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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Neofrat: sagrações, excomunhões, heresia e escândalo


Neofrat: sagrações desnecessárias, excomunhões inválidas, heresia modernista, escândalo na sociedade



I. Sagrações desnecessárias


Dia 1º de julho, como todos sabem, a Neofrat sagrou 4 bispos sem autorização do papa deles, o Robert Prevost, e sem motivos plausíveis, visto que não se encontra em estado de necessidade, como Monsenhor Marcel Lefebvre, em 1988. O Arcebispo tinha razões para isso, porque o sacerdócio estava em perigo, e ele quis preservar este precioso tesouro da Igreja para as almas.  

A Neofrat não está em estado de necessidade porque possui mais de 700 sacerdotes e diversos seminários preparando mais sacerdotes; e bispos o suficiente para ordenar quantos sacerdotes quiser. Melhor ainda, ela tem um "papa" - que ela reconhece como um papa católico, e o obedece no que lhe dá vontade: R&R - para lhe dar quantos bispos desejar. E não esqueçamos que a Neofrat não faz mais ordenações sob condição porque reconhece a autoridade e os sacramentos da seita modernista. Então, não pode se queixar dos bispos que o Prevost lhe desse, visto que poderia até "negociar" algum que fosse mais de seu gosto.   

sábado, 27 de setembro de 2025

O Lobo perde o pelo, mas não o vício

Para escrever sobre este tema, usei precipuamente a IA, mas também verifiquei alguns sites judeus em inglês que tratam do tema. Contudo, como sempre digo, não sejam reféns de minhas palavras: pesquisem! Busquem a verdade (João 8,32) e sejam livres! 



O Lobo perde o pelo, mas não o vício



Este acima é um provérbio que significa que, apesar de uma pessoa poder mudar de aparência ou circunstâncias externas, o seu caráter, os seus maus hábitos e/ou os seus vícios permanecem inalterados. É o caso de Robert Francis Prevost, vulgo “Papa Leão XIV”.

Certamente, ele é bem mais apresentável do que o Mario Jorge Bergoglio, vulgo “Papa Francisco”, e bem mais simpático do que o Joseph Aloisius Ratzinger, vulgo “Papa Bento XVI”, mas, na essência, continua igual a ambos e… bem mais perigoso porque está angariando, até entre os “tradicionalistas”, simpatia e adesão, tão saudosos que estão de ter um Papa para chamar de seu, e tão cansados que estão do combate, mas tão superficiais e fúteis que se contentam com miçangas e espelhinhos, como os nativos à chegada dos europeus em suas caravelas!!!

DOUTRINA, senhores!!! Doutrina e autoridade faltam a este senhor vestido de branco.

“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (S. Mateus 13, 9)! Basta ouvir o que ele diz para enxergá-lo como ele é. Quem ele é. Então, vamos ouvi-lo:




Agora, vamos desenhar para que todos compreendam o que é claro como o sol.

Prevost chamou os deicidas de “IRMÃOS”. Tem alguém que duvida disso? Reveja o vídeo, então!!! E procure o original, se duvida de nós.

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A teologia do santo sacrifício da Missa - O que mudou


A teologia do santo sacrifício da Missa



A “Confissão de Augsburg”, protestante, viu bem a mudança radical do novo rito da missa, ao declarar: “Nós fazemos uso das novas preces eucarísticas (católicas) que têm a vantagem de pulverizar (reduzir a pó) a teologia do Sacrifício” (“L’ Eglise d’Alsace”, dez/73 e jan/74. Apud “La Messa di Lutero”, por Dom Lefebvre).

Essas “preces eucarísticas” da missa nova, oficialmente em número de quatro, mas que já são muito mais, correspondem ao único “Cânon” da Missa tradicional. É a parte central e sacrifical da Missa, e que fica entre o “Sanctus” e o “Pater Noster”. É exclusiva do celebrante, que deve pronunciá-la em latim e em voz baixa (Concílio de Trento). Nela tem lugar a grande “Ação sacrifical de Jesus Cristo”, que Ele renova na Consagração. É através dela que Cristo se torna presente realmente, e se coloca sob as Espécies Sacramentais em estado de Vítima imolada. Aí renova Ele a oblação sacrifical que fez de si mesmo ao Pai na Cruz. E isso, em virtude da ordem (Sacramento do Sacerdócio) que deu aos Apóstolos de fazerem o mesmo que Ele tinha feito (Lc. 22,19).

É o seu ato sacrifical, que é único e uno, e que foi realizado uma vez por todas, cruentamente na Cruz, e misticamente, na última Ceia. E que, por sua ordem, de novo se torna presente, de modo místico, mas real, em cada verdadeira Missa. Assim, deu Jesus cumprimento à profecia de Malaquias: “Do nascente ao poente (...) e em todo lugar, será oferecido ao meu nome uma oblação pura” (Mal. 1,11).
 
A Santa Missa abrange ou realiza os quatro fins do Sacrifício: o LATRÊUTICO ou de adoração; o EUCARÍSTICO ou de ação de graças; o PROPICIATÓRIO ou de expiação; e o IMPETRATÓRIO ou de súplica. O fiel, unindo-se por esses atos a Jesus Cristo, que, na Missa como na Cruz, é ao mesmo tempo Sacerdote e Vítima, participa dos frutos da Redenção e cumpre os seus deveres fundamentais para com Deus. Desses frutos também participam todos os fiéis espalhados pelo mundo.
 
O caráter sacrifical da Missa católica é indicado por vários modos:
 
a) Por ser a renovação e perpetuação, de modo incruento, do Sacrifício da Cruz, o qual, por sua vez, deu cumprimento aos sacrifícios figurativos do Antigo Testamento. Jesus Cristo unificou, na Cruz e na Ceia-Missa, os vários aspectos dos sacrifícios figurativos da Antiga Aliança indicados acima (nº 4 deste).
 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Coelhos, Raposa, Doninhas, Furões e Ratos. Uma história

Acompanho alguns sites italianos ligados à Tradição, e há dias recebi no e-mail o texto que publico hoje, e me pareceu uma perfeita oportunidade de reflexão. O texto é uma recensão de um livro que traz uma visão sobre a Fé nos tempos atuais, de crise da Igreja. O livro em si não aguçou minha curiosidade principalmente porque parece relativo a ambientes falso-católicos pois trata como canonizáveis pessoas ligadas, por exemplo, à Opus Dei ou, de qualquer forma, modernistas. Vou me ater ao que importa, que é a comparação dos “católicos” de hoje a alguns animais - os montfortianos vão ficar de cabelos em pé! rsrs - em um estilo quase esopiano, mas bem preciso. Em azul, os pontos a refletir. Ao texto.




A Fé no tempo dos coelhos. E da raposa, das doninhas, dos furões e dos ratos. Um livro. 



Por Marco Tosatti





A Fé católica no tempo dos coelhos, mas também da Raposa, das Doninhas, dos Furões e do Ratos... Quem vos escreve quer vos falar hoje – brevemente, porque as recensões longas são aborrecidas; e sobretudo prejudicam o livro, dando a quem lê a impressão de tê-lo já descoberto e explorado – de uma obra que acabou de ser lançada, escrita por Matteo Orlando, cuja assinatura frequentemente aparece em artigos no “A Fé Cotidiana”. O título do livro é: “FAITHBOOK. A Fé Católica no tempo dos coelhos”, e foi publicado pela Chorabooks Hong Kong. Quem tiver interesse pode encontrá-lo no site Amazon, ou também fazendo uma pesquisa na Internet.

O título aguçou a curiosidade de quem vos escreve; ainda que, antes mesmo de percorrer as páginas para encontrar uma explicação, já se imaginava quem fossem os coelhos de que se fala no título, isto é, nós, que nos declaramos católicos, mas... 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Igreja Conciliar: Nova religião, nova doutrina, novo culto.

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Queridos leitores, olhem só o que eu achei em meus arquivos! Achei... a verdade!!! E da boca de quem agora está indo cantar o Te Deum na Igreja Conciliar, e cujo texto foi publicado (e CRITICADO) originalmente pelo blog do padre Sofista e traduzido (sic) pelo blog dos militontos de Dom Tomás. 

Curioso como as coisas são, não é? O que fulaninho disse ontem, não vale hoje... e está tudo bem, porque os macaquinhos batem palmas como manda o adestrador! Pula macaquinho! Pula macaquinho!       

Obviamente... foi tudo printado, "abiguinhos", para o "irmão" não se sentir tentado a apagar a verdade, como já aconteceu antes.  

Seja como for... ainda que eles mais um vez apaguem a verdade que os condena, nada pode ser escondido de Deus. Durmam com essa, macaquinhos... 

Eu tenho mais artigos e prints desses, "abiguinhos", não se preocupem... Em ocasião e tempo oportunos irei publicar, sempre que for necessário restabelecer a verdade ou refrescar a memória.  

Registro que dos três links envolvidos, somente um está quebrado, o do blog Missa Tridentina, que foi deletado pela autora. Os outros dois - o mexicano e o de Vitória - estão funcionando perfeitamente, como podem ver logo depois do texto de Dom Tissier.

De maneira geral, gosto de chamar a atenção dos leitores com cores de árvore de Natal, para que os mentecaptos possam entender, desenhadamente, aquilo que eles não compreendem pela simples leitura das palavras. Serão eles espiritualmente cegos ou meros analfabetos funcionais?. Quem sabe?... 

Mas minhas intervenções são particularmente em [azul] para distingui-las dos grifos e comentários oportuna e devidamente assinalados pelo padre Sofista e os militontos - que agora inexplicadamente mudaram de ideia - no texto que chegou até mim por e-mail em 2013.  E é interessante notar como mudaram completamente de discurso e de rota em menos de 3 anos.  

Vamos ao texto, que, em si, é fantástico. Publico na íntegra.  




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