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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Acordo? Que acordo? Não há acordo nenhu... Peraí!

Editado — porque noblesse oblige — para registrar (após um e-mail recebido) que, de fato, nem o Infovaticana (do qual, friso, não sou leitora, apenas li a notícia no Google Notícias, no assunto "FSSPX", em meu celular), nem o Non Possumus são fontes acima de qualquer suspeita, mas de dizer que eles não inventaram nada, apenas repercutiram o que outros blogs/sites - de todas as matizes - reproduziram a partir do site alemão que entrevistou o cardeal Pozzo em julho passado: aqui. Também registro que o cardeal não me inspira a mínima confiança, pois é um apóstata. Contudo, toda uma série de atos, fatos e eventos que dizem respeito à Neofrat e à sua aproximação com a Roma modernista e apóstata — apesar do que Mons. Lefebvre dizia claramente sobre isso... — me fazem crer que Pozzo não mente. Ou não mente por inteiro. Particularmente porque o próprio Fellay não o desmente.  

Dito isso, devo também dizer e registrar que rezo, todo santo dia, para que a Neofrat recupere a razão e se afaste definitivamente dessa súcia modernista, obedecendo, enfim, ao seu Venerável Fundador, Mons. Lefebvre, que provou em primeira pessoa do veneno "romano", ao assinar o célebre protocolo, rechaçado na manhã seguinte, por graça divina. A obstinação empedernida de Fellay em insistir em se integrar a uma "Igreja" à qual não pertencia (se é católico como diz), e de onde nunca saiu para, agora, dever "voltar", é o que mais o denuncia. Mas... os que o seguem nessa aventura por que não querem ver?  



* * *


Well, well, well... nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio. Ainda que isso leve meses, a VERDADE não pode ser escondida por muito tempo. Eu poderia desfilar aqui uma dúzia de provérbios e ditados populares para exemplificar o que houve, e tripudiar, mas, sejamos sinceros... não há graça nenhuma em constatar como a estultice humana põe tudo a perder. E com "tudo" me refiro às almas que foram arrastadas nessa aventura de Bernard Fellay e seus cúmplices. 

Nos últimos meses, enquanto ele negava, o cardeal Pozzo vinha soltando na mídia os acontecimentos e as programações. Agora, diz o Infovaticana, é definitivo: Fellay aceitou a proposta - ACORDO -  de Francisco, e as 30 moedas de pratas se chamam "Prelatura Pessoal", como já sabíamos e vinhamos divulgando aqui há tempos. De novo, para mim, pelo menos, é que será igual à Prelatura da Opus Dei, segundo informa o vicário auxiliar da própria Opus, que se posiciona a favor desse "privilégio" aos traidores. 

No site do Infovaticana, se pode ler, em espanhol, a entrevista do cardeal Pozzo: http://infovaticana.com/2016/08/16/fellay-acepta-los-lefebvrianos-tendran-una-prelatura-personal/

Vou traduzir rapidamente para vocês, se tiver algum erro... me avisem. 





Fellay aceita e os lefebvrianos terão uma prelatura pessoal 


Gabriel Ariza, 16 agosto, 2016 

Francisco confirmou a possibilidade de que a FSSPX venha a se constituir em prelatura pessoal, ao estilo da Opus Dei. Foi confirmado pelo encarregado vaticano da “Ecclesia Dei”, Guido Pozzo. Francisco trabalha incansavelmente para fazer realidade esse “Ut unum sint”.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

NEO-FSSPX - Entrevista de Mons. Pozzo do Ecclesia Dei sobre as relações com os Lefebvrianos

 


Publicamos uma entrevista do secretário da Comissão Ecclesia Dei, Guido Pozzo, que é elucidativa acerca das expectativas de Francisco & Co. em relação aos membros da Neofrat de Bernard Fellay, que continua negando um acordo, mas, que, na prática, já está sujeito a ele. Irei comentar em [azul].  

Para compreendermos bem a insensatez de Fellay, substituamos Francisco pelo Dalai Lama, momentaneamente, e reflitamos se é sensato querer se unir a este satanista ou esperar dele uma "regularização" canônica para continuar sendo católico. Obviamente, me responderão que não! Que isso é um absurdo! Que um não católico jamais poderia dar a quem quer que seja qualquer tipo de "regularização" canônica. O que, aliás, só é dada a quem não seja "regularmente" católico.  

Outro, julgando-se mais esperto que nós, dirão: mas está falando do Dalai Lama... nem cristão ele é. Justo. Então, substituamos o Dalai Lama por... Lutero, que, gostemos ou não, antes da rebeldia reformista, era católico, de pai, mãe e parteira. Ainda assim, se vê o absurdo de um Lutero dar o selinho de católico a quem quer que seja!  

Pois o "espertalhão", teólogo de internet, poderia continuar insistindo (e continuar a se comprovar asno emérito em doutrina), aduzindo que Lutero, até onde se saiba, morreu impenitente e herege, que isso não se aplica a Francisco, que eu seria sedevacantista por apenas pensar isso...  

Well, então, em nome da caridade, vamos por os pingos nos "is" mais uma vez:   

Sabem qual é a principal diferença entre os luteranos e os modernistas? A diferença principal e mais clara (e até agora bastante NEGLIGENCIADA até pelos tradicionalistas), que até um idiota compreende, é a de que Lutero SAIU da Igreja e LEVOU consigo centena ou até milhares de almas, à época. Enquanto os hereges modernistas PERMANECERAM na Igreja, tomaram seus templos, e MANTIVERAM consigo a grande maioria da Cristandade atual.  

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

E por falar em óculos cor-de-rosa...

Recordar é viver. Mais um artigo para nossa OPERAÇÃO MEMÓRIA. E dupla. 2010. Em uma entrevista, o discípulo confesso de Bento XVI, Padre Franz Schmidberger, falava sobre o acordo e já não escondia o "jogo". Vamos ao texto, copiado e arquivado, caso "desapareça" como que por encanto! 2012. Em um editorial, o mesmo Schmidberger admite que estamos fora da igreja. Comentários em [azul], ao longo do texto. Fiz algumas correções necessárias.


Schmidberger: “A Igreja entrou em águas mais tranquilas”.


Uma mera questão de perspectiva

O Padre Franz Schmidberger nasceu em 19 de outubro de 1946 em Riedlingen. Depois de ter estudado matemática na Universidade de Munique, em 1972 entrou no seminário da Fraternidade São Pio X em Ecône. Ali, em 1975, foi ordenado sacerdote pelo Arcebispo Marcel Lefebvre. Em 1979, Schmidberger se tornou superior do Distrito alemão da Fraternidade, em 1982, em Superior Geral da Fraternidade. De 1994 a 2003, esteve ativo na liderança da Fraternidade. Em 2003, foi nomeado reitor do Seminário de Zaitzkofen. Em 2006, foi eleito novamente como Superior do Distrito alemão. 


* * *

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

¡Hay que tener la estampilla!

¡Hay que tener la estampilla!


Talvez alguém ainda não saiba, mas houve ordenações sacerdotais em La Reja, dias atrás, e lá, animado por quem sabe qual gnomo, Fellay resolveu "abrir o jogo".  

Temos alguns trechos do "sermão" pregado pelo Rei de Menzigen, e aguardamos o áudio/vídeo que ainda não foi transcrito.  

Pouco importa! Quem esteve presente não pode mais alegar ignorância! Fellay falou com todas as letrinhas que "acordou"(*), e não é de hoje! Confessou publicamente que "nunca rompeu as relações com Roma", em que pese ter dito exatamente o contrário em algumas de suas conversas-para-boi-dormir no âmbito da Neo-FSSPX ao longo dos últimos anos. Agora... ele não perde o sermão em Santa Marta! I see... Coisas de LOUCO!  

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CARD. BRANDMÜLLER: O QUE PENSA SOBRE A FSSPX E A AUTORIDADE DO VATICANO II

Fellay & Brandmüller
Na "reunião informal" entre o Card. Brandmüller e a FSSPX, o tema a ser abordado será o status particular do concílio Vaticano II – a autoridade de seus documentos, sua interpretação e seu caráter atípico de “concílio pastoral”, segundo a nota secreta de Menzingen. Tendo em conta que o Card. Brandmüller até escreveu um livro sobre o Vaticano II e a hermenêutica da continuidade, e que Monsenhor Fellay aceitou a chamada hermenêutica da continuidade em sua Declaração Doutrinal de abril de 2012, nos parece que ambas partes têm muitos pontos de concordância.

Mas não nos enganemos: neste estratagema dos "encontros informais", o doutrinal não é tão importante como impor à (Neo)FSSPX o princípio liberal e modernista do DIÁLOGO. De fato, o relevante aqui não é o que se conversa mas o fato de conversar pacificamente, de dialogar. A troca de pareceres mais ou menos contrários, em relação ao Vaticano II, ou outras matérias análogas, é apenas uma escusa ou a ocasião, porque o que os acordistas pretendem com essas reuniões é acostumar os Padres da (Neo)FSSPX a se sentarem para conversar cordialmente com os destruidores da Igreja.

Não há acordo! Não há encontros! Mas Fellay vai a Zaitzkofen ao encontro de Brandmüller...

Operação Memória: o "agir nas trevas" continua... E Fellay deixa claro que quer segredo sobre as reuniões e seu teor. Por que será? Nem mesmo os seus sapos, ops!, sequazes podem saber? Me faz lembrar como agem os marxistas, que usam a massa de manobra a seu bel prazer e sem o conhecimento da mesma. Claro que não quero instaurar uma democracia, não me entendam mal!, apenas acho que, se é para o bem das almas, não deveria haver segredos...


EDITADO AOS 13/01/2015: A reunião houve, e foi confirmada pela Casa Generalícias com mais uma correspondência secreta: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2015/01/nota-confidencial-de-menzingen-de-18_12.html. Não sei que esperanças Fellay tinha, mas foram frustradas, como se percebe pelo tom do novo comunicado. Ingenuidade ou teimosia? Sei lá, mas são anunciados mais duas visitas, desta vez o visitante e Mons. Athanasius Schneider: primeiro no Seminário Santo Cura de Ars em Flavigny (janeiro), e depois no Seminário Santo Tomás de Aquino em Winona (fevereiro). A que título?, visto que a posição dos Romanos continua a mesma desde os primeiros colóquios... Bó! Também houve visitas recentemente em Paris, na famosa St. Nicolás de Chardonnet, de uma comunidade Ecclesia Dei, recebida em grande estilo: os beneditinos da Imaculada, fundada por um monge que deixou Le Barroux e são reconhecido por Roma Apóstata. Os amigos de Non Possumus fazem notar que o Padre De La Roque proibe a passagem por St. Nicolás dos bravos Dominicanos de Avrillé, não para rezarem Missa ou que tais, apenas para rezar, como fazia o predecessor... Mas eu creio que o problema nem seja o Padre De La Roque, mas o novo superior do Distrito a que pertence a igreja, marco da resistência tradicionalista francesa, conhecido por sua "grande" caridade e amabilidade... sic! Até por isso, talvez, De La Roque não titubeou para informar à pobre monja sobre sua "excomunhão" por parte de Dom De Galarreta. A cordialidade que negam aos que se mantêm fiéis à Fé, a gastam às mãos largas com os Romanos. Padre Pfluger disse recentemente que é bom, para eles, que se "reconciliem" (???) com Roma (Apóstata) e que se unam à FSSP (ex-FSSPX) para se fortalecerem mutuamente. Contra quem? Por outro lado, o P. Frey, superior do distrito da Áustria, recentemente assistiu a uma missa celebrada pelo CONSERVADOR Card. Burke em Viena, na qual ouviu uma belíssima pregação do cardeal sobre a "santidade" de João Paulo II. Certamente, saiu de la inspirado para algum sermão interno. Só para registro.   



Nota interna confidencial da Casa Generalícia

Difusão: membros sacerdotes
Data: 26 de novembro de 2014


Nota respeito a uma reunião de membros da Fraternidade com o cardeal Brandmüller. 

 
No início de dezembro de 2014, ocorrerá a primeira das reuniões que devem acontecer entre os membros da Fraternidade e os bispos. Estas encontros, propostos pela Comissão Ecclesia Dei depois do encontro entre Mons. Fellay e o cardeal Müller, na terça-feira, 23 de setembro de 2014, em Roma, são reuniões informais; elas devem se realizar sem midiatização nem publicidade. Como foi anunciado na nota interna da Casa Generalícia e os sacerdotes no dia 2 de outubro de 2014, a escolha dos lugares e dos interlocutores é deixado à iniciativa da Fraternidade.

sábado, 25 de outubro de 2014

Uma metáfora e três perguntas.

GIOTTO: Traição de Judas
O pai fundou uma empresa e lhe deu um estatuto exemplar. Mas um dia faleceu, e um de seus filhos assumiu o comando da empresa. Com o tempo, à semelhança dos hebreus no deserto, o filho afastou-se dos desígnios do pai e procurou aliança logo com aqueles de quem o pai indicara guardar distância, não por uma mera implicância ou “opinião”, mas porque ele mesmo caíra na tentação de procurar uma aliança, confundido pelas aparências, mas, libertado pela verdade e a sã doutrina que possuía, salvou-se, e à empresa, a tempo da ruína de uma união nefasta. Mas o filho, inflado pela vaidade de achar que a salvação de tudo dependia dele, e esquecido dos amorosos conselhos do venerável pai, imprudentemente voltou a dialogar com os inimigos, pondo em risco a si próprio e à empresa. Afinal, se não buscava um acordo, porque foi ao encontro dos inimigos para ouvir-lhes as propostas. De nada valeu a intervenção dos irmãos, que caridosamente o alertavam do perigo e lhe lembravam as instruções paternas! O filho, enraivecido, perseguiu e puniu todos aqueles que tentavam trazê-lo à razão! Por fim, em um tempo razoável, o filho ingrato e traidor, se reconciliou integralmente com os inimigos que deveria combater.

Essa história lhe parece familiar? Deveria, porque é baseada em fatos reais, notórios e estarrecedores, seja porque põem em risco a Obra do Venerável Monsenhor Lefebvre, seja porque põem em risco tantas almas. Nestes tempos em que vivemos, a Obra de Lefebvre é essencial para a defesa e preservação da sã Doutrina e da Fé Católica. Por outro lado, cada alma custou o Sangue de Cristo.

Quem não leu na web o argumento padrão dos ralliés? “Onde está a assinatura de Monsenhor Fellay no acordo?”, ou “Onde está o acordo escrito?”. Às vezes, a ingenuidade – na melhor das hipóteses – é aborrecedora!

Eu tenho três perguntas para os fellayistas:

terça-feira, 14 de outubro de 2014

NOTA INTERNA CONFIDENCIAL DE MENZINGEN DESPUÉS DE LA ENTREVISTA ROMANA.

Publicamos a título de conhecimento e reflexão: 

NOTA INTERNA CONFIDENCIAL DE MENZINGEN DESPUÉS DE LA ENTREVISTA ROMANA.

Fraternidad Sacerdotal San Pio X
Nota interna confidencial de la Casa General
Difusión: sacerdotes miembros
2 de octubre de 2014.
El martes 23 de septiembre de 2014, Monseñor Bernard Fellay, Superior general de la Fraternidad San Pio X, se encontró con el cardenal Gerhard Ludwig Müller, Prefecto de la congregación para la doctrina de la fe. Él estaba acompañado por los dos Asistentes generales de la Fraternidad. El cardenal Müller estuvo rodeado por Monseñor Ladaria, secretario de la CDF, Monseñor Joseph Augustin di Noïa o.p., secretario adjunto, y de Monseñor de Pozzo, secretario de la Comisión pontifical Ecclesia Dei y de Monseñor Descourtieux, de la misma comisión. El encuentro tuvo lugar de 11 h. a 13 h.

domingo, 12 de outubro de 2014

“NÃO ESCANDALIZEM SEUS FILHOS OU NETOS” e outras coisas...

Indicação de leitura: uma entrevista do Cardeal Burke falando a respeito do Sínodo da Destruição da Família, em particular sobre o discurso de um casal (pais de um homossexual) que patrocina a apologia à aceitação do pecador no estado em que se encontra, até por uma mal compreendida passagem dos Evangelhos que vive na boca dos pecadores impenitentes: a da adúltera que ninguém condenou.  

Só que parece que pararam nesse trecho, pois esquecem ou deliberadamente omitem a parte em que Cristo diz à pecadora ARREPENDIDA: "Vá e não peques mais!". Dai que cai por terra a "teologia da misericórdia acima da justiça", como se fosse possível andarem separadas!!!  

E eu me pergunto se haverá cinco justos nesse sínodo, que tem todas as características de uma reunião de protestantes para encontrar caminhos para expandir a heresia pela qual a morte de Cristo salvou a todos, independentemente de arrependimento e emenda de vida. 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo III - a entrevista pós-reunião

Publicamos em espanhol mesmo, para traduzi-lo depois, por razões que fogem à nossa vontade. O Blog Syllabus comentou a entrevista, nós ainda não. Mas, francamente, nem precisaríamos comentar, uma vez que, para um bom entendedor, meia palavra deveria bastar, enquanto que, para quem não quer "enxergar" a verdade, um caminhão de argumentos não bastaria...

Continuamos em oração para quem Fellay caia em si, antes que seja tarde demais para ele e para quem cegamente o segue. E não é à toa que as Escrituras alertam sobre os cegos a conduzir cegos


Entrevista de Dom Fellay após o seu encontro com o Cardeal Müller



3-10-2014 



A pastoral deve necessariamente resultar da doutrina


Vossa Excelência foi recebida pelo cardeal Müller no último dia 23 de setembro. O comunicado da sala de imprensa do Vaticano retoma os termos do comunicado de 2005, após vosso encontro com Bento XVI, onde já se tratava de “proceder por etapas e num prazo razoável”, com “o desejo de chegar à comunhão perfeita” – o comunicado de 2014 fala de “plena reconciliação”. Isso significa que se voltou ao ponto de partida?

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

29 de setembro: São Miguel Arcanjo

CLIQUE PARA REZAR A SÃO MIGUEL


Vide também aqui: http://farfalline.blogspot.com/2012/09/sao-miguel-arcanjo.html (índice com os artigos sobre São Miguel no Pale Ideas). 


  
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo II - adendo



Fellay & Müller - Capítulo II - adendo

Duas novas informações acerca da reunião que não existiria e seria mais uma invenção da Resistência mas... aconteceu!

1. O vaticanista Tornielli, ao dar a mesmíssima notícia nossa, comenta: 
Recorde-se que, em 13 de junho de 2012, o então prefeito do Santo Ofício, cardeal William Levada, havia entregado a Fellay um preâmbulo doutrinal para assinar. O superior da FSSPX, quatro dias depois, enviou uma carta ao papa Ratzinger informando-o que ele não podia concordar com os termos estabelecidos no documento. Bento XVI respondeu em 30 de junho, comunicando seu desapontamento e reiterando seu pedido aos lefebvrianos para reconhecer “que o magistério é o intérprete autêntico da Tradição”; o “Concílio Vaticano II como parte integrante a Tradição, sem eliminar a possibilidade de uma legítima discussão sobre a formulação de pontos particulares dos documentos conciliares”; e, finalmente, a “validade” e a “licitude do Novus Ordo Missae”, isto é, do rito romano que resultou da reforma litúrgica pós-conciliar. (Fonte. visto aqui).
Já se vê qual será o ponto de partida dos novos "colóquios doutrinários" - como eles gostam de chamar. Mas, pelo andar da carruagem, certamente vão criar uma nova expressão para dar a impressão que se trata de outra coisa!  

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo II: Mas acordo não é!...

Fellay & Müller - Capítulo II

Mas acordo não é!...




Em 12 de Maio de 2014, DICI declarava: "Na entrevista que concedeu a Le Rocher (abril-maio 2014), Dom Fellay respondera à pergunta seguinte: Houve alguma aproximação oficial de Roma para retomar contato com Vossa Excelência desde a eleição do Papa Francisco? – “Houve uma aproximação ‘não oficial’ de Roma para retomar contato conosco, mas nada mais, e eu não solicitei qualquer audiência como o fizera logo depois da eleição de Bento XVI. Atualmente para mim as coisas são muito simples: permanecemos como somos. Alguns concluíram a partir dos contatos de 2012 que eu colocava como princípio supremo a necessidade de um reconhecimento canônico. A conservação da fé e de nossa identidade católica tradicional é primordial e continua sendo nosso primeiro princípio. (Fonte - salvamos o documento, caso algúem queira deletar a notícia!).

O peixe morre pela boca, e como sempre Fellay diz e desdiz! Em maio, ele dizia que permanecia como era, e afirmava que o reconhecimento canônico não estava colocado como princípio fundamental, e que a conservação da fé e a identidade católica tradicional eram primordiais! Primeiros princípios, dizia ele. Agora, ele começa a se desdizer. Não com palavras, mas com atos! 

Hoje, se realizou, finalmente, o encontro que a Resistência denunciou no começo do ano e foi negado até algumas semanas atrás. Tudo bem que disseram - e divulgamos - que seria no dia 21 de Setembro... Mas ainda estamos em Setembro, não? 

Pois bem, a seguir vamos publicar as duas versões sobre o encontro: a de Menzingen e a do Vaticano. A primeira foi escrita usando tinta cor-de-rosa, minimizando o encontro e não dizendo toda a verdade. Como sempre. A segunda, ainda que mais sucinta, revela um pouco mais do que Fellay pretendia revelar a seus sapos

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