é a Igreja Católica (contra o dogma da Indefectibilidade da Igreja);
2 - um anticristo é o Papa (contra o dogma da Infalibilidade Pontifícia); 
3 - missa nova e sacramentos novos são válidos (parando de ordenar sob condição os sacerdotes oriundos da seita conciliar). 

Nenhuma das autoridades dessa seita se desculpou de tais ERROS. 

Já, em 1988, a FSSPX sustentava que: 

1 - uma pessoa excomungada não pode excomungar — um ponto levantado pelo Arcebispo Lefebvre (que, com isso, declarou tacitamente que não havia Papa, já que uma pessoa excomungada não pode ser Papa);
2 - a Igreja Conciliar era falsa — ilegítima! — Como afirmado repetidamente pelo Arcebispo Lefebvre;  
3 - a Nova Missa e os novos sacramentos eram inválidos (contrariamente à posição defendida pelo Bispo Fellay em um documento assinado e implementado a partir de 12 de maio de 2012, e nunca revogado). 

Como já dito, nem sequer a situação do estado de necessidade se compara. Hoje, eles não estão nessa situação, visto que reconhecem a seita conciliar e toda a estrutura e documentos como válidos e católicos.  

Quando a seita conciliar, comandada por Ratzinger, através da congregação dos bispos modernistas, removeu, em 28 de janeiro de 2009, a excomunhão dos 4 bispos vivos da Neofrat — Fellay não pediu o mesmo para Mons. Lefebvre e Mons. Castro Mayer — que havia sido sagrados em 1988, a Neofrat cantou o Te Deum, porque finalmente tinha a tão sonhada “plena comunhão” com a seita modernista que tanto atacara. Teria se consubstanciado aí a esquizofrenia que hoje se repete?


É cisma ou não é cisma?
 
“2. A Neofrat está em cisma: (a) ou porque está em 'plena comunhão' com Roma modernista (estando, portanto, FORA da Igreja Católica verdadeira); (b) ou porque reconhece e resiste a um Papa que ELES MESMOS acreditam ser verdadeiramente católico. E, para isso, se arvoram a Magistério da Igreja decretando que a infalibilidade papal é relativa, e que se pode RESISTIR (DESOBEDECER) a um Papa católico. SIC!!!”.  
Vale a pena ler o texto todo




Hipocrisia modernista 
 
Enquanto isso, na Alemanha, no clero "católico", que tem uma postura progressista em relação à comunidade LGBTQIA+, há padres e funcionários da Igreja que assumiram publicamente suas orientações sexuais, exigindo respeito e mudanças trabalhistas. E a Conferência dos Bispos Alemães aprovou diretrizes para ritos oficiais de bênção a casais do mesmo sexo. Essas práticas são amplamente adotadas no país, embora o Vaticano restrinja celebrações com formato litúrgico. SIC! O "Caminho Sinodal", que é, um movimento interno da Igreja alemã, composto por bispos e fiéis, propôs profundas reformas na doutrina tradicional. Em particular, o "cardeal" Reinhard Marx, de Munique, autorizou padres a abençoarem casais do mesmo sexo, recomendando o uso de um guia oficial de bênçãos. Esse “cardeal” reza todos os anos, uma missa especifica para a comunidade LGBT, e, por ocasião do 20º aniversário da celebração, pediu perdão aos homossexuais pela maneira como “sua igreja” tratou os gays no passado (link). 
 
É com essa gente que a Neofrat está mancomunada, debaixo da “autoridade” do seu “Santíssimo Padre” - palavras de Pagliarani -, o papa Prevost. Se ele os excomungar, estarão fora do “barco furado” da igreja apóstata conciliar, porque já estão formalmente fora da Igreja Católica desde 2012, com a adesão ao acordo doutrinal que nunca foi reconhecido, mas cujos vistosos maus frutos podem ser contemplados claramente. Contudo, a Neofrat vê a si mesma como um pequeno bote salva-vidas que mantém a fé intacta até que o grande barco seja consertado: 
“Finalmente, a Igreja Católica é a barca de São Pedro que encalhou no recife do Concílio Vaticano II, causando uma inundação (a perda da fé de milhões de almas). A FSSPX é um bote para salvar a Fé. Todo mundo sabe que um bote no mar faz parte de um barco até que o mesmo seja colmatado” (link). Aff!!! Que insanidade!!! 

Com isso, não parece que diz: "fora da Neofrat não há salvação"?... 

E, falando ainda na hipocrisia modernista, que trata os inimigos da Igreja com tanto zelo e maltrata quem tem o mínimo cheiro tradicionalista, vocês se lembram da "arcebispa" anglicana recebida com pompas e circunstâncias pelo Prevost no Vaticano? Pois é já vi memes zombando a Neofrat pelo fato de ela ter sido recebida pessoalmente pelo Prevost, enquanto o Pagliarani teve que se contentar com o "Tucho besame mucho"... 


II. Excomunhões inválidas

 
Pontualíssimo, no dia 2 de julho, Prevost excomungou todo mundo, de mamando a caducando, como se diz: bispos, padres e fiéis, o que não foi feito por Wojtyła, que "excomungou" só os bispos que sagraram e os que foram sagrados. Eis os documentos: o decreto e a nota explicativa.



DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ 

Prot. N. 99/2009

DECRETO

Não obstante as advertências dirigidas ao Superior-Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, o Bispo Alfonso de Galarreta, tendo praticado um ato de natureza cismática mediante a consagração episcopal de quatro presbíteros, sem mandato pontifício e contra a vontade do Sumo Pontífice, incorreu ipso facto nas penas previstas pelo cân. 1387 e pelo cân. 1364 §1 do CIC 2021.

Declaramos, portanto, para todos os efeitos jurídicos, que o referido Bispo Alfonso de Galarreta, bem como Pascal Schreiber, Michael Goldade, Michel Poinsinet de Sivry e Marc Hanappier, incorreram ipso facto na excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.

Declaramos, além disso, que o Bispo Bernard Fellay, tendo participado diretamente da celebração litúrgica como co-consagrante e, assim, aderido publicamente ao ato cismático, incorreu na excomunhão latae sententiae prevista pelo cân. 1364 §1 do CIC 2021.

Admoestam-se também os clérigos e os fiéis leigos a não aderirem ao cisma da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, pois incorreriam ipso facto na pena de excomunhão latae sententiae.

Do Palácio do Dicastério, 2 de julho de 2026

Victor M. Card. Fernández
Prefeito

John J. Kennedy
Arcebispo titular de Ossero
Secretário da Seção Disciplinar
 
Mons. Armando Matteo
Secretário da Seção Doutrinal
 


DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ 

Prot. N. 99/2009
 
NOTA EXPLICATIVA
 
Desde os tempos de São Paulo VI até as últimas conversações, realizadas recentemente neste Dicastério, as numerosas tentativas de reconduzir os membros do movimento iniciado por Dom Marcel Lefebvre à plena comunhão com a Igreja Católica revelaram-se vãs. Essa situação agravou-se ainda mais em razão das recentes consagrações episcopais celebradas sem mandato pontifício, contra a vontade do Santo Padre, em aberta violação do direito canônico.
 
Por isso, este Dicastério, no fiel exercício das funções que lhe foram confiadas, considera necessário declarar que tal ato configurou o delito de cisma, com as consequências canônicas para os ministros sagrados e para os fiéis leigos envolvidos. Com efeito, como já foi declarado em 1988, "tal desobediência — que comporta uma rejeição prática do Primado Romano — constitui um ato cismático" (cf. Ecclesia Dei, 3).
 
A esse respeito, doravante:
 
Os ministros sagrados pertencentes à Fraternidade Sacerdotal São Pio X encontram-se em cisma e, portanto, devem ser considerados cismáticos (cf. Ecclesia Dei, 5; Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Nota explicativa sobre a excomunhão em que incorrem os aderentes ao movimento do Bispo Marcel Lefebvre, de 24.08.1996, nn. 5–6), estando sujeitos à excomunhão prevista pelo direito (cân. 1364, § 1 do Código de Direito Canônico).
 
Quanto aos fiéis leigos, devem ser considerados cismáticos e excomungados aqueles que aderirem formalmente à Fraternidade Sacerdotal São Pio X nas condições estabelecidas na Nota explicativa do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos de 1996 (cf. ibidem, n. 7), ainda vigente, a qual este Dicastério faz sua.
 
Adverte-se, por fim, o santo Povo de Deus de que os ministros sagrados da Fraternidade Sacerdotal São Pio X administram ilicitamente os sacramentos e que o sacramento da penitência por eles administrado e o matrimônio por eles assistido são inválidos.
 
A Igreja, como mãe solícita, acolherá com sincero afeto e viva solicitude todos aqueles que desejarem retornar à plena comunhão. Os Núncios Apostólicos estabelecerão os procedimentos que os Ordinários poderão utilizar nos diversos casos.
 
Exorta-se, enfim, todos os fiéis a permanecerem firmes na comunhão com o Romano Pontífice, com os Bispos em comunhão com ele e com toda a Igreja (cf. Lumen Gentium, 22; cân. 751 do Código de Direito Canônico), abstendo-se de participar das celebrações e atividades promovidas pela referida Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
 
Do Palácio do Dicastério, 2 de julho de 2026
 
Víctor M. Card. Fernández [Tucho besame mucho]
Prefeito
 
Mons. Armando Matteo
Secretário para a Seção Doutrinal
 
+ John J. Kennedy
Arcebispo titular de Ossero
Secretário para a Seção Disciplinar Ver menos 


E porque seriam inválidas as excomunhões?  

Porque Prevost não tem autoridade para excomungar, ele sequer é católico, como pode ser o chefe da Igreja de Cristo?  

Nisso, a situação é a mesma de 1988, ainda que, na época, ninguém duvidasse da autoridade de Wojtyła, porque, no calor do momento, enquanto a História estava sendo escrita, as coisas não eram claras e nítidas para ninguém. Era um excomungado excomungando católicos (inválido), e agora, um excomungado excomungando excomungados (palhaçada modernista inválida).  

III. A Heresia de Pagliarani & Prevost


Da patética carta de Pagliarani a Prevost, do dia 30 de junho de 2026, em resposta à também patética carta do Prevost à Neofrat, o que mais me chamou a atenção foi este trecho: 
 “Peço apenas que considereis a sinceridade desta intenção, que de modo algum é fingida. Paradoxalmente, nas presentes circunstâncias, cremos ser nosso próprio dever fazer tudo o que for possível para REMENDAR A TÚNICA INCONSÚTIL DE CRISTO, DILACERADA POR FORÇAS E PRESSÕES INCOMPATÍVEIS COM UM ESPÍRITO VERDADEIRAMENTE CATÓLICO”. 
 
Prevost dissera em sua missiva:
“Rezo por vós, pois rasgar a Túnica inconsútil de Cristo é um pecado de extrema gravidade”. 
E isso me impressionou porque acabo de ler uma declaração do Magistério da Igreja a esse respeito, em um texto que estou traduzindo e que elenca as heresias do Concílio Vaticano II, comparando-as com o Magistério da Igreja. Mais do que impressionar, fiquei escandalizada com todas as heresias elencadas, e uma me chocou muitíssimo: o que os conciliares afirmam sobre a túnica inconsútil de Nosso Senhor Jesus Cristo: 
“A túnica imaculada de Jesus Cristo foi arruinada” (“Unitatis redintegratio”, Decreto sobre ecumenismo, 13 — 21/11/1964). 
A túnica inconsútil é mencionada no Evangelho de S. João, 19, 23-24: 
“Os soldados, depois de terem crucificado Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. Tomaram também a túnica. Quanto à túnica, que não tinha costura, toda tecida de alto a baixo, disseram uns para os outros: ‘Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver a quem tocará’. Cumpriu-se deste modo a Escritura, que diz: ‘Repartiram as minhas vestes entre si, e lançaram sortes sobre a minha túnica’ (Ps. 21, 19). Os soldados assim fizeram”.  
Inconsútil (do latim inconsutilis) é um adjetivo que significa algo que não tem costura, ou que é feito de uma única peça contínua. Mas este detalhe possui um forte significado simbólico, no caso da túnica de Cristo: a unidade da Igreja. Para os Padres da Igreja, como Santo Agostinho, a túnica inquebrável representa a unidade indivisível da comunidade de fiéis e sua fé. 
 
Agora, o que diz o Magistério da Igreja sobre esta frase herética modernista? Aqui está:
“A túnica do Senhor é isenta de costuras e não pode ser dividida” (Bonifácio VIII, Bula "Unam Sanctam", de 1302; in Denzinger, 468).  
O Papa Bonifácio VIII usou essa imagem para defender a autoridade absoluta da Igreja. Sua lógica era simples: a túnica de Cristo é una e indivisível. A Igreja é o corpo místico de Cristo. O poder papal deve permanecer unido e não pode ser dividido ou submetido a reis. Esse conceito está no cerne de sua bula “Unam Sanctam”. Nela, o Santo Padre declarou que existe apenas uma Igreja e um só chefe, o Papa, e que todo ser humano está sujeito ao Romano Pontífice. 
 
Em resumo, a túnica sem costuras de Jesus Cristo não pode ser arruinada ou cortada ou dividida, porque ela é o símbolo da unidade da Igreja. Quando há um cisma, não é a unidade da Igreja que sofre, porque ela continua una; é o cismático, porque ele próprio se coloca fora da Igreja, com seus próprios pés. 
 
Bom, esta bula talvez não seja de conhecimento comum, mas qualquer católico minimamente formado sabe que a unidade da Igreja não pode ser rompida, porque ela continua una, apesar dos cismáticos; eles é que se afastaram da Igreja, que deceparam seu corpo e alma da unidade da Igreja, como formalizaram em 1965 os modernistas, através do Concílio Vaticano II. Mas causa espanto que um superior da Neofrat, com tanto de seminário e estudos não saiba disso e pronuncie tão terrível heresia. O que vos parece? 
 
O pior é que em 19 de abril passado, o Pagliarani já havia dado uma entrevista justamente sobre a suposta túnica rasgada, mas confesso que não li, nem pretendo. Estou cansada de tantas sandices inúteis.  
 

IV. Escândalo na sociedade

 
Além de tudo que já foi exposto, é gravíssimo o escândalo que tudo isso provocou na Cristandade, onde muitos, a maioria, desconhece a crise da Igreja e julga pelo que vê e ouve a partir do que acredita ser o Santo Padre.  

As reações foram as esperadas: os modernistas criticaram a "rebeldia" da Neofrat, uns lamentando, outros comemorando as excomunhões; mas todos escandalizados, como também os tradicionalistas e os sedevacantistas.  

É óbvio que a consequência primeira será um afastamento imediato de qualquer grupo não alinhado com Prevost por parte das pessoas simples, da missa do domingo. Os "padres" modernistas subirão ao púlpito para vociferar contra a Tradição (como se fosse um pecado) e também contra o Arcebispo Lefebvre, que não tem nada a ver com essa gentuça da Neofrat, que o traiu assim que pôde.  

Depois de anos de trabalho de milhares de tradicionalistas, célebres e desconhecidos, a Neofrat fez ruir tudo em uma jogada maligna, quiçá planejada. A internet, que não era essa arma de comunicação em massa em 1988, vai ajudar muito a ampliar o ódio pela Missa Tridentina, o cerne de toda a questão, pois é o bem precioso que se pretende guardar.  

Certamente, o Prevost vai reforçar a perseguição à Missa em latim, mais ainda do que fez Bergoglio, em vista de um suposto "bem das almas" que ele pastoreia. Não nos diz respeito, certamente, porque eu tenho orgulho da medalha da "excomunhão" modernista de 1988 que levo no peito, mas não deixa de ser um escândalo pernicioso para milhares, milhões de almas no mundo que querem ser católicas e estão sendo enganadas por tipos como Prevost, Pagliarani & Companhia.  

Seja como for, a Neofrat está em cisma há anos, porque abjurou a fé católica para estar em plena comunhão com a igreja apóstata de Roma modernista. Ao ser expulsa dela, ficará no vácuo, porque se recusa a ver o óbvio: fora da Igreja não há salvação. E a Igreja, hoje, está na Tradição bimilenar que reconhece que a Sé está vacante e foi usurpada por hereges modernistas.   

2 +2 = 4

Rezemos! 


P.S. Já saiu a resposta de Pagliarani às excomunhões. Fica para o próximo post. 


    

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