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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Ato de REPARAÇÃO e DESAGRAVO hoje!!!

CATÓLICOS! Hoje, serão perpetradas duas grandes ofensas à nossa Fé. 

Um SACRILÉGIO gravíssimo contra o Santíssimo Sacramento, com a celebração de uma MISSA NEGRA, a qual é válida se for validamente consagrada a Santa Hóstia. E os maus certamente farão tudo segundo o figurino, porque a intenção deles é ofender a Deus. 

Uma BLASFÊMIA gravíssima contra Nossa Senhora, que foi anunciada para depois da Missa, sem especificar do que se trata. 

Aqui um dos links que noticiaram o terrível evento de hoje: http://pt.aleteia.org/2016/08/10/grupo-satanico-anuncia-missa-negra-no-dia-da-assuncao-de-maria-e-catolicos-reagem. Houve abaixo-assinados pelo mundo, tentando impedir essa loucura perversa, mas foi em vão. Até agora. 

Procurando reparar um pouco essa grande ofensa, hoje, às 17h (horário de Brasília), vamos rezar o Rosário completo em DESAGRAVO e REPARAÇÃO. E convidamos a todos nossos leitores para se unirem a nós.  




PORQUE HOJE?

Eu gostaria de tecer um breve comentário sobre a escolha da data. Porque hoje? Há tantas festas de Nossa Senhora no calendário da Igreja, inclusive este mês mesmo há outra, no dia 22, dedicada ao Imaculado Coração de Maria. Então, porque o dia de hoje? 

Em meu modesto parecer, a festa de hoje é crucial para o combate deles contra a Fé Católica porque hoje comemoramos a ASSUNÇÃO de Maria Santíssima aos Céus, de corpo e alma. 

Para Lúcifer, Cristo, todo um Deus, nivelar-se aos humanos era inconcebível e asqueroso. Dar aos humanos o Paraíso, sobretudo depois do Pecado, foi ainda pior. E levar Nossa Senhora aos Céus, de corpo e alma, poupando-a de passar pela morte, pena de todo pecador, porque concebida sem pecado original, é o que mais ele abominou, sobretudo porque Ela é a grande inimiga dos demônios, do pecado e do Inferno, assim como é a grande Advogada dos pecadores arrependidos. 

A escolha da data de hoje não foi uma mera coincidência. 

A Assunção da Virgem Maria aos Céus deve ser, de hoje em diante, uma grande devoção para nós, porque sua ida ao Céu, com tanta honra e glória, é a garantia de termos uma Advogada na hora de nossa morte, quando estaremos em nosso tribunal particular, prestando conta de nossa vida. Não é uma mulher qualquer, que sofreu a morte do corpo e sua corrupção antes de ressuscitar, como todo homem, no fim dos tempos, em um corpo glorioso. Ela já está lá, elevada aos Céus por graça divina e lá coroada Rainha dos Céus e da Terra, dos homens, dos Anjos e de todos os seres espirituais, dispensadora das graças que Deus nos concede, intercessora e corredentora. A Mãe de Deus e Nossa! Maria de Nazaré. A nova Eva, que esmagará a cabeça da serpente. 

Viva Nossa Senhora! Viva Cristo Rei! 



    

domingo, 16 de fevereiro de 2014

AVANÇA O REINO DA INIQUIDADE.

OS QUE EXIGEM RESPEITO NÃO RESPEITAM QUEM LHES DEU A EXISTÊNCIA. FESTIVAL DE SANREMO: A BLASFÊMIA CONTRA CRISTO!

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o que esperar de um pervertido?!
Na Itália, todo ano acontece um famoso festival de música onde se apresentam cantores de todos os tipos dos famosíssimos aos mais e completos desconhecidos. Muitas grandes estrelas da música internacional já cantaram lá, inclusive brasileiros, que, curiosamente, no Brasil, se negam a participar de festivais onde precisam concorrer com ilustres desconhecidos. Poderia nomear alguns, mas não é isso que importa. O que importa é que no próximo dia 19 se apresentará no palco do Festival de San Remo um cantor-performista que pretende blasfemar contra Deus. E o fará. Porque à televisão pouco importa o que dizem e fazem em relação a Jesus Cristo, contanto que sejam politicamente corretos em relação a Maomé. De cujos sequazes eles se borram de medo.

Blogs católicos italianos estão conclamando a todos os católicos – clero incluído – a um Rosário de reparação e a uma campanha para peticionar online a suspensão da ofensa à Fé Cristã, incitando a todos a desligar a televisão, para que os produtores do programa suspendam a apresentação por medo de perder patrocinadores e muito dinheiro que vem da audiência que é, de fato, extraordinária.

domingo, 28 de julho de 2013

Reparações necessárias e urgentes!!!

Bergoglio foi embora fazendo coraçõezinhos na janelinha... e nada disse sobre as "vadias" que ofenderam tão gravemente Nossa Senhora, o próprio Criador e a Fé Católica. Portar no pulso um objeto de devoção muçulmana... Bergoglio não tem vergonha de portar, mas defender a honra de Nossa Senhora nem pensar! Envergonhe-se, biltre! Arrependa-se!!! Repare a blasfêmia, desagrave Nossa Senhora, antes que seja tarde demais!!!

Nem preciso explicar a que me refiro. A mídia se encarregou de espalhar as imagens da "marcha das vadias" que invadiu o evento pseudo-católico cognominado de Jornada Mundial da Juventude, para fazer seu "protesto pacífico". E foram pacificamente recebidas e pacificamente observadas, e assim pacificamente foram embora depois de vilipendiarem a fé daqueles que lá estavam, calados, olhando, como um monte de covardes que são. Bater palminhas e fazer coreografia pode! Defender Nossa Senhora... não! Animais! Piores que animais! As pedras vão gritar, visto que os homens se calam!!!


Que o diabo carregue todos eles e o respeito que tiveram por tão hedionda manifestação demoníaca. 


Para os curiosos, aqui as fotos: https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/q71/s720x720/1003322_150594491805621_137524766_n.jpg e https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-frc3/q71/998210_502605149816676_1105980170_n.jpg. Não vou publicar. 

Já não bastava a notícia de um padre modernista mexicano se masturbando em plena missa, por debaixo da veste litúrgica e da "plateia" calada, alguns rindo... para depois comungarem a Hóstia consagrada por mãos sujas e alma podre, fomos surpreendidos com essa notícia ignominiosa e pela reação passiva dos pseudo-católicos e da polícia... Ninguém fez nada!!!

Só nos resta, a nós que somos católicos, rezar e implorar a Misericórdia Divina para os que ainda temem e amam Deus. Os sinais de algumas profecias pipocam a cada dia diante de nossos olhos incrédulos... Que provas queremos mais? 




Reparação das blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria


Ó Maria, Minha Mãe Santíssima, desejando desagravar-Vos das ofensas que Vosso Coração Doloroso e Imaculado recebe, e em especial das blasfêmias que se dirige contra Vós, ofereço-Vos estes pobres louvores com o fim de vos consolar por tantos filhos ingratos que não Vos amam, e consolar o Coração Santíssimo de Jesus. Vosso Filho e Senhor nosso, a quem tanto ofendem e entristecem as injúrias feitas contra Vós.
Dignai-Vos, Mãe Dulcíssima, receber este meu pobre e humilde obséquio; fazei que Vos ame e sacrifique-me por Vós, cada vez mais; e olhai com os olhos de misericórdia para tantos infelizes afim de que não tardem em acolher-se, arrependidos, ao Vosso colo materno. Amém.
Bendito seja Deus!
Bendita seja a excelsa Mãe de Deus, Maria Santíssima!
Bendita a Sua Santa e Imaculada Conceição!
Bendita a Sua gloriosa Assunção!
Bendito o nome de Maria Virgem e Mãe!
Bendito o Seu Imaculado e Doloroso Coração!
Bendita a Sua Pureza Virginal!
Bendita a Sua Divina Maternidade!
Bendita a Sua Mediação Universal!
Benditas as Suas lágrimas e as Suas Dores!
Benditas as graças com que o Senhor A coroou Rainha do Céu e da Terra!
Glória a Maria Santíssima, Filha Primogênita do Pai!
Glória a Maria Santíssima, Mãe Imaculada do Filho!
Glória a Maria Santíssima, Esposa Virginal do Espírito Santo!
Virgem Santíssima, minha boa e terna Mãe, eu Vos amo pelos que não Vos amam; louvo-Vos pelos que Vos blasfemam; entrego-me totalmente a Vós, pelos que não querem reconhecer-Vos por sua Mãe.
Ave-Maria…
Ó Maria concebida sem pecado.
Rogai por nós que recorremos a Vós.
Coração Imaculado de Maria
Sede a nossa Salvação!


Ato de Reparação ao Sacratíssimo Coração de Jesus



quarta-feira, 17 de julho de 2013

ORAÇÕES DE DESAGRAVO E REPARAÇÃO PELA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013




A Jornada Mundial da Juventude (ou "Assis para jovens") está para começar e como não dispomos, ainda, no tesouro de piedade da Igreja, de uma oração específica, publicamos duas orações para os dias de Carnaval, uma vez que, vistos os precedentes, trata-se quase da mesma coisa, inclusive as atrações são bem parecidas... as celebrites convidadas (notórios pecadores públicos)... Pode-se dizer que se trata - plagiando "apostolados" como "Discoteca de Jesus", "Micareta para Jesus" e outros que tais - do "Carnaval de Jesus com Francisco". E isso porque "ele" não curte "carnavalismos litúrgicos"... 
Um adendo em especial para o caso do sr. Luan Santana. Um padre que faz parte da organização da JMJ escreveu um comentário em um blog/site que acabou sendo publicado como artigo, no mesmo blog/site, no qual saiu em defesa dos artistas "injustiçados", alegando a velha história de que Jesus veio para todos e perdoou a adúltera etc. e tal. Então, eu perguntou aos meus botões se esse padre é ingênuo, perverso ou idiota. Porque? Porque não se pretende que o sr. Luan Santana seja barrado do evento, como católico que diz ser... pecador ou não. Mas como "artista" que, se sabe, influencia mais do que os Santos, hoje em dia. Influencia com suas músicas, com seu estilo de vida, com seu comportamento e a Fé que professa. É um formador de opinião, querendo ele ou não. Se piscar de um jeito, logo uma multidão de idiotas piscará igualzinho. Se ele não guardar castidade... os fãs o imitarão. Ou não é assim? E pelos teor das músicas que temos visto por aí - dele e dos demais convidados - dá para ver que não pregam virtude alguma. Sim, caro padre do qual não lembro o nome, o sr. Luan tem direito de estar em um evento que se diz católico, como todos os demais, o que não tem direito é de perverter os costumes e por a perder tantas almas. O que  há de católico nisso? E, por acaso, esqueceu daquele outro episódio dos Evangelhos, no qual Cristo chicoteia - sim, de fato, não foi metaforicamente como dizem alguns padres mais moderninhos - os vendilhões do templo? E porque o faz? Porque não se trata da ofensa para a qual DEVEMOS dar a outra face (ofensa pessoal), mas de ofensa à Casa do Pai, ou seja, ao próprio Deus. Então, esses artistas que pervertem os valores morais de uma nação inteira não estão ofendendo a mim, mas a Deus. Ou seja, deveriam estar sendo chicoteados, não recebidos com tapete vermelho! Enfim, ainda sobre o episódio em que Jesus perdoa a adúltera, preste atenção, sr. padre, que a história não acaba ai, no perdão. Cristo diz: "vá e NÃO PEQUE MAIS"!!!. Ou seja, deve haver uma conversão completa, uma mudança de vida. Se ele sentava à mesa com os pecadores não era para deixá-los no mesmo estado de miséria espiritual em que os encontrara, mas para restituir-lhes a dignidade de filhos de Deus, chamados à salvação, a preço do Sangue de um Deus!!! Parece-lhe pouco?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A necessidade de reparar a ofensa

A NECESSIDADE DE REPARAR 



Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo,
adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos
o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo,
presente em todos os sacrários da terra,
em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.

E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria,
peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

(esta oração se repete três vezes)

Segundo São Tomás de Aquino, a blasfêmia é o maior dos pecados. (II-II q 13 a 3) Ela se opõe diretamente à bondade divina, detestando-a, e viola a virtude de religião que é parte da virtude de justiça. Ao invés de render a Deus a honra que lhe é devida, Ele é insultado. Por isso, exige uma reparação que consistirá em render a Deus, na medida em que é possível, a glória e a honra de que foi privado e apagar assim a injuria que sofreu.

O próximo espetáculo no Teatro Parenti, em Milão, constitui um pública blasfêmia contra Nosso Senhor Jesus Cristo. Uma pública blasfêmia exige reparação pela honra de Deus ultrajada, com manifestações públicas de Fé e de oração. O amor de Deus é proporcional ao desejo de reparar as ofensas que Ele recebe. O maior ato em reparação do pecado foi o sacrifício de Jesus na Cruz. Tal sacrifício se renova em maneira incruenta na S. Missa. Por isso, é importante, entre os atos de reparação, oferecer e participar de S. Missas com esta intenção.

É necessário, depois, rezar e fazer sacrifícios pela conversão daqueles que, com este gravíssimo escândalo, ofendem o Senhor, são a causa da perda de almas e merecem o inferno eterno.

Enfim, a pública reparação é indispensável para preservar a sociedade dos castigos que as ofensas à Divina Majestade atiram sobre ela. Por isto, é importante participar, numerosos, às manifestações de oração que acontecerão em Milão, sem medir sacrifícios... pela honra de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Padre Pierpaolo Maria Petrucci

Fonte: FSSPX/Italia
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Teu Rosto, Senhor, eu procuro

De 25 a 28 de Janeiro, em Milão (Itália), será apresentada uma peça teatral blasfema intitulada “Sobre o conceito de Rosto no Filho de Deus” e que pretende manifestar sua arte atirando excrementos em uma imagem de Cristo que é praticamente a unica peça que decora a cena e que domina, gigantesca, o fundo do palco. 
Abaixo, mais um convite da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, Distrito da Itália, para a reflexão sobre a devida reparação a mais este ultraje ao Santíssimo Rosto de Jesus, da mesma forma como perpetraram na França. 
Cuidado, católico, logo essa blasfêmia tocará o solo brasileiro!!!
Eu desejo, do fundo de meu coração, que os autores, a plateia, assim como os que defendem o direito ilimitado e sem reservas da livre manifestação artística morram engasgados nos excrementos que lançarem contra a imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo.

GdA


O TEU ROSTO, SENHOR, EU PROCURO


O Teu Rosto, ó Senhor, eu procuro!
No Antigo Testamento fala-se do “Rosto de Deus” frequentemente. Trata-se, evidentemente, de um antropomorfismo, visto que Deus é “puríssimo Espírito” e que, portanto, não tem um rosto, mãos ou pés. Mas o homem necessita de tais imagens concretas.

O “Rosto de Deus” é o próprio Deus, porque o rosto exprime e faz conhecer a pessoa, “quem é” que eu tenho diante de mim. Ao contrário: na antiguidade, por exemplo, no teatro grego, os atores usavam uma máscara, isto é um outro rosto, que exprime outra pessoa: por exemplo, a máscara do filosofo, ou a do médico etc. Isto faz o ator: leva ao palco uma cara que não é a sua. Mas fora do palco, o rosto de uma pessoa exprime - normalmente - que é aquela pessoa, faz com que eu a conheça.

Sob essa ótica, é necessário ler as numerosas expressões das Sagradas Escrituras em que se fala de “Rosto de Deus”:

«Propiciai-vos a Face de Deus, para que tenha piedade de vós» (Malaquias 1, 9). Quando uma pessoa me é propícia, me olha de tal forma que eu a compreendo.

Vice-versa: «Não escondei de mim Vossa Face [ó Senhor]; não afastai com ira o Vosso servo» (Salmo 26, 9). Virar o rosto, olhar para outro lado é sinal de sinal de raiva, cólera, e pior, abandono.

Ainda: «Para a equidade olha o seu Rosto» (Salmo 19, 8). Deus olha para as obras boas, justas feitas pelos homens. Este olhar de Deus, isto é, Seu Rosto, é a força dos justos, daqueles que querem servi-lo fielmente: «A luz de Tua Face, ó Senhor, fazei brilhar sobre nós como uma bandeira» (Salmo 4, 7).

«Os olhos do Senhor veem toda a terra e dão a força àqueles que creem nEle» (2 Paralipômenos 16, 9).

«Os justos caminham na luz de Vossa Face e em Vosso nome exultam o dia todo» (Salmo 88, 16). 


«Viva o Senhor dos exércitos diante de cujo Rosto eu estou!»
(3 Livro dos Reis 18,15). 

Tudo isso é expresso no Antigo Testamento falado de forma metafórica.

Mas depois da Encarnação, Deus tem, na realidade, um rosto: é o Rosto de Jesus, «O mais bonito dos filhos dos homens». Contemplando aquele Rosto, contemplo o Rosto de Deus, porque Jesus é Deus feito Homem, e nenhum outro rosto manifesta melhor a Pessoa de Deus, “quem é Deus”.

O Rosto de Jesus é o Rosto Santo por excelência, tornado visível aos seus contemporâneos.

Aquele Rosto que Pedro, Tiago e João viram transfigurado «…mais resplandecente do que o sol» (Mateus 17), e de cuja visão restaram como que inebriados, não desejando outra coisa que restar lá em cima do monte Tabor a contemplá-lo.

Mas também fora daqueles instantes de glória, aquele Rosto devia ter algo de grande, de  “magnético”, que atraía os corações dos homens. «Mostrai-nos a Vossa Face e seremos salvos» (Salmo 79, 4): aquele Rosto é o Rosto do Salvador, «vindo a salvar o que estava perdido» (Mateus 18,11). Se a franja de seu manto pôde sarar a pobre mulher hemorroíssa (Lucas 8,44), quanto mais seu olhar devia penetrar no mais profundo das almas para sará-las. O que foi o olhar de Jesus para a alma daquela pobre Samaritana, enredada nos seus pecados? (João 4). O que foi o olhar de Jesus para Zaqueu, o Publicano, isto é o pecador por antonomásia? (Lucas 19,5). Jesus ergueu o olhar em sua direção e Zaqueu se converteu! Ainda: pensemos ao olhar de Jesus sobre Pedro que, no pátio do Pretório, acaba de renegá-lo. «O Senhor se virou a olhar para Pedro» (Lucas 22,61).

O Rosto de Jesus olha ainda para nós, depois de dois mil anos, através da imagem do Santo Sudário. “Olha” também através das pálpebras abaixadas no rigor da morte, pois aquele Rosto parece ler na alma: não são os olhos de um morto, mas de «Aquele que vive nos séculos dos séculos» (Apocalipse 1,18).

Podemos permanecer indiferentes diante da ofensa blasfema contra aquele Rosto Santo?

Pintura de Antonello da Messina
Diante da ofensa de um espetáculo que, do começo ao fim, se desenvolve diante sob os olhos do belíssimo Rosto de Jesus pintado por Antonello da Messina; retrato que é objeto de um ultraje irripetível, pode-se, digo, calar-se? Nem se diga que o cristão deve “dar a outra face”, porque tal dever é sacrossanto quando se trata de uma ofensa pessoal, enquanto seria uma inútil “folha de figo” para esconder a própria vileza quando se trata da honra de Deus pisoteada. Certamente, Deus é capaz de defender-se sozinho: seja os autores do espetáculo, seja quem o defende, reflitam sobre as terríveis palavras das Sagradas Escrituras: «A Tua direita alcance todos aqueles que Te odeiam. Tu os tornarás como fornalha ardente, quando mostrares a Tua Face» (Salmo 20,9). Aquele Rosto tão doce para quem O ama será terrível para quem O odeia e o ultraja vergonhosamente. «Não vos enganeis: de Deus não se zomba», adverte São Paulo (Gálatas 6,7).


Deus sabe defender-se, mas é atento aos gestos de piedade para com Ele. A tradição nos mostra o gesto piedoso de Verônica que, no caminho do Calvário, enxuga o Rosto de Jesus; o Evangelho nos reporta o gesto do anônimo soldado de guarda debaixo do Cruz que saciou a sede de Jesus agonizante. Se até um copo de água, dado por amor a uma criatura, não fica sem recompensa, que será de um gesto de reparação em relação ao próprio Jesus?

Santa Verônica enxuga o rosto de Cristo
Diante daquele Roso ultrajado façamos nosso o grito de guerra e de amor do profeta Elias: «Viva o Senhor dos exércitos diante de cujo Rosto eu estou!» (3 Livro dos Reis 18,15).

Diante daquele Rosto, a nossa oração, a nossa penitência reparadora sejam o nosso “véu piedoso” que tem compaixão e que consola; sejam o nosso grito dos lábios e do coração:

«A ti fala o meu coração […] o teu Rosto, Senhor, eu procuro» (Salmo 26,8).

«Faz resplandecer sobre nós o Teu Rosto e tenha piedade de nós» (Salmo 66,1).

Padre Luigi Moncalero
Sacerdote FSSPX
Fonte: FSSPX/Italia
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O amor venceu o aborto

DIREITO À VIDA - UMA REPARAÇÃO

A menina que eu não queria nascerá
de Isabella, 19 anos, Perugia (Itália)
26-11-2011
Publicamos o testemunho de Isabella, 19 anos, estudante de Enfermagem, que engravidou depois de um coetâneo que a deixou dizendo-lhe que não queria ser pai. Isabella corajosamente decidiu contar sua história, não um conto de fada de final feliz garantido, mas a tocante experiência de uma garota como muitas que, de repente, foi arremessada fora de sua cômoda normalidade, um acontecimento não privo de dúvidas, incertezas, medos e por isso mesmo extraordinariamente autêntica.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

ASSIS 2011: NECESSIDADE DE UMA REPARAÇÃO

Publico no blog, para conhecimento de todos os católicos de boa vontade acerca do evento já próximo, Assis III, convocado para o dia 27 de outubro, por S.S. o Papa Bento XVI, o convite do Rev.mo Pe. Christian Bouchacourt:





COMUNICADO DO SUPERIOR DO DISTRITO DA AMÉRICA DO SUL

ASSIS 2011: NECESSIDADE DE UMA REPARAÇÃO

Queridos Fiéis:

Na próxima quinta-feira, dia 27 de outubro, haverá a terceira reunião de Assis, convocada e presidida pelo Papa Bento XVI. A programação publicada pela Santa Sé informa que será “uma jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e a justiça no mundo”. Bento XVI convida “as diversas confissões cristãs, os representantes das tradições religiosas do mundo e todas as pessoas de boa vontade” para reunir-se sobre o tema: “Peregrinos da verdade, peregrinos da paz”, “com vista a construir um mundo cada vez mais fraterno, no qual todos sejam livres de professar a sua própria religião e fé”. (Bento XVI, Ângelus do dia 1º de Janeiro de 2011, Alocução aos peregrinos franceses).

Aparentemente, os escândalos ocorridos em 1986 em várias igrejas de Assis não serão renovados; no entanto, os princípios invocados com vistas à organização da reunião são os mesmos que há 25 anos: pretende-se que a liberdade religiosa nas nações seja fonte de paz, enquanto a doutrina católica ensina que somente a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo e a fidelidade à Igreja fundada por Ele podem alcançar a paz no mundo enlouquecido. Substitui-se a fé pela liberdade de consciência. O homem-deus quer suplantar o Deus que se fez homem. E quem propõe semelhante delírio – que nasceu nas lojas maçónicas – como remédio para o mundo é o próprio Vigário de Cristo. Que escândalo e mistério tão grande!

Devemos reparar tamanha injuria feita a Deus.

Por este motivo, convido todos os fiéis de nossos priorados e todos os católicos desejosos de defender a honra divina a participar da cerimônia de desagravo que será organizada na quinta-feira, 27 de outubro, em cada uma das capelas do Distrito da América do Sul. Rezar-se-á a Via Crucis e a Santa Missa para a Propagação da Fé. Concorremos maciçamente com espírito de penitência e de reparação.

Os seguintes textos pontifícios demostram que sempre a Igreja condenou semelhantes reuniões inter-religiosas. Em vez de alcançar a paz, esta jornada fomentará o indiferentismo religioso e a apostasia, turbará os católicos e seguirá levando a sociedade ao caos, como consequência inevitável da rejeição do Reinado Social de Cristo Rei.

Parce, Domine, parce populo tuo! Perdoai, Senhor, perdoai o Vosso povo!

Padre Christian BOUCHACOURT
21 de outubro de 2011



DECLARAÇÃO DE DOM ANTÔNIO E DOM LEFEBVRE 
POR OCASIÃO DA REUNIÃO ECUMÊNICA DE ASSIS EM 1986
COMO CONSEQUÊNCIA DOS ACONTECIMENTOS DA VISITA DE JOÃO PAULO II À SINAGOGA E AO CONGRESSO DAS RELIGIÕES EM ASSIS


Roma nos mandou perguntar se tínhamos a intenção de proclamar nossa ruptura com o Vaticano por ocasião do Congresso de Assis.

Parece-nos que a pergunta deveria, antes, ser esta: o sr. acredita e tem a intenção de declarar que o Congresso de Assis consuma a ruptura das Autoridades Romanas com a Igreja Católica?

Porque é precisamente isto que preocupa àqueles que ainda permanecem católicos.

Com efeito, é bastante evidente que, desde o Concílio Vaticano II, o Papa e os Episcopados se afastam, de maneira cada vez mais nítida, de seus predecessores.

Tudo aquilo que foi posto em prática pela Igreja para defender a Fé nos séculos passados, e tudo o que foi realizado pelos missionários para difundi-la, até o martírio inclusive, é considerado doravante como uma falta da qual a Igreja deveria se acusar e pedir perdão. (nota: os dois bispos não podiam imaginar a avalanche de pedidos de perdão que viria, anos mais tarde, humilhar a Santa Igreja)

A atitude dos onze Papas que, desde 1789 até 1968, em documentos oficiais, condenaram a Revolução liberal, é considerada hoje como “uma falta de compreensão do sopro cristão que inspirou a Revolução”.

Donde, a reviravolta completa de Roma, desde o Concílio Vaticano II, que nos faz repetir as palavras de Nosso Senhor àqueles que O vinham prender: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum – Esta é a vossa hora e o poder das trevas”. (Lc. 22, 52-63)

Adotando a religião liberal do protestantismo e da Revolução, os princípios naturalistas de J.J. Rousseau, as liberdades atéias da Constituição dos Direitos do Homem, o princípio da dignidade humana já sem relação com a verdade e a dignidade moral, – as Autoridades Romanas voltam as costas a seus predecessores e rompem com a Igreja Católica, e põem-se a serviço dos que destroem a Cristandade e o Reinado Universal de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Os recentes atos de João Paulo II e dos Episcopados nacionais ilustram, de ano para ano, esta mudança radical de concepção da fé, da Igreja, do Sacerdócio, do mundo, da salvação pela graça.

O cúmulo desta ruptura com o magistério anterior da Igreja, depois da visita à Sinagoga, se realizou em Assis. O pecado público contra a unicidade de Deus, contra o Verbo Encarnado e Sua Igreja faz-nos estremecer de horror: João Paulo II encorajando as falsas religiões a rezar a seus falsos deuses: escândalo sem medida e sem precedente.

Poderíamos retomar aqui nossa Declaração de 21 de novembro de 1974, que permanece mais atual que nunca.

Quanto a nós, permanecendo indefectivelmente na adesão à Igreja Católica e Romana de sempre, somos obrigados a verificar que esta religião modernista e liberal da Roma moderna e conciliar se afasta cada vez mais de nós, que professamos a Fé católica dos onze Papas que condenaram esta falsa religião.

A ruptura, portanto, não vem de nós, mas de Paulo VI e de João Paulo II, que rompem com seus predecessores. Esta negação de todo o passado da Igreja por estes dois Papas e pelos Bispos que os imitam é uma impiedade inconcebível e uma humilhação insuportável para aqueles que continuam católicos na fidelidade a vinte séculos de profissão da mesma Fé. Por isso, consideramos como nulo tudo o que foi inspirado por este espírito de negação: todas as Reformas pós-conciliares, e todos os atos de Roma realizados dentro desta impiedade.

Contamos com a graça de Deus e o sufrágio da Virgem Fiel, de todos os Mártires, de todos os Papas até o Concílio, de todos os Santos e Santas fundadores e fundadoras de Ordens contemplativas e missionárias, para que venham em nosso auxílio na renovação da Igreja pela fidelidade integral à Tradição.

Buenos Aires, 2 de dezembro de 1986

+ Marcel Lefebvre
Arcebispo-Bispo emérito de Tulle

+ Antonio de Castro Mayer
Bispo emérito de Campos
que concorda plenamente com a presente declaração e a faz sua.



Nota do blog: Em relação aos dois documentos abaixo, deixei o original em espanhol, porque a versão em português que eu tenho da encíclica Moratlium Animos, tirada do site do Vaticano, está cheia de erros de tradução/gramática e alguns trechos não coincidem. O segundo documento, eu não encontrei no site do Vaticano.


LA DOCTRINA DE LOS SUMOS PONTÍFICES
CONDENÓ A ASÍS POR ADELANTADO

ACERCA DE CÓMO SE HA DE FOMENTAR LA VERDADERA UNIDAD RELIGIOSA

Extracto de la Encíclica “Mortalium animos” (1)del Papa Pío XI del 6 de enero de 1928

LOS “PANCRISTIANOS”

Convencidos de que son rarísimos los hombres privados de todo sentimiento religioso, parecen haber visto en ello esperanza de que no será difícil que los pueblos, aunque disientan unos de otros en materia de religión, convengan fraternalmente en la profesión de algunas doctrinas que sean como fundamento común de la vida espiritual. Con tal fin suelen estos mismos organizar congresos, reuniones y conferencias, con no escaso número de oyentes, e invitar a discutir allí promiscuamente a todos, a infieles de todo género, a cristianos y hasta a aquellos que apostataron miserablemente de Cristo o con obstinada pertinacia niegan la divinidad de su Persona o misión.
Tales tentativas no pueden, de ninguna manera, obtener la aprobación de los católicos, puesto que están fundadas en la falsa opinión de los que piensan que todas las religiones son, con poca diferencia, buenas y laudables, pues, aunque de distinto modo, todas nos demuestran y significan igualmente el ingénito y nativo sentimiento con que somos llevados hacia Dios y reconocemos obedientemente su imperio.
Cuantos sustentan esta opinión, no sólo yerran y se engañan, sino también rechazan la verdadera religión, adulterando su concepto esencial, y poco a poco vienen a parar al naturalismo y al ateísmo; de donde claramente se sigue que, cuantos se adhieren a tales opiniones y tentativas, se apartan totalmente de la religión revelada por Dios.

FALSA UNIDAD

(…) Y aquí se Nos ofrece ocasión de exponer y refutar una falsa opinión de la cual parece depender toda esta cuestión, y en la cual tiene su origen la múltiple acción y confabulación de los católicos que trabajan, como hemos dicho, por la unión de las iglesias cristianas. Los autores de este proyecto no dejan de repetir casi infinitas veces las palabras de Cristo: “Sean todos una misma cosa… Habrá un solo rebaño, y un solo pastor”, (2) mas de tal manera las entienden, que, según ellos, sólo significan un deseo y una aspiración de Jesucristo, deseo que todavía no se ha realizado. Opinan, pues, que la unidad de fe y de gobierno, nota distintiva de la verdadera y única Iglesia de Cristo, no ha existido casi nunca hasta ahora, y ni siquiera hoy existe: podrá, ciertamente, desearse, y tal vez algún día se consiga, mediante la concorde impulsión de las voluntades; pero entre tanto, habrá que considerarla sólo como un ideal.

“LA DIVISIÓN” DE LA IGLESIA

Añaden que la Iglesia, de suyo o por su propia naturaleza, está dividida en partes; esto es, se halla compuesta de varias comunidades distintas, separadas todavía unas de otras, y coincidentes en algunos puntos de doctrina, aunque discrepantes en lo demás, y cada una con los mismos derechos exactamente que las otras; y que la Iglesia sólo fue única y una, a lo sumo desde la edad apostólica hasta tiempos de los primeros Concilios Ecuménicos. Sería necesario pues —dicen—, que, suprimiendo y dejando a un lado las controversias y variaciones rancias de opiniones, que han dividido hasta hoy a la familia cristiana, se formule, se proponga con las doctrinas restantes una norma común de fe, con cuya profesión puedan todos no ya reconocerse, sino sentirse hermanos. Y cuando las múltiples iglesias o comunidades estén unidas por un pacto universal, entonces será cuando puedan resistir sólida y fructuosamente los avances de la impiedad…
(…) Otros en cambio aun avanzan a desear que el mismo Pontífice presida sus asambleas, las que pueden llamarse “multicolores”. Por lo demás, aun cuando podrán encontrarse a muchos no católicos que predican a pulmón lleno la unión fraterna en Cristo, sin embargo, hallarán pocos a quienes se ocurre que han de sujetarse y obedecer al Vicario de Jesucristo cuando enseña o manda y gobierna. Entretanto aseveran que están dispuestos a actuar gustosos en unión con la Iglesia Romana, naturalmente en igualdad de condiciones jurídicas, o sea de iguales a igual: mas si pudieran actuar no parece dudoso de que lo harían con la intención de que por un pacto o convenio por establecerse tal vez, no fueran obligados a abandonar sus opiniones que constituyen aun la causa por la que continúan errando y vagando fuera del único redil de Cristo.
Siendo todo esto así, claramente se ve que ni la Sede Apostólica puede en manera alguna tener en dichos Congresos, ni de ningún modo pueden los católicos favorecer ni cooperar a semejantes intentos; y si lo hiciesen, darían autoridad a una falsa religión cristiana, totalmente ajena a la única y verdadera Iglesia de Cristo.
¿Y habremos Nos de sufrir —cosa que sería por todo extremo injusta— que la verdad revelada por Dios, se rindiese y entrase en transacciones? Porque de lo que ahora se trata es de defender la verdad revelada.

SIN FE, NO HAY VERDADERA CARIDAD

(…) Podrá parecer que dichos “pancristianos”, tan atentos a unir las iglesias, persiguen el fin nobilísimo de fomentar la caridad entre todos los cristianos. Pero, ¿cómo es posible que la caridad redunde en daño de la fe? Nadie, ciertamente, ignora que San Juan, el Apóstol mismo de la caridad, el cual en su Evangelio parece descubrirnos los secretos del Corazón Santísimo de Jesús, y que solía inculcar continuamente a sus discípulos el nuevo precepto Amaos los unos a los otros, prohibió absolutamente todo trato y comunicación con aquellos que no profesasen, íntegra y pura, la doctrina de Jesucristo: Si alguno viene a vosotros y no trae esta doctrina, no lo recibáis en casa, y ni siquiera lo saludéis.(3) Siendo, pues, la fe íntegra y sincera, como fundamento y raíz de la caridad, necesario es que los discípulos de Cristo estén unidos principalmente con el vínculo de la unidad de fe.

RESBALADERO HACIA EL INDIFERENTISMO Y EL MODERNISMO

(…) Entre tan grande diversidad de opiniones, no sabemos cómo se podrá abrir camino para conseguir la unidad de la Iglesia, unidad que no puede nacer más que de un solo magisterio, de una sola ley de creer y de una sola fe de los cristianos.

En cambio, sabemos ciertamente que de esa diversidad de opiniones es fácil el paso al menosprecio de toda religión, o “indiferentismo”, y al llamado “modernismo”, con el cual los que están desdichadamente inficionados, sostienen que la verdad dogmática no es absoluta sino relativa, o sea, proporcionada a las diversas necesidades de lugares y tiempos, y a las varias tendencias de los espíritus, no hallándose contenida en una revelación inmutable, sino siendo de suyo acomodable a la vida de los hombres.

LA ÚNICA MANERA DE UNIR A TODOS LOS CRISTIANOS

Bien claro se muestra, Venerables Hermanos, por qué esta Sede Apostólica no ha permitido nunca a los suyos que asistan a los citados congresos de acatólicos; porque la unión de los cristianos no se puede fomentar de otro modo que procurando el retorno de los disidentes a la única y verdadera Iglesia de Cristo, de la cual un día desdichadamente se alejaron; a aquella única y verdadera Iglesia que todos ciertamente conocen, y que por la voluntad de su Fundador debe permanecer siempre tal cual Él mismo la fundó para la salvación de todos.


UNA DEMOCRACIA MÁS UNIVERSAL QUE LA IGLESIA CATÓLICA

Extracto de la Encíclica “Notre Charge Apostolique” del Papa San Pío X del 25 de agosto de 1910

Pero más extrañas todavía, tremendas y dolorosas a la vez, son la audacia y la ligereza de espíritu de los hombres que se llaman católicos, que sueñan con volver a fundar la sociedad en tales condiciones y con establecer sobre la tierra, por encima de la Iglesia católica, “el reino de la justicia y del amor”, con obreros venidos de todas partes, de todas las religiones o sin religión, con o sin creencias, con tal que olviden lo que los divide: sus convicciones filosóficas y religiosas, y que pongan en común lo que los une: un generoso idealismo y fuerzas morales tomadas “donde les sea posible”(…)
¿Qué van a producir? ¿Qué es lo que va a salir de esta colaboración? Una construcción puramente verbal y quimérica, en la que veremos reflejarse desordenadamente y en una confusión seductora las palabras de libertad, justicia, fraternidad y amor, igualdad y exaltación humana, todo basado sobre una dignidad humana mal entendida. Será una agitación tumultuosa, estéril para el fin pretendido y que aprovechará a los agitadores de las masas menos utopistas (…)
Nos tememos algo todavía peor. El resultado de esta promiscuidad en el trabajo, el beneficiario de esta acción social cosmopolita no puede ser otro que una democracia que no será ni católica, ni protestante, ni judía; una religión (…) más universal que la Iglesia católica, reuniendo a todos los hombres, convertidos, finalmente, en hermanos y camaradas en “el reino de Dios”. “No se trabaja para la Iglesia, se trabaja para la humanidad”.

NOTAS:
1. Del 6 de enero de 1928, publicada en AAS 20 (1928), págs. 5-16). La presente traducción está tomada de la “Colección completa de Encíclicas Pontificias”, ed. Guadalupe, Buenos Aires, dos tomos; tomo I, pág. 1114 y ss.).
2. San Juan, XVII, 21; X, 16.
3. II San Juan, vers. 10.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

03 de Setembro: 1o. Sábado

ORAÇÃO REPARADORA AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO


Para ser rezada na primeira sexta-feira de cada mês, 

diante do Santíssimo Sacramento exposto.















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