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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

JÁ SE PERGUNTOU QUAL SERIA O HINO DA TRADIÇÃO CATÓLICA?

QUAL SERIA O HINO DA TRADIÇÃO CATÓLICA

Hino da Tradição - música, texto e história. 






Segundo um renomado site italiano - messainlatino.it - se houvesse uma enquete, seria escolhido como hino da Tradição este: "Noi Vogliamo Dio", que podemos acompanhar logo abaixo, em italiano (Coro de Bonemerse). Bom, não sei se realmente se escolheria este hino em particular, mas é realmente um forte candidato, uma vez que já foi até Hino Nacional do Estado Pontifício, como veremos a seguir

Depois de um breve histórico, temos a versão em português e espanhol, música e letra. 




 

"Noi vogliam Dio" (Nós queremos Deus), é um hino de tradição popular que se tornou, a partir do início de 1800, o hino oficial do Estado Pontifício.  

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”


O filme “Metropolis” (1927), de Fritz Lang é um dos clássicos atemporais que resistem à prova do tempo. Ao invés de restar esquecido e obsoleto, “Metropolis” é cada vez mais relevante visto que muitas de suas previsões se estão convertendo em realidade. Vamos ver a mensagem oculta subjacente do filme e o uso de suas imagens pelos astros do pop, como Lady Gaga, Madonna, Beyonce, Kylie Minogue e outros.   





Metrópolis [assista ao filme no final do texto] é um filme mudo de ficção científica (fantaciência) lançado em 1927 por Fritz Lang [o judeu Friedrich Anton Christian Lang], um mestre do expressionismo alemão. Situado em uma distopia futurista dividida em duas classes [sempre a luta entre classes, entre a "cabeça" e as "mãos"! Marx deixou sua assinatura neste filme também. Aliás, Marx também era judeu] - os pensadores e os trabalhadores - Metrópolis descreve as lutas entre as duas entidades opostas. Sabendo que foi produzida em 1927, ver este filme hoje é toda uma experiência, visto que muitos aspectos da "ficção científica" da trama são inquietantemente próximos à [nossa] realidade. Metrópolis descreve uma sociedade em que a "Nova Ordem Mundial" tomou o poder e selecionou uma elite vivendo no luxo enquanto as massas trabalhadores são desumanizadas e vivem em um inferno altamente supervisionado.

sábado, 4 de abril de 2015

FILMES: CRISTIADA & PAIXÃO DE CRISTO

Assista aqui, ou baixe, os seguintes filmes

CRISTIADA



Se não aparecer o vídeo em seu e-mail, clique aqui: https://youtu.be/XAvAEJ23Ajo


Leia mais sobre os cristeros, no Pale Ideas aqui: http://farfalline.blogspot.com/2016/08/indice-cristeros.html



PAIXÃO DE CRISTO 

baixe aqui  




Se não abrir o vídeo, clique aqui: https://youtu.be/-sYEpYrsir8.


Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DOCUMENTÁRIO: Psiquiatria: Uma Indústria da Morte

psiquiatria industria da morte [DOCUMENTÁRIO] Psiquiatria: Uma Indústria da Morte
Através de imagens raras e entrevistas com mais de 160 médicos, advogados, educadores, sobreviventes e especialistas no setor de saúde mental e seus abusos históricos e contemporâneo, este fascinante documentário traz a luz da verdade sobre a brutal pseudociência e fraude multi-bilionária que é a psiquiatria.

Nós acreditamos que você tem o direito de conhecer os fatos frios e duros sobre a psiquiatria, seus profissionais e da ameaça que eles representam para os nossos filhos. Veja a verdade, assista a este filme.

Governos, companhias de seguros e indivíduos privados pagam bilhões de dólares a cada ano para os psiquiatras em busca de curas que os psiquiatras admitem não existem. “Terapias” da psiquiatria já causaram milhões de mortes.

Assista ao documentário abaixo, Psiquiatria: Uma Indústria da Morte:


Parte 1



Parte2



Parte 3



Parte 4



Parte 5




Parte 6



Parte 7
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Parte 8


Parte 9


Parte 10


Parte 11



fonte: http://blog.antinovaordemmundial.com/2013/11/documentario-psiquiatria-uma-industria-da-morte/

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

FILME: Império Invisível: A Nova Ordem Mundial Explicada

927d4437e671 [FILME] Império Invisível: A Nova Mundial ExplicadaAssisti este filme, Império Invisível, há alguns dias atrás e fiquei muito contente em ver que ele já está disponível com legendas em português. Este é com certeza um dos melhores filmes sobre a nova ordem mundial, e eu recomendo muitíssimo para todos assistirem.

O filme documentário altamente antecipado de Jason Bermas “Império Invisível” expõe a Nova Ordem Mundial nas próprias palavras de seus conspiradores, mostrando cuidadosa como a elite não só conspirou para criar um governo global ditatorial em particular, mas declararam publicamente sua agenda centenas de vezes em público.

Destacando as palavras de pessoas como Paul Wolfowitz, Michael Mullen, David Cameron, Gordon Brown e muitos outros, o filme dispensa conjecturas e se atem aos fatos. Este filme garantidamente irá acordar mesmo os mais fervorosos céticos da aceleração manifestamente comprovável do regime autoritário planetário que tem a intenção de controlar e regular todos os aspectos da nossa existência.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Milagres acontecem!

VOLTOU À VIDA PARA CONFESSAR-SE


O caso de São Felipe Neri

São Felipe Neri
Na vida dos santos há certa tradição de que alguns homens voltam à vida para se confessar, mas não é coisa comum nem mesmo nas tradições populares. A Igreja sempre insistiu no contrário: confesse enquanto puder, para que não te surpreenda a morte! 

O caso de São Felipe Neri é o mais famoso. Diz-se que ressuscitou ao jovem príncipe italiano Paulo Máximo para que confessasse um pecado, e terminada a confissão o menino morreu em paz. 

No filme italiano de 1983, de duas horas e meia de duração, sobre a vida do santo, intitulado "State buoni, se potete" (que envelheceu muito bem, como também sua famosa canção "Vanità de Vanità", fácil de achar traduzida ou legendada na Internet), o menino é realmente um nobre. No novo filme da Lux Vide, que podemos ver atualmente nos cinemas espanhóis, com a história de São Felipe Neri, "Prefiro o Paraíso", o homem que ressuscita para confessar-se é um padre companheiro do santo. "Eu prefiro o Paraíso" é emocionante, mas não muito fiel aos detalhes históricos: agradará a todos que gostam de filmes com crianças, de histórias de mestres que trabalham com pequenos membros de gangues ou crianças de ruas e aos que gostam dos trajes barrocos do tipo "Águila Roja". Na Itália, 6 milhões de pessoas assistiram sua versão televisiva, mais longa (há trailer em espanhol no YouTube aqui).  

Felipe Néri morreu em 1595 rejeitando todos os tipos de honras. Ele foi canonizado em 1622.

São Vicente Ferrer, depois de morto

Conta-se que na Idade Média, isto é, antes de acontecer o caso de São Felipe Neri, algumas mulheres foram chorar diante do túmulo do valenciano São Vicente Ferrer (santo milagre se é que existem), pedindo-lhe que ressuscitasse Juan Suaré, caçador do Duque de Bretanha, não porque tenha sido bom, mas por ser pessoa de vida pecaminosa que morreu sem ter tido tempo para confessar-se. O santo fez o milagre, e Juan Suaré, ao ressuscitar, contou que tinha visto o monge dominicano no portão do inferno e este o havia protegido dos demônios.

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domingo, 6 de novembro de 2011

A Ponte de Waterloo

Depois de muito tempo, resolvi escrever sobre... cinema.
Enfim, alguém há de dizer: "por que não escreve sobre filmes católicos, ou melhor por que não os assiste!" Bem, lhe responderia que os assisto, sim, mas nem são tantos assim e, muitos, são de qualidade técnica e/ou moral duvidosas. Lembro-me de um, por exemplo, sobre Santo Agostinho, indicadíssimo nos meios tradicionalistas, que eu assisti a contragosto, desde o começo. Parei definitivamente de assistir quando começou uma cena em que Agostinho encontra alguém em uma casa em que se dava uma orgia. Oras! Que necessidade há de mostrar uma orgia? O mundo já não sabe bem demais do que se trata? O filme A Ponte de Waterloo não tem uma cena sequer indecorosa ou desnecessária. Desafio alguém a encontrá-la.

Ponte de Waterloo - Londres


A Ponte de Waterloo


Eu gosto de filmes antigos, e por uma série de razões: a própria dramaturgia era diferente e tinha um sentido. Não havia vulgaridade, nem cenas ou palavreado desnecessários. Havia valores, e estavam no filme não por puro acaso, mas por uma questão absolutamente natural. Os diálogos eram densos e inesquecíveis. As histórias eram relevantes. E traziam esta sensação de não pertencer a ‘este’ mundo, uma sensação que eu sentia desde muito pequena, e olhe que o mundo da minha infância era bem melhor do que o mundo da infância de hoje! Era uma época em que não só se conheciam e se incentivavam os valores, mas eles eram vivenciados. Na minha infância, eu não via estes filmes que agora, enfim, posso assistir, e pela simples razão de que não eram para o público infantil, e meus pais, pais zelosos, não só não permitiam que os víssemos, mas faziam com que sua existência passasse totalmente despercebida para nós. Hummm, mas eu não disse que eram bons filmes, sem nudez, sem vulgaridades, com uma absurda noção de valores? Sim, é isso mesmo. Mas eram filmes adultos, pela temática e pelo romantismo que se tornava explicito em algum beijo roubado – cena absolutamente necessária para explicar a história – ou na presença de figuras que pertencem ao mundo, mas que não são moralmente estimulantes: um amigo traiçoeiro, uma ‘senhorita’ que precisava levar certa vida, um homem com vícios: roubo, bebida, jogo... Eu sou profundamente grata a meus pais por isto. Não me fizeram falta, e sua ausência ajudou a manter em mim certos valores que são intramontáveis e fazem falta no mundo de hoje. 

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