Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Reflexão sobre a Família


Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias, a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.

Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que à nossa Família.

Será que não é uma inversão pouco inteligente?

Então, que há detrás desta história? Quem ganha com isso?

Lugar de mulher é em casa, cuidando da Família. Se é necessário que a mulher ajude o esposo a sustentar a casa, então se justifica o trabalho da mulher fora de casa. Se não é necessário por que deixar as crianças com estranhos? Perder anos preciosos de suas vidas? Sua conquistas, suas descobertas, os primeiros passos, as primeiras palavras... Quem os verá? A babá? Uma distraída cuidadora da creche? Quem, principalmente, os educará para serem bons cristãos e honestos cidadãos? Ninguém ama a quem não conhece, como podem os adolescentes amar e confiar nos pais se não os conhecem? Dar a eles camisinhas não é sinal de amor, mas de abandono. Amar é dizer "não"! Amar é educar! Amar é colocar limites. Depois de cercada a terra, pode-se trabalhar nela. Depois de colocar os limites, pode-se dialogar. Antes disso ou, pior, sem isso... é perda de tempo, pq virão os ladrões e tudo roubarão.

Você sabe o significado de Família em inglês? 

F A M I L Y:

"Father And Mother I Love You"

(Papai e Mamãe, eu os amo)


Recebido por e-mail. 

*

segunda-feira, 28 de março de 2016

NEO-PAGANISMO

NEO-PAGANISMO 


O Triunfo do Cristianismo sobre o Paganismo
de Gustave Doré

clique para ampliar


A reflexão de hoje é sobre o Neo-Paganismo, que retorna implacavelmente. Contemplando a pintura de Gustave Doré, vemos nitidamente a LUZ que o Cristianismo contrapôs às trevas do Paganismo, testemunhando diante do Mundo que há um Deus, um único Deus, e não deuses “humanizados”, cheios de defeitos, vícios e pecados... como nós; deuses semelhantes a nós (a nossa imagem e semelhança).  

A primeira vez que Deus separou as trevas da luz foi na Criação: "E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas" (Gênesis 1,3-4). Com Cristo, como na pintura de Doré, mais uma vez Deus separa as trevas da luz, iluminando o intelecto humano para elevá-lo aos Céus.  

E foi assim nos últimos 2000 anos. Mas o Homem moderno, que criou outro deus para si: ele mesmo, prefere as trevas, porque nas trevas se esconde de Deus, como Adão, quando pecou: "E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me." (Gênesis 3,8-10).  

Na parte inferior da pintura, vemos todo o Olimpo grego, com todos os seus falsos deuses, sendo destruído pela Verdade. Na parte superior, vemos a própria Verdade, Nosso Senhor Jesus Cristo, glorioso e no comando de Seus Santos Anjos, aniquilando o Paganismo, o Erro (as heresias), as trevas.  

Abaixo, se vê a “vitória da carne” sendo derrocada. Acima é a vitória do espírito em toda sua glória.  

Hoje, vemos o Paganismo renascendo e se impondo a passos largos, graças à nova religião do “eu”. Um ser finito e tolo que acha que se basta. Não pode acrescentar um palmo à sua altura, um dia à sua vida, e se crê Senhor de si mesmo... 

Uma das armas do Neo-paganismo é a destruição dos laços familiares. Abaixo um texto de Gregorio Vivanco Lopes, do ABIM, que vem muito a propósito. Enviei no mesmo dia em que o recebi a nosso grupo de e-mails (quem quiser se juntar ao grupo, para receber nossos e-mails, envie um e-mail no formulário de contato no menu lateral), com um comentário meu, que transcrevo a seguir: 

Uma realidade bem diante de nossos olhos. Voltamos ao Paganismo. É a era do Neo-Paganismo. Também é a era do Egocentrismo I, pois nada está acima do bem estar e da "felicidade" do "eu", do individual, nem a família, nem o bem comum, muito menos Deus. E consideramos que é possível que o Homem deste século tenha se endeusado mesmo sabendo que Deus é. Mas, pelo que leio, pelo que ouço, me fica cada dia mais claro que, para o Homem de hoje, Deus "não existe", é uma ficção, uma "lenda criada para escravizá-lo". As trevas voltaram a cobrir a Terra.  

A impiedade anterior aos tempos Cristãos, que vemos reproduzir-se agora, é o sintoma mais evidente de que vivemos tempos de trevas, de barbárie. A crueldade explícita e gratuita para com o semelhante e, também, com toda a Criação, é o sacrifício, a oferenda aos ídolos mais óbvia. Milhões de bebês abortados, eutanásia, perversão, crueldade contra os animais (nada a ver com ecologismo, pessoal, porque devemos amar a Criação e dela desfrutar sem abuso), descuido e desperdícios contra a natureza (de novo, nada a ver com ecologismo!), subversão social e familiar, inversão de valores, ideologia de gênero, lobby gay, pedofilia, zoofilia, imoralidades "normalizadas", incesto, adultério, homicídio, corrupção moral e política, desprezo pela vida humana, dessacralização da Religião... a lista é longa. E tudo começou, todo esse ataque a Deus, a esse Deus tão bom que imolou Seu Filho para nos resgatar das garras do pecado e nos dar o Céu, tudo começou com o ataque à celula mater da Sociedade: a família.  

Ao texto: 


Fenece o vínculo mãe-filho



por Gregorio Vivanco Lopes 


Exaltada durante todo o século XIX e grande parte do século XX
como o vínculo sagrado por excelência nas relações humanas,
a intimidade mãe-filho parece ter perdido seu viço neste século XXI,
como uma flor que murchou.


(Pintura de Arthur John Elsley)
 


O leitor notou que praticamente não se fala mais em amor filial nem mesmo em amor materno?

Exaltada durante todo o século XIX e grande parte do século XX como o vínculo sagrado por excelência nas relações humanas, a intimidade mãe-filho parece ter perdido seu viço neste século XXI, como uma flor que murchou.

O que se encontra na literatura, na pintura e nas artes em geral dos séculos passados, exaltando o amor recíproco mãe-filho, é admirável e abundante. E tal sublimação artística constituía apenas um reflexo da realidade social então vigente.

O filho podia ter-se tornado o pior dos homens, abandonado de todos e vilipendiado até pelos amigos mais próximos; a última coisa que o acompanhava, onde quer que seus crimes o tivessem levado, era o amor materno. Este nunca o abandonava.

Reciprocamente, a mãe era sempre a figura venerada pelo filho. Ele poderia tolerar qualquer ofensa a si mesmo, a seus íntimos e até a seu pai, mas uma ofensa a sua mãe o transportava de indignação e o fazia sair de si de cólera.

O que aconteceu para que esse vínculo, que parecia impossível ser rompido, fosse se adelgaçando, adelgaçando, até praticamente se dissolver nos dias de hoje?

Antes de responder a essa dolorosa pergunta, vejamos rapidamente alguns exemplos chocantes, todos desta década.



*        *        *

Silvana, de 48 anos, é acusada de matar por asfixia a própria filha e de esconder o corpo da criança, para se vingar do ex-marido. O caso aconteceu em Santa Catarina e chocou a cidade de Tubarão. (“Notícias R7”, 16-4-13).

Uma idosa de 79 anos foi espancada até a morte pelo próprio filho na noite desta terça-feira, 12, no município de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, dentro da casa da família. O rapaz utilizou uma escada para matar a mãe. (“O Estado de S. Paulo”, 13-1-16).

Uma mulher matou o próprio filho de quatro anos na zona norte de São Paulo, afogando-o na pia do banheiro. Quando a polícia chegou, a mulher confessou que matou a criança, pois o filho estava possuído pelo demônio. (“Jornal da Band – Notícias”, 15-10-15).

Um sírio de 20 anos executou em público a mãe, após ela tentar convencê-lo a abandonar o grupo extremista EI. A mãe [foi] implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia a morte dele nos bombardeios à cidade. O jovem informou aos superiores, que determinaram a detenção da mulher. Após a detenção, o próprio filho recebeu a ordem de executar a mãe com um tiro na cabeça, diante de quase 100 pessoas reunidas em uma praça de Raqqa. (“O Estado de S. Paulo”, 9-1-16).

Desde o início do ano, mais de uma dezena de mães assassinaram seus filhos no Brasil. Quem o desejar, confira quais foram os casos mais chocantes. (“Portal Terra”, setembro/2010).

No fim de 2014, no Jaçanã, zona norte de São Paulo, uma mãe foi morta [por seus filhos] com golpes de martelo. Os dois irmãos vão responder por latrocínio qualificado por motivo fútil. (“Jornal da Band”, 27-2-15).



*        *        *

Esses são exemplos extremos de uma realidade mais ampla que é a agonia do amor recíproco mãe-filho.

Por mais que esse vínculo seja sagrado na ordem natural, ele não resistiu à onda de paganização geral da sociedade moderna: divórcio, controle artificial da natalidade, aborto, feminismo etc. Pois só a civilização cristã, modelada pela graça de Deus, mantém e vivifica as instituições humanas, mesmo as mais arraigadas.

Afastando-se de Deus e de sua santa Religião, tudo fenece, tudo degringola.

Embora algum tempo atrás o desaparecimento do amor entre a mãe e o filho pudesse parecer impossível, entretanto a realidade aí está a desmentir essa ilusão, e a confirmar que fora das vias sagradas da civilização cristã nada de bom se mantém.

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM (Agência Boa Imprensa).



   
COMENTARISTA, LEIA ANTES O 
LEIA ANTES DE COMENTAR
THANKS! 
  
* * *
 
http://edicoescristorei.blogspot.com.br

*
É possível que, ao enviar este post por e-mail, o botão de doação acima não funcione. Nesse caso, envie um e-mail para edicoes.cristo.rei@gmail.com, ou diretamente para o Rev. Pe. Cardozo: runaejcv@gmail.com.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMPORTAMENTO: Meninas e bonecas falando palavrões

Que boneca você daria para sua filha?



que boneca, você daria a sua filha?

A onda de imoralidade e pornografia que grassa no mundo moderno é muito pior do que a disseminação do vírus ebola. Pode parecer chocante, mas é a pura realidade.

Primeiramente, porque aquilo que atinge a alma e pode produzir a sua danação eterna é pior do que aquilo que atinge o corpo e tem apenas o poder de adiantar a hora da morte, que chega inexoravelmente para todos os filhos de Eva.

Mas há uma segunda razão para se afirmar que essa onda de imoralidade e pornografia é pior do que a pior das doenças. É que, enquanto contra o vírus ebola e outras epidemias do gênero se movem todos os poderes constituídos, as organizações científicas, a mídia, e tudo mais que se queira, no que diz respeito à depravação moral, ela é antes promovida do que combatida, e a escravidão ao vício da impureza é apresentada como uma “libertação social”.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

URGENTE! PRECISAMOS DE CATÓLICOS PARA MANTER O CONCEITO DE FAMÍLIA COMO ESTÁ

São tempos terríveis os que vivemos, e não podemos nos omitir no combate pela verdade, sobretudo quando está em jogo TUDO. 

Não podemos ficar confortavelmente instalados atrás de um computador, olhando passivamente para um mundo que desmorona. Limitando-nos a nos indignarmos e a fazermos ativismo de poltrona, digladiando oralmente em sites de relacionamento. Não podemos, porque o inimigo NÃO DORME. 

Há uma enquete da Câmara de Deputados, em Brasília, questionando a população sobre o conceito de família: 

Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?  

Com essa pergunta, visam implementar a "desconstrução" do conceito tradicional de família, para contemplar toda série de distorções que a sociedade moderna produziu, incluindo até as perversões patológicas. Pelo andar da carruagem, logo teremos famílias incestuosas e frutos de pedofilia também. 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

OS DEZ MANDAMENTOS DO COMUNISMO - DECÁLOGO DE LÊNIN

Muitas pessoas ainda acreditam que é lenda o Decálogo de Lênin, achando que se trata de teorias conspiratórias e relegando o termo "conspiração" a uma categoria de faz-de-conta que não tem nada a ver com a realidade.

Esse decálogo realmente existe, foi escrito em 1913 pelo próprio Lênin e no seu centenário, vamos relembrar o que consta e qual a realidade das escolas e da nossa sociedade para que o professor possa identificar e combater.

.
1º CORROMPER A JUVENTUDE: Essa corrupção se faz com sexo e também com drogas. Uma nação de promíscuos e drogados é mais fácil de controlar. Corrompendo a juventude, garante-se um longo prazo. A geração do amor livre, do sexo, drogas e rock n' roll são os avós de hoje em dia e percebemos uma derrocada dos valores éticos, morais e um ingresso massivo da população no mundo das drogas. Os EUA que saíram na frente do "paz e amor", "faça amor, não faça guerra", são hoje o maior consumidor mundial de drogas ilícitas. Basta pesquisar neste mesmo blog os artigos sobre educação sexual, para perceber que o que se pretende não é uma educação para a vida, mas a desconstrução de valores. E o próximo  passo será a descriminalização da pedofilia, tanto que figuras como sedução de menores e outras já deixaram de ser crimes no nosso Código Penal e a idade do consentimento será diminuída cada vez mais.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O QUE É RITALINA?

Soa como uma horrível história de um filme de terror: um psiquiatra norte-americano, internacionalmente famoso, testa em seus pacientes, nos anos 60, diferentes remédios psicotrópicos com a intenção de acalmar as crianças. Quando encontra a pílula adequada com a qual consegue acalmá-las, ele levanta em nome da Organização Mundial da Saúde a agitação das crianças como uma nova doença. Uma nova fonte de renda da rede mundial da indústria médica e farmacêutica. Milhões de jovens em todo o mundo tomam a ritalina há décadas, porque eles teriam a suposta TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).

Como a indústria farmacêutica destrói premeditadamente nossas crianças

A doença chama-se TDAH. O gigante farmacêutico e outros faturaram bilhões nas últimas décadas com o uso da Ritalina. O citado neurologista norte-americano leva o nome de Leon Eisenberg. Todavia a verdade sempre vem à tona, mesmo se às vezes demore um pouco mais. Pouco antes de sua morte em 2009, o médico de 89 anos revelou o embuste: nunca ele havia imaginado que sua descoberta tornar-se-ia tão popular, declarou ele em um artigo.“TDAH é um exemplo marcante para uma doença fabricada!”.


.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Padrões duplos de bons católicos usando métodos naturais de planejamento familiar (MNPF)

Família Kilmer
Católicos de Washington
Há muito tempo atrás, eu comecei a ter minhas primeiras dúvidas sobre a maneira pela qual os MNPF eram frequentemente apresentados. Lembro-me de ouvir algo assim: “Com os MNPF, os casais podem ter 99% de certeza de não ter outra criança” ou “Tão bom como a contracepção, mas sem os riscos para a saúde (dos contraceptivos)”. E isso foi dito aos jovens casais sem nenhum problema grave de saúde.

Depreende-se que os MNPF eram promovidos de forma anti-vida. Parecia que uma mentalidade contraceptiva permeava a maioria destas apresentações supostamente pró-vida, pró-família.

Eu vim a acreditar que essas atitudes em relação à vida conjugal e maternidade são realmente prejudiciais a causa pró-vida.

Neste artigo, eu gostaria de examinar algumas das maneiras mais sutis da mentalidade contraceptiva que tem permeado a sociedade, e até mesmo o pensamento de alguns católicos mais sérios.


Quando MNPF não é ter uma família...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Há duas famílias!

Qual destas duas famílias é livre?

qual é escrava?


Bem, a primeira é livre, exerce plenamente o direito de escolher o que fazer, quantos filhos vai ter, o que vestir, o que assistir na TV, qual religião professar. Busca a felicidade a qualquer preço. Foge da dor e do sofrimento. Abomina o envelhecimento natural e persegue a juventude eterna. É a favor da eutanásia e do aborto: não para si, claro, mas como solução de saúde pública para "resolver problemas" a posteriori. Casa e separa com naturalidade; e cada vez mais escolhe não casar, porque é mais prático, mais barato e, afinal, um papel não significa nada, não obriga ninguém. Diz que ninguém é de ninguém, afinal o que importa é ser feliz, e "se eu não sou feliz, minha família não é feliz"... camuflando, com uma pretensiosa generosidade, um egoísmo sem fim: eu em primeiro lugar! Rejeita a autoridade, qualquer uma, afinal é autossuficiente e se autodetermina: sou adulto! Dispensa os conselhos dos sacerdotes, mas prontamente atende ao guru da moda ou ao horóscopo publicado em um jornal. Ou copia, tim tim por tim tim, a vida desregrada e sem sentido de alguma celebridade: isto, sim, é a verdade! Não presta o devido culto de adoração a Deus, porque domingo é dia de descanso! Afinal trabalhou a semana toda e merece curtir com os amigos, assistir ao futebol, ou simplesmente dormir o dia inteiro, largado em um sofá.  Já basta o patrão ter enchido a paciência a semana toda, não vai ouvir sermão de padre no domingo e corrigir sua vida!!! Não pensa no entardecer da vida, quando tiver que partir desta terra e receber a justa recompensa ou condenação, porque acomodou seu pensamento em acreditar que o inferno não existe e que todos vão se salvar, porque Deus é bonzinho! Para esta família o inferno é aqui na terra mesmo, e depois será só alegria e curtição. Bem, de repente nem tem um depois e para que se preocupar então em ser "certinho"? Ninguém voltou para contar como é! Esta família pode ser próspera ou não, caridosa ou não, educada ou não, mas é vazia e cega. Expulsou Nosso Senhor e Salvador de sua vida e já nem olha mais para Ele com peso na consciência, porque a culpa é coisa da Igreja para dominar as pessoas. Criou outro deus, à sua imagem e semelhança que tudo permite e tudo aceita, inclusive um culto ofensivo em Seus altares sagrados. Não há limites para os sacrilégios e as profanações. Porque o que conta mesmo é ser feliz. Mesmo que seja uma felicidade barata, efêmera e profundamente dolorosa na ressaca. Mesmo que se perca a dignidade e se chafurde na lama, com um sorriso na cara para demonstrar satisfação e independência. Afinal... todo mundo faz o mesmo! Todos se vestem assim! Todos falam assim! Todos assistem a tal filme indecente e corruptor da moral! Todos se divorciam, porque quando não dá certo é melhor assim... pelos filhos, sabe? A liberdade é um direito inalienável do ser humano, como a felicidade e a autodeterminação. Bem, se precisar, no fim de minha vida – porque vou viver muito e só vou morrer quando eu quiser – me emendo, se for o caso; qualquer coisa, eu convenço Deus que sou um cara legal, porque, afinal, não matei ninguém, não roubei ninguém...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Minha mãe me obrigava a ir à Missa...

Traduzo um inteligente post de padre Finigan, tirado do blog The hermeneutic of continuity. Pode ser utilmente usado como argumento "per assurdo" na catequese com jovens (ou adultos) e como exemplo nas homilias ou conselhos durante a confissão:

Estou cheio de ouvir este protesto: "Eu não vou à missa porque meus pais me forçaram a ir quando eu era criança.

Filho, OK, mas o que mais os seus pais o forçaram a fazer?
 

Seus pais o obrigaram a lavar-se antes de sair de casa pela manhã. Os tiranos cruéis com certeza mandavam você escovar os dentes antes de ir para a cama. Arrastavam-no - a vc que chutava e gritava - à escola, para que você pudesse aprender a ler. E os professores colaboravam forçando-lhe a aprender o alfabeto e a juntar as palavras.

Além do mais, após ter assegurado suas necessidades físicas, seus pais tiveram a ousadia de exercer a sua autoridade, preocupando-se também com as suas necessidades espirituais, levando-lhe à igreja aos domingo.

Se eles tivessem negligenciado se você estava limpo, adequadamente vestido, bem alimentado com alimentos nutritivos, recebido um pouco de educação e ensinado a atravessar a rua com segurança, teriam certamente recebido a visita dos assistentes sociais para a sua colocação em um plano de cuidados para que você pudesse crescer são e salvo.

E você reclama porque eles assumiram a responsabilidade pela sua vida eterna?

Neste contexto, é extremamente importante mencionar novamente o clássico:

DEZ RAZÕES POR QUE EU NÃO ME LAVO NUNCA
  • 1. eu era obrigado a me lavar quando criança
  • 2. as pessoas que se lavam são hipócritas - pensam que são mais limpas que todos os outros
  • 3. há uma variedade grande de sabonete, eu não consigo me decidir qual seja o melhor para mim
  • 4. antigamente eu me lavava, mas cansei e por isso parei
  • 5. me lavo somente em ocasiões especial, como Natal, Páscoa, ou casamentos e batizados
  • 6. nenhum dos meus amigos se lava
  • 7. vou começar a me lavar qdo for mais velho e mais sujo
  • 8. não tenho tempo para me lavar
  • 9. o banho não é bastante quente no inverno, nem suficientemente fresco no verão
  • 10. as pessoas que produzem o sabonete querem somente o seu dinheiro

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Milagres acontecem!

Milagres acontecem! Provavelmente, muito mais de quanto imaginamos e pouco percebemos. Mas quando percebemos, é inebriante! Às vezes, precisamos apenas ter paciência, e as coisas se acomodam por si só. Às vezes, não é tão simples assim.

Enfim, conforme os problemas se resolvem - ou resolvemos - uma paz serena se instala em nós e queremos ficar quetinhos, no nosso cantinho, a saborear; por medo, talvez, de que acabe ou de ser irreal. É inato esse sentimento de auto-sabotagem ou incredulidade. E o medo?

Numa paisagem assim, eu vejo cerejeiras a balançar ao vento fresco da primavera, soltando pétalas e pólen. O verde tem um quê de impressionismo, ao longe. E o silêncio, rompido pelo tec-tec do teclado a correr, mantém tudo em paz, no seu devido lugar, ao abrigo do mundo exterior e de sua cruel realidade.

Serenidade. Um artigo de luxo pouco almejado, talvez somente quando a borrasca se acalma e se pode respirar um pouco e aí, com alguma lucidez, de repente percebe-se a importância da serenidade, ao invés da paixão. As turbulências e as efervescências do mundo seduzem, mas não saciam. Serenidade sacia e preenche. Nada mais importa, e o relógio bate mais devagar. No rítmo tranquilo dos que sabem viver a vida e seguir em frente. E o que realmente importa se não seguir em frente?

Assim, mais um milagre acontece em nossa vida e estamos à espera de mais um, mais um, mais um. Contentar-se é difícil ou as necessidades são tantas? O que nos basta? O quanto nos basta?

O sol já se pôs atrás das róseas cerejeiras, e a vida chama à rotina diária e enfadonha do seu próprio milagre. É hora de deitar a pena e voltar à realidade.

Não sem antes agradecer a Deus, como sempre.


Giulia d'Amore di Ugento

clique na imagem abaixo

Leitores