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terça-feira, 6 de agosto de 2013

O LIBERALISMO É PECADO

Do excelente blog Alexandria Católica, um excelente texto para ler. Lembrando ao leitor que o trabalho desse blog é essencial para toda a gente católica e seria louvável ajudá-lo com orações e também financeiramente. No blog há instruções a respeito. Clicando no título abaixo, será encaminhado para o download do livro.

 
 
Dr. D. Félix Sardá y Salvany
Livro de 1949 - 183 Págs


QUE É O LIBERALISMO?

Ao estudar um objeto qualquer, depois da pergunta an sit? faziam os antigos escolásticos a seguinte: Quid sit? e esta é a de que nos vamos ocupar no presente capítulo.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

ORAÇÕES DE DESAGRAVO E REPARAÇÃO PELA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013

A Jornada Mundial da Juventude (ou "Assis para jovens") está para começar e como não dispomos, ainda, no tesouro de piedade da Igreja, de uma oração específica, publicamos duas orações para os dias de Carnaval, uma vez que, vistos os precedentes, trata-se quase da mesma coisa, inclusive as atrações são bem parecidas... as celebrites convidadas (notórios pecadores públicos)... Pode-se dizer que se trata - plagiando "apostolados" como "Discoteca de Jesus", "Micareta para Jesus" e outros que tais - do "Carnaval de Jesus com Francisco". E isso porque "ele" não curte "carnavalismos litúrgicos"... 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

LEFEBVRE: Os 39 Dubia sobre a herética liberdade religiosa

Do blog marcellefebvre.blogspot:

OS 39 DUBIA

ENVIADOS POR MONSENHOR MARCEL LEFEVRE AO VATICANO EM 1985

 


É um documento em Francês, que está esperando por uma boa alma que o traduza para o Português, em prol do bem comum. 

Aqui o PDF.

Antecipadamente agradecemos a tradução.

GdA







*

  • PARA CITAR ESTA POSTAGEM: PALE IDEAS. fev. 2013. 
  • CRÍTICAS, SUGESTÕES E DEMAIS MANIFESTAÇÕES: AQUI.
  • PARA RECEBER AS POSTAGENS DO PALE IDEAS NO E-MAIL: AQUI.
  • LEIA TAMBÉM:

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

MODÉSTIA: Da imodéstia dentro do Santo Templo

Da hediondez da imodéstia dentro do Santo Templo

São Leonardo de Porto Maurício


Uma mulher, que entra na Igreja com um traje espaventoso, atrai todos os olhares, e queira Deus não atraia também os corações, arrebatando ao Senhor as devidas adorações. Não é preciso excitar estas pessoas a assistir todos os dias à Santa Missa; já são demais levadas a freqüentar as igrejas. O importante será fazer-lhes compreender com que modéstia e respeito devem portar-se a casa de Deus, especialmente quando se celebra a Santa Missa. Tanto mais me edificam senhoras da nobreza e princesas que só aparecem ante aos altares vestidas simplesmente, sem luxo nem elegâncias refinadas, quanto me escandalizam certas pretensiosas que, com seus penteados ridículos e ares de atrizes, assumem poses de deusas no lugar santo.

A bem-aventurada Ivete teve, certo dia, uma visão, que devia inspirar a essas pessoas o temor respeitoso da à Santa Missa. Ao assistir à Santa Missa viu essa nobre flamenga um espetáculo terrível. Perto dela estava uma dama distinta, cujo olhar se fixava aparentemente no altar; mas não era para seguir o Santo Sacrifício, nem para adorar o Santíssimo Sacramento que ia receber, e sim, para satisfazer uma paixão impura. Em volta dela estavam um grande número de demônios que dançavam e se expandiam em demonstrações de regozijo. Quando ela se levantou para se dirigir à mesa sagrada, uns lhe seguraram a cauda do vestido, outro lhe ofereceu o braço enquanto outros lhe faziam cortejo e serviam-lhe como a sua senhora. No momento em que o sacerdote descia do altar com a Santa Hóstia na mão a fim de dar a comunhão àquela infeliz, pareceu a Ivete que o Salvador abandonava as santas espécies e volvia ao Céu, repugnando-Lhe entrar num coração assim rodeado de espíritos das trevas.

Aterrorizada por semelhante cena, a bem-aventurada Ivete dirigia humildes preces a Nosso Senhor. E Ele revelou-lhe a causa, fazendo-lhe ver que aquela mulher alimentava uma paixão desordenada por uma pessoa que se achava próxima do altar, e que durante toda a Santa Missa, ao invés de se ocupar dos Santos mistérios, contemplava-a com olhares impuros, desejando antes lhe agradar que agradar a Deus. Por isso rodeavam-na os demônios e faziam-lhe o cortejo.

Dir-me-eis que não sois do número dessas infelizes criaturas, e eu creio de boa vontade. Se, entretanto, ides à Igreja com certos trajes escandalosos, mereceis todas as censuras. Transformeis o templo sagrado em covil de ladrões, pois roubais a Deus a honra, pelas distrações que provocais aos sacerdotes, aos ministros, a todo o povo.

Por favor, considerai e tomai a resolução de imitar Santa Isabel da Hungria. Para assistir à Santa Missa, ela se dirigia com grande pompa à Igreja. Mas, para assistir ao Santo Sacrifício tirava da cabeça a coroa, os anéis dos dedos, depunha seus ornamentos e cobria-se com um véu, ficando em atitude tão modesta que nunca foi vista desviar sequer os olhos. Tudo isso agradou de tal modo a Deus, que Ele quis manifestá-lo a todos: durante a Santa Missa a Santa aparecia envolta de tal claridade que se velavam de deslumbramento os olhos dos assistentes; parecia-lhes contemplar um anjo do Paraíso.

Imitai exemplo tão ilustre, certos de que agradareis a Deus e aos homens, e que a Santa Missa será para vós de imenso proveito para esta vida e para a outra.

(São Leonardo de Porto Maurício. Excelências da Santa Missa. Ps. 66 e 67)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

NEO-SANTOS DA NEO-IGREJA: A vez de Paulo VI.

BEATIFICAÇÃO DE PAULO VI?

 

- Carta aos Cardeais -

 

Eminência Reverendíssima:

Li na Imprensa que, em 11 de Dezembro[1], os Cardeais e os Bispos, ultrapassado o obstáculo dos teólogos, darão o seu “sim” à beatificação de Paulo VI, apesar de não ter tido, durante a sua vida, fama de santidade e de ter sido, para muitos, o primeiro responsável pelos problemas atuais da Igreja, isto para não dizer que o seu Pontificado foi, na realidade, catastrófico!

Então, seja-me concedido citar o que foi relatado, em letras garrafais, na revista “Avvenire” de 19 de Março de 1999, página 17, acerca de Mons. Montini: “Ruini[2] traça o perfil do Papa [Paulo VI] que mudou a Igreja”.

Certíssimo!... Já o havíamos demonstrado com a nossa “Trilogia Montiniana”[3], nunca tida nem como falsa nem pouco fiável pelos meus opositores, limitando-se a graçolas e insultos, sem nunca denunciarem em público o “como”, o “onde”, o “porquê” de os nossos argumentos e documentos serem contrários à verdade.

domingo, 12 de agosto de 2012

A superioridade de São José sobre todos os outros Santos

Termino mais uma tradução exaustiva, mas apaixonante. E redescubro um São José jamais imaginado: tão denso, tão grandioso, tão forte e tão sofrido e angustiado e aflito. Realmente, permaneceu oculto por séculos, mais meus modestos quase cinquenta anos! E uma devoção totalmente nova eis que surge em meu pequeno e sedento coração!!! Quem é, de fato, este homem, que possibilitou que o "fiat" não ficasse por isso mesmo, entregue à maldade e à ferocidade humana, e se realizasse completamente na Cruz? Será ele o "menor" de que falava Nosso Senhor Jesus Cristo? Bò! Isso só o saberemos naquele Dia em que tudo será revelado... Até lá procurarei recuperar o tempo perdido, aprofundando e intensificando está devoção inesperada e divulgando-a a quem quiser ouvir! E mais não digo...
Ah! Sim, digo: Após o texto, dois PDFs, um com as imagens e outro sem, este para facilitar a leitura, pois o texto é extenso e merece ser lido aos poucos... meditando-o! Além disso, procurei ilustrar o texto com imagens especias, que eu ainda não tivesse publicado em nenhum dos meus blogs. Ao longo do primeiro trecho, postei imagens de uma breve narração da vida de tão humilde e gigante homem. Depois, várias imagens de S. José com o Menino Jesus, em "poses" afetuosas, que revelassem o imenso amor e o imenso cuidado que S. José teve pelo Desejado das Nações que ele soube preservar do mal do mundo. A seguir, imagens diversas. No final, uma série de imagens (entre as quais as que estão neste post), que fazem parte do album online "Vida de São José". Espero que tudo isso e, particularmente, o texto - que peço que leiam aos poucos, pois é extenso, e talvez sejam melhor baixar o PDF sem imagens -, possam despertar em meus amáveis leitores o mesmo que despertou em mim.
E que venham as vertigens...

Gda


A superioridade de 

São José

sobre todos os outros Santos

de Fr. Reg. Garrigou-Lagrange O.P.
(em “La Vie Spirituelle”, 1929, t. 19, pp. 662-683)


“Quem dentre vós for o menor, esse será grande”
(Luc. 9,48)

Clique e veja mais imagens
A doutrina pela qual S. José, depois de Maria, foi e ainda é mais unido a Nosso Senhor do que qualquer outro santo está cada vez mais se tornando a doutrina comum da Igreja. Esta não teme proclamar o humilde carpinteiro superior, em graças e beatitude, aos Patriarcas, a Mosés, o maior dos Profetas, a S. João Batista, e também aos Apóstolos, a S. Pedro, a S. João, a S. Paulo, e, enfim, a fortiori, superior em santidade aos maiores Mártires e aos máximos Doutores da Igreja. 

Esta doutrina foi ensinada por Gerson[1] e por S. Bernardino de Sena[2]. Torna-se cada vez mais difundida a partir do século XVI: é sustentada por S. Teresa, S. Francisco de Sales, Suarez[3], depois por S. Alfonso de Ligório[4] e muitos outros[5]. Finalmente, S.S. Leão XIII, na Encíclica Quamquam pluries, escreve: “É certo que a dignidade de Mãe de Deus é tão alta que nada pode haver de mais sublime; mas pelo fato de que entre a Beatíssima Virgem e José foi estreitado um vínculo conjugal, não há dúvida de que a essa altíssima dignidade, por força da qual a Mãe de Deus se eleva muitíssimos acima de todas as criaturas, Ele se aproximou mais do que ninguém. O matrimônio, de fato, é a forma mais elevada de sociedade e de amizade, à qual, por sua natureza, se une a comunhão de bens. Portanto, se Deus deu José em Esposo à Virgem, deu-Lho não só como companheiro de vida, testemunha da virgindade e tutor da honestidade, mas também como partícipe, em virtude do pacto conjugal, da excelsa grandeza dEla[6]. Pelo fato de que a dignidade de Maria “se eleva muitíssimos acima de todas as criaturas”, como é dito nesta encíclica, segue-se que o primado de S. José deve ser entendido não apenas no que diz respeito a todos os outros santos, mas também com relação aos Anjos? Não se o pode afirmar com certeza. Contentemo-nos de expor a doutrina, cada vez mais aceita na Igreja, que afirma que, entre todos os outros Santos, S. José é o mais elevado, no Céu, depois de Jesus e Maria. Ele está entre os Anjos e Arcanjos. Sua missão em relação à Sagrada Família fez dele o Patrono da Igreja universal, seu protetor e defensor. A ele, em certo sentido, é particularmente confiada a multidão dos cristãos de todas as gerações, como o provam a bela Ladainha que resume suas prerrogativas.  

Pretendemos lembrar, aqui, o princípio teológico sobre o qual se funda esta doutrina, cada vez mais aceita desde há cinco séculos, acerca do primado de S. José sobre todos os outros santos.


I. Uma missão divina excepcional requer uma santidade proporcional


quarta-feira, 4 de julho de 2012

FSSPX: Meu Manifesto!

Auxílio dos Cristãos, rogai por nós!

La Madonna Blu
Carlo Dolci

MEU MANIFESTO

Faço minhas as oportunas palavras do Abbé Eric Julien Laurent Jacqmin, aos 22 de junho de 2012: "Como todos os meus confrades na FSSPX, certamente gostaria, como fiz até agora, de obedecer a meus superiores, mas no caso atual eu tenho sérias dúvidas de que o Bem Comum seja bem servido".

Como escrevi outro dia, há um tempo para calar e outro para falar... A minha decisão já estava tomada, aguardava apenas o placet de meu diretor espiritual para tornar público, para o Bem Comum, o que na minha alma já é realidade. É o tempo de falar. 

Sei que não tenho conhecimentos doutrinais/teológicos comparáveis aos de muitos que possam estar lendo estas minhas linhas, mas faço uso da razão que meu Criador me deu quando vim a este mundo [não canso de repetir as belas palavras de Mons. Lefebvre], confiante de que a Graça e a Providência, como sempre, não me deixariam sozinha nesta hora tão grave para a nossa Fé e para a minha própria Salvação. Ainda bem que fui agraciada com um diretor espiritual sério e no estilo sim, sim, não, não... comme il faut

Não somos seres irracionais, devemos refletir sobre o que ouvimos, seja de leigo que de padre, pois a obediência cega não é virtuosa: cansei de ouvir isso a respeito do Papa dos mesmos padres que agora, porque se trata do Superior, exigem uma obediência cega, sob pena de pecado mortal, como se ele fosse possuidor de uma infalibilidade que nem o Santo Padre tem. Onde está o sim, sim, não, não? Porque dois pesos e duas medidas? Se a desobediência ao Papa se justifica em certos casos, que dirá a qualquer ser humano abaixo do Papa! Mons. Fellay, com o devido respeito, não é infalível, portanto não é pecado mortal discordar dele, sobretudo quando está trilhando um caminho que nunca foi desejado por Mons. Lefebvre. E se isso fosse pecado mortal, pecou antes o Fundador da FSSPX, como disse, muito bem, o Abbé Moulin.

Sobre o "respeito", atentar sempre à tênue linha que diferencia o "respeito devido" dos reprováveis "respeitos humanos". Sobre ser sedevacantista por non querer o acordo ou discordar do Superior, leia aqui.



"E aos escribas e locutores que pelo mundo inteiro facilmente aplicam a Dom Lefebvre o título infamante de rebelde, sem saberem o que dizem e sem conhecerem toda a largura, a altura e a profundidade da moral católica, devemos advertir que erram e pecam gravemente por excessiva presunção e consequente simplificação de tão grave problema.
O caso de Dom Lefebvre, e de todos os "integristas" que acima de tudo querem continuar a Igreja tão santamente representada por São Pio X e São Pio V, é simples; eles não podem admitir que a obra dos "desintegristas", tão variada como promíscua, lhes seja imposta em nome da obediência que tanto amam e tão tristemente vêem instalada do outro lado do abismo. Assim é difícil. Assim é impossível. Non Possumus!" (Gustavo Corção - 25.09.1976).

 

Vamos lá, qual meu posicionamento sobre o acordo ou qualquer outro eufemismo que se queira utilizar? 

 

Não pretendo, aqui, esgotar todas as razões que me levam a tomar esse posicionamento. Algumas são de foro íntimo, outras poderei fazê-lo em outra ocasião, se for o caso. Falarei do que é essencial:

Eu sou contra qualquer tipo de acordo ou diálogo com a Roma modernista ENQUANTO não se realizar a condição imposta pelo próprio Fundador da FSSPX: a prévia conversão. E por uma questão simples: antes disso... é inútil, é perda de tempo, é falar às paredes! Como temos visto.  

Dom Lefebvre não está mais entre nós, ouço dizerem... Verdade, mas não é por isso que o que ele disse também morreu, não vale mais! 

Objeta-se que hoje a situação é outra, diferente de 1988. E eu respondo que é verdade também, hoje a situação é outra: bem pior! O que mudou e no que teria melhorado a Igreja de lá para cá? Há mais escândalos hoje do que em 1988. Há também mais rebeldia e cismas hoje, e por parte dos modernistas que temem o conservadorismo do Papa. Basta ver as manifestações costumeiras no eixo Áustria-Alemanha. Basta ver as últimas nomeações para os altos escalões vaticanos feitas pelo Papa, em particular naqueles cargos que "dialogam" diretamente com a FSSPX... Em 2009, o mais novo empossado, Gerhard Ludwig Mueller, declarava para quem quisesse ouvir que os quatro bispos da FSSPX deveriam se demitir de imediato, "não mais se expressar publicamente sobre questões de política nem de política eclesiástica" e "levar uma vida exemplar como um simples sacerdote e trabalhar para reparar parte do dano que o cisma causou". Ele também recomendava que o Seminário da FSSPX de Zaitzkofen fosse fechado e que a Fraternidade "se livrasse" de pessoas como Mons. Williamson, antisemita confesso. Uma das pérolas: "Os pontos de vista" (sic) "teológicos da FSSPX desviam-se em parte da Igreja Católica"...

Alega-se, ainda, que os sujeitos do diálogo são outros, temos outro Papa... Mas o Papa de hoje, Bento XVI, era o Cardeal Ratzinger em 1988: o interlocutor de Mons. Lefebvre. Até que ponto era a vontade do Papa João Paulo II que prevalecia nas conversações? Até que ponto o Cardeal apenas obedecia ordens ou defendia a Tradição?

Prosseguindo, se pe. Moulin acerta quando diz não ser pecado mortal criticar o superior, erra quando afirma que é necessário pedir a Roma o levantamento das excomunhões dos Grandes Esquecidos. Erra porque reconhecer o levantamento é o mesmo que reconhecer as excomunhões (2+2=4): isso Mons. Lefebvre nunca fez! Pelo contrário, ele disse categoricamente que não poderia ser excluído de uma Igreja na qual nunca esteve.

E eu me pergunto, retoricamente: se ele nunca esteve "naquela" igreja por que hoje fazemos questão de entrar nela, sermos reconhecidos, regularizados, etiquetados, aprovados, em "plena comunhão"?...  "Plena comunhão"!!! Estar em plena comunhão é um absurdo linguístico tanto quanto estar meio grávida, ser muito honesto ou quase virgem! 

E se pedir o levantamento foi um erro, erro maior ainda foi se calar diante do Motu Proprio - outro pedido do nosso Superior. Um erro terrível porque, aceitar calado que a Missa de sempre É rito extraordinário significa concordar que a Missa Nova É rito ordinário, rito católico... (2+2=4) .

Mas, afinal, dialogar para estar em "plena comunhão" com qual Igreja? Na Igreja Católica (da qual nunca saímos) ou na Igreja Conciliar (na qual nunca estivemos)? Uma Igreja, esta, que congrega uma série de vertentes, da mais progressista à mais conservadora, que pouco ou nada guardam de católico - meu exemplo preferido? O "Pastor" Kiko Arguello e sua troupe. Uma Igreja que visita, saúda e abençoa Fidel, o líder comunista, assassino e abortista, excomungado por ela própria (sic). Uma Igreja que pratica o ecumenismo-de-mão-única: abre os braços a todo tipo de desvio e perversão, e persegue os tradicionalistas como fossem leprosos, estrangeiros, inimigos... Uma Igreja cujo Papa reza diante do altar do Senhor ao lado de um homem das mãos ensanguentadas de santo católico sangue e fantasiado de arcebispo de Canterbury. Oras, ou é verdade que a Igreja Anglicana tem sucessão apostólica (e ele é arcebispo e a Rainha, chefe da Igreja) ou é verdade que não a tem (e ele é um homem comum travestido de arcebispo): os dois não dá! (2+2=4). Porque, então, o Papa reza com ele? E eu, ao ver o meu Papa rezando ao lado de um herético, não posso não lembrar da heróica Santa Margareth Clitherow, que dizia a seus carrascos anglicanos que a convidavam a rezar com eles antes do seu tremendo martírio: "Eu não rezarei com vocês, e vocês não rezarão comigo. Eu não direi Amém às vossas orações, nem vocês às minhas" - Lembrem-se disso quando rezarem o Pai Nosso junto com seus 'irmãos' protestantes. O arcebispo de Canterbury de hoje tem tanto sangue católico nas mãos quando o tinha o arcebispo de então. E é com essas mãos ensanguentas que ele disse Amém às orações do Papa, diante do altar do Senhor.

Que Igreja é essa, então? E por que eu deveria entrar nela? Por quem? Sou católica, apostólica, romana, fiel à Tradição da Igreja, e não posso trair as promessas de meu Batismo e aderir à Roma modernista na esperança de que esse meu sacrifício possa convertê-la, com o tempo, com os "números"... Isso é, no mínimo, ingênuo; mas pode ser... desonesto, em alguns casos. A Fé não é feita de números, não pode ser quantificada. De fato, é lamentável perder tantas almas, mas nossa Salvação não depende de números, depende de nós, pois a Verdade está diante de nós. Não encontramos o caminho de volta à Casa Paterna nós que somos rotulados de tradicionalistas? Não foi pelo uso da razão, favorecida pela Graça, que estamos aqui? A conversão daqueles que vivem no erro não depende de números, nem de nós, nem de nossa Fé, mas da Graça de Deus e do uso da razão por parte de cada um deles...

A "experiência da Tradição" desejada por Monsenhor Lefebvre foi, para mim, um ato de caridade de seu fiel coração para com a autoridade do Papa que ele amou até a sua morte. Mas a Tradição não pode ser uma "experiência"... Não há como!

As coisas são mais simples: enquanto a Roma modernista não se converter, não há o que dialogar! E, SE ela chamar para dialogar, basta dizer-Lhe a Verdade: que ela ESTÁ no erro, sem muitos salamaleques; basta o respeito à autoridade na forma de dizê-lo, não nas intenções, porque O ERRO NÃO TEM DIREITOS.

Não é um favor que se faz a Roma, mas um dever. E, se quem tem autoridade para fazer isso não o faz, terá que se explicar a Deus, pois não se pode esperar por rodadas de colóquios doutrinais para se restabelecer a Verdade. Afinal, quem de nós sabe quando irá prestar contas ao Criador? Well, se eu tivesse tamanha responsabilidade nem dormiria enquanto não dissesse ao Papa que está no erro, pois poderia se dar que, durante a noite, minha alma fosse chamada pelo Criador, e o que eu diria a Ele?: "Sabe o que é, Senhor? Estava esperando pelo chamado de Roma... ou... Era preciso reunir os nossos teólogos com os teólogos deles, para ouvirmos as razões deles (do erro, do pecado)..." Não precisa ser muito esperto para saber a resposta dEle, não é?

Eu percebo por aí, na web, em blogs, e-mails privados e coletivos, que muitos estão calados nesta hora tão grave, entrincheirados atrás de justificações vagas (neutralidade, confiança no superior, obediência...), talvez porque seja mais fácil deixar o outro "pensar por mim", "decidir por mim"... assim não é necessário se expor para ser publicamente apontado como sedevacantista, cismático, herege.
Lembrando, apenas, que rotular o outro, diferentemente de discordar dele, É pecado mortal, como aprendi com um padre da FSSPX.
Felizmente, eu não tenho essas preocupações com rótulos porque eu sei QUEM eu sou. Eu sei o caminho que trilhei até aqui, e não foi fácil. Eu não encontrei a Tradição como quem tropeça por acaso em algo. A Tradição veio ao meu encontro, antes mesmo que eu percebesse que era por Ela que eu procurava há tanto tempo! Eu dialogo com meu Criador desde que me entendo por gente, e sempre O busquei, e durante muito tempo "algo" me "incomodou" na Missa Nova, e por causa dessa busca a que me impelia esse incômodo acabei por encontrar, graças à (boa/má) Internet, o caminho que me levou à FSSPX. Um dia escreverei um post especialmente sobre essa caminhada. 

Mas o que interessa é que não acreditei na FSSPX de imediato, como muita gente que, afoita, segue esta ou aquela voz e nem sabe quem é que fala. Sobre coisas tão importantes, não costumo ir como quem vai ao bosque pegar framboesas: busquei provas, investiguei, me cerquei de garantias, até finalmente chegar à conclusão - adesão da razão - de que a FSSPX era uma obra inspirada do Alto. Ainda é. Pude finalmente afirmar, com serenidade, que acredito no combate de Mons. Lefebvre, nos termos postos por ele e que sempre seria ABSOLUTAMENTE fiel à Fraternidade ENQUANTO a Fraternidade continuasse fiel a Mons. Lefebvre, naquele caminho, com aquelas verdades, naquele mesmo combate que Mons. Lefebvre iniciou. Um combate que, diga-se, nunca foi político, como está sendo agora.

Como tantos, eu percebo, agora, que esse caminho não é mais o mesmo. Pelo menos, não parece. E negar isso é negar o óbvio. Não conheço Mons. Fellay pessoalmente o suficiente para ousar tecer qualquer tipo de comentário acerca de seu caráter e de suas intenções. Mas, se de um lado não me é lícito julgar a pessoa, por outro lado os fatos não se discutem. E os fatos são claros.

Se o acordo, finalmente, será firmado ou não - as coisas não são como aparentam - de qualquer maneira Roma já venceu: a Fraternidade já está irremediável e definitivamente dividida. O bom - porque o Bom Deus tira de todo mal um bem - é que já começa a transparecer quem é quem: os que são fieis à Verdade, os que se deixam iludir com promessas vãs e sofismas baratos, os negligentes, os mornos, os tolos etc... A grande questão é: o que dirás ao Senhor se hoje à noite tua alma for chamada diante dEle? Que estás esperando as coisas ficarem mais claras? Que tu apenas obedeceste? Que tu és neutro? Que é lícito conviver com os erros do CVII enquanto se busca mudar as coisas apenas para estar dentro da Igreja e ter o selinho de aprovação dos modernistas?  


Aconselho a quem tiver dúvidas que leia, ou releia se já o fez algum dia, os escritos de Mons. Lefebvre, sobretudo os posteriores a 1988, em particular os de seus últimos anos. Em cada escrito dele transparece o quanto ele era direto e objetivo ao falar, "sem papas na língua", bem sim, sim, não, não! Ele não relatizava os fatos, como o fazem alguns de seus filhos espirituais, que usam de dois pesos e duas medidas com certa largueza. Tinha as ideias claras e não temia "se expor" para dizer  aquilo que precisava ser dito. Rebelde, sedevacantista, cismático, excomungado... e quanto mais ele deve ter ouvido ao longo de seu combate pela Fé! Jamais reclamou justiça e reparação para si. Não entendo por que agora a FSSPX precise reclamar uma "regularidade" dentro da Igreja Conciliar para continuar um apostolado que já ia muito bem sem isso, obrigada! A FSSPX é católica, é regular dentro da Igreja Católica (da qual nunca saiu), não é cismática nem sedevacantista, não é excomungada (nem seu fundador, seus bispos, padres ou fieis) e seus padres são padres e seus bispos são bispos da Igreja Católica, nas condições impostas pelo próprio Fundador. Não é de justiça e reparação que a FSSPX precisa hoje! É de seguir com seu apostolado, com os olhos sempre postos em direção à Roma à qual Monsenhor Lefebvre sempre foi fiel, à espera de "um sucessor de Pedro perfeitamente católico", em cujas mãos, enfim, os nossos bispos poderão "devolver a graça de vosso episcopado para que ele a confirme" (para ambas as citações vide a Carta de Mons. Marcel Lefebvre aos futuros Bispos da Fraternidade São Pio X, em 29 de agosto de 1987). Sugiro começar pelo seu testamento espiritual: A Vida Espiritual Segundo São Tomás de Aquino. Embora há quem diga que se deve começar pela "Carta Aberta aos Católicos Perplexos" (PDF), seguida  pelo "Do Liberalismo à Apostasia. A Tragédia Conciliar" (PDF). No site da FSSPX poderão encontrar outros PDFs para leitura. Qualquer um é excelente, contanto que se leia, que se estude, que se saiba o que é a Crise da Igreja, o que é o Liberalismo, e sobretudo o que o Concílio Vaticano II fez à Igreja e ao mundo. Mons. Lefebvre dizia ser importante estudar para que ninguém nos engane. Ninguém. Não sejamos reféns das palavras e "opiniões" dos outros que mencionam Monsenhor em trechos postados aqui e ali pelos blogs, descontextualizados.  Recorram à fonte. 


Por fim, registro e deixo bem claro que o fato de eu discordar do Superior não quer dizer que não reze por ele, pois rezo, assim como rezo pelo bem da Igreja, pela salvação das almas e para que seja feita a vontade dEle. Sempre a vontade dEle, nunca a minha. 


Pelos dolorosíssimos Corações de Jesus e Maria.


Campo Grande, 4 de Julho de 2012. 


Giulia d'Amore di Ugento



Ó meu Deus, creio na vossa infinita bondade; não somente nesta bondade que cobre o mundo, senão nesta bondade particular e muito pessoal que objetiva essa miserável criatura que sou eu, e que tudo dispõe para seu maior bem.

Por isso, Senhor, mesmo quando não vejo, quando não entendo, quando não sinto, creio que o estado no qual me encontro e tudo o que me ocorre é obra de Vosso amor, e com todas as forças de minha alma o prefiro a qualquer outro estado que me seria mais agradável, mas que me aproximaria menos de Vós.

Ponho-me entre vossas mãos, faça-me o que quiseres, deixando-me como único consolo o de obedecer-vos
(Ato de abandono. São Pio X).






Quero tecer um breve comentário sobre a ida de Mons. Williamson ao Capítulo: Eu iria. Mas eu não sou um Bispo obediente.

- Dom Williamson é um Bispo obediente?, diria perplexo alguém!!!

Oras, e não é? Vejamos: Dom Fellay o proibiu de ir a Albano - concordo, não foi uma proibição, mas uma ida condicionada, o que dá na mesma - e Dom Williamson não foi. Agora, Dom Fellay o proibiu de ir às ordenações de Ecône... Dom Williamson foi?

Onde está a desobediência de Dom Williamson afinal? Apenas e tão somente naquilo que é lícito e justo desobedecer: nas questões de Fé. Nas questões de Fé nossa obediência é apenas a Deus e a ninguém mais. E isso Dom Williamson tem feito. Alguém poderia discordar disso? Alguém poderia comprovar a "desobediência pela desobediência" de Dom Williamson? Creio que não.
Quem seria desobediente, então? Obviamente quem, de fato, está a desobedecer a Mons. Lefebvre, o qual pode até não estar mais entre nós, como disse um padre recentemente, mas seja pela Comunhão dos Santos, seja pelo legado que deixou, continua presente, e sua vontade, seus designíos e suas ordens continuam valendo, pois foi para isso que ele escolheu exatamente esses quatro sacerdotes para serem sagrados Bispos de Romana Igreja: além de salvar a Fé... para que continuassem a sua obra. Os quatro. Juntos. E todos os padres que ele mesmo ordenou, e os outros que ele nem chegou a conhecer e que parecem ter esquecido o que eles mesmos nos ensinaram...

Se estais condenados a ver o triunfo do mal, nunca o aplaudais; nunca digais do mal ‘isso é bom’; nunca digais da decadência ‘isso é progresso’; nunca digais da noite ‘isso é luz’; nunca digais da morte ‘isso é vida’.” Cardeal Pie de Poitiers 

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domingo, 28 de agosto de 2011

11º Domingo depois de Pentecostes

Dominica XI. post Pentecosten


Introitus: Ps. 67, 6.7.36 et 2 Deus in loco sancto suo (3m15.1s - 3055 kb) 
Graduale: Ps. 27,7 V. 1  In Deo speravit (2m53.5s - 2713 kb) 
Alleluia: Ps. 80, 2.3 Exsultate Deo (2m49.5s - 2651 kb) 
Offertorium: Ps. 29, 2.3 Exaltabo te (1m56.6s - 1825 kb) 
Communio: Prov. 3, 9.10 Honora Dominum (1m25.1s - 1333 kb) 



Próprio da Missa no Rito Romano Tradicional

Intróito

Deus in loco sancto suo: Deus qui inhabitáre facit unánimes in domo: ipse dabit virtútem, et fortitúdinem plebi suæ. Ps. Exsúrgat Deus, et dissipéntur inimíci ejus: et fúgiant, qui odérunt eum, a fácie ejus. ℣. Glória Patri.

“Deus, que habita no seu santuário, o Deus que faz que os homens habitem em paz na mesma casa, Ele mesmo dará coragem e fortaleza ao seu povo.
Sl. Levantai-Vos, Senhor, e destruí os vossos inimigos, afastai para longe os que Vos odeiam. ℣. Glória ao Pai.”

Epístola
(S. Paulo aos Coríntios I. 15. 1-10)

Fratres: Notum vobis fácio Evangélium, quod prædicávi vobis, quod et accepístis, in quo et statis, per quod et salvámini: qua ratióne prædicáverim vobis, si tenétis, nisi frustra credidístis. Trádidi enim vobis in primis, quod et accépi: quóniam Christus mórtuus est pro peccátis nostris secúndum Scriptúras: et quia sepúltus est, et quia resurréxit tértia die secúndum Scriptúras: et quia visus est Cephæ, et post hoc úndecim. Deínde visus est plus quam quingéntis frátribus simul, ex quibus multi manent usque adhuc, quidam autem dormiérunt. Deínde visus est Jacóbo, deínde Apóstolis ómnibus: novíssime autem ómnium tamquam abortívo, visus est et mihi. Ego enim sum mínimus Apostolórum, qui non sum dignus vocári Apóstolus, quóniam persecútus sum Ecclésiam Dei. Grátia autem Dei sum id quod sum, et grátia ejus in me vácua non fuit.

“Irmãos: Lembro-vos o Evangelho que vos preguei, que recebestes e em que perseverais; pelo qual sereis salvos, se o conservardes como eu vo-lo preguei. A não ser que o tenhais acreditado em vão. Porque, antes de mais, eu ensinei-vos o mesmo que me foi transmitido, isto é, que Cristo morreu pelos nossos pecados, de acordo com as Escrituras; que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as mesmas Escrituras; que foi visto por Cefas e, em seguida, pelos onze; que, depois, foi visto, ao mesmo tempo, por mais de quinhentos irmãos, muitos dos quais ainda vivem, embora alguns já tenham morrido; que foi ainda visto por Tiago, e também por todos os apóstolos; finalmente, e depois de todos, apareceu-me também a mim, como filho abortivo. Eu, na verdade, sou o último dos apóstolos, porque persegui a Igreja de Deus! Todavia, e pela graça de Deus, sou o que sou, e a sua graça não foi estéril em mim.”



EVANGELHO
(segundo S. Marcos 7. 31-37)

Effatá
In illo témpore: Exiens Jesus defínibus Tyri, venit per Sidónem ad mare Galilǽæ, inter médios fines Decapóleos. Et addúcunt ei surdum et mutum, et deprecabántur eum, ut impónat illi manum. Et apprehéndens eum de turba seórsum, misit dígitos suos in aurículas ejus: et éxspuens, tétigit linguam ejus: et suspíciens in cælum, ingémuit, et ait illi: Ephphetha, quod est adaperíre. Et statim apértæ sunt aures ejus, et solútum est vínculum linguæ ejus, et loquebátur recte. Et præcépit illis, ne cui dícerent. Quanto autem eis præcipiébat, tanto magis plus prædicábant: et eo ámplius admirabántur, dicéntes: Bene ómnia fecit: et surdos fecit audíre, et mutos loqui.

“Naquele tempo, propôs saindo Jesus dos confins de Tiro, dirigiu-se, por Sidônia, ao mar da Galiléia, atravessando o território da Decápole. Trouxeram-Lhe, então, um surdo-mudo, e suplicavam-Lhe que lhe impusesse a mão. Tomando-o à parte, de entre a multidão, meteu-lhe Jesus os dedos nos ouvidos, e tocou-lhe a língua com a sua saliva; depois, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse-lhe: Ephpheta, que quer dizer: Abre-te. Imediatamente se lhe abriram os ouvidos, e se lhe soltou a prisão da língua, falando normalmente. Ordenou-lhes Jesus que o não dissessem a ninguém; porém, quanto mais Ele o recomendava, mais eles o publicavam! E todos pasmavam cada vez mais, exclamando: Este, sim, que fez bem todas as coisas, e até fez ouvir os surdos, e falar os mudos!”



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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Histórias de Conversão I: Afonso Maria Ratisbonne

A conversão de Afonso Maria Ratisbonne

  
Afonso Ratisbonne tornou-se sacerdote
e apóstolo da conversão dos judeus


"Oh, como eu sou feliz! Oh, como é bom o Senhor! Que plenitude de graça e felicidade! Como é lamentável o lote daqueles que não sabem!" Afonso Maria Ratisbonne.

"Talvez a conversão do hebreu banqueiro Afonso Ratisbonne seja uma das mais rumorosas dos últimos séculos. Seu caso é digno de especial análise pois foi acompanhado muito de perto por várias pessoas qualificadas para descrevé-la": Blog Ciência confirma a Igreja - 29/06/11.

Preparando a tradução do livro: Conversione di Alfonso Maria Ratisbonne. Carta escrita pelo próprio e acréscimos posteriores. Roma, 1845, Tipografia Marini e Compagno. Imprimatur. Baixe o original em PDF (italiano).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A Saúde da Alma: Ditosa Virgem sois Vós, Maria!


"Ditosa Virgem sois Vós, Maria!

Avé, Maria,
Mãe da Esperança,
Cheia de graça!
Avé Maria!

Ditosa Virgem sois Vós, Maria,
De cujo seio Cristo nasceu:
Sois a nascente da eterna graça,
Sois a formosa porta do Céu!

Eternamente por Deus pensada,
Sois maravilha do seu amor;
Em Vós, Senhora, Deus Se contempla,
Mãe gloriosa do Redentor!

Imaculada, cheia de graça,
Sois a alegria da Santa Igreja;
Todas as gentes hão-de aclamar-Vos:
Salvé, Rainha! Bendita seja!

Sois a mais bela das criaturas,
De Deus Esposa, Mãe de Jesus:
Sois Mãe dos homens, por Vós gerados
Do mesmo sangue dado na Cruz.

Salvé, Mãe santa, por quem o mundo
A paz divina dos Céus alcança;
Do Céu à terra sois o caminho
Donde vem Cristo, Rei da Esperança.

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ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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