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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Estátua de 'São Bergoglio" adorada durante missa nova em Petrópolis

E pensar que tem tradicionalistas que acreditam - e propagam! - que estamos "misteriosamente unidos" a esses hereges. Çei! Logo, logo, também estarão cantando em línguas e profetizando como os ralliés de Fellay estarão também.  

Este descalabro se deu em Petrópolis (RJ), no Domingo de Páscoa, na Catedral de São Pedro de Alcântara (Co-Padroeiro do Brasil). A estátua, que teria sido feita para o Museu de Cera da cidade, foi orgulhosamente ostentada na missa pascal e provocou cenas de visível idolatria por um herege confesso, a ponto de uma senhora aproximar-se dela durante a função. A estátua vai se somar uma coleção de 26 estátuas humanas, entre as quais a do "São" João Paulo II, outro herege. Confira notícia na mídia 





"Concluirá com muitos uma aliança firme durante uma semana (*)
e, no meio da semana, fará cessar o sacrifício e a oblação
e virá sobre o templo a abominação da desolação
que durará até o fim, até o termo marcado para o devastador. 

Daniel 9,27
 


(*) "Semana" é um período de tempo segundo uso do autor. Cada semana corresponderia a um período de (aproximadamente) 7 anos. O CVII se encerrou em 8/12/1965. A "missa" nova, ou Missa de Paulo VI, foi instituída, por este, em 25/09/1969. Não seria o "no meio da semana"? Fica a indagação. 


       

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A Idolatria: causa do homossexualismo dos padres modernos

1º de maio de 2002

Caros amigos e benfeitores,

Já há vários meses que a mídia americana critica a Igreja Católica por causa das faltas graves de alguns de seus padres, nos últimos 30 a 40 anos, contra jovens membros de suas congregações. Muita coisa foi dita e escrita sobre isso, muito mais do que eu sei ou que tenha podido ler sobre o assunto. No entanto, existem certas verdades importantes ligadas a esta questão que eu não vi, ou quase, mencionadas. Ei-las.

Antes de mais nada, quero dizer de quem não é a culpa, na sua essência. Não é culpa, essencialmente, dos organismos da mídia. Muitas vezes nosso boletim tem classificado a imprensa de má, e sua maldade aparece nesta questão pelo uso da palavra "pedofilia" ao invés de usar "homossexualismo", para definir este problema. A palavra pedofilia se refere, propriamente, ao abuso de crianças com menos de 10 anos, enquanto que os relatórios indicam que a esmagadora maioria dos crimes de que são acusados estes padres se referem a adolescentes, uma atividade que, normalmente, se diria "homossexual". 


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

"Quer perder a Fé? Vá a Aparecida!”

IDOLATRIA na Basílica de Aparecida!!!

 

"Quando virdes estabelecida no lugar santo a abominação da desolação que foi predita pelo profeta Daniel (9,27) - o leitor entenda bem - (...) Rogai para que vossa fuga não seja no inverno, nem em dia de sábado" (Mt. 24, 15-20)
"Colocará sobre a nave do Templo o ídolo abominável, até que chegue para o destruidor o fim decretado" (Daniel 9, 27)

Na foto abaixo, a estátua da "deusa Minerva" levada em procissão e entronizada por dois bispos na Basílica para honrar a Magistratura no terceiro dia da novena em preparação da festa de Nossa Senhora Aparecida. 


Um fiel comentou assim: "Eis a razão pela qual eu não vou mais ao Santuário de Aparecida (o santuário mariano mais frquentado do Brasil). Quer perder a Fé? Vá a Aparecida!”.



Fontes:

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

IDOLATRIA

B. Pe. Paolo Manna

Milhões de homens se prostram todos os dias para adorar os ídolos


O espetáculo se faz ainda mais desolador se provamos a olharmos nessas profundas trevas para percebermos algo sobre o estado de abandono, de embrutecimento e de infelicidade no qual jazem essa massa imensa de pobres almas.

No lugar do verdadeiro Deus, a quem se adora?

Milhões e milhões de homens se prostram todos os ias para adorar os ídolos mais fantásticos e monstruosos.

Os seus sacerdotes são dignos representantes de tais deuses. Os descreve o Espírito Santo pela boca de S. Paulo: “Cheios de injustiça, perversidade, avidez, malícia, cheios de inveja, de homicídio, de disputa, de enganos, soberbos, jactancioso, inventores de más ações” (Rom. 1,29-30).

E o que dizer do estado de degradação no qual todas aquelas imensas povoações jazem? “O culto aos ídolos nefandos é causa, princípio e fim de todo mal” (Sabedoria 14,27).

Contemplando tais e tantas misérias nas terras dos infiéis, o coração do Missionário se acende de zelo e piedade; experimenta o que experimentou S. Paulo em Atenas, que “sentia-se dentro da alma amargurado ao ver a cidade cheia de ídolos” (Atos, 17,16).

O coração do divino Redentor se comoveu “ao ver aquela multidão, teve por ela compaixão, por que estava cansadas e exaustas, como ovelhas sem pastor. Então, disse aos seus discípulos ‘A colheita é grande, mas poucos os operários” (Mat. 9,36-37).

Ó, se refletissem os Sacerdotes em qual estado jaz tamanha grande parte do gênero humano; se enxergassem os horrores e as abominações da idolatria, das superstições mais aviltantes!

Se se pensasse um pouco mais ao que solenemente diz o Apóstolo: “Foi revelado que os gentios são coerdeiros, concorporais e co-partícipes da promessa feita por Jesus Cristo em seu Evangelho” (Ef. 3,5), talvez muito mais se moveriam para socorrê-los, muita mais almas seriam regeneradas e salvas, e muitos males seriam aliviados.

“Uma das principais razões por que não muitos se consagram ao Apostolado é a pouca reflexão que se faz, por parte do clero dos países católicos, ao compassivo estado daquelas nações que não receberam a verdade da Santa Religião. Muitos dos sacerdotes, nascidos e educados na unidade da Fé, não se encontram em circunstâncias que lhes permitam sentir ao vivo aquele ‘heartbreak” que provoca a visão da matança espiritual feita pelas trevas da ignorância e das numerosa heresias.

Ó, se soubessem o dom de Deus que lhes foi dado, de terem nascido na abundância das riquezas espirituais, de sentar-se diariamente à Mesa Eucarística, de frequentar quando bem quiserem a casa do Senhor, de ter sempre à mãos os divinos remédios para curar as enfermidades da almas, de usufruir quando bem entenderem dos mistérios todos da bondade e da grandeza do Salvador, certamente muitos sentiriam acender no coração deles um zelo mais eficaz, e, não contentes de simplesmente compadecer-se de longe pela miséria dos outros, colocaria as  mãos à obra, mémores daquele mandamento de Cristo: “Ide, instrui as gentes” (Mat. 28,19).

Excerto retirado de “Operaii autem pauci” – Reflexões sobre vocação para as Missões Extrangeiras” escrito por Padre Paolo Manna¹ e publicado em 1909.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento.
¹ Biografia do Beato Pe. Paolo Manna (1872-1952), missionário em Myanmar, era Superior Geral do Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras e Fundador (1916) da Pontifícia União Missionária.


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