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segunda-feira, 28 de março de 2016

NEO-PAGANISMO

NEO-PAGANISMO 


O Triunfo do Cristianismo sobre o Paganismo
de Gustave Doré

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A reflexão de hoje é sobre o Neo-Paganismo, que retorna implacavelmente. Contemplando a pintura de Gustave Doré, vemos nitidamente a LUZ que o Cristianismo contrapôs às trevas do Paganismo, testemunhando diante do Mundo que há um Deus, um único Deus, e não deuses “humanizados”, cheios de defeitos, vícios e pecados... como nós; deuses semelhantes a nós (a nossa imagem e semelhança).  

A primeira vez que Deus separou as trevas da luz foi na Criação: "E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas" (Gênesis 1,3-4). Com Cristo, como na pintura de Doré, mais uma vez Deus separa as trevas da luz, iluminando o intelecto humano para elevá-lo aos Céus.  

E foi assim nos últimos 2000 anos. Mas o Homem moderno, que criou outro deus para si: ele mesmo, prefere as trevas, porque nas trevas se esconde de Deus, como Adão, quando pecou: "E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me." (Gênesis 3,8-10).  

Na parte inferior da pintura, vemos todo o Olimpo grego, com todos os seus falsos deuses, sendo destruído pela Verdade. Na parte superior, vemos a própria Verdade, Nosso Senhor Jesus Cristo, glorioso e no comando de Seus Santos Anjos, aniquilando o Paganismo, o Erro (as heresias), as trevas.  

Abaixo, se vê a “vitória da carne” sendo derrocada. Acima é a vitória do espírito em toda sua glória.  

Hoje, vemos o Paganismo renascendo e se impondo a passos largos, graças à nova religião do “eu”. Um ser finito e tolo que acha que se basta. Não pode acrescentar um palmo à sua altura, um dia à sua vida, e se crê Senhor de si mesmo... 

Uma das armas do Neo-paganismo é a destruição dos laços familiares. Abaixo um texto de Gregorio Vivanco Lopes, do ABIM, que vem muito a propósito. Enviei no mesmo dia em que o recebi a nosso grupo de e-mails (quem quiser se juntar ao grupo, para receber nossos e-mails, envie um e-mail no formulário de contato no menu lateral), com um comentário meu, que transcrevo a seguir: 

Uma realidade bem diante de nossos olhos. Voltamos ao Paganismo. É a era do Neo-Paganismo. Também é a era do Egocentrismo I, pois nada está acima do bem estar e da "felicidade" do "eu", do individual, nem a família, nem o bem comum, muito menos Deus. E consideramos que é possível que o Homem deste século tenha se endeusado mesmo sabendo que Deus é. Mas, pelo que leio, pelo que ouço, me fica cada dia mais claro que, para o Homem de hoje, Deus "não existe", é uma ficção, uma "lenda criada para escravizá-lo". As trevas voltaram a cobrir a Terra.  

A impiedade anterior aos tempos Cristãos, que vemos reproduzir-se agora, é o sintoma mais evidente de que vivemos tempos de trevas, de barbárie. A crueldade explícita e gratuita para com o semelhante e, também, com toda a Criação, é o sacrifício, a oferenda aos ídolos mais óbvia. Milhões de bebês abortados, eutanásia, perversão, crueldade contra os animais (nada a ver com ecologismo, pessoal, porque devemos amar a Criação e dela desfrutar sem abuso), descuido e desperdícios contra a natureza (de novo, nada a ver com ecologismo!), subversão social e familiar, inversão de valores, ideologia de gênero, lobby gay, pedofilia, zoofilia, imoralidades "normalizadas", incesto, adultério, homicídio, corrupção moral e política, desprezo pela vida humana, dessacralização da Religião... a lista é longa. E tudo começou, todo esse ataque a Deus, a esse Deus tão bom que imolou Seu Filho para nos resgatar das garras do pecado e nos dar o Céu, tudo começou com o ataque à celula mater da Sociedade: a família.  

Ao texto: 


Fenece o vínculo mãe-filho



por Gregorio Vivanco Lopes 


Exaltada durante todo o século XIX e grande parte do século XX
como o vínculo sagrado por excelência nas relações humanas,
a intimidade mãe-filho parece ter perdido seu viço neste século XXI,
como uma flor que murchou.


(Pintura de Arthur John Elsley)
 


O leitor notou que praticamente não se fala mais em amor filial nem mesmo em amor materno?

Exaltada durante todo o século XIX e grande parte do século XX como o vínculo sagrado por excelência nas relações humanas, a intimidade mãe-filho parece ter perdido seu viço neste século XXI, como uma flor que murchou.

O que se encontra na literatura, na pintura e nas artes em geral dos séculos passados, exaltando o amor recíproco mãe-filho, é admirável e abundante. E tal sublimação artística constituía apenas um reflexo da realidade social então vigente.

O filho podia ter-se tornado o pior dos homens, abandonado de todos e vilipendiado até pelos amigos mais próximos; a última coisa que o acompanhava, onde quer que seus crimes o tivessem levado, era o amor materno. Este nunca o abandonava.

Reciprocamente, a mãe era sempre a figura venerada pelo filho. Ele poderia tolerar qualquer ofensa a si mesmo, a seus íntimos e até a seu pai, mas uma ofensa a sua mãe o transportava de indignação e o fazia sair de si de cólera.

O que aconteceu para que esse vínculo, que parecia impossível ser rompido, fosse se adelgaçando, adelgaçando, até praticamente se dissolver nos dias de hoje?

Antes de responder a essa dolorosa pergunta, vejamos rapidamente alguns exemplos chocantes, todos desta década.



*        *        *

Silvana, de 48 anos, é acusada de matar por asfixia a própria filha e de esconder o corpo da criança, para se vingar do ex-marido. O caso aconteceu em Santa Catarina e chocou a cidade de Tubarão. (“Notícias R7”, 16-4-13).

Uma idosa de 79 anos foi espancada até a morte pelo próprio filho na noite desta terça-feira, 12, no município de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, dentro da casa da família. O rapaz utilizou uma escada para matar a mãe. (“O Estado de S. Paulo”, 13-1-16).

Uma mulher matou o próprio filho de quatro anos na zona norte de São Paulo, afogando-o na pia do banheiro. Quando a polícia chegou, a mulher confessou que matou a criança, pois o filho estava possuído pelo demônio. (“Jornal da Band – Notícias”, 15-10-15).

Um sírio de 20 anos executou em público a mãe, após ela tentar convencê-lo a abandonar o grupo extremista EI. A mãe [foi] implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia a morte dele nos bombardeios à cidade. O jovem informou aos superiores, que determinaram a detenção da mulher. Após a detenção, o próprio filho recebeu a ordem de executar a mãe com um tiro na cabeça, diante de quase 100 pessoas reunidas em uma praça de Raqqa. (“O Estado de S. Paulo”, 9-1-16).

Desde o início do ano, mais de uma dezena de mães assassinaram seus filhos no Brasil. Quem o desejar, confira quais foram os casos mais chocantes. (“Portal Terra”, setembro/2010).

No fim de 2014, no Jaçanã, zona norte de São Paulo, uma mãe foi morta [por seus filhos] com golpes de martelo. Os dois irmãos vão responder por latrocínio qualificado por motivo fútil. (“Jornal da Band”, 27-2-15).



*        *        *

Esses são exemplos extremos de uma realidade mais ampla que é a agonia do amor recíproco mãe-filho.

Por mais que esse vínculo seja sagrado na ordem natural, ele não resistiu à onda de paganização geral da sociedade moderna: divórcio, controle artificial da natalidade, aborto, feminismo etc. Pois só a civilização cristã, modelada pela graça de Deus, mantém e vivifica as instituições humanas, mesmo as mais arraigadas.

Afastando-se de Deus e de sua santa Religião, tudo fenece, tudo degringola.

Embora algum tempo atrás o desaparecimento do amor entre a mãe e o filho pudesse parecer impossível, entretanto a realidade aí está a desmentir essa ilusão, e a confirmar que fora das vias sagradas da civilização cristã nada de bom se mantém.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM (Agência Boa Imprensa).



   
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”


O filme “Metropolis” (1927), de Fritz Lang é um dos clássicos atemporais que resistem à prova do tempo. Ao invés de restar esquecido e obsoleto, “Metropolis” é cada vez mais relevante visto que muitas de suas previsões se estão convertendo em realidade. Vamos ver a mensagem oculta subjacente do filme e o uso de suas imagens pelos astros do pop, como Lady Gaga, Madonna, Beyonce, Kylie Minogue e outros.   





Metrópolis [assista ao filme no final do texto] é um filme mudo de ficção científica (fantaciência) lançado em 1927 por Fritz Lang [o judeu Friedrich Anton Christian Lang], um mestre do expressionismo alemão. Situado em uma distopia futurista dividida em duas classes [sempre a luta entre classes, entre a "cabeça" e as "mãos"! Marx deixou sua assinatura neste filme também. Aliás, Marx também era judeu] - os pensadores e os trabalhadores - Metrópolis descreve as lutas entre as duas entidades opostas. Sabendo que foi produzida em 1927, ver este filme hoje é toda uma experiência, visto que muitos aspectos da "ficção científica" da trama são inquietantemente próximos à [nossa] realidade. Metrópolis descreve uma sociedade em que a "Nova Ordem Mundial" tomou o poder e selecionou uma elite vivendo no luxo enquanto as massas trabalhadores são desumanizadas e vivem em um inferno altamente supervisionado.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Escândalos e valores - sobre bebês por quilo e leões

Escândalos e valores



de Carlos Ramalhete para Gazeta do Povo


Dois escândalos sacudiram a internet nestes últimos dias. O primeiro deles foi a descoberta de que a mentalidade capitalista havia estendido aos bebês o aproveitamento total que já dispensava aos bois, de que, diz-se, só não se aproveita o suspiro. A Planned Parenthood, multinacional americana do aborto (aqui conhecida como Benfam - vide sobre essa ONG), descobriu-se, vende pedaços e peças sortidas dos bebês que mata. É possível encomendar, por exemplo, fígados, articulações, rins, o que se quiser. Foram três vídeos [vide abaixo um deles] filmados em segredo, em que diretores da indústria da morte foram flagrados falando abertamente sobre como aprimoraram suas técnicas de coleta de partes de bebês. Uma amiga, fortemente pró-aborto, ao ver isso, comentou que parecia algo vindo de um filme de terror.

sábado, 28 de junho de 2014

O Sínodo da Destruição da Família 2014 e o Movimento Gay - notícias estarrecedoras vindo do front

A semana nem acabou e Bergoglio & Cia. continuam a ser notícia. Negativamente. 

Primeira

Saiu o documento preparatório para o "Sínodo Anti-Família", previsto para outubro. Já leram? A mídia deu destaque principalmente ao que diz respeito aos "direitos dos gays", sim porque a adoção de crianças por gays é mais um direito destes que daqueles, que são vítimas inocentes dos pervertidos; todos: os que pedem a adoção e os que a concedem ou permitem!

Para o "Instrumentum Laboris", um calhamaço de 75 páginas, a Igreja tem que encontrar equilíbrio entre os ensinamentos sobre a família tradicional e a "atitude", sem juízos de valor em relação aos que vivem em uniões de pessoas do mesmo sexo. A Igreja Católica Romana [sic] tem de ser menos crítica com os homossexuais e, embora ainda se oponha ao casamento gay, deve receber os filhos de casais homossexuais na fé com igual dignidade [comparado a que?], assinala um documento do Vaticano divulgado nesta quinta-feira, que ainda diz que a Igreja com 1,2 bilhão de membros deve se tornar "menos exclusiva e mais humilde" [serioulsy? Diga isso à miríade de Santos, patrimônio sólido que contra-argumenta facilmente essa idiotice!]. O documento ressalta, ainda, a grande diferença entre os "ensinamentos oficiais da Igreja" sobre questões de moralidade sexual e a sua aceitação e compreensão por parte dos fiéis no mundo todo. E viva a democracia na igreja de Francisco Bergoglio! 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

OS DEZ MANDAMENTOS DO COMUNISMO - DECÁLOGO DE LÊNIN

Muitas pessoas ainda acreditam que é lenda o Decálogo de Lênin, achando que se trata de teorias conspiratórias e relegando o termo "conspiração" a uma categoria de faz-de-conta que não tem nada a ver com a realidade.

Esse decálogo realmente existe, foi escrito em 1913 pelo próprio Lênin e no seu centenário, vamos relembrar o que consta e qual a realidade das escolas e da nossa sociedade para que o professor possa identificar e combater.

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1º CORROMPER A JUVENTUDE: Essa corrupção se faz com sexo e também com drogas. Uma nação de promíscuos e drogados é mais fácil de controlar. Corrompendo a juventude, garante-se um longo prazo. A geração do amor livre, do sexo, drogas e rock n' roll são os avós de hoje em dia e percebemos uma derrocada dos valores éticos, morais e um ingresso massivo da população no mundo das drogas. Os EUA que saíram na frente do "paz e amor", "faça amor, não faça guerra", são hoje o maior consumidor mundial de drogas ilícitas. Basta pesquisar neste mesmo blog os artigos sobre educação sexual, para perceber que o que se pretende não é uma educação para a vida, mas a desconstrução de valores. E o próximo  passo será a descriminalização da pedofilia, tanto que figuras como sedução de menores e outras já deixaram de ser crimes no nosso Código Penal e a idade do consentimento será diminuída cada vez mais.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A bandelheira conciliar continua. Na mira, o recasamento dos já casados

S. Mateus 19,3-9

. . .

Apesar do que o próprio Nosso Senhor disse - Ele que era o Amor e a Compaixão - vem aí

 ...

O RECASAMENTO DOS CATÓLICOS DIVORCIADOS

 ...

para que não se sintam excluídos, mesmo que seja ordem de Deus! 



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A quem serve Francisco?
Segundo uma notícia que anda circulando na web, e Sandro Magister comentou, a tarefa da Igreja Seita Conciliar, agora, é casar os divorciados. Falo daqueles que se casaram na Igreja e se divorciaram pela lei civil e que, portanto, estão impedidos de se casar novamente na Igreja de Cristo. Como é sabido. Como se sabe há séculos. 

Pois bem, os arqueólogos-de-araque concilares "descobriram" que entre os primeiros cristãos isso era bem comum, tendo mudado depois, por "opinião" humana. Isso, sem apresentar uma prova sequer dessa verdade conveniente, que justifica e defende os crimes contra a Santa Eucaristia! Tal arqueologismo chega às raias da loucura e da falsificação histórica!
"Nos primeiros séculos, perdoava-se os divorciados recasados e podiam receber a comunhão; mas mais tarde, no Ocidente, esta prática foi abandonada."

Como desconfiar disso, além do fato de que não se apresentam provas? Simples, basta ler a frase seguinte:
"Hoje, o papa Francisco volta a propô-la, enquanto os cardeais discutem o tema."
E, quase no final:
"Estendendo o poder da Igreja de absolver todos os pecados, inclusive àqueles que fracassaram no primeiro matrimônio e contraíram uma segunda união, se abriria o caminho – defendem – para “uma maior valorização do sacramento da reconciliação” e 'para uma volta à fé de muitos que, hoje, se sentem excluídos da comunhão eclesial'...”.

É bem conveniente, não? Por décadas, após o Vaticano II, a Igreja teve esse problemas nas mãos, mas SOMENTE agora "descobriram" essa "caridade" que foi "abandonada" pela Igreja depois? 

Eles devem pensar que somos idiotas! 


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Programa político dos últimos 300 anos (mera coincidência?)


Programa dos Sábios de Sião.


"Eis aqui o que os Sábios de Sião premeditaram, o resultado do programa magistral enunciado nos protocolos. É preciso:

1 - Corromper a mocidade pelo ensino subversivo.

2 - Destruir a vida de família.

3 - Dominar as pessoas pelos seus vícios.

4 - Envilecer as artes e prostituir a literatura.

5 - Minar o respeito pela religião; desacreditar tanto quanto possível os padres, espalhando contra eles histórias escandalosas; encorajar a alta crítica a fim de corroer a base das crenças, e de provocar cismas e disputas no seio da Igreja.

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