O texto e os firmatários são uma mistura de boas intenções e equívocos. As boas intenções estão bem clara no apelo para que o Bispo de Roma que atende pelo nome de Francisco - como eles mesmos fazem questão de dizer - se mexa e não fique abençoando em silêncio para não constranger os não católicos! Neste caso, para - em bom português e... com todo respeito - para não abaixar as calças para a chantagem da ONU. A mesma que está sob acusação pesada de pedofilia em praticamente todos os países do terceiro mundo onde atuam, sobretudo os mais pobres, aqueles onde as superestrelas de Hollywood vão para adotar criancinhas e posar de santas.
Os equívocos estão na confusão de ideias que o modernismo inoculou nas mentes católicas, embotando o bom senso e fazendo esquecer o catecismo básico. Certamente, é uma causa justa a da infância, e mais ainda a da verdade, mas não podemos, por causa disso, sacrificar a verdade. Explico. Reconhecer às superstições e falsas crenças que vicejam mundo agora como "outras religiões" é matar a verdade. Só há uma religião, as demais são FALSAS religiões, e devem ser chamadas assim, porque a verdade não tem pudores, não tem medo e algumas vezes não tem sequer boa educação. E por ai vai, no texto há vários pontos em que a boa vontade se deixou ludibriar pelo bom-mocismo que tanto acusa.

