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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Está servido o pós-Charlie: Bebês à la Carte

Connie e Chris Gard com o filho, logo após a sua execução, nos jardins do local de execução


 

TRANSUMANISMO 


Traduzi e acrescentei comentários a mais um texto muito bem elaborado do Radiospada. A questão Charlie Gard ainda vai dar pano prá manga. Pensava-se que se tratava de eutanásia (e toda a aborrecida questão se era eutanásia ou ortonásia ou blá blá blá), mas não era! Esta questão já foi superada, pelo menos na Europa, onde há todo tipo de serviço oferecido, com mais ou menos sofrimento, mas que continua sendo a eliminação artificial de um ser humano vivo, ou seja, assassinato de Estado. A questão sobre a execução de Charlie vai além, já é um passo à frente no caminho diabólico de destruição da sociedade, da família e do indivíduo.  

Segundo o Radioespada, que reproduz um artigo do jornal Dailymail, o pequeno Charlie Gard sofreu uma agonia de 12 minutos por sufocamento. Os médicos haviam garantido "apenas" seis. Caros senhores, tentem ficar seis minutos sem respirar. Pois é. Agora, tentem ficar 12 minutos sem respirar. Essa foi a agonia e o sofrimento da "boa morte" aplicada ao menino por ordem de Moloch e pelas mãos do Estado inglês. Segundo o jornal, Charlie arregalou os olhos em sinal de sofrimento agudo e de uma provável reação adversa.  

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Legalização do aborto aumenta os abortos "por coerção"

O Dr. Elard Koch, pesquisador em ciências biomédicas da Universidade do Chile e atual diretor do Instituto MELISA, advertiu que a legalização do aborto aumenta o problema de que milhares de mulheres sejam "obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade".

Em um artigo publicado no site ChileB, o Dr. Koch assinalou que "embora a relação pareça independente do status legal do aborto, é um fato que milhares de mulheres são obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade, fenômeno conhecido como ‘aborto por coerção’...".

"A legalização do aborto aumenta o problema, principalmente devido a uma maior permissividade, facilidade de acesso e incremento essencial das taxas de incidência do aborto eletivo", explicou.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

O Homeschooling avança no Brasil

O tema do homeschooling (ou ensino domiciliar) está avançando no Brasil, e vem a ser uma solução que resolve uma série de problemas. Só para citar rapidamente alguns: 

1. Combate a doutrinação marxista e de gênero das escolas públicas ou privadas, inclusive as confessionais. 
2. A família exerce o poder/direito/atribuição natural de educar seus filhos como melhor lhe aprouver. 
3. Faz economia. Consideremos: o dinheiro que você economiza em mensalidades, uniformes, material escolar que são exigidos pelas escolas etc. pode ser utilizado para pagar um tutor, caso não se sinta em condições ainda de educar seus filhos em casa. Além disso, podem se juntar duas ou mais famílias, e a economia será maior ainda. 
4. Seus filhos irão aprender de verdade as disciplinas exigidas pelo MEC. A maioria, a grande maioria dos que estudam em escolas controladas pelo Governo mal sabe escrever corretamente e menos ainda sabe fazer contas simples. Sem falar no analfabetismo funcional. 

Ao texto de hoje:  



"Tirei meus filhos da escola para educá-los em casa e não me arrependo"


Adeptos do "homeschooling", os irmãos Davi e Gabriel, 13, 
e Raquel, 11, participam de aula experimental de botânica. 
Arquivo pessoal

Por questionar se a metodologia de ensino utilizada no Brasil é capaz de preparar as crianças para a vida, a fisioterapeuta e professora universitária Renata Costa de Miranda Santos, 39, de Belo Horizonte (MG), decidiu, em conjunto com seu marido, Cesar dos Santos, retirar seus três filhos da escola e educá-los em casa. Hoje, ela é membro da Associação Educar (Educação Domiciliar Reformada), que tem como objetivo divulgar o método e esclarecer dúvidas de outros pais que queiram segui-lo. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Iraque : ن . Somos todos nazarenos! E o Islã avança!

O Islã avança! Acordem Nazarenos! 


ن, é a 25ª letra do alfabeto árabe – nun, nossa ou N –, e é o rabisco com que os seguidores do [não reconhecido] Califato do Estado Islámico (IS, Islamic State) estão marcando as fachadas das casas e lugares de culto dos cristãos. É a letra que abrevia "nasrani" [nazareno], com a qual os muçulmanos designam pejorativamente os cristãos desde o século VII. Em cima da letra, nas fachadas, um aviso em preto: "Propriedade do Estado Islâmico".

Em Mosul, acaba de terminar o prazo fixado para o ultimatum (venceu no sábado à noite): ou os cristãos deixavam Mosul ou se convertiam ou pagavam a "yizia", o imposto para os "dimmíes" [não muçulmanos]. Passado o prazo, o "califa" revelou o seu destino: "a única opção [para os que ficam] será a espada".  


O enviado especial do jornal "El Mundo", F. Carrión, descreve a situação:

quinta-feira, 13 de março de 2014

Um Cego Clarividente: A Revolução na Igreja

Um Cego Clarividente – Mons. de Ségur


Em 1862, Mons. de Ségur[1] publicou um opúsculo intitulado “A Revolução”[2], que vendeu 20.000 exemplares em um ano. Quatro anos antes, a pedido de Pio IX, J. Crétineau-Joly tinha publicado importantes documentos revelando a existência de uma verdadeira conjuração contra a Igreja[3]. A intenção de Mons. de Ségur era a de fazer conhecidos esses documentos, aproveitando para desvendar a verdadeira natureza da Revolução, e a impossibilidade de pactuar com ela.

A leitura deste pequeno tratado é muito esclarecedora. Ela nos mostra que a Revolução não mudou de natureza, e que, 150 anos depois da análise do cego clarividente, não devemos modificar nossa atitude, se quisermos que a Igreja e a sociedade saiam da terrível crise na qual elas se afundam cada dia mais.

Parece-nos que bastará uma breve análise desta obra para demonstrar isto.


A NATUREZA DA REVOLUÇÃO

A Revolução não é uma questão puramente política, explica-nos o prelado, é também uma questão religiosa, ele é mesmo a grande questão religiosa de nossa época. O objetivo final desta é “a destruição total da ordem divina sobre a terra, o reinado perfeito de Satã sobre o mundo”. “Combater a Revolução é, portanto, um ato de fé, um dever religioso de primeira ordem.”

Na Revolução há um mistério, um mistério de iniquidade que os revolucionários não podem compreender, porque só a fé pode dar a chave de compreensão, e eles não têm fé.

Para compreender a Revolução, é necessário recuar até ao pai de toda revolta, aquele que ousou primeiro dizer, e ousa repetir até o final dos séculos: non serviam, eu não obedecerei.

Satã é o pai da Revolução. A Revolução é sua obra, começada no céu e se perpetuando na Humanidade de idade em idade (...).

É o que constatava, na sua Encíclica “Nostis et nobiscum”, de 8 de dezembro de 1849, o soberano pontífice Pio IX: “A Revolução é inspirada pelo próprio Satã. Seu objetivo é o de destruir completamente o cristianismo e a reconstrução, sobre suas ruínas, da ordem social do paganismo.”


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Inocência na mira - A Infância assediada

Em 1953, nos EUA, a Maçonaria concebeu um plano para corromper em larga escala toda a juventude americana. Lemos:
"Começamos a realizá-lo e o aperfeiçoaremos com os seguintes meios: cinema, publicações pornográficas a baixo custo, livros cômicos com histórias de sexo e violência; ultimo meio, mas não menor, a televisão; não ousamos ir mais longe com a televisão, por enquanto. Mas ela nos reserva um auditório imenso e será o melhor meio de pegar as crianças. Nosso plano é de promover primeiro algumas representações amorosas, se não já imorais, e graduando progressivamente a maldade, toda calculada, teremos a posse de toda a juventude. Será mantida ocupada o dia todo, sem deixar espaço para a religião. Assim, os jovens, quando acordarem e ao dormirem, terão a cabeça cheia de cowboys, de homicidas, de terrores, de desenhos animados inofensivos. Tudo isso para afastar de suas almas as imagens religiosas. Assim, as crianças serão desorientada por anos a fio. Depois, quase que ocasionalmente introduziremos costumes indecentes e cenas licenciosas com o fim de destruir o sentido da modéstia" (do livro “A Maçonaria, Sociedade Secreta Iniciática” – vários autores).

Pag. 91-91 Do livro “Educação Sexual: Etapa Maçônica para a Destruição do Homem” do dr. Carlo Alberto Agnoli (magistrado) – Ed. Civiltà. Brescia:


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Quem foi Mandela?


Diante da reação estapafúrdia do mundo diante da morte do criminoso de guerra, o marxista Nelson Mandela, se faz necessário dizer a verdade. Publico um artigo do blog "Anotaciones de Pensamiento y Critica, Lejos del Discurso Cultural Dominante", de língua espanhola.

Sobre os "The Helders", os atuais são: 
  1. Martti Ahtisaari; ex-presidente da Finlandia e Prêmio Nobela da Paz em 2008.
  2. Kofi Annan (vide abaixo)
  3. Ela Bhatt (vide abaixo)
  4. Lakhdar Brahimi (vide abaixo)
  5. Gro Harlem Brundtland (vide abaixo)
  6. Fernando Henrique Cardoso (vide abaixo)
  7. Jimmy Carter (vide abaixo)
  8. Hina Jilani; ativista paquistanesa.
  9. Graça Machel (vide abaixo)
  10. Mary Robinson (vide abaixo)
  11. Ernesto Zedillo; ex-presidente do México, se diz "católico romano".
Mais dois honorários:
  1. Nelson Mandela
  2. Desmond Tutu (vide abaixo)





Dada a manipulação hagiográfica de Mandela, uma opinião divergente




terça-feira, 19 de novembro de 2013

FILME: Império Invisível: A Nova Ordem Mundial Explicada

927d4437e671 [FILME] Império Invisível: A Nova Mundial ExplicadaAssisti este filme, Império Invisível, há alguns dias atrás e fiquei muito contente em ver que ele já está disponível com legendas em português. Este é com certeza um dos melhores filmes sobre a nova ordem mundial, e eu recomendo muitíssimo para todos assistirem.

O filme documentário altamente antecipado de Jason Bermas “Império Invisível” expõe a Nova Ordem Mundial nas próprias palavras de seus conspiradores, mostrando cuidadosa como a elite não só conspirou para criar um governo global ditatorial em particular, mas declararam publicamente sua agenda centenas de vezes em público.

Destacando as palavras de pessoas como Paul Wolfowitz, Michael Mullen, David Cameron, Gordon Brown e muitos outros, o filme dispensa conjecturas e se atem aos fatos. Este filme garantidamente irá acordar mesmo os mais fervorosos céticos da aceleração manifestamente comprovável do regime autoritário planetário que tem a intenção de controlar e regular todos os aspectos da nossa existência.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ONU “matou” 200 mil brasileiras

Em 2010, morreram 66.323 mulheres em idade fértil, por TODAS AS CAUSAS, de acordo com o DATASUS – a fonte oficial de dados da saúde, no Brasil. Apesar disso, a ONU cobra o Brasil por óbitos ANUAIS de 200 mil mulheres em decorrência de abortos de risco.

Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!!

COMO? Não se sabe.

O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos:


clique para ampliar

“De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana.

terça-feira, 30 de julho de 2013

NEO-VATICANO SEM FRONTEIRAS

Tradução em breve. Para reflexão.



FALANDO CURTO E GROSSO: VATICANO SEM FRONTEIRAS


Nuestro benemérito Francisco ha firmado en cinco minutos lo que el tembloroso Benedicto venía preparando y no se atrevía. Por el Motu Proprio del 11 de julio del primer año de correrías de Franchesco, el Vaticano internacionaliza su derecho penal – procesal y administrativo incluido- haciendo válidas para el estado Vaticano las leyes que en variados aspectos establece la ONU. Recurran a la noticia (ver Panorama Católico), pero vaya por este una traducción al vulgar. El Vaticano acepta como legislador a la ONU, ella es la que dirá de ahora en más quién es terrorista, qué dineros son buenos o malos, quién daña a los niños (ojo con Sócrates, porque lo parten) y quienes no debe ser discriminados por raza, sexo, credo y etc. Es más, ellos dicen de ahora en adelante qué corno es una raza, cuántos sexos hay y por donde se ejercen, y ni que hablar de credos. En fin, Francisquito podrá decir que hay un Lobby Gay, pero más vale que lo malo sea por lo de Lobby y no por lo de Gay, ya que desde el 1 de Setiembre más vale que no toque un bufarrón por razón de sus picazones traseras, ya que ha firmado una convención internacional en la que nada puede hacer en contra de alguien que decide su sexo a partir de las variantes ya sabidas y las por descubrir. Casi nada.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

SYLLABUS: Ingenuidade ou cumplicidade?

Aguardem a tradução em breve:

¿INGENUIDAD O COMPLICIDAD?





“Hay hombres en la curia vaticana que no trabajan al servicio del Papa, sino para otros. (…)
Uno de ellos es la mafia que busca el dinero con negocios de la Iglesia. En este sentido hay escándalos terribles. Otro grupo, más peligroso, son los francmasones; hay tres o cuatro logias específicas para los obispos y sacerdotes del Vaticano que buscan usar la Iglesia para alcanzar la unión de todos los pueblos y religiones. El Papa actual está en contra de esto y trabaja para limpiarlo. Hasta ahora hizo una parte de este trabajo en silencio, encargando a pequeños grupos fieles que estudiaran algún tema, como por ejemplo, el motu proprio sobre la misa en latín”.
Monseñor Fellay, entrevista a diario La Nación, 27 de agosto de 2007.


"El Papa actual está en contra de esto y trabaja para limpiarlo".

¿En serio?


Benedicto XVI haciendo limpieza:




El Papa y su compromiso con el Nuevo Orden Mundial:

Fragmentos del Discurso del Papa Benedicto XVI en las Naciones Unidas, Nueva York,  Viernes 18 de abril de 2008


“Las Naciones Unidas encarnan la aspiración a “un grado superior de ordenamiento internacional” (Juan Pablo II, Sollicitudo rei socialis, 43), inspirado y gobernado por el principio de subsidiaridad y, por tanto, capaz de responder a las demandas de la familia humana mediante reglas internacionales vinculantes y estructuras capaces de armonizar el desarrollo cotidiano de la vida de los pueblos. Esto es más necesario aún en un tiempo en el que experimentamos la manifiesta paradoja de un consenso multilateral que sigue padeciendo una crisis a causa de su subordinación a las decisiones de unos pocos, mientras que los problemas del mundo exigen intervenciones conjuntas por parte de la comunidad internacional.”
“El reconocimiento de la unidad de la familia humana y la atención a la dignidad innata de cada hombre y mujer adquiere hoy un nuevo énfasis con el principio de la responsabilidad de proteger. Este principio ha sido definido sólo recientemente, pero ya estaba implícitamente presente en los orígenes de las Naciones Unidas y ahora se ha convertido cada vez más en una característica de la actividad de la Organización. Todo Estado tiene el deber primario de proteger a la propia población de violaciones graves y continuas de los derechos humanos, como también de las consecuencias de las crisis humanitarias, ya sean provocadas por la naturaleza o por el hombre. Si los Estados no son capaces de garantizar esta protección, la comunidad internacional ha de intervenir con los medios jurídicos previstos por la Carta de las Naciones Unidas y por otros instrumentos internacionales. La acción de la comunidad internacional y de sus instituciones, dando por sentado el respeto de los principios que están a la base del orden internacional, no tiene por qué ser interpretada nunca como una imposición injustificada y una limitación de soberanía”.
“La promoción de los derechos humanos sigue siendo la estrategia más eficaz para extirpar las desigualdades entre Países y grupos sociales, así como para aumentar la seguridad”
“El diálogo debería ser reconocido como el medio a través del cual los diversos sectores de la sociedad pueden articular su propio punto de vista y construir el consenso sobre la verdad en relación a los valores u objetivos particulares. Pertenece a la naturaleza de las religiones, libremente practicadas, el que puedan entablar autónomamente un diálogo de pensamiento y de vida. Si también a este nivel la esfera religiosa se mantiene separada de la acción política, se producirán grandes beneficios para las personas y las comunidades. Por otra parte, las Naciones Unidas pueden contar con los resultados del diálogo entre las religiones y beneficiarse de la disponibilidad de los creyentes para poner sus propias experiencias al servicio del bien común. Su cometido es proponer una visión de la fe, no en términos de intolerancia, discriminación y conflicto, sino de total respeto de la verdad, la coexistencia, los derechos y la reconciliación”.
“La actividad de las Naciones Unidas en los años recientes ha asegurado que el debate público ofrezca espacio a puntos de vista inspirados en una visión religiosa en todas sus dimensiones, incluyendo la de rito, culto, educación, difusión de informaciones, así como la libertad de profesar o elegir una religión”
“Mi presencia en esta Asamblea es una muestra de estima por las Naciones Unidas y es considerada como expresión de la esperanza en que la Organización sirva cada vez más como signo de unidad entre los Estados y como instrumento al servicio de toda la familia humana”.
“Manifiesta también la voluntad de la Iglesia Católica de ofrecer su propia aportación a la construcción de relaciones internacionales en un modo en que se permita a cada persona y a cada pueblo percibir que son un elemento capaz de marcar la diferencia”.
“Las Naciones Unidas siguen siendo un lugar privilegiado en el que la Iglesia está comprometida a llevar su propia experiencia “en humanidad”, desarrollada a lo largo de los siglos entre pueblos de toda raza y cultura, y a ponerla a disposición de todos los miembros de la comunidad internacional. Esta experiencia y actividad, orientadas a obtener la libertad para todo creyente, intentan aumentar también la protección que se ofrece a los derechos de la persona”
“En mi reciente Encíclica Spe salvi, he subrayado “que la búsqueda, siempre nueva y fatigosa, de rectos ordenamientos para las realidades humanas es una tarea de cada generación” (n. 25). Para los cristianos, esta tarea está motivada por la esperanza que proviene de la obra salvadora de Jesucristo. Precisamente por eso la Iglesia se alegra de estar asociada con la actividad de esta ilustre Organización, a la cual está confiada la responsabilidad de promover la paz y la buena voluntad en todo el mundo”.
Discurso del Papa Benedicto XVI en su visita al campo de concentración de Auschwitz-Birkenau, domingo 28 de mayo de 2006.

En realidad, con la destrucción de Israel, con la Shoah, querían en último término arrancar también la raíz en la que se basa la fe cristiana, sustituyéndola definitivamente con la fe hecha por sí misma, la fe en el dominio del hombre, del fuerte”.

Coincidente con las expresiones masónicas de Benedicto XVI en las masónicas Naciones Unidas:

Cristina Kirchner:
“América latina (...) va a defender la democracia, el derecho de las minorías, el derecho a pensar, vivir y orar al Dios que uno quiera” (Discurso ante el American Jewish Comitee en Washington. Clarín, 4 de mayo de 2007).



George W. Bush:
“Hoy nuestros ciudadanos profesan muchos y variados credos y damos la bienvenida a toda religión (...) Mi administración trabaja con nuestros aliados y amigos en todo el mundo para avanzar los valores comunes y difundir los beneficios de la libertad en cada rincón del mundo” (Proclama del “Día de la Libertad religiosa”, 16 de enero de 2007).


La Iglesia corrupta es funcional a los gobiernos corruptos:
















segunda-feira, 16 de julho de 2012

A ONU na Nigéria

Da Itália, uma iniciativa para tentar parar os ataques islâmicos a igrejas e fieis cristãos na Nigéria. Mesmo se tratando de um pedido movido, aparentemente, por questões meramente humanitárias, como o direito à crença de livre escolha tanto ufanado, não deixa de chamar a nossa atenção e de levar-nos a indagar onde está o Brasil nisso tudo... Um Governo que alardeia a defesa combativa dos direitos do homem se cala diante da morte silenciosa e quase despercebida de milhares de seres humanos. Os novos mártires, os mártires da atualidade. Talvez se se tratasse de petróleo... Se já não lhes interessa obedecer à Lei de Deus, que obedeçam e defendam as leis que fizeram para si: o direito de rezar é um direito básico, como se alimentar, se agasalhar e estudar. Não queriam a liberdade religiosa? Que a defendam agora!Ou só vale para os não-cristãos?
Os signatários da moção são políticos italiano ligados ao Partido Il Popolo della Libertà, de Silvio Berlusconi; coloquei entre parênteses informações acerca de cada um deles. 


EPPUR SI MUOVE...


Três pequenas mulheres, Eugenia Roccella, Souad Sbai, Fiamma Nirenstein, decidiram não virar a o rosto para o outro lado, de romper o silêncio do Ocidente diante da chacina de cristãos na África. São as primeiras signatárias de uma moção apresentada sexta-feira à Câmara para que o Governo Italiano tome parte ativa junto à ONU para que forças de interposição sejam enviadas à Nigéria, para proteger as Igrejas cirstãs e seus fieis. Eis o texto:

A Câmara, tendo-se como premissa que: a matança de homens, mulheres e crianças em oração, por parte de fundamentalistas islâmicos, repugna à consciência de cada pessoa de boa vontade e constitui a mais elementar e evidente violação de cada direito do homem: "todo indivíduo tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; tal direito inclui a liberdade de mudar religião ou credo, e a liberdade de manifestar, isoladamente ou em comum, e seja em público que em privado, a própria religião ou o próprio credo no ensino, nas práticas, no culto e na observância dos ritos"; nenhum País que se diga civil pode permanecer indiferente ao massacre de inocentes, que se tornaram alvos de assassinos organizados apenas porque pertencentes a um credo religioso. Não obstante isso, nos últimos tempos temos assistido, impotentes, à matança sistemática de cristãos nigerianos, vítimas de ataques visando sobretudo as igrejas onde pessoas desarmadas vão rezar, e que, então, todo domingo se tornam alvo fácil de um terrorismo feroz e implacável; segundo o Osservatorio della Libertà Religiosa, os mortos em 2012 são mais de 600 [só na Nigéria], e aqueles mortos nos últimos 10 anos ultrapassam os 10.000: é necessário, mais do que tudo, reconhecer que o massacre dos cristãos em ação é uma grande emergência humanitária que deve ser enfrentada com instrumentos adequados; a impunidade com que os terroristas parecem atuar também confirma a sua força e poder aos olhos do mundo, e se corre o risco de suscitar iniciativas análogas por parte de outros grupos organizados, levando o massacre a outros territórios onde opera o terrorismo islâmico, em nome do ódio para com os cristãos e o Ocidente, identificado com a civilização judaico-cristã; deve-se por um fim a estas ações terroristas, pelo bem não somente da Nigéria, mas da inteira comunidade humana, que é sempre ameaçada em sua totalidade mesmo quando apenas uma parte dela seja diretamente atingida, com formas de violência como aquelas a que assistimos de forma constante em Nigéria; é necessário que à violência se responda com iniciativas concretas e eficazes, que parem as mãos assassinas, e sejam dissuasivas para quem quer alimente a intenção de acompanhar e apoiar os terroristas; servem iniciativas de solidariedade internacional em apoio ao Governo nigeriano, desde a cooperação bilateral até a uma possível intervenção dos boinas azuis. Nunca uma missão poderia ser mais humanitária do que esta: tropas de paz para rezar em paz, demonstrando que o primeiro interesse das nações é a defesa da liberdade de consciência, de pensamento, e de culto. Empenha o Governo Italiano: - a tornar-se ativo junto à ONU, para que forças de interposição sejam enviadas à Nigeria, em coordenação com o Governo nigeriano, para a proteção das Igrejas cristãs e os fieis; - de fato as condenações internacionais expressas pela Europa, EUA e outros países não surtiram efeitos, permanecendo letra morta. Somente uma mobilização internacional determinada a defender fisicamente as vítimas da perseguição contém as premissas para obter algum resultado concreto. 
Primeiras signatárias: Eugenia Roccella [1953 - jornalista e política italiana], Souad Sbai [1961 - jornalista e política italiana de origem marroquina], Fiamma Nirenstein [1945 - jornalista, escritora e política italiana]. Também subscreveram a moção: Isabella Bertolini [1963 - política italiana], Mara Carfagna [1975 - artista e política italiana], Manlio Contento [1958 - advogado e político italiano], Sabrina De Camillis [1969 - política italiana], Maurizio Del Tenno [1973 - político e empreendedor italiano], Domenico Di Virgilio [1939 - médico e político italiano], Maurizio Leo [1955 - advogado, editor de jornal e político italiano], Ugo Lisi [1967 - advogado e político italiano], Beatrice Lorenzin [1971 - política italiana], Alfredo Mantovano [1958 - político e magistrado italiano], Giorgia Meloni [1977- jornalista e política italiana], Alessandro Saro Alfonso Pagano [ecônomo e político italiano], Antonio Palmieri [1961 - filósofo e político italiano], Giuseppe Palumbo[1940 - médico, professor e político italiano], Fabio Rampelli [1964 - arquiteto e político italiano], Maurizio Scelli [1961 - advogado e político italiano], Gabriele Toccafondi [1972 - político italiano].

Fonte: http://lomosalvatico.wordpress.com/2012/07/14/eppur-si-muove/
Tradução: Giulia d'Amore


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