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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Pale Ideas: 11º Aniversário


OS POSTS: 

1. Quando começa a Quaresma e quando acaba: 
07/02/2014. 
194.1966 visualizações.

2. Nossa Senhora do Brasil: 
15/10/2011. 
15.252 visualizações. 

3. Aos Domingos não se faz penitência: 
23/01/2017. 
12.261 visualizações


No último mês:  

1. Non nobis Domine: 
25/02/2016. 
158 visualizações. No total, foram: 12.216. 

2. Questões acerca da modéstia: 
13/02/2016. 
146 visualizações. No total, foram: 9.454. 

3. As vocações e as santas almas: Carla Ronci: 
27/04/2012. 
143 visualizações. No total, foram: 6.011. 



AS PÁGINAS:

1. Quaresma 2019: 
15/03/2019. 
190.172 visualizações. 

2. Calendário Tridentino: 
25/01/2019. 
30.800  visualizações.

3. Agenda de Missas no Brasil: 
27/02/2020. 
29.103  visualizações.


No último mês: 

1. Biblioteca Virtual: 
23/03/2019. 
126 visualizações no mês. No total, foram 9.519. 

2. 1ª vez na Missa Tridentina: 
126 visualizações no mês. No total, foram 15.671.  

3. Agenda de Missas no Brasil: 
vide acima o link 
122 visualizações no mês.  


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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Pe. Gaspar Bertoni: Como fazer o exame de consciência


Como Fazer o Exame de Consciência


Um bom exame de consciência exige cinco momentos:

Primeiro: dar graças a Deus pelos benefícios recebidos, a fim de que, colocando-os em confronto com nossas faltas e nossos pecados, aproveitemos para nos conhecer e nos arrepender[1]. Neste primeiro ponto do exame, o agradecimento, prostrado em terra diante do céu, experimenta-se grande sentimento da presença divina, com amor e oferenda de si mesmo[2]

Segundo: suplicar graças para conhecermos bem nossos pecados e defeitos para exterminá-los: “o coração é o que há de mais enganador, e não há remédio. Quem pode entendê-lo? Eu, o Senhor, examino o coração e sondo os rins, retribuo a cada um conforme caminhou, conforme o fruto de suas ações” (Jr 17, 9-10).

Terceiro: exigir prestação de contas da consciência pelas culpas cometidas. Examine bem tais culpas e faça uma prestação de contas com muita exatidão. Tenha coragem de se perguntar: por que ultrapassei os limites nisto ou naquilo? Se, por acaso, a consciência evitar responder e se ponha a explorar fatos alheios, diga-lhe claramente que não é sobre isso que pretendes julgá-la, pois estás mais preocupado em tomar conhecimento das próprias culpas do que das alheias.

Quarto: pedir perdão a Deus pelas faltas cometidas. “Aquele que amolda sua alma no temor de Deus abre sua boca para orar e pede perdão pelos próprios pecados” (Eclo 39,7).

Quinto: propor a correção, com a graça de Deus. Se Deus perceber que nos colocamos no caminho da virtude e da luta contra o mal, aprovará e ficará satisfeito com nossa conversão. Ao mesmo tempo, será pródigo em seus favores. Na verdade, não sabemos implorar o perdão de nossas culpas e nossa salvação como Ele gostaria que fosse. Por isso, apressa-se em amparar-nos, para que possamos conseguir a libertação[3]

terça-feira, 11 de agosto de 2020

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A teologia do santo sacrifício da Missa - O que mudou


A teologia do santo sacrifício da Missa



A “Confissão de Augsburg”, protestante, viu bem a mudança radical do novo rito da missa, ao declarar: “Nós fazemos uso das novas preces eucarísticas (católicas) que têm a vantagem de pulverizar (reduzir a pó) a teologia do Sacrifício” (“L’ Eglise d’Alsace”, dez/73 e jan/74. Apud “La Messa di Lutero”, por Dom Lefebvre).

Essas “preces eucarísticas” da missa nova, oficialmente em número de quatro, mas que já são muito mais, correspondem ao único “Cânon” da Missa tradicional. É a parte central e sacrifical da Missa, e que fica entre o “Sanctus” e o “Pater Noster”. É exclusiva do celebrante, que deve pronunciá-la em latim e em voz baixa (Concílio de Trento). Nela tem lugar a grande “Ação sacrifical de Jesus Cristo”, que Ele renova na Consagração. É através dela que Cristo se torna presente realmente, e se coloca sob as Espécies Sacramentais em estado de Vítima imolada. Aí renova Ele a oblação sacrifical que fez de si mesmo ao Pai na Cruz. E isso, em virtude da ordem (Sacramento do Sacerdócio) que deu aos Apóstolos de fazerem o mesmo que Ele tinha feito (Lc. 22,19).

É o seu ato sacrifical, que é único e uno, e que foi realizado uma vez por todas, cruentamente na Cruz, e misticamente, na última Ceia. E que, por sua ordem, de novo se torna presente, de modo místico, mas real, em cada verdadeira Missa. Assim, deu Jesus cumprimento à profecia de Malaquias: “Do nascente ao poente (...) e em todo lugar, será oferecido ao meu nome uma oblação pura” (Mal. 1,11).
 
A Santa Missa abrange ou realiza os quatro fins do Sacrifício: o LATRÊUTICO ou de adoração; o EUCARÍSTICO ou de ação de graças; o PROPICIATÓRIO ou de expiação; e o IMPETRATÓRIO ou de súplica. O fiel, unindo-se por esses atos a Jesus Cristo, que, na Missa como na Cruz, é ao mesmo tempo Sacerdote e Vítima, participa dos frutos da Redenção e cumpre os seus deveres fundamentais para com Deus. Desses frutos também participam todos os fiéis espalhados pelo mundo.
 
O caráter sacrifical da Missa católica é indicado por vários modos:
 
a) Por ser a renovação e perpetuação, de modo incruento, do Sacrifício da Cruz, o qual, por sua vez, deu cumprimento aos sacrifícios figurativos do Antigo Testamento. Jesus Cristo unificou, na Cruz e na Ceia-Missa, os vários aspectos dos sacrifícios figurativos da Antiga Aliança indicados acima (nº 4 deste).
 

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