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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Snowden revela que Israel criou o Estado Islâmico ISIS para criar um 'inimigo'

Snowden revela que Israel criou o Estado Islâmico ISIS para criar um 'inimigo'


Diario Liberdade
Gage Skidmore 


Estados Unidos - Sott.net - Grande polêmica estão causando as novas declarações de Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Inteligência do Governo dos Estados Unidos, NSA (siglas em inglês), quem acaba de revelar que os serviços de inteligência de EEUU, Reino Unido e Israel colaboraram juntos, através da Mossad (Agência de segurança de Israel), na criação do Estado Islâmico do Iraque e o Levante (EIIL ou também conhecido como ISIS). Foi a Mossad quem formou uma organização terrorista que pretendia unir a todos os grupos extremistas do mundo a um sítio, usando a estratégia denominada “o ninho da vespa”.

Para que criar estas organização terrorista?

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O califado no século XXI quer ir de Lisboa ao Paquistão

É um plano ambicioso: o mapa difundido nas redes sociais por radicais islâmicos mostra as ambições de um califado do século XXI, que iria da Ibéria ao Vale do Indo.


A mancha estende-se dos Pirinéus aos confins dos Himalaias. Vai do Cabo Finisterra ao sul do Quénia. Dos arredores de Viena ao Punjab. O mapa difundido nas redes sociais Facebook e Twitter por aparentes apoiantes do Estado Islâmico mostra toda a extensão do califado tal como o imaginam daqui por alguns anos. Por enquanto, os jihadistas do ISIS só dominam o norte do Iraque e uma parte do leste da Síria, mas os projetos dos fundamentalistas são grandiosos – mesmo que não tenham reais possibilidades de concretização.

Muitos destes “soldados de deus” são jovens que saíram diretamente das madrassas para o deserto, mas sem se esquecerem de levar consigo os smartphones e sem desligarem as suas contas nas redes sociais. Alguns foram educados nos subúrbios de cidades europeias, mas a sua inspiração é a mesma de Osama Bin Laden: recuperar para o Islão todas as terras que em tempos foram dominadas por muçulmanos e, por isso, integravam o califado. Desde o Al-Andalus – a Ibéria muçulmana, a Bin Laden se referia com frequência – até ao vale do Indo.

Originalmente a palavra “califado” significa em árabe a forma de escolha de um líder (o Califa) para os muçulmanos. Esse Califa é visto como o sucessor do profeta Maomé e líder máximo dos muçulmanos.

O primeiro Califado data do tempo e das conquistas de Maomé e atingiu a sua máxima expansão com os Omíadas, que governavam a partir de Damasco. A sede do Califado passaria depois para Bagdad, com os Abássidas, a seguir para o Cairo, com os Fatimidas, e finalmente para Istambul, com os Otomanos.

A expansão do califado desde Maomé (mais escuro)
até aos Omíadas (mais claro) (mapa Wikipedia)

Nunca voltaria, contudo, a ter a extensão máxima atingida com os Omíadas, mesmo considerando a sua extensão à Grécia, aos Balcãs e à Crimeia durante o tempo otomano, quando os exércitos do sultão chegaram por duas vezes às portas de Viena. Acabaria por ser abolido pelo líder nacionalista e secular Mustafa Kamal Ataturk, em 1924, altura em que a Turquia moderna foi fundada.

O mapa divulgado pelos radicais representa um califado que nunca existiu como um todo – mas retrata todos os territórios que alguma vez estiveram sob domínio muçulmano. O seu projeto é reunificar todos esses territórios, incluindo as terras de Portugal e Espanha onde, durante alguns séculos, existiu o Califado de Al-Andalus.

Algumas das fronteiras internas desenhadas neste mapa, sobretudo no Grande Médio Oriente, seguem vagamente as divisões administrativas existentes no tempo do Império Otomano, divisões essas que não foram respeitadas pelo acordo de Sykes-Picot que traçou as novas fronteiras da regiões, dividindo-a, a seguir à I Guerra Mundial, em zonas de influência francesa e britânica. As fronteiras atuais derivam desses acordos, que são contestados pelos jihadistas, pois, na sua opinião, traduzem “a vontade de dividir os muçulmanos e limitar a possibilidade de um novo califado”. Não por acaso, o “califado” que o líder do ISIS, o temível Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou depois da ofensiva relâmpago dos seus exércitos não respeita as fronteiras nem do Iraque, nem da Síria.

Na altura da proclamação do califado moderno pelo ISIS, alguns especialistas referiram que se tratava do evento mais importante e com maior impacto do jihadismo internacional, desde o 11 de Setembro. A difusão deste mapa, pintado com as cores negras do ISIS, mostra como os planos dos radicais – mesmo que não formalmente do Estado Islâmico – são ambiciosos.
 

Fonte: http://observador.pt/2014/08/12/um-califado-seculo-xxi/


Nada impede, depois, que o Califado queira estender seus domínios sobre o resto do mundo.  

A presença dos muçulmanos no mundo atual (Wikipedia):
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O Califado está ligado aos sunitas, que são maioria: 90% dos muçulmanos.  


Este outro mapa, mostra os números no resto do mundo: 


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domingo, 10 de agosto de 2014

Qaraqosh também caiu: o Islã avança

Depois da bimilenar Mosul, Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, também caiu. E quem se engana pensando que a coisa é restrita ao Oriente Médio, ignorando o que acontece na Ásia e na África em geral, saiba que o indonesiano Rafik respondeu afirmativamente à convocação do novo Califa Ibrahim ibn Awad, mais conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi, o novo Deocleciano

Como sempre, o morno Francisco responde laconicamente e com toda (falsa) prudência, "para não ofender a ninguém". O Vaticano informou que o papa está "preocupado com as dramáticas notícias que chegam do norte do Iraque, onde os mais afetados são as comunidades cristãs que devem abandonar seus povoados por causa da violência destes dias na região" (fonte).  

Bom, "Santidade", não é bem apenas "abandonar seus povoados por causa da violência na região", eles têm sido sistematicamente MARTIRIZADOS! Adultos e crianças!!! E as moças e as mulheres têm sido sistematicamente brutalizadas e violentadas, muitas vendidas como escravas, por aqueles aos quais Francisco beija os pés sem pudor e dizendo que o ato de beijar os pés de outro (seja quem for, mesmo que inimigo de Cristo) é um "ato de carinho de Jesus" (vide)!!! Às ofensas pessoais, a outra face; às ofensas a Deus... a espada, "Santidade"! Não leu as Escrituras? Quanta carinho há em Cristo ao chicotear os vendilhões do Templo que ofendiam diretamente a Deus?

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Iraque : ن . Somos todos nazarenos! E o Islã avança!

O Islã avança! Acordem Nazarenos! 


ن, é a 25ª letra do alfabeto árabe – nun, nossa ou N –, e é o rabisco com que os seguidores do [não reconhecido] Califato do Estado Islámico (IS, Islamic State) estão marcando as fachadas das casas e lugares de culto dos cristãos. É a letra que abrevia "nasrani" [nazareno], com a qual os muçulmanos designam pejorativamente os cristãos desde o século VII. Em cima da letra, nas fachadas, um aviso em preto: "Propriedade do Estado Islâmico".

Em Mosul, acaba de terminar o prazo fixado para o ultimatum (venceu no sábado à noite): ou os cristãos deixavam Mosul ou se convertiam ou pagavam a "yizia", o imposto para os "dimmíes" [não muçulmanos]. Passado o prazo, o "califa" revelou o seu destino: "a única opção [para os que ficam] será a espada".  


O enviado especial do jornal "El Mundo", F. Carrión, descreve a situação:

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