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terça-feira, 21 de março de 2017

A surpresa de Francisco para Fellay

Acordo, sim... Acordo, não... E Fellay continua de papinho com Francisco. Você pensa que o Superior geral não pode mais lhe surpreender, mas ele vai lá e se supera! A ingenuidade (será?) desse senhor é de embasbacar!!! Mais de embasbacar ainda é a serenidade com que os padres, religiosos e fiéis da Neofrat continuam seguindo as quimeras fellayanas. Coisa de doido.  

Enfim, esse artigo é apenas para registro do óbvio. Como não pertenço nem quero pertencer à Igreja na qual Fellay quer entrar... se tem ou não tem acordo, não me interessa.  

Questionamento para os rallies: se Fellay vai "se reintegrar" à Igreja de Francisco é porque ele não está nela. Certo? Oras, se ele não está na Igreja de Francisco - e a Igreja de Francisco para Fellay é católica - isto significa que Fellay não está na Igreja Católica. Certo? Mas, por outro lado, se Fellay está na Igreja Católica... por que motivo quer se integrar à Igreja de Francisco? Entendeu ou preciso desenhar? 

Recado para comentarista desavisado: meu blog, minhas regras. Ninguém é obrigado a ler. Só comente depois de ter cumprido todas as suas obrigações de estado e de devoção e, principalmente, depois de ler o LEIA ANTES, no menu superior. Depois disso, se ainda tiver faniquitos por comentar... vá procurar um lote para carpir. 




VATICANO – LEFEBVRE A UM PASSO DA ASSINATURA DO ACORDO. AS FOTOS DA POSSÍVEL NOVA SEDE EM ROMA


Marco Tosatti   


Fontes confiáveis me dizem que a FSSPX e o Vaticano estão a um passo do acordo. Na realidade, segundo algumas vozes, faltam apenas algumas assinaturas, e se está à espera que mons. Fellay dê os últimos retoques à sua situação interna [1], para chegar então ao retorno total e oficial, como uma Prelatura pessoal, dos lefebvrianos no seio da igreja de Roma. Deste modo, Francisco terá conseguido levar a termo um percurso que teve início no pontificado de Bento XVI [2], e que havia se estagnado por questões ideológicas doutrinárias; que, porém, agora, teriam sido superadas pela disponibilidade do Pontífice de não pedir que todos os pontos sobre os “is” sejam claros e definidos [3].   
1. Fellay precisa se certificar que os sapos estejam cozidos. 
2. Sim, Bento reabriu a questão, pois Mons. Lefebvre havia encerrado a conversa com as autoridades apóstatasaté que Roma se convertesse. As autoridades não são mais apóstatas? Roma se converteu? 
3. Sic! Retórica modernista ao vivo e a cores.  

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Acordo? Que acordo? Não há acordo nenhu... Peraí!

Editado — porque noblesse oblige — para registrar (após um e-mail recebido) que, de fato, nem o Infovaticana (do qual, friso, não sou leitora, apenas li a notícia no Google Notícias, no assunto "FSSPX", em meu celular), nem o Non Possumus são fontes acima de qualquer suspeita, mas de dizer que eles não inventaram nada, apenas repercutiram o que outros blogs/sites - de todas as matizes - reproduziram a partir do site alemão que entrevistou o cardeal Pozzo em julho passado: aqui. Também registro que o cardeal não me inspira a mínima confiança, pois é um apóstata. Contudo, toda uma série de atos, fatos e eventos que dizem respeito à Neofrat e à sua aproximação com a Roma modernista e apóstata — apesar do que Mons. Lefebvre dizia claramente sobre isso... — me fazem crer que Pozzo não mente. Ou não mente por inteiro. Particularmente porque o próprio Fellay não o desmente.  

Dito isso, devo também dizer e registrar que rezo, todo santo dia, para que a Neofrat recupere a razão e se afaste definitivamente dessa súcia modernista, obedecendo, enfim, ao seu Venerável Fundador, Mons. Lefebvre, que provou em primeira pessoa do veneno "romano", ao assinar o célebre protocolo, rechaçado na manhã seguinte, por graça divina. A obstinação empedernida de Fellay em insistir em se integrar a uma "Igreja" à qual não pertencia (se é católico como diz), e de onde nunca saiu para, agora, dever "voltar", é o que mais o denuncia. Mas... os que o seguem nessa aventura por que não querem ver?  



* * *


Well, well, well... nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio. Ainda que isso leve meses, a VERDADE não pode ser escondida por muito tempo. Eu poderia desfilar aqui uma dúzia de provérbios e ditados populares para exemplificar o que houve, e tripudiar, mas, sejamos sinceros... não há graça nenhuma em constatar como a estultice humana põe tudo a perder. E com "tudo" me refiro às almas que foram arrastadas nessa aventura de Bernard Fellay e seus cúmplices. 

Nos últimos meses, enquanto ele negava, o cardeal Pozzo vinha soltando na mídia os acontecimentos e as programações. Agora, diz o Infovaticana, é definitivo: Fellay aceitou a proposta - ACORDO -  de Francisco, e as 30 moedas de pratas se chamam "Prelatura Pessoal", como já sabíamos e vinhamos divulgando aqui há tempos. De novo, para mim, pelo menos, é que será igual à Prelatura da Opus Dei, segundo informa o vicário auxiliar da própria Opus, que se posiciona a favor desse "privilégio" aos traidores. 

No site do Infovaticana, se pode ler, em espanhol, a entrevista do cardeal Pozzo: http://infovaticana.com/2016/08/16/fellay-acepta-los-lefebvrianos-tendran-una-prelatura-personal/

Vou traduzir rapidamente para vocês, se tiver algum erro... me avisem. 





Fellay aceita e os lefebvrianos terão uma prelatura pessoal 


Gabriel Ariza, 16 agosto, 2016 

Francisco confirmou a possibilidade de que a FSSPX venha a se constituir em prelatura pessoal, ao estilo da Opus Dei. Foi confirmado pelo encarregado vaticano da “Ecclesia Dei”, Guido Pozzo. Francisco trabalha incansavelmente para fazer realidade esse “Ut unum sint”.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

NEO-FSSPX - Entrevista de Mons. Pozzo do Ecclesia Dei sobre as relações com os Lefebvrianos

 


Publicamos uma entrevista do secretário da Comissão Ecclesia Dei, Guido Pozzo, que é elucidativa acerca das expectativas de Francisco & Co. em relação aos membros da Neofrat de Bernard Fellay, que continua negando um acordo, mas, que, na prática, já está sujeito a ele. Irei comentar em [azul].  

Para compreendermos bem a insensatez de Fellay, substituamos Francisco pelo Dalai Lama, momentaneamente, e reflitamos se é sensato querer se unir a este satanista ou esperar dele uma "regularização" canônica para continuar sendo católico. Obviamente, me responderão que não! Que isso é um absurdo! Que um não católico jamais poderia dar a quem quer que seja qualquer tipo de "regularização" canônica. O que, aliás, só é dada a quem não seja "regularmente" católico.  

Outro, julgando-se mais esperto que nós, dirão: mas está falando do Dalai Lama... nem cristão ele é. Justo. Então, substituamos o Dalai Lama por... Lutero, que, gostemos ou não, antes da rebeldia reformista, era católico, de pai, mãe e parteira. Ainda assim, se vê o absurdo de um Lutero dar o selinho de católico a quem quer que seja!  

Pois o "espertalhão", teólogo de internet, poderia continuar insistindo (e continuar a se comprovar asno emérito em doutrina), aduzindo que Lutero, até onde se saiba, morreu impenitente e herege, que isso não se aplica a Francisco, que eu seria sedevacantista por apenas pensar isso...  

Well, então, em nome da caridade, vamos por os pingos nos "is" mais uma vez:   

Sabem qual é a principal diferença entre os luteranos e os modernistas? A diferença principal e mais clara (e até agora bastante NEGLIGENCIADA até pelos tradicionalistas), que até um idiota compreende, é a de que Lutero SAIU da Igreja e LEVOU consigo centena ou até milhares de almas, à época. Enquanto os hereges modernistas PERMANECERAM na Igreja, tomaram seus templos, e MANTIVERAM consigo a grande maioria da Cristandade atual.  

domingo, 26 de julho de 2015

É verdade que Dom Fellay falou que 95% do Concílio Vaticano II é bom e 5% questionável? Sim, é verdade!

"Foi o Concilio, e suas seqüelas, que destruiu a Santa Missa, destruiu a nossa Fé, destruiu os catecismos e o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo na sociedade civil. Como podemos aceitá-lo?" 
Monsenhor Lefebvre - Homilia de 19 de novembro de 1989, 60º Aniversário de Ordenação.  

Pergunta de um leitor: É verdade que Dom Fellay falou que 95% do Concílio Vaticano II é bom e 5% questionável? Resposta: Sim, é verdade!  


E aqui provamos: 

Hoje, vou publicar a lista de uma série de posts acerca da famosa e escandalosa declaração de Dom Bernard Fellay pela qual ele declarou que 95% do Concílio Vaticano II é bom e 5% questionável. Se faz necessário porque há pessoas de boa fé que estão sendo enganadas nos Priorados da Neo-Fsspx com sermões em que se critica abertamente o Concílio Vaticano II. O que me faz refletir que, das duas é uma: ou os Padres de Dom Fellay não sabem o que Dom Fellay diz - e o contrariam abertamente! - ou... tentam mesmo enganar as pessoas. Como somente Deus conhece o coração humano e não podemos julgar intenções, só posso dizer a verdade, pq a verdade liberta!   


OU MONSENHOR LEFEBVRE ESTÁ CERTO OU DOM FELLAY ESTÁ CERTO. OS DOIS NÃO PODE. NÃO NESTA AFIRMAÇÃO! 

"Foi o Concilio, e suas sequelas, que destruiu a Santa Missa, destruiu a nossa Fé, destruiu os catecismos e o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo na sociedade civil. Como podemos aceitá-lo?" 
Monsenhor Lefebvre - Homilia de 19 de novembro de 1989, 60º Aniversário de Ordenação.

Monsenhor Lefebvre pergunta, em 1989, como podemos aceitar um Concílio que, por si só e por suas sequelas, destruiu a Santa Missa, a nossa Fé, o ensino da Verdade (catecismos) e o Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo na sociedade civil. Já dom Fellay, de sua parte, por decisão própria, declara que o CVII é 95% bom e 5% questionável. Ele não guardou percentual algum para ser rejeitado, aceitando-o como um Sacrossanto Concílio Católico, ainda que o queiram meramente pastoral e não dogmático.  

Isto significa, em outros termos, que dom Fellay é partidário da hermenêutica da continuidade tão cara a Bento XVI, o "queridinho" dos pseudo-tradicionalistas que se encantam com o levantamento das excomunhões e a liberação da missa extraordinária ou motumissa.  

Só que há alguns "porém" ai.  

1. As excomunhões não poderiam ser levantadas porque não são válidas, ou melhor, são tão válidas quando a excomunhão por parte do Dalai Lama. Se houvesse alguma autoridade por parte da Igreja Conciliar, seria o caso de NULIDADE não de levantamento. E ainda fica a pergunta: por que não "levantaram" as excomunhões de Mons. Lefebvre e de Mons. de Castro Mayer?  (Vide documento de excomunhão de João Paulo II)

2. A Missa não poderia ser "liberada" porque nunca foi proibida! E nem poderia! Instituída pelo Divino Fundador da Igreja Católica, somente Nosso Senhor Jesus Cristo poderia - querendo - proibir, modificar ou "aggiornare" a Santa Missa. De mais a mais, o Motu Proprio em questão, coloca a verdadeira Santa Missa em uma situação de inferioridade em relação ao Novus Ordo, rotulando-a de "missa extraordinária", em contraposição a "missa ordinária", que seria a missa criada pelo CVII. Duas faces da mesma moeda. Dois ritos válidos. Só que não. A missa nascida do CVII não é Missa católica, mas um simulacro, que guarda certas semelhanças, mas difere na essência, naquilo que realmente importa! Além de quebrar com a Tradição bimilenar da Igreja! 

Assim, sejamos prudentes! façamos bom uso da razão que Deus nos deu! Não sejamos reféns das "verdades" alheias! Temos que ir à fonte! E a fonte é a Tradição da Igreja, que transmitiu assim como recebeu o Depósito de Fé e a Liturgia da Santa Igreja Católica. Para nós em particular, a fonte também são o legado que deixaram Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer. Em particular o que afirmaram DEPOIS das excomunhões de 1988 e até o fim da vida deles. 

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Giulia d'Amore   



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CARD. BRANDMÜLLER: O QUE PENSA SOBRE A FSSPX E A AUTORIDADE DO VATICANO II

Fellay & Brandmüller
Na "reunião informal" entre o Card. Brandmüller e a FSSPX, o tema a ser abordado será o status particular do concílio Vaticano II – a autoridade de seus documentos, sua interpretação e seu caráter atípico de “concílio pastoral”, segundo a nota secreta de Menzingen. Tendo em conta que o Card. Brandmüller até escreveu um livro sobre o Vaticano II e a hermenêutica da continuidade, e que Monsenhor Fellay aceitou a chamada hermenêutica da continuidade em sua Declaração Doutrinal de abril de 2012, nos parece que ambas partes têm muitos pontos de concordância.

Mas não nos enganemos: neste estratagema dos "encontros informais", o doutrinal não é tão importante como impor à (Neo)FSSPX o princípio liberal e modernista do DIÁLOGO. De fato, o relevante aqui não é o que se conversa mas o fato de conversar pacificamente, de dialogar. A troca de pareceres mais ou menos contrários, em relação ao Vaticano II, ou outras matérias análogas, é apenas uma escusa ou a ocasião, porque o que os acordistas pretendem com essas reuniões é acostumar os Padres da (Neo)FSSPX a se sentarem para conversar cordialmente com os destruidores da Igreja.

domingo, 8 de junho de 2014

CHIHUAHUA: A DOS AÑOS DEL LEVANTAMIENTO Y DEL INICIO DE LA RESISTENCIA

Relativo à Carta de Pe. Cardozo, em comemoração aos dois anos de Resistência em Chihuhua:

RELATO DE DE LOS HECHOS QUE LLEVARON A LOS FIELES DE LA RESISTENCIA DE CHIHUAHUA A SER EL PRIMER GRUPO DE LAICOS DE LA FSSPX DEL MUNDO EN LEVANTARSE CONTRA LA TRAICIÓN DE MÉNZINGEN.


 
El día 1o. de junio de 2012 vino el Superior de Distrito para tratar la situación de la FSSPX. Convocó a una  reunión y no satisfizo las dudas de los fieles respecto de los graves hechos que estaban ocurriendo en la FSSPX, especialmente la confrontación entre los cuatro Obispos de la que la publicación de dos cartas (en mayo) daba cuenta. Se limitó a repetir la información oficial. Los fieles, inconformes, se fueron saliendo antes de terminar la charla. Los padres del priorato tampoco habían abordado el tema de las conversaciones con Roma.

Días después, planeando su venida a Chihuahua, el Padre Cardozo pidió se avisara a todos los fieles de la Capilla de San José que él vendría el domingo 17 de junio 2012.

La persona que avisó al resto fue citada por el Prior para cuestionarla. Ésta respondió que, al igual que en otras ocasiones, trasmitió lo que un sacerdote pidió. Él dijo a la fiel que avisara a P. Cardozo que tenía que reportarse a pedir permiso al P. Trejo y a él. Que fuera a Gómez Palacio a pedir permiso. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Quando nos sobra honradez! A prática das virtudes ao vivo e a cores...

O bom senso e a retidão sempre me impressionam, por isso vou publicar este post do Pacientes na Tribulação, porque estamos precisando de bons exemplos. Eu também já fiz isso, de rever e corrigir o que publiquei, e ainda faço, não por uma caça às bruxas tipicamente sectária, mas para me manter fiel à Verdade. Não há manual de boas maneiras que justifique deixar uma mentira ou imprecisão apenas para não ferir suscetibilidades. Parabéns, Márcio! É admirável! 

Grifos e [comentários entre colchetes] são meus! Se os detratores de plantão não gostarem... queixem-se comigo! 



* * *


Revisões nos artigos deste blog


por Márcio   

(...)

A fim de manter a transparência, informo aos leitores que estou revisando os artigos e comentários (meus) mais antigos do blog, os quais eram indulgentes demais com os traidores da Igreja Católica. Alguns foram removidos, outros estão sendo editados. Movido pelo entusiasmo das pseudo-reformas de Ratzinger e pela propaganda da Montfort [seita fundada por Orlando Fedeli], eu cheguei a acreditar em uma possível restauração da Tradição no seio da igreja conciliar. Eu tinha, sim, uma certa precaução, porque as medidas “de restauração” eram tímidas. Mas não vou tentar justificar o meu erro de ter usado expressões como “papa gloriosamente reinante”, “restauração”, “Bento XVI restabeleceu a Missa de Sempre”, “medidas conservadoras de Bento XVI”, etc. Já me basta o mau exemplo do papel ridículo que Dom Fellay e seus funcionários nos deram de como ocultar qualquer erro, por enorme que seja, que o seu partido tenha cometido.

O fato é que eu não conhecia suficientemente em quem estava depositando minha confiança. Quem conhece a vida de Ratzinger não tem o mínimo direito de, honestamente, confiar em Bento XVI. Para mim, o jogo começou a virar, realmente, no ano de 2011, quando eu li o livro “O derradeiro combate do demônio”. Ora, os fatos históricos são inequívocos: o “restaurador” Bento XVI foi um dos membros do grupo que silenciou o segredo de Fátima. Com o milagre do Sol, Deus colocou Seu selo para provar a autenticidade das aparições. Os trechos da mensagem não revelados pelo Vaticano, oficialmente, no ano 2000, são uma prova do quanto os liberais traíram a Igreja. A mensagem de Fátima era “católica demais”, portanto cabia aos ecumenistas silenciarem este aviso dos Céus. A guerra contra Fátima é uma guerra contra a Igreja Católica, sua doutrina, sua Tradição. É uma guerra luciferina do indiferentismo contra a Verdade. Quem sustenta esta guerra não merece a mínima confiança de um católico.

É claro que, depois de ter os olhos abertos, não nos é lícito fechá-los para evitar enxergar os problemas. E, quanto mais estudamos, mais nos convencemos do quanto as “autoridades” da igreja conciliar, inclusive as mais altas dentre elas, estão imbuídas de um espírito ecumenista e, portanto, anticristão. E, consequência lógica, não nos é lícito apoiar quem trabalha contra Cristo, nem sequer estar em comunhão com eles. “Nós trabalhamos para a cristianização da sociedade, mas vós trabalhais para a sua descristianização”. Em tradução livre, estas foram as palavras do grande arcebispo Dom Marcel Lefebvre a um dos anticristos que ocupam Roma [casualmente, o próprio Cardeal Ratzinger - Retiro em Écône, 4.9.1987: "Vossa Eminência [referindo-se ao Cardeal Ratzinger], perceba que, mesmo se nos der um bispo, mesmo se nos der alguma autonomia dos bispos, mesmo se nos der toda a liturgia de 1962, mesmo se nos der a continuação dos seminários e da Sociedade como hoje fazemos, não podemos trabalhar juntos, é impossível, impossível, porque trabalhamos em sentidos diametralmente opostos: vós trabalhais pela descristianização da sociedade, da pessoa humana e da Igreja e nós, nós trabalhamos pela cristianização. Não podemos concordar.” FONTE]. Que comunhão na Fé pode haver entre nós, católicos, e eles, os hereges? Se, apesar de nossa fraqueza, somos sinceramente católicos, a resposta é: nenhuma.

Não somente nossos estudos, mas também os fatos que se seguiram reforçavam as linhas do quadro que estava cada vez mais nítido diante de nossos olhos. Chegou o fatídico ano de 2012, em que o acordo secreto Ratzinger/Fellay foi descoberto antes que se efetivasse. Esta sim era uma verdadeira “obra da trevas”, tramada às escondidas, enquanto os fiéis rezavam suas cruzadas de Rosários. As sombras se arrastavam pela Ecclesia Dei, quando a inesperada luz da “carta dos três bispos” [aqui] e a resposta do conselho geral [de Fellay, Pfluger, Nely - do Capítulo] descobriram aos olhos do mundo as vergonhas de uma inimaginável perfídia. Pois não era que o “papa da restauração”, em conluio com o “chefe dos tradicionalistas”, estava planejando nos reduzir a mais um grupo “rallié”? Que vergonha, ter um dia confiado nesta dupla.

Mas o importante é corrigir os erros, inevitáveis a todo ser humano. É por isto que os artigos estão sendo revisados.

Os fatos mais recentes, acontecidos sob o desgoverno de Bergoglio, obviamente reforçam tudo o que ficou dito acima. 


(...) 


Fonte: http://intribulationepatientes.wordpress.com/2014/06/02/revisoes-nos-artigos-deste-blog.



Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:



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sábado, 5 de abril de 2014

MONSENHOR FELLAY FALA. NOVA AUTO-ENTREVISTA.

Publico em espanhol mesmo, pela urgência do assunto. Depois, faremos a necessária tradução. Mas é de fácil compreensão. Para quem quiser ler com ênfase, clique no link e vá até o blog de nossos amigos do NON POSSUMUS. Nós resolvemos publicar sem ênfases. Cada qual faça suas próprias considerações. 



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Ilustramos com alguns "sucessos" humorísticos
para tornar mais deglutível a entrevista
Leia uma boa refrescada na memória aqui.


NUEVA AUTOENTREVISTA SEDANTE DE MONS. FELLAY: MÁS AMBIGÜEDADES, CONTRADICCIONES Y VERDADES A MEDIAS.-



Le Rocher: Monseñor, en este combate por las almas que lleva a cabo nuestra Fraternidad desde hace más de cuarenta años, ¿cuál es nuestra relación con esta Iglesia que ya no parece ¿no parece? tomar este combate seriamente, qué podemos hacer con los progresistas?

Monseñor Fellay: A decir verdad, no se puede hacer gran cosa. Súbitamente, Mons. Fellay ha dejado atrás el discurso de los “brotes primaverales”. ¿Y el canto de la agonía del cisne modernista del P. Bouchacourt? Y Monseñor: sepa que conservar la fe íntegra en tiempos de apostasía general, en la peor crisis de la historia de la Iglesia, en una Iglesia ocupada por herejes modernistas es una grandísima cosa: “ésta es la victoria que vence al mundo: nuestra fe” (1 Jn 5, 4).

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A NEO-FSSPX insiste: aceitamos 95% do Vaticano II

Durma-se com um barulho desses. Depois de tanto silêncio, era melhor ter ficado calado! O problema é que isso deixa todos confusos, em outra entrevista ele deu graças a Deus por (Bento XVI) não ter assinado o acordo, por outro lado diz-se que mandou pendurar uma foto do Bergoglio em todos os priorados da seita dele... É tão peripatético!!! Haja paciência!!!


LA NEO-FSSPX INSISTE: "ACEPTAMOS EL 95% DEL CONCILIO"

SSPX does not reject Vatican II in its entirety: on the contrary, Bishop Fellay has stated that the society accepts 95% of its teachings”.
TRADUCCIÓN:

 “La FSSPX no rechaza el Vaticano II en su conjunto: al contrario, Monseñor Fellay ha declarado que la Fraternidad acepta el 95% de su enseñanza”.

“Instead, it claims that some of the assertions of Vatican II contradict other magisterial teachings that have greater authority, and hence that accepting the doctrines of the Catholic Church requires accepting these more authoritative teachings and rejecting the small proportion of errors in Vatican II”.
TRADUCCIÓN:

 “(La FSSPX) afirma que algunas de las aseveraciones del Vaticano II contradicen la enseñanza Magisterial que tiene más autoridad, y por lo tanto que la aceptación de las doctrinas de la Iglesia Católica requiere aceptar estas enseñanzas de más autoridad y rechazar la pequeña proporción de errores en el Vaticano II”.


FUENTE: PÁGINA OFICIAL DEL DISTRITO DE ESTADOS UNIDOS.-
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terça-feira, 20 de agosto de 2013

NAVEGANDO SOB O COMANDO DO CAPITÃO SMITH

Particularmente, penso que se trate mais do Capitão Francesco Schettino do que do Capitão Smith, pois, embora aquele tenha sido um dos primeiros a abandonar o navio (enquanto, aparentemente, d. Fellay ficou no navio), Smith tinha mais hombridade, afundou junto com o navio por coisas que hoje estão em desuso, como a honra. Aplicando a analogia à nossa cara e desafortunada Fraternidade São Pio X, d. Fellay afundou a instituição por seguir uma quimera, quando ainda se queira falar em boas intenções. Que honra há nisso? Depois, perseguiu todos os que denunciavam seus atos. Que honra há nisso? Depois expulsou um Bispo de Romana Igreja sem o mínimo de legalidade e com o intuito de se livrar daquele que ele pensava ser o principal acusador. Que honra há nisso? Quando, então, por meio do próprio d. Fellay, veio à tona que tudo o que Dom Williamson havia denunciado era verdade, tentou justificar o injustificável, mas não reparou a injustiça com Dom Williamson e os demais que foram punidos, perseguidos e/ou expulsos. Que honra há nisso? Obstinadamente, recusa-se a deixar o comando da obra que ele obstinadamente fez ruir em pouco tempo. Que honra há nisso? 

De fato, assemelha-se bem mais ao Capitão que queria bancar o Leonardo de Caprio com a passageira, deixando de lado a prudência e as normas de segurança estabelecidas para o bem de todos. Deu no que deu! Houve até mortes. 

No caso da FSSPX, quantas almas se perderam nessa "brincadeira" narcisista? Falo dos que morreram nestes últimos tempos, confusos e aflitos, à deriva. E a situação moral dos fiéis e dos padres da Neo-FSSPX? Mas este assunto fica para outro post, porque a lista é longa... mas todos já percebem os "bons" frutos nos centros de Missa e até mesmo nos Priorados.

terça-feira, 30 de julho de 2013

MENZINGEN E A ÉTICA EMPRESARIAL

Tradução em breve. Já falamos nesse mesmo assunto aqui.

MONSEÑOR FELLAY ABRAZA LA ÉTICA EMPRESARIAL



La noticia fue revelada por el Padre Girouard, en su sermón del 2 de junio de 2012.

Este sacerdote canadiense, resistente al viento de adhesión que barre a la FSSPX, nos ha dado cuenta de un hecho importante explicando la nueva actitud de Menzingen respecto a la Roma conciliar. ¿De qué se trata?

En octubre de 2012, nuestro sacerdote se plantó con su Superior, el padre Wegner, al ver a la Fraternidad disminuir, incluso abandonar la lucha contra el Vaticano II y contra los errores que de él salieron. Cuál no sería su estupefacción cuando el Superior le respondió en sustancia: Si, Padre, es verdad. ¡Pero es algo bueno! Yo también soy un poco responsable de eso. Entonces el Padre Wegner explica: "Cuando estuve en Holanda como Superior de Distrito, me encontré a alguien, me convertí en amigo del Presidente de una compañía... le pedí que se encargara de la Fraternidad y que hiciera la marca de la Fraternidad, porque esa compañía está especializada en el branding".

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Um texto à procura de um tradutor

OPERAÇÃO MEMÓRIA: O que dizem os "outros", dentro da Tradição? É preciso acompanhar o que "dizem de nós", como prudência, porque é uma oportunidade de alertarmos o espírito que dorme... Este texto é de abril de 2008. Parece que esse vai e vem nas intenções de dom Fellay já era percebido "fora" da FSSPX...

April 25 - St. Mark, Evangelist - Greater Litanies
Double Feast of the Second Class
Complete Friday Abstinence

SSPX Superior General Bernie Fellay Announces that He Is Following TRADITIO's Recommendations
Now He Will Not Sign a Letter of Capitulation to Benedict-Ratzinger
From: The Fathers



Bernie Fellay, Superior General of the Society of St. Pius X
Tells Benedict-Ratzinger: "No Deal"
Fellay Admits that the TRADITIO Network Was Correct from the Beginning
In Urging Him Not to Sell out to Benedict-Ratzinger and His New Order
"Nothing Has Changed in the Will of Newrome to Follow the [Vatican II] Council"
"We Cannot Sign an Agreement," He Declares

On April 14, 2008, the SSPX's Superior General, Bernie Fellay, announced through the Society's press agency that after over two years' reflection, he now agrees with the TRADITIO Fathers and will not sign a letter of capitulation to Benedict-Ratzinger and his New Order. Since Benedict-Ratzinger's August 29, 2005, "Beheading" Meeting with Fellay, the TRADITIO Network has been almost the only consistent voice that has pointed to the duplicity and hoax of Benedict-Ratzinger's effort to get Fellay to sell out to the New Order.

For over two years now, Fellay has resisted our prudent advice to stay entirely way from the Newchurch of the New Order and has even tried to intimidate the TRADITIO Network by attacking TRADITIO's independent traditional Catholic voice and getting his henchmen to attack us as well -- just as he attacks even his own clergy and membership who disagree with him. Nevertheless, we remained firm in the traditional Catholic Faith and didn't let schoolyard bullies intimidate us. Fellay has now told the world that the TRADITIO Network was right all along and that he was the one deceived by Newrome.

Now Fellay himself has become the target of attacks. In his coverage of the announcement, Reuters' religion editor termed Fellay and his members "rebels." It also took note of the fact that Benedict-Ratzinger on his US junket spurned any appearance of traditional Catholicism: "The Masses [sic] were in post-Council style, in English with him facing the congregation, and most music was modern as well."

Now Fellay has apparently changed his pro-sellout tune and admitted that "all changes introduced at the Council and in the post-Conciliar reforms, which we denounce because the Church has already condemned them, are confirmed" in Benedict-Ratzinger's New Order. Fellay went on to state: "It is necessary to conclude that nothing has changed in the will of [New]rome to follow the Conciliar orientations, despite forty years of crisis, despite the deserted convents, the abandoned rectories, the empty churches."

Fellay then declared that the Society of St. Pius X "cannot sign an agreement" with Benedict-Ratzinger and his New Order. "We observe that the time for an agreement has not yet come.... It would be very imprudent and hasty to thrust ourselves unwisely in pursuit of a practical agreement which would not be founded upon the fundamental principles of the Church, particularly on the Faith."

Good Catholics, although we TRADITIO Fathers are happy to see that Fellay has finally seen the wisdom of our rejection of any sellout to Benedict-Ratzinger and his New Order, we lament the fact that Fellay took over two years to come finally to this conclusion that was obvious to us from the beginning. This delay has been the cause of great dissent within the Society and of numerous members leaving the SSPX during these two years. But we warn you that Fellay has a history of wavering on the question of a sellout to Newrome, so we take his current statement very much cum grano salis for the time being. Moreover, Fellay needs to address other issues with his administration of the Society, to renounce his autocratic and dictatorial behavior toward SSPX clergy and laity, which has earned him the moniker within the Society of "Little Hitler."

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO X

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




A crise na Fraternidade


Conferência de Pe. Olivier Rioult, FSSPX[1]
12 de maio de 2013



O texto da conferência foi publicado pelo site francês Avec l'Immaculée.

Os grifos em vermelho, os negritos e as notas são do site francês.

A tradução e o layout são nossos[2].

CAPÍTULO X



Para terminar com uma nota de esperança


1) “O socialismo faz progressos consideráveis, mas com todo o poder da Maçonaria atual, que está em toda parte, em todos os lugares, onde quer que seja, que está em Roma, que está em toda parte. A Maçonaria está em toda parte e dirige tudo.
Logo, seremos fichados com os computadores, teremos todos nós o nosso número e não poderemos fazer nada sem que seja tudo anotado em nossa ficha, e tudo através do computador. Estaremos em uma situação pior do que a de um país soviético. (...) É assustador, não podemos imaginar em direção a que estamos indo atualmente, em direção a uma socialização que, aparentemente, não parece tão dura quanto a comunista, e que, todavia, em última análise, será muito simplesmente apenas uma cópia do comunismo, mas realizada pelos meios científicos ao invés da força, como fizeram os comunistas, mas será a mesma cosa. Então, serão eliminados da sociedade todos aqueles que não quererão se submeter a esta ordem (...). Serão eliminados. Encontrar-se-á sempre um modo de eliminá-los. (...) Nós estamos indo verdadeiramente em direção a uma sociedade assustadora, que se diz livre e onde não haverá mais qualquer liberdade”. (Mons. Lefebvre, conferência de 22 de Agosto de 1979, no Priorado de São Pio X em Shawinigan, Quebec)[96].

Hervé Ryssen diz que, para saber quem governa o mundo, basta perguntar-se quem não tem o direito de criticar.

2) “No sentido místico, a figueira é símbolo da sinagoga. Quando este começar a vegetar e a recobrir-se com orgulho de seus pecados, como de folhas verdejantes, então está próximo o verão [está próximo o mormaço da perseguição]. O tempo do Anticristo é dito abominação, porque ele é contra Deus, para usurpar a honra que é devida somente a Deus. Os Judeus o receberão para que ele se assente no lugar mais sagrado do templo, e os infiéis lhe renda honras divinas. E, como o caráter particular do erro dos Judeus, após ter rejeitado a verdade, será o de abraçar a mentira, o Salvador ordenou a seus discípulos de abandonar a Judéia e de fugir para as montanhas, evitais esse povo que deve crer no Anticristo”. (Santo Hilário, em 380, a propósito do Evangelho do fim dos tempos, citado por São Tomé).

3) “À medida que o mundo se aproximar de seu fim, os maus e os sedutores aumentarão mais e mais. Não se encontrará quase nenhuma fé sobre a Terra, isto é, esta terá quase desaparecido de todas as instituições terrenas. Os próprios crentes atrever-se-ão apenas a fazer apenas uma profissão de fé pública e social do seu credo. A Igreja, sociedade sem dúvida sempre visível, será cada vez mais reduzida a proporções simplesmente individuais e domésticas. Para a Igreja na Terra haverá como uma verdadeira derrota: “à besta foi permitido fazer guerra aos santos e vencê-los” (Ap. 13:7) (Discurso de Mons. Pie em Nantes, 8 de novembro de 1859[97]).

4) “Alguém me acusa de ser rígida e de perturbar os espíritos. No processo revolucionário que desarma, esta acusação é normal (...) Nos opõem um absoluto provisório e enganador: a tranquilidade das gentes. Perturbar advertindo acerca de um perigo mortal; perturbar dizendo: “a maré vai esmagá-los” ou “eis o incêndio,” é coisa dura. É falta de tato. Como se o choque, o despertar, a surpresa, a emoção não fossem alarmes naturais. Dizer que é preciso saltar, nadar, resistir: seria este o mal? E não, ao invés, o naufrágio e o afogamento? Esta paz enganadora que é o sonos na desordem, Nosso Senhor a amaldiçoou quando disse: “Eu não vim trazer a paz, mas a espada. – A minha paz não é a do mundo”. Mas a palavra “rígida” desarma. Não se ouça responder: “Na revolução, apenas as almas firmes são preservadas; apenas aquelas agarradas ao Altíssimo não serão varridas pelo vento revolucionário”. (...) Alguns leitores deploram que a heresia não seja clara em 1970 como no século XVI. Pelo menos naquela época, dizem eles, sabia-se o que esperar. Visão bem ingênua – a heresia aparecia de cara apenas aos olhos dos perspicazes... no início não havia “crentes” e “descrentes”, mas pontos de vistas tacanhos [pretos] e pontos de vista amplos [cor-de-rosa]”. (Luce Quenette, Itinéraire N. 143, maio de 1970).

Eu prefiro mil vezes o meu lugar de perseguido, mas em paz, que o daqueles que enganaram e desfiguraram a nossa Fraternidade. Meu escopo é o de espalhar a paz defendendo a verdade violada. E esta paz é a de Cristo, não a do mundo.

A Fraternidade está prestes a mudar por culpa de seus maus líderes. Seus embustes e os seus fracassos têm sido comprovados o suficiente. Não é mais o momento de escrever, mas de agir. A política de Menzingen é desonesta e liberal. Esta situação perdurou demais, ela deve cessar e cessará.

Seja qual for o sacerdote da Fraternidade, o seu direito de exercer o ministério vem dos fiéis: é um direito de suplência. Eu sou sacerdote para difundir Cristo e combater seus inimigos. O meu Priorado é a França. Vós podeis contar com a minha disponibilidade. Onde quer que estejais na França, pedi os nossos serviços e nós vos visitaremos. Nós vos ajudaremos a se protegerem contra o liberalismo que nos mina. Entrai em contato com os sites amigos: La Sapinière, Avec l'Immaculée, Un Eveque s'est leve... e tereis minhas informações de contato.

Rezai por mim, e que Deus vos abençoe.


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS DE TRADUÇÃO
[96] Texto não disponível na web.
[97] Ler em “O Cardeal Pie, Dom Guéranger e o Evangelho sobre a Crise Eclesiástica”. Online (em Português).  

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"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO IX

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




CAPÍTULO IX



Mas ele não assinou!


Que seja! Mas que significa assinar, e assinar o que: um acordo prático é suicida e mortal. 

Substituam o verbo assinar por matar, e eis que “Não pôde assinar, mas queria assinar e continua com a intenção de assinar” se torna “não pôde matar, mas queria matar e continua com a intenção de matar”. 

Se as suas demissões são necessárias, não serão suficientes. 

Uma vez que o problema é mais amplo do que a pessoa de Mons. Fellay: o liberalismo minou a Fraternidade. Mesmo que a maioria de seus membros seja ainda de valor, começou um processo de putrefação a partir da cabeça.

Um Prior, durante uma sessão de teologia, fez notar que não se podia dizer: “Bento XVI é um modernista.” E este Prior também confidenciou a um confrade que não podia mais, em sã consciência, fazer os fiéis rezar pela “conversão de Roma e dos bispos”, intenção que, no entanto, faz parte daquelas da Fraternidade (Cor Unum n. 35).

Em Chartres[93], um Prior, para justificar a política de Mons. Fellay, tentou me convencer de que a beatificação de João Paulo II não era tão grave assim, porque “é o homem que foi exaltado”, e não a sua doutrina, e que a iniciativa de Assis III não era assim tão escandalosa, porque “o fato de Bento XVI ter convidado os ateus demostra que não se tratou de uma reunião religiosa”.[94]

Esses tais continuam priores na França, apesar da excelência[95] de Dom de Cacqueray!

Por que, após 200 anos de revolução e 100 do modernismo, nossas pequenas cabeças e nossas vontades não teriam sido deformadas e paralisadas pelo liberalismo?

Os tradicionalistas seriam imunizados contra as consequências do pecado original?

O liberalismo destruiu a civilização cristã, mas a Fraternidade estaria livre deste pecado moderno.

Por que milagre? Por causa de qual mérito?

A Igreja está em crise: certo... mas a Fraternidade nunca!

Arrogante, insuportável estupidez!
“O liberalismo católico é o próprio medo, dissimulado seja sob o manto da caridade, seja sob o manto da prudência. O liberalismo católico é escravo de uma cruel tirania, a tirania da opinião”. (Bispos do Equador).
Este veneno não existiria na Fraternidade?

Os nossos ancestrais tiveram que sofrer na sua paróquia e testemunhar em uma Igreja minada pelo modernismo. É fácil louvá-los, mas hoje é preciso imitá-los. 

É nossa vez, devemos sofrer em nossos priorados e testemunhar em uma Igreja minada pelo liberalismo. 

Os nossos melhores exemplos permanecem Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer. Sobre 4000 bispos, apenas 300 viram claro, e sobre 300 que viram claro, apenas 2 agiram eficazmente. 


Que  solidão!


Continua... CAPÍTULO X (14/06/2013).


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS DE TRADUÇÃO
[93]Los Fieles Tienen el Derecho de Saber”. Online (em espanhol).
[94] Momento “teste”: perguntem ao sacerdote FSSPX que reza a Missa que vocês assistem o que pensam disso: (1) se Bento XVI (ou Bergoglio I, que seja) é um modernista e (2) se Assis III não se tratou de uma reunião religiosa porque fora convidados os ateus... Se sua resposta for semelhante a dos priores citados, cuidado: está comprando gato por lebre! E dos grandes! Em sendo assim, nunca é demais lembrar o exemplo de Santo Hermenegildo que se recusou a receber a Santa Comunhão de mãos sacrílegas. Ele aplicou “o princípio do "nullam partem" com os hereges. Ele disse: Não, eu não vou receber a comunhão das vossas mãos sacrílegas!”. Ele sabia que Cristo estava na Hóstia, mas mesmo assim não a recebeu. Foi o que aprendemos com os próprios padres da FSSPX, os mesmos que hoje nos dizem que essas mãos nem são tão sacrílegas assim! Lembram-se de alguém? Não é mera coincidência!
[95] Não concordamos com exatamente tudo que publicamos no blog. Padre de Cacqueray ainda não nos deu mostras de pensar como Pe. Rioult. Au contraire





"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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